Estive na Lidio Carraro e provei o Teroldego. Essa uva, de origem italiana, dá vinhos muito potentes. E é assim o Lidio Carraro Teroldego. Provei duas safras com eles e gostei bastante.
Posted on 07 julho 2011.
Estive na Lidio Carraro e provei o Teroldego. Essa uva, de origem italiana, dá vinhos muito potentes. E é assim o Lidio Carraro Teroldego. Provei duas safras com eles e gostei bastante.
Posted in 2007, 2008, Brasil, Teroldego0 Comments
Posted on 29 junho 2011.
A Lidio Carraro escolheu bem o nome desse vinho, pois ele reflete exatamente o seu intuito. É uma coletânea de uvas: Merlot, Tempranillo, Teroldego, Cabernet Franc, Tannat e Nebbiolo. Seis uvas bastante distintas, combinadas em um corte que pelo menos pra mim, é inédito.
E como já comentei aqui, acho que eles fazem muito bem seus vinhos. Com uma filosofia de não utilizar madeira (barris de carvalho ou algo similar) para buscar a essência do vinho, o pessoal da Lidio Carraro vem conquistando fans no Brasil e no mundo. Frequentemente vejo notícias deles contando que estão em mais algum país com seus vinhos sendo exportados. Sinal de qualidade!
E o Coletânea reflete essa qualidade. É um vinho intenso, que me parece estar ainda um pouco jovem, mas talvez pela sua composição de várias uvas tenha adquirido algumas características que permitem que a gente beba agora, sem ter que esperar alguns anos para poder provar o vinho na sua “melhor forma”. Algo difícil de se conseguir e que eu já vi alguns produtores falando que os vinhos de corte (mais de uma uva) são bons por conta disso também, pois trazem o melhor de cada uma delas.
O vinho tem um bouquet interessante, que começa com frutas negras adocicadas, passa por um toque achocolatado, balsâmico e até medicinal. E depois de um tempo aberto ele vai mudando bastante. É realmente uma grande quantidade de aromas aparecendo. E o mais legal é que eles aparecem de forma bem clara, facilitando a identificação.
Na boca tem bastante tanino que me pareceu um pouco jovem, mas que eu acho que vai ficar bem interessante daqui algum tempo (talvez uns 2 anos).
Esse lançamento da Lidio Carraro chegou pra mim através da Sociedade da Mesa, o clube de vinhos que eu sou associado. Ao que me parece, ainda não está sendo comercializado, mas quando chegar ao mercado, vale a pena provar. Como eu tenho duas garrafas, vou guardar uma delas para o futuro, para ver como vai ficar.
Lidio Carraro, mais uma vez estão de parabéns.
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2009, Brasil, Cabernet Franc, Merlot, Nebbiolo, Tannat, Tempranillo, Teroldego3 Comments
Posted on 26 fevereiro 2010.
Já comentei aqui sobre a costela do Rancho do Vinho. Pra mim é a melhor costela que São Paulo pode nos oferecer. Aliás, deixo desde já o desafio feito. Se alguém conhecer alguma melhor, pode me falar o lugar que eu vou lá provar, afinal de contas, como dizia o saudoso Saul Galvão, o que importa é passar bem.
Mas hoje quero contar sobre outra “surpresa” que tem por lá. O Celso “Dr. Costela” Frizon tem em sua (bela) carta de vinhos, alguns engarrafados e rotulados especialmente para ele.
Os vinhos “Nono Frizon” são produzidos no sul do Brasil por uma vinícola de renome, mas uma parte da produção é separada especialmente para o Rancho do Vinho.
Eu provei o Teroldego e o Tannat e posso afirmar que são ótimos vinhos, com muita qualidade e claro, combinam muito bem com uma boa costela. Recomendo especialmente o Teroldego, que com sua estrutura forte e tânica harmoniza perfeitamente.
E se você não quiser experimentar esses vinhos, não se preocupe. Dê uma olhada na carta de vinhos do lugar (e claro, na adega) que você verá que não faltam boas opções de ótimos vinhos. É preciso destacar ainda o mais importante: a casa trabalha com valores muito justos para os vinhos, algo que é muito difícil de ver por aí. Eu tenho reduzido a minha cota de vinhos em restaurantes devido aos preços abusivos que são cobrados. O Rancho do Vinho é um dos únicos em São Paulo onde eu posso beber sem me sentir praticamente roubado.
Vale a pena conferir.
Um abraço
Daniel Perches
(nessa foto, os vinhos Nono Frizon dividem o balde com um outro que será comentado em breve)
Posted in Brasil, Tannat, Teroldego0 Comments
Posted on 21 novembro 2009.
Essa uva, a Teroldego, sempre me cativou. E quando vi que o Angheben estava produzindo vinhos com essa casta, fiquei entusiasmado.
Comprado em Continue Reading
Posted in 2005, Brasil, Teroldego7 Comments
Posted on 22 outubro 2009.

Imagem de Divino Guia
Por indicação do Álvaro Galvão, do Divino Guia, resolvi ir ao Rancho da Costela, no Morumbi. Vi sua matéria no site (ver aqui) e fiquei com água na boca, tanto pela costela quanto pelo vinho que ele indicou.
E como bom fã do Álvaro, eu resolvi seguir à risca suas indicações e pedi o vinho Nono Frizon Teroldego (que não indica a safra em seu rótulo mas o garçom me informou que era 2007).
E não é que o Álvaro tinha toda a razão? O lugar é muito agradável, com pessoas muito simpáticas, vinhos com valores muito acessíveis e uma costela de ripa que fica marinando por 8 horas antes de ir pra churrasqueira dar uma douradinha.
Mas vamos falar rapidamente sobre o vinho, que é feito com essa uva Teroldego, não muito comum aqui no Brasil. Tinha uma coloração rubi claro, diferente um pouco do que eu imaginava que seria, pois esperava algo mais denso.
No nariz, ótimos aromas de frutas negras e um toque terroso, com um final até um pouco adocicado, lembrando um caramelo queimado. Muito interessante.
Em boca, bastante adstringência, com um bom tanino e um final de média persistência. Até aí um vinho interessante, mas nada de espetacular, mas ao ser degustado junto com a carne, que é por si só gordurosa, tanto o vinho quanto a carne tornaram-se muito mais gostosos. Realmente, um casamento perfeito.
Reforço aqui a dica do Álvaro e recomendo pra quem mora em São Paulo. O endereço do site é http://www.ranchodovinho.com.br/
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2007, Brasil, Teroldego2 Comments
