O efeito da madeira sobre os espumantes – será que até o toneleiro Churchill está reduzindo?

Recentemente bebi novamente o espumante brasileiro Valmarino&Churchill Brut 2009, que é produzido lá em Pinto Bandeira, no sul do Brasil.

É uma união do produtor Valmarino com o toneleiro Churchill. A Valmarino produz o vinho, coloca nos barris do Churchill e depois eles engarrafam e mandam para o mercado.

É, portanto, um vinho (bem) barricado. Até aí tudo bem, porque eu já tinha provado esse espumante e até outro vinho tinto feito para ele e é o que eu esperava, afinal de contas, o cara produz barricas.

Mas me parece que ao longo das safras, ou pelo menos das garrafas que venho provando desse vinho, me parece que ele coloca o vinho menos tempo em contato com a madeira.

Será que é isso mesmo? Se for, só confirma uma teoria (nada científica, só de observação) de que os consumidores estão querendo menos barrica, menos vinho com gosto de madeira, de serragem, pesados.

E se for isso mesmo, ficarei contente. Acho que com isso, ganharemos em paladar, com vinhos mais elegantes e menos “porrada”.

Quem sabe o pessoal da Valmarino ou o Churchill não dão uma passadinha por aqui e contam pra gente se é isso mesmo.

Por enquanto, fique com as notícias do blog até hoje sobre a Valmarino&Churchill.

Um abraço
Daniel Perches

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Um comentário

  1. 1

    Caro Daniel,
    Também espero que estejam reduzindo o tempo em barrica. E ficarei feliz o dia em que outros seguirem o exemplo. Afinal, a madeira deve ser coadjuvante, não atriz principal.
    Abraços e Feliz 2013!
    Flavio

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