Os franceses e o vinho. 98% acha que não conhece muito sobre o tema

barometre_2014_header

A SOWINE, empresa especializada em comunicação para produtores de bebidas, desenvolve há 4 anos um estudo chamado BAROMÈTRE, que analisa o comportamento das pessoas em relação ao vinho.

No Viteff, feira especializada em produtos para a indústria dos espumantes, que aconteceu em Epernay de 11 a 14 e outubro, eles apresentaram o seu último relatório, que teve como parâmetro a entrevista com 1202 franceses.

O resultado você pode ver no link abaixo e veja só que interessante alguns pontos que eu destaquei (e vai minha opinião também)

– De todos os franceses entrevistados, só 2% se consideram “experts”.
A princípio poderíamos pensar que eles são “modestos”, mas acho que a análise tem que ser um pouco mais profunda. O que eles consideram expert? Quanto é preciso entender de vinho para ser um expert? Ou será que eles consideram expert aqueles que ficam falando enochatices o tempo todo?
– 80% acham que é preciso se informar para comprar bem vinho, mas a maioria (59%) prefere se informar com os amigos.
Se eles não se consideram experts, por que eles se informam com amigos? Será que é porque eles querem simplesmente saber como é o vinho e se devem comprar ou não, e não ficar lendo resenhas chatas sobre os 12 aromas que se percebeu e o teor de álcool que tem o vinho?

– Só 18% busca o site do produtor.
Ou seja, eles não estão interessados em saber como foi a colheita, se choveu, se teve adição de ácido tartárico, etc, etc, etc.

– Facebook é muito mais acessado do que Twitter
Tal qual o Brasil. O Facebook permite a gente interagir mais fácil e mais confortavelmente, além de ter as fotos que tanto gostamos.

Conversei com o Silvain Dadé, diretor da SOWINE sobre a apresentação, sobre o comportamento dos franceses e sobre o preço do Champagne. Vejam abaixo.


Agora veja o infográfico e tire as suas próprias conclusões (e se possível, compartilhe comigo).

Um abraço

Daniel Perches

You Might Also Like

Um comentário

  1. 1

    Aqui no Brasil ocorre justamente o contrário, a maioria acha que entende, e não entende nada.
    Sds,
    Jorge

Deixe uma resposta

Your email address will not be published. Required fields are marked *

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>