Archive | Tannat

[Vinícolas do Uruguai] Pizzorno

[Vinícolas do Uruguai] Pizzorno

Se você pretende visitar o Uruguai e conhecer as vinícolas de lá, um lugar que não pode faltar é a Pizzorno. E são dois motivos para você ir lá: os vinhos e o Carlos Pizzorno. Eu explico os dois:

Os vinhos são realmente muito bons. Já conhecia alguns que provei aqui no Brasil, mas indo lá (tem que agendar antes) você vai poder conhecer um pouco mais, conversar com o pessoal e entender melhor porque cada um dos vinhos foi feito daquela forma. Uma característica muito legal do Uruguai é essa diversidade. Cada bodegueiro tem uma idéia diferente e faz algo “especial”, e a Pizzorno não foge à regra.

A segunda razão é conversar com o Carlos Pizzorno. Pense num cara alegre, brincalhão, de bem com a vida e sempre disposto a te explicar, te dar alguma informação sobre os vinhos. Pense também num cara realmente apaixonado pelo que faz. Esse é o Carlos. Se você tiver sorte de encontrá-lo por lá e ele for lhe mostrar a vinícola, verá como ele fala daquilo com intensidade, vibração, alegria. E se você estiver animado, tenho certeza que vai passar horas lá conversando e dando risadas com ele, sem perceber o tempo passar. Foi o que aconteceu comigo. Acho que ficamos umas 4 horas (entre almoço, visita à bodega e degustação) e pareceram 10 minutos.

E se você quer algumas dicas de vinhos de lá, vou contar sobre os que eu provei e achei interessantes:

Pizzorno Sauvignon Blanc Reserva  2011
Esse vinho tem 30% do seu mosto fermentado em carvalho. Queriam algo diferente, fugindo do tradicional. O resultado é muito bom, com toques de frutas (pomelo) e floral bem marcado. A barrica deu um pouco mais de corpo mas manteve a boa acidez.
R$65 (média)

Pizzorno Brut Reserva
Espumante feito com Chardonnay e Pinot Noir. Passou 2 anos em autólise (contato com as borras).
Dourado, perlage muito boa. Aromas terçiários, brioche, fermento, fruta.
Não esta no Brasil.

Dom Próspero Tannat-Malbec 2009
Nesse vinho o Malbec passa por carvalho e o Tannat não. Cor intensa, aromas doces, redondo, taninos bem macios. Toque que lembra os balsâmicos. É o único no Uruguai que faz esse corte.
R$ 40 (média)

Don Prospero Cabernet Sauvignon 2008
Esse passa 8meses em barrica para afinamento. Toque herbáceo, boa boca e taninos muito redondos. Fácil de beber. Um vinho muito bom para o dia a dia.

Se quiser conhecer mais, acesse o site da Pizzorno. Os vinhos deles são vendidos no Brasil pela GrandCru.

E se for pra lá, não perca a chance. Tenho certeza que não vai se arrepender.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2008, 2009, 2011, Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Malbec, Tannat, Uruguai1 Comment

Marichal Reserve Collection Pinot Noir-Tannat 2008

Marichal Reserve Collection Pinot Noir-Tannat 2008

Se você já provou vinhos feitos com a uva Pinot Noir, sabe que na maioria das vezes são delicados, até com uma cor mais clara, com um corpo mais leve. E se já provou vinhos Tannat deve ter notado que é praticamente o oposto: vinhos encorpados, com muito tanino, boa acidez e bom corpo.

E o que aconteceria se colocassem essas duas uvas juntas em um vinho? Essa combinação curiosa foi testada pela Marichal e surgiu porque eles plantaram Pinot Noir e quando colheram e vinificaram pela primeira vez acharam que não daria um vinho completo e que precisaria de algo mais para ficar legal. E como o que reina por lá é a Tannat (e a Marichal tem bons Tannats), resolveram fazer esse teste, mesclando os dois vinhos.

O resultado foi um blend muito interessante que por sorte trouxe o melhor de cada uma das partes. Surgiram aromas de frutas vermelhas e negras, que começa com um toque herbáceo como grama ou até folhas verdes. Já na boca a gente lembra do Pinot Noir, com mais delicadeza e maciez.

Surge também uma nova opção de harmonização. Que tal provar esse “tannat” com uma massa com molho de tomates por exemplo? Ou até mesmo esse “Pinot Noir” com uma carne?

E o melhor é que esse vinho é relativamente barato, custando em torno de 55 reais na Ravin, a importadora.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2008, Pinot Noir, Tannat, Uruguai0 Comments

Pizzato Concentus 2005

Pizzato Concentus 2005

Encontrei esse vinho meio “perdido” em uma loja em Bento Gonçalves. O interessante é que eu guardei ele para o dia seguinte e quando provei estava melhor ainda. Precisava mesmo de um pouco de ar. Mas o final ainda é curto.

Posted in 2005, Brasil, Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat0 Comments

Ariano Tannat 2008

Ariano Tannat 2008

Eu tenho provado alguns vinhos comprados no Supermercado. Foi o pedido de um amigo que acompanha o blog e que faz todo sentido, afinal de contas são os vinhos que todos podem ter acesso.

E com isso tenho feito alguns experimentos, comprando vinhos que eu não tenho referência nenhuma, como é o caso desse Tannat Uruguaio. Dessa vez não deu muito certo, mas continuo tentando.

Posted in 2008, Tannat, Uruguai3 Comments

Vinhos Antonio Dias e a região do Alto Uruguai

Vinhos Antonio Dias e a região do Alto Uruguai

Conhece a região do Alto Uruguai? Fica aqui no Brasil e é um bom lugar para produzir vinhos como o Pinot Noir e o Tannat. Conversamos com o Vilnei Mendes, da vinícola Antonio Mendes, que nos contou um pouco sobre o projeto deles para fazer bons vinhos por lá.

Posted in 2011, Brasil, Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Pinot Noir, Tannat0 Comments

Lidio Carraro Coletânea 2009

Lidio Carraro Coletânea 2009

A Lidio Carraro escolheu bem o nome desse vinho, pois ele reflete exatamente o seu intuito. É uma coletânea de uvas: Merlot, Tempranillo, Teroldego, Cabernet Franc, Tannat e Nebbiolo. Seis uvas bastante distintas, combinadas em um corte que pelo menos pra mim, é inédito.

E como já comentei aqui, acho que eles fazem muito bem seus vinhos. Com uma filosofia de não utilizar madeira (barris de carvalho ou algo similar) para buscar a essência do vinho, o pessoal da Lidio Carraro vem conquistando fans no Brasil e no mundo. Frequentemente vejo notícias deles contando que estão em mais algum país com seus vinhos sendo exportados. Sinal de qualidade!

E o Coletânea reflete essa qualidade. É um vinho intenso, que me parece estar ainda um pouco jovem, mas talvez pela sua composição de várias uvas tenha adquirido algumas características que permitem que a gente beba agora, sem ter que esperar alguns anos para poder provar o vinho na sua “melhor forma”. Algo difícil de se conseguir e que eu já vi alguns produtores falando que os vinhos de corte (mais de uma uva) são bons por conta disso também, pois trazem o melhor de cada uma delas.

O vinho tem um bouquet interessante, que começa com frutas negras adocicadas, passa por um toque achocolatado, balsâmico e até medicinal. E depois de um tempo aberto ele vai mudando bastante. É realmente uma grande quantidade de aromas aparecendo. E o mais legal é que eles aparecem de forma bem clara, facilitando a identificação.

Na boca tem bastante tanino que me pareceu um pouco jovem, mas que eu acho que vai ficar bem interessante daqui algum tempo (talvez uns 2 anos).

Esse lançamento da Lidio Carraro chegou pra mim através da Sociedade da Mesa, o clube de vinhos que eu sou associado. Ao que me parece, ainda não está sendo comercializado, mas quando chegar ao mercado, vale a pena provar. Como eu tenho duas garrafas, vou guardar uma delas para o futuro, para ver como vai ficar.

Lidio Carraro, mais uma vez estão de parabéns.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2009, Brasil, Cabernet Franc, Merlot, Nebbiolo, Tannat, Tempranillo, Teroldego3 Comments

Visitando a Don Laurindo

Visitando a Don Laurindo

Estive em Bento Gonçalves para o evento de Redes Sociais que o Ibravin promoveu e aproveitei para visitar algumas vinícolas. Tive a oportunidade de rever o Ademir Brandelli, que comanda a Don Laurindo. Ademir recebe muito bem todos que chegam lá. Ele tem uma “prisão” onde guarda os seus vinhos antigos. Só abre quando acha que deve. E dessa vez eu dei sorte. Não só abriu pra mim como gravamos lá de dentro, provando um Tannat 2002.

Posted in 2002, Brasil, Tannat0 Comments

Don Laurindo Comemorativo 80 anos

Don Laurindo Comemorativo 80 anos

No Encontro de Vinhos OFF eu tive um grande prazer, que foi poder, depois de tudo terminado, jantar com alguns amigos. Dentre eles estava o Ademir Brandelli, o responsável pela vinícola Don Laurindo, um dos ícones da viticultura no Brasil.

Ademir é figura conhecida e não conheço quem não goste de seus vinhos. São bem feitos e bem cuidados. Foi a Don Laurindo que fez o primeiro Tannat no Brasil. Há controvérsias sobre a data, mas provei um da safra de 1995 (sem passagem por carvalho) da adega dele quando estive no Sul que estava fantástico.

E por conta da comemoração dos 80 anos do Sr. Laurindo Brandelli e 20 anos da vinícola, o Ademir resolveu fazer um vinho comemorativo com as castas representativas da vinícola: Ancellota, Cabernet Sauvignon, Malbec, Merlot e Tannat.

Tive a oportunidade de provar o vinho na ExpoVinis 2011 e realmente comprovei o que já tinha ouvido falar: o vinho é uma potência! Tem muito tempo de vida ainda e está muito novo. Segundo o próprio Ademir, deve-se guardar esse vinho pelo menos uns 15 anos antes de abrir. Eu não duvido, porque me pareceu muito estruturado para isso.

Mas se você gosta de um vinho que tem muita fruta negra, bastante madeira e um leve toque de terra molhada, pode abrir esse vinho agora. Não vai se arrepender. Eu gosto de vinhos evoluídos, mas também não sei se terei tanta paciência. O que eu posso fazer é contar aqui se eu provar antes. Isso eu prometo! :)

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2008, Ancellota, Brasil, Cabernet Sauvignon, Malbec, Merlot, Tannat0 Comments

Valmarino Reserva da Família 2004

Valmarino Reserva da Família 2004

Degustei o vinho Valmarino Reserva da Família 2004, produzido em Pinto Bandeira com as uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot e Tannat. Parece que esse foi um excelente vinho, mas perdi o tempo dele e quando abri a garrafa, já estava em declínio.
Veja o vídeo abaixo.

Posted in 2004, Brasil, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat0 Comments

Bodega Septima Gran Reserva 2008

Bodega Septima Gran Reserva 2008

Eu já havia provado o Septima Gran Reserva 2007 e estava com esse guardado em minha adega, esperando por uma boa oportunidade. E ela veio junto com um bom churrasco.

Produzido em Mendoza, com vinhas vindas de Agrelo, Altamira, Tupungato e Ugarteche, é feito com 55% Malbec, 35% Cabernet Sauvignon e 10% Tannat e passa 14 meses em barrica de carvalho. Tudo feito com bastante esmero, para ter um bom vinho no final.

E é assim que o Septima Gran Reserva 2008 se comporta. Um bom vinho, bastante correto.

Em taça mostrou-se com uma cor rubi bem brilhante e bonita e já dá pra notar um leve halo de evolução (com as bordas mais claras). No nariz apresentou um bom bouquet, passando por aromas de violeta, ameixa vermelha e chocolate. É um vinho que melhora com o tempo de garrafa aberta, pois os seus aromas, ainda que bem definidos, estavam um pouco fechados quando abri a garrafa. Com o tempo foram se abrindo e se tornando mais evidentes e interessantes.

Em boca tem um bom corpo, mas seus taninos ainda estão muito verdes. É um vinho que precisa de mais uns 2 anos de garrafa para amansar esses taninos e possivelmente ganhar ainda mais complexidade. Seu final também poderia ser um pouco mais longo, mas é mais um ponto em que deve melhorar com o tempo de envelhecimento.

Mas em geral é um bom vinho e que acompanha muito bem uma carne de churrasco. Foi muito bem com as carnes típicas (picanha, maminha, etc). Custando aproximadamente 80 reais, é um vinho que cumpre seu papel.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2008, Argentina, Cabernet Sauvignon, Malbec, Tannat5 Comments

Os vinhos Top da Miolo estavam reunidos na Vino & Sapore

Os vinhos Top da Miolo estavam reunidos na Vino & Sapore

Havia já algum tempo que eu estava querendo participar de uma degustação dos vinhos tops da Miolo, para conhecer um pouco mais (e com mais calma) o que eles oferecem. É fato que a Miolo é uma das maiores vinícolas do Brasil, com uma produção monstruosa e de ótima qualidade.

Então, a convite do meu amigo João Filipe Clemente, que está com a sua loja Vino & Sapore a todo vapor lá na Granja Viana, pude provar os vinhos, em companhia do Marcio Marson, do enólogo William e dos amigos blogueiros Jeriel da Costa, Beto Duarte, Marcelo di Morais e também outros jornalistas, chefs de cozinha e muito mais. Foi uma noite muito agradável e descontraída, regada a ótimos vinhos.

Vamos a breves comentários sobre cada um:

Bueno Cuvée Prestige
É o espumante do Galvão Bueno, que foi recentemente lançado. O Galvão “arrendou” parte de alguns vinhedos da Miolo (uma excelente parte, por sinal) e fez seus próprios vinhos dentro da Miolo e em conjunto com o Adriano Miolo.

Um espumante bastante interessante, feito com Chardonnay e Pinot Noir. Bom perlage, frutas frescas e cítricas no nariz e final prazeroso. Esse fica 18 meses em descanso antes de ir para o consumo. Custa em torno de 60 reais.

Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay 2009
Temos poucos vinhos tops feitos com Chardonnay no Brasil. Esse tem um belo toque de baunilha (trazido da barrica) em boca. No nariz tem bons aromas típicos da casta, como abacaxi e frutas brancas. É fato que com o tempo em barrica, ele perdeu um pouco da sua acidez, mas me pareceu mais gaastronômico. Custa em torno de 60 reais.

RAR Pinot Noir 2009
Se você está esperando um Pinot Noir com aquela cor cereja clara, esqueça. O RAR Pinot Noir tem uma coloração mais escura. Os aromas também estão um pouco diferentes dos tradicionais, mas encontra-se uma fruta vermelha, mas mesclada com um toque de barrica.Custa em torno de 60 reais.

Lovara Gran Reserva 2006
Esse é feito com  Merlot, Cabernet Sauvignon e Tannat e mostrou-se bem forte e potente, tanto no nariz quanto na boca. Coloração forte, fruta bem aberta na taça, mas também com um leve toque a mais de álcool. Talvez seja interessante beber um pouquinho mais gelado (talvez a 16 graus) pra se tirar esse álcool e manter a fruta, mas é um belo vinho. Custa em torno de 50 reais.

Merlot Terroir 2008
Eu já tinha provado esse vinho e tinha gostado. A sua garrafa já mostra a imponência do vinho. Feito com aas melhores uvas Merlot da Miolo, é um vinho que ainda está jovem e precisa de envelhecimento para mostrar a que veio, mas se você não conseguir esperar, não terá um vinho completamente jovem pra beber agora. Tem boa acidez em boca e deve acompanhar bem um prato até mais condimentado. Custa em torno de 50 reais (e se você achar nesse preço, pode comprar porque vai ter um bom vinho em mãos)

Lote 43 2004
Talvez tenhamos provado um dos últimos Lote 43 2004 disponíveis no mercado, pois a safra comercializada agora é a 2005. Mas foi muito bom para vermos o grau de evolução do vinho, que estava muito equilibrado, mostrando bastante elegância e força para continuar evoluindo ainda por algum tempo. Elaborado com merlot e cabernet sauvignon de um lote específico dentro do vinhedo (o lote 43), tem uma coloração fortíssima, com notas terciárias de cereja em compota, ameixa preta e um leve toque de baunilha e madeira no final. Em boca mostrou boa acidez e tanino ainda vivo e até com um leve verde. Custa aproximadamente 110 reais.

Sesmarias 2008
Esse é o “top top” da Miolo e que eu já comentei aqui.

Assim pude conhecer os vinhos top da Miolo e de uma forma geral, me agradaram bastante.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2004, 2005, 2006, 2008, 2009, Brasil, Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Merlot, Pinot Noir, Tannat0 Comments

O Miolo Sesmarias existe. E é bom!

O Miolo Sesmarias existe. E é bom!

Para os mais desavisados, Sesmarias é o nome do vinho top da Vinícola Miolo, que fez sob a supervisão do famoso enólogo Michel Rolland. Rolland é conhecido como “flying winemaker”, pois dá consultoria para vinícolas no mundo inteiro. E quando a parceria dele foi anunciada para a produção desse vinho na Miolo, a notícia veio junto com muito marketing, prometendo ser o vinho top do Brasil. E sempre que alguém me perguntava algo a respeito desse vinho, eu devolvia a pergunta: “mas esse vinho existe? Eu nunca nem vi nem uma garrafa, nem mesmo fechada. Aliás, o rótulo eu só tinha visto no site e em alguns releases que recebi.

Mas finalmente tive a oportunidade de prová-lo. E o vinho é realmente muito bom e faz juz a todo o marketing feito em volta dele.

Produzido com 6 castas (e daí que vem seu nome), vindas de plantas com baixíssima produção (menos de 1kg por planta), o Sesmarias é composto de Cabernet Sauvignon , Merlot, Petit Verdot, Tannat, Tempranillo e Touriga Nacional.

Na taça mostrou-se um vinho ainda muito jovem, com um brilho muito intenso. Seus aromas ainda estão fechados, mas aos poucos foram se abrindo, mostrando frutas vermelhas e negras em plena harmonia com a madeira. Em boca é muito macio, mesmo quando mostra seus taninos ainda jovens. Muito volumoso e aveludado e com um final primoroso. Ou seja, um vinho que pra mim, não teve nenhuma aresta.

Segundo o pessoal da Miolo, quem comprou, garantiu o seu. Restam apenas algumas poucas garrafas , que só estão à venda na própria Miolo e custam em torno de 270 reais. É, meus amigos, não é um valor baixo. Quem comprou e já provou, diz estar satisfeito.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2008, Brasil, Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot, Tannat, Tempranillo, Touriga Nacional5 Comments

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