Escrevo sobre esse vinho diretamente de Flores da Cunha-RS, onde estou fazendo um curso (assunto para outro post). No hotel onde estou, a carta, diminuta, apresenta somente 2 rótulos. Boscato e o Roncoferraro.
Como eu já conheço os vinhos da Boscato – e comentarei mais sobre eles em breve – eu resolvi provar o Roncoferraro.
Produzido pela Vinícola Bassanesi, é uma incursão pelo mundo dos vinhos finos. Tradicionais produtores de vinho de mesa, resolveram colocaram no mercado esse rótulo para marcar a entrada no trabalho de varietais, trabalhando com Cabernet Sauvignon e Merlot. Provei então o Cabernet Sauvignon.
O vinho apresentou uma coloração rubi, denotando a jovialidade do vinho, porém com corpo leve e alguma transparência.
No nariz aromas de frutas vermelhas, algum vegetal e um leve toque adocicado no final. Em boca, mostrou uma alta acidez e uma boa tanicidade. Sobrou um pouco de amargor no final, mas nada que incomodasse.
É sem dúvida um ótimo início para o pessoal da Bassanesi. O vinho tem grande potencial de ser um ótimo vinho nacional e apesar de não conhecer a vinícola, pelo que conversei com alguns amigos por aqui, acredito que eles tenham plena capacidade de fazer o Roncoferraro melhorar a cada safra produzida.
Não tenho informações sobre distribuição, mas se alguém tiver interesse, busco mais detalhes e publico.
Abraços
Daniel Perches
































Oi Daniel.. dei uma passadinha por aqui e gostei muito!!
abraços
Oi Talise, que bom que gostou. É um prazer ter uma colega aqui visitando o blog. Se tiver dicas, pode mandar, por favor.
Um abraço
Daniel
Olá,
Se vc está em Flores da Cunha procure o Selezione Giobatta Cabernet Sauvignon. O vinho é bom.
Sds
Oi Paulo. Estou por aqui sim e amanhã eu terei um tempo livre. Vou procurar. Outro que eu vou visitar é o Maximo Boschi. Conhece?
Abraços
Daniel
Daniel,
Este eu não provei, não poderia te indicar. O Giobatta é da GBM Vinhos. Outra dica, que eu já postei no Twitter, é o Giacomin Reserva Cabernet Sauvignon. Dá para garimpar muito vinho interessante por aí.
Bom passeio
Olá Daniel,
Acompanho há algum tempo seu blog. Sou Gaúcho, e conheço razoavelmente bem a Serra Gaúcha e arredores. Como vc está na “área”, estou me manifestando.
Em Flores da Cunha, algumas vinícolas deixam a desejar. Não me chamaram atenção vinhos da Valdemiz, apesar de sua loja na entrada da cidade. Só o Moscatel é razoável.
Fato curioso:
Provei um Carmenère da Serra Gaúcha !! Estranho, não ?
Como experiêcia vale. É o Casa da Amaro Reserva Carmenère, aí de Flores da Cunha, da Sulvin.
Nada que se compare a qualquer Chileno, mas como frizei, vale experimentar, para comparação.
Sds
Olá Paulo. Obrigado por acompanhar o blog.
Você tem me dado boas dicas. Hoje (domingo) é meu último dia aqui e vou visitar algumas vinícolas e vou ver se consigo passar lá pra conhecer esse Carmenere.
Aproveitando, eu ganhei um presente fantástico aqui. Uma produtora me deu um vinho feito com a uva Peverella, você conhece? EU vou provar muito em breve, porque me pareceu fantástico!
Abraços
Daniel
Oi Daniel,
Não te esquece de passar nos Irmãos Bettú em Garibaldi, se é que vc ainda não conhece.
Esta casta (Perevella), é um grande novidade para mim. Nem sabia da existência. Tá que nem aqueles nomes das uvas Portuguesas !!!!
Sds
Eu já ouvi falar dos Irmãos Bettú mas não conheço. Já está na minha lista também.
A Peverella é uma uva que foi plantada aqui no Brasil há muitos anos e depois vou retirada para o plantio de outras (o Chardonnay foi um dos responsáveis). Alguns produtores estão mantendo alguns parreirais para tentar resgatar. Esse vinho que eu te falei é de um parreiral de mais de 70 anos! Em breve eu vou contar mais sobre a história e claro, sobre o vinho. Eu te mantenho informado, mas se quiser buscar aqui na região vai encontrar alguns varietais.
Abs
Daniel