Champagne Philipponnat

Champagne Philipponnat Royale Reserve

A região de Champagne é para mim uma das mais belas de toda a França. Belas paisagens, cidades pequenas e cheias de história e claro, muito, mas muito Champagne. É ou não é uma maravilha? Em minha última estadia por lá eu pude visitar algumas belas casas que eu não conhecia e a Philipponnat foi uma delas. Uma casa pequena, que tem uma produção relativamente baixa (600 mil caixas por ano), e que faz belos champagnes, como o Clos de Goisses, um dos mais famosos. A visita é cheia de história para contar, passando pelos corredores subterrâneos que abrigam os cuvées que  descansam, às vezes por anos, antes de irem para o mercado.

E como toda visita tem que ter degustação, eu provei alguns dos Cuvées que conto aqui, mas o que recomendo mesmo é que vá lá e veja pessoalmente. Ah, não se esqueça de pedir para ver a foto dos vinhedos que tem a forma de uma garrafa de champagne. É algo realmente pitoresco e muito peculiar.

Royale Brut Reserve
Mais cítrico, leve. Na boca tem um toque maior de fermento. Bom final. Não tem muita complexidade mas é um ótimo champagne de entrada.

Royale Reserve Pás Dosé
Sente-se a força do Pinot Noir no nariz e na boca. Bem potente na boca e até meio selvagem, com bastante acidez.
Final bem marcado. Sem açúcar.

Blanc des Blancs 2005
Frutas brancas bem leves com toques florais. Forte e bem presente. Gastronômico. Final bem potente e fica por bom tempo.

Clos de Goisses 2003
Aromas de charcutaria e defumado. Bem delicado. Não tem ataque tão forte. Deve acompanhar bem pratos mais fortes.

Séc 2002
Só Chardonnay. Só fazem quando a colheita é boa e permite. Doce, mas não muito. Tem um final mais seco. Fica um pouco de adocicado na boca. Ótimo para sobremesa porque não é melado.

Para ver mais, acesse o site da Philipponnat.

Um abraço

Daniel Perches

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Um comentário

  1. 1

    Olá Daniel,
    A Champagne Philipponnat é importada no Brasil pela Vinos e Vinos, a mesma que traz o belo vinho chileno Peñalolén, do competente enólogo Jean Pascal Lacaze.
    Abraços,

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