Archive | Tempranillo

Viña Ardanza Grand Reserva 2001 – Meu destaque na ExpoVinis

Viña Ardanza Grand Reserva 2001 – Meu destaque na ExpoVinis

Como já comentei aqui, a ExpoVinis é o maior evento de vinhos da América Latina. São centenas de expositores e milhares de vinhos, durante 3 dias. Nem que eu fosse o Super-Homem eu conseguiria provar todos (tá, talvez sendo o Super-Homem, mas realmente não é o caso).

E pra piorar eu fui só em um dia, então o meu painel de vinhos provados realmente foi pequeno, mas tive a sorte e o privilégio de provar esse grande vinho, que pra mim, de todos do dia, foi o melhor.

O Viña Ardanza é produzido pela La Rioja Alta (Espanha), uma vinícola que está entre as minhas tops. Conheci quando provei o Viña Alberdi, que eu acho um vinho fantástico, inclusive pelo custo dele.

O Ardanza é acima do Alberdi (em todos os sentidos, inclusive preço). Esse é produzido só em anos em que a colheita realmente é muito boa e eles demoram para soltar o vinho para o mercado, pois ele fica “maturando” nas caves por um bom tempo.

É feito com a uva Tempranillo (80%) e Garnacha (20%), um corte bem típico do país. Com aromas de frutas secas e toques adocicados no nariz, ele deixa a gente até um pouco “confuso”, pois tem muita coisa pra ser explorada. Na boca é bem potente. Com uma boa carne assada deve ser uma maravilha.

Pelo que vi esse já está esgotado, mas se você foi um dos sortudos que comprou (custava em torno de 200 reais), você pode beber agora ou guardar por mais tempo, porque ele com certeza vai aguentar uns bons ainda.

Eu não tive essa sorte de comprar. Acho que terei que ir pra Espanha para provar. Quem sabe?

O Ardanza é importado pela Zahil no Brasil.

Abraços

Daniel Perches

Posted in 2001, Espanha, Grenache, Tempranillo0 Comments

Monte Castrillo Roble 2007 – Ribera del Duero que passou um pouco do ponto

Monte Castrillo Roble 2007 – Ribera del Duero que passou um pouco do ponto

Eu comprei esse vinho recentemente, em um saldão. Estava desconfiado de quanto tempo ele aguentava e comprovei que realmente já está no ponto (ou até passando um pouco).

Posted in 2007, Cabernet Sauvignon, Espanha, Tempranillo0 Comments

La Invierna Crianza 2007 – De volta aos bons espanhois

La Invierna Crianza 2007 – De volta aos bons espanhois

Já fazia algum tempo que eu não provava um vinho espanhol de bom custo que me agradasse. É fato (pelo menos pra mim isso é bem claro), que bons vinhos da Espanha custam um pouco mais do que a média, salvo algumas exceções, que eu sempre coloco aqui. E ressalto isso porque gosto muito dos vinhos daquele país, mas bebo pouco justamente por conta do custo.

E foi assim que eu me encantei com o La Invierna Crianza 2007, que é produzido pela Arriaga y Mimendez, em Rioja e chegou ao Brasil pela Sociedade da Mesa custando em torno de 100 reais. Esse é feito 100% com Tempranillo e pra você entender o que eu penso sobre vinhos “fáceis de beber”, ele é daqueles que tem aromas bem definidos no nariz – frutas vermelhas, toques de fumo e de madeira bem claros – e na boca a gente sente o sabor dos aromas, tem boa acidez, final correto e sem amargor e vai bem com comida. Nada de aromas que evoluem com o tempo e que precisa deixar decantando por horas para depois todo mundo se reunir em volta e tentar achar uns 20 aromas diferentes.

O La Invierna até tem uma certa complexidade, mas nada que você precise contratar um Sommelier para ir à sua casa para explicar para seus amigos sobre todos aqueles aromas e sabores.

E falando em amigos, eu acho que esse vinho é perfeito para isso, para reuniões, onde o que deve falar mais alto é a companhia e o bom papo, e não ficar descrevendo o vinho.

E se você também gosta desse tipo de reunião, experimente abrir um desses com amigos. Acho que vai beber, vai gostar e nem vai perceber quando a garrafa chegar ao fim. Pelo menos foi o que aconteceu comigo. Mas leve uma boa comida também e verá que esse vinho vai ficar fantástico.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2007, Espanha, Tempranillo0 Comments

Arzuaga Reserva 2005 – Um vinho muito sério

Arzuaga Reserva 2005 – Um vinho muito sério

O ambiente era o mais propício. Uma amiga avisou que recebeu um presente “inusitado”. Tinha acabado de ganhar um jamón pata negra. Para os mais desavisados, é aquela perna de porco que você vai tirando os pedaços com uma faquinha e saem lascas de um presunto curado, levemente salgado, mas dependendo do tipo do porco, com sabores até adocicados.

E com 5kg de presunto, ela não conseguiria dar conta sozinha e chamou os amigos, que prontamente se juntaram para ajudá-la nessa árdua tarefa.

Obviamente, cada um levou um vinho e eis que me aparece, no meio de todos, esse Arzuaga Reserva 2005. Eu já tinha ouvido falar dele, mas ainda não tinha provado. É um grande vinho produzido com a uva Tempranillo na região de Ribera del Duero, na Espanha. É daqueles vinhos de longa guarda, ou seja, você pode comprar ele agora e deixar na sua adega por uns 20 anos e quando for abrir, só vai ter alegria (se bem guardado, é claro). Mas como a gente não estava afim de esperar tanto tempo, tratamos de abri-lo rapidamente, pois estavam todos curiosos para provar o tão famoso Arzuaga.

E o vinho é bom mesmo! Impressionante a potência que ele tem, com aromas de frutas vermelhas e negras e um toque de barrica, de chocolate e de fumo, mas muito bem colocados, elegantes e que davam até um certo perfume para o vinho.

Na boca é uma loucura. Impressionante como ele tem taninos jovens mas ao mesmo tempo que já pareciam prontos. Ou seja, não sei qual é a mágica que foi feita, mas o vinho estava pronto para ser bebido agora, mas sabíamos que ele poderia durar mais umas 2 décadas na garrafa.

Confesso que eu acabei não harmonizando com nada, pois como era bastante gente e eu só tinha uma taça do vinho, preferi ficar bebendo ele sozinho, sem comida para interferir. Dessa vez, o vinho harmonizou só com o vinho mesmo, mas pela sua potência, sem dúvida que precisa de comida, e das mais estruturadas, pois ele com certeza aguenta.

Se você puder comprar um para conhecer, eu recomendo fortemente. Na Europa custa em torno de 50 euros e aqui no Brasil é importado pela Decanter. Não sei o preço. E se preferir ir até a vinícola para comprar, eles têm um Hotel e Spa. Já aproveita e descansa um pouco bebendo bons vinhos. Veja o site da Arzuaga aqui.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2005, Espanha, Tempranillo0 Comments

Valtravieso VT 2006

Valtravieso VT 2006

Sabe aqueles vinhos que você já imagina que vão ser “porrada” logo de cara? Aconteceu isso comigo quando eu vi o Valtravieso VT. Garrafa pesadona, rótulo preto, imponente. Aí vi que era um vinho da região de Ribera de Duero, na Espanha e feito 100% com a uva Tempranillo. Não que isso seja uma regra (e alías, longe disso), mas algo me dizia que vinha algo bem potente por alí.

Dito e feito. Quando abri a garrafa e coloquei na taça já senti que ele não estava para brincadeira. 5 anos de vida e o vinho parecia que tinha sido feito ontem. Sabe aqueles vinhos com aquela cor densa, que você não vê do outro lado da taça? É ele!

No nariz tem aqueles aromas de frutas negras, um pouco de pimenta e um toque de barrica, lembrando baunilha. Na boca é super potente, mostrando que os seus 14,5% de álcool estão ali, firmes e fortes.

Eu bebi esse vinho com um risoto de funghi com um medalhão de filé bem temperado. Foi muito bem. É bem verdade que eu acho que o vinho ainda passou um pouco por cima da comida, mas tudo bem. Como era um dia especial (aniversário da minha esposa),  tinha muito mais em jogo do que o vinho e a comida. E assim ficou tudo perfeito.

É um vinho que eu recomendo para quem gosta daqueles bem fortes, estrututurados. Ah, se quiser deixar ele na adega por mais alguns anos, acho que não vai ter problema nenhum. E se quiser saber mais sobre o vinho, veja o site da Valtravieso. A importadora é a Wine Society.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2006, Espanha, Tempranillo0 Comments

Gazur 2006

Gazur 2006

Gosto de vinhos evoluídos. Infelizmente bebo menos deles do que eu gostaria (por questão de oportunidades e também por conta dos valores. Custam caro). Vinhos antigos são paixões que muitos têm e quem já procou um vinho com mais idade deve ter sentido aquele sabor diferenciado, aquela sensação de estar “bebendo história”.

E em uma de minhas garimpagens, caí na Mistral, uma das melhores importadoras do Brasil. Eles têm uma ponta de estoque que fica bem escondidinha. Não contam pra ninguém, mas os vinhos estão lá, pra quem quiser pegar. Como eu já sei dessa história, sempre vou lá. E foi assim que eu encontrei o Gazur 2006, um vinho produzido por Telmo Rodriguez em Ribera de Duero. Só pra ter uma idéia, em 2011 a Mistral está com a safra 2009 sendo vendida.

Não é exatamente um vinho “antigo”, mas com certeza já tem alguma evolução. Resolvi arriscar e trouxe ele pra casa. Ao pesquisar sobre o vinho, vi que esse é feito com a uva Tempranillo e o mais interessante é que o produtor resolveu usar um método de plantação chamado “Bush vine”, ou seja, “vinha arbusto”. Ao contrário do que se pratica em geral, essa forma de plantação deixa a vinha parecendo um pequeno arbusto mesmo, com um monte de galhos.

Vinho aberto e parti com ansiedade para ver o que tinha, mas para a minha (infeliz) surpresa, o vinho já estava em total declínio. Ele soltou um último suspiro de aromas logo que foi aberto, mas um minuto depois já tinha ido tudo embora. Mais nada! Interessante que na boca estava até legal , mas só isso.

É, meus amigos. Nem sempre a gente acerta. Pensei que teria um vinho que estaria no ponto, mas não foi bem isso. Nem sempre a gente acerta e isso faz parte desse belo mundo do vinho. Então se você encontrar um Gazur de safra mais antiga, pense duas vezes. Talvez não encontre um vinho tão esplendoroso como imaginava.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2006, Espanha, Tempranillo0 Comments

Sela 2008

Sela 2008

Esse foi o vinho campeão do Encontro de Vinhos de São Paulo, realizado em Agosto de 2011. O Sela 2008 competiu com aproximadamente 20 vinhos e foi eleito como o melhor do painel pelos jurados que estavam lá presentes. Eram jornalistas, blogueiros e sommeliers.

Durante o evento eu não consegui provar. Como sempre acontece, quando sai o resultado, todo mundo corre lá para conhecer o ganhador e eu acabo não conseguindo experimentar. Mas estive em outro evento e encontrei o pessoal da Expand, que é a importadora, e eles estavam com o Sela por lá. Não tive dúvidas e provei novamente. Aí pude realmente comprovar a sua qualidade.

Não é pra menos que ele ficou em primeiro. Esse vinho espanhol produzido na região de Rioja é do famoso produtor Bodegas Roda. Eles têm vinhos famosos, como o Roda I, que é também muito aclamado pela crítica.

O Sela 2008 é um corte de 96% de Tempranillo e 4% de Graciano. É daqueles vinhos que encanta muito tanto no nariz quanto na boca. No nariz tem aromas de frutas vermelhas como cereja, groselha e toques de frutas negras contrastando com um toque de madeira, mas nada que se sobressai muito, deixando o vinho bem elegante.

Na boca é muito potente e com taninos muito presentes, mas ao mesmo tempo a gente sente que ele é até macio, com um final muito gostoso, deixando um traço de notas minerais bem legal.

Se você gosta dos vinhos espanhóis, esse é um que tem qualidade e preço até relativamente acessível. Custa em torno de 100 reais na importadora (e pode variar de acordo com a cidade e frete) e acho que é um que pode entrar para a minha lista dos melhores do ano de 2011.

Os jurados do Encontro de Vinhos tinham razão. Ele realmente merece!

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2008, Espanha, Graciano, Tempranillo2 Comments

Tocado 2009 (um excelente vinho bom e barato)

Tocado 2009 (um excelente vinho bom e barato)

A idéia era ir para uma degustação na Wine Society e conhecer alguns rótulos novos. Confesso que, pela correria, não prestei muita atenção às informações sobre os vinhos que degustaríamos. Mas como sabia que lá teria todas as informações, não me preocupei muito.

Cheguei lá na importadora (que aliás, tem um espaço para eventos muito legal. Já participei de alguns e foram muito bons) e fui muito bem recebido pelo Ari. O Ari é daqueles que tem um papo bom e que dá pra ficar conversando com ele sobre vinhos por horas. Mas papo vai, papo vem, chegou a hora de provar os vinhos. E eis que me surge o Tocado 2009, o primeiro da lista que iríamos degustar naquele dia. Já tomei uma “porrada”.

Sabem aqueles vinhos fáceis de beber? O Tocado é assim. Com taninos bem macios, aromas de frutas vermelhas maduras, corpo médio na boca e final bem gostoso, ou seja, é o que a gente espera de um bom vinho.

Gostei do vinho e acho que é uma excelente opção para aquelas pessoas que buscam os vinhos mais leves, mais frutados e que “não amarram muito a boca”.

Mas como o Ari é esperto, ele guardou a melhor surpresa para o final. Quando ele me falou o preço, quase comprei uma caixa. O vinho custa R$ 25. Isso mesmo, meus amigos, o vinho custa 25 reais. Não é fácil encontrar um bom vinho por esse preço, nem nos nacionais, imagina nos importados. Esse é espanhol, da região de Campo de Borja e é feito com 85% de Garnacha, 10% de Cabernet Sauvignon e 5% de Tempranillo.

É claro que não estamos falando de um vinho de guarda, daqueles super complexos que você encontra dezenas de aromas e fica com ele na taça por horas, só contemplando. Esse é daqueles pra comprar, abrir, beber e ser feliz.

Eu acho que já sei onde farei meu estoque de final de ano. E vou falar com o Ari. Esse sabe das coisas.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2009, Cabernet Sauvignon, Espanha, Grenache, Tempranillo6 Comments

2o Desafio da Morcilla – a revanche argentina

2o Desafio da Morcilla – a revanche argentina

Morcilla (ou morcela) é uma linguiça feita com o sangue do boi temperado. Encontrei uma boa morcilla no CEAGESP e levei para provar com vinhos. No 1o Desafio da Morcilla houve empate, então tive que buscar mais informações, mais morcillas e mais vinhos.

E foi na Casa del Visitante, lá na Vinícola Familia Zuccardi, que eu e o Alexandre Frias (Diário de Baco) encontramos com o Fred, o Sommelier que é brasileiro e provamos uma das melhores morcillas que eu já conheci. Pra mim agora aquele lugar é o “Templo da Morcilla”. Vejam qual foi o vinho vencedor (e esperem que teremos mais capítulos dessa novela).

 

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Sabor Real Tempranillo 2008 – 90 pontos do Parker e custa menos de 50 reais

Sabor Real Tempranillo 2008 – 90 pontos do Parker e custa menos de 50 reais

Sabor Real é um vinho de uma vinícola relativamente nova, a Bodega Campiña, mas que pelo jeito veio para arrebentar. O vinho da safra 2008, feito com a uva Tempranillo, ganhou nada menos do que 90 pontos do Robert Parker.

Não resisti e comprei no supermercado e provei.

Posted in 2008, Espanha, Tempranillo6 Comments

Lidio Carraro Coletânea 2009

Lidio Carraro Coletânea 2009

A Lidio Carraro escolheu bem o nome desse vinho, pois ele reflete exatamente o seu intuito. É uma coletânea de uvas: Merlot, Tempranillo, Teroldego, Cabernet Franc, Tannat e Nebbiolo. Seis uvas bastante distintas, combinadas em um corte que pelo menos pra mim, é inédito.

E como já comentei aqui, acho que eles fazem muito bem seus vinhos. Com uma filosofia de não utilizar madeira (barris de carvalho ou algo similar) para buscar a essência do vinho, o pessoal da Lidio Carraro vem conquistando fans no Brasil e no mundo. Frequentemente vejo notícias deles contando que estão em mais algum país com seus vinhos sendo exportados. Sinal de qualidade!

E o Coletânea reflete essa qualidade. É um vinho intenso, que me parece estar ainda um pouco jovem, mas talvez pela sua composição de várias uvas tenha adquirido algumas características que permitem que a gente beba agora, sem ter que esperar alguns anos para poder provar o vinho na sua “melhor forma”. Algo difícil de se conseguir e que eu já vi alguns produtores falando que os vinhos de corte (mais de uma uva) são bons por conta disso também, pois trazem o melhor de cada uma delas.

O vinho tem um bouquet interessante, que começa com frutas negras adocicadas, passa por um toque achocolatado, balsâmico e até medicinal. E depois de um tempo aberto ele vai mudando bastante. É realmente uma grande quantidade de aromas aparecendo. E o mais legal é que eles aparecem de forma bem clara, facilitando a identificação.

Na boca tem bastante tanino que me pareceu um pouco jovem, mas que eu acho que vai ficar bem interessante daqui algum tempo (talvez uns 2 anos).

Esse lançamento da Lidio Carraro chegou pra mim através da Sociedade da Mesa, o clube de vinhos que eu sou associado. Ao que me parece, ainda não está sendo comercializado, mas quando chegar ao mercado, vale a pena provar. Como eu tenho duas garrafas, vou guardar uma delas para o futuro, para ver como vai ficar.

Lidio Carraro, mais uma vez estão de parabéns.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2009, Brasil, Cabernet Franc, Merlot, Nebbiolo, Tannat, Tempranillo, Teroldego3 Comments

Uma oportunidade para conhecer grandes vinhos pagando (relativamente) pouco

Uma oportunidade para conhecer grandes vinhos pagando (relativamente) pouco

Olha aí uma boa oportunidade para provar o famoso Pingus, um vinho espanhol de Ribera del Duero que é extremamente cultuado pelos enófilos e pela crítica. A Grand Cru da Bela Cintra (São Paulo) vai promover no dia 07 de julho uma degustação com os vinhos do famoso vinhateiro Peter Sisseck. Serão 5 vinhos (conforme lista abaixo) e claro que a estrela será o Pingus 2008, que recebeu 99 pontos do famoso crítico Robert Parker. Se considerarmos que a garrafa desse vinho custa quase 4 mil reais, vale a pena pagar a degustação para conhecer esse ícone. Mas não se prenda só ao Pingus, pois todos são altamente pontuados.

Se você pensa em comprar um desses vinhos, talvez essa seja uma boa chance de conhecer antes. Esses eu não conheço, mas não faltam (boas) credenciais. Se alguém aí for, depois me conte.

Wine list:
- Quinta Sardonia 2005 l RP 95
- Quinta Sardonia 2006 l RP 93
- Flor de Pingus 2007 l RP 95
- Flor de Pingus 2008 l RP 96
- Pingus 2008 l RP 99

Serviço:

Peter Sisseck – O gênio da Ribera Del Duero
Local: Grand Cru Bela Cintra – Rua Bela Cintra, 1799 – Jardins

Data: 7 de julho de 2011 (quinta-feira)

Horário: 20h

Investimento: R$ 380 por pessoa

RSVP: patricia_marketing@grandcru.com.br
Tel: 55 11 3062-6388

www.grandcru.com.br

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