Archive | Pinot Meunier

Champagne de Pinot Meunier é com o Michel Loriot

Champagne de Pinot Meunier é com o Michel Loriot

Os champagnes Michel Loriot estão chegando no Brasil. Produzidos por uma família que está há 5 gerações trabalhando naqueles vinhedos, é de se esperar que venha coisa boa por aí. E vem. A família tem vinhedos que são em sua maioria de Pinot Meunier, uma das 3 castas utilizadas para o Champagne (as outras duas são Chardonnay e Pinto Noir). Provei alguns e gostei bastante.

O destaque pra mim foi o primeiro, o Reserve Brut, que é feito só com Pinot Meunier, que é uma uva tinta, mas esse foi feito com vinificação em branco, ou seja, o espumante fica branco.

Michel Loriot Reserve Brut
Feito só com Pinot Meunier. O que eu provei (e a primeira leva que vem para o Brasil) é um assemblage de 3 colheitas (2006,2007 e 2008).
Produzido com o intuito de ser um champagne fresco e leve, para começar. Tem toques de fermento, mas é leve e realmente fresco, com toques cítrico bem marcados. Fácil de beber e com bom final, lembrando até um pouco mineral. O corpo é médio e bem equilibrado. Acidez boa e jovem.
Preço Médio: 195,00

Michel Loriot Brut Rosé
Esse é feito com as 3 castas (Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier)
Cor salmão leve, aromas bem elegantes, mas continuam na mineralidade e um toque de frutas vermelhas bem ao fundo, de leve.
Preço Médio: 220,00

Brut Millésime 2005
Agora estamos falando de um millésime, ou seja, um champagne feito com as uvas de uma só colheita, o que só é feito quando se tem uma boa safra. Dourado, complexo, adocicado, ainda vivo e com um final bem marcante,

Vieilles Vignes Millésime 2006
Feito também só com Pinot Meunier de vinhas velhas (média de 70 anos), é um excelente champagne, daqueles que a gente se encanta com ele no nariz, fica mais encantado ainda com ele na boca e só fica chateado quando acaba.
Muito frescor, damasco, cítrico, potente na boca, final marcado pela fruta, um champagne muito complexo e ao mesmo tempo delicado, que acompanha bem a refeição. A produtora sugeriu que se acompanhe com parmesão grana padano. Testamos e realmente deu certo.

Se você gosta de champagnes (e é difícil achar alguém que não goste) e quer experimentar um diferente, principalmente os feitos de Pinot Meunier, procure o Michel Loriot. Vale a pena.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2005, 2006, 2007, 2008, Chardonnay, França, Pinot Meunier, Pinot Noir0 Comments

Taittinger Rosé Cuvée Prestige Brut

Taittinger Rosé Cuvée Prestige Brut

Se tem algo fascinante no mundo dos rosés (tanto vinhos quanto espumantes) é a quantidade de cores que podem ser formadas. Desde as mais claras, encontradas em geral nos rosés da Provence até as mais intensas, vistas nos espumantes e rosés do Novo Mundo há uma variação enorme.

E isso foi o que me chamou a atenção logo de cara ao receber a minha taça da Taittinger Rosé Cuvée Prestige Brut. Se eu fosse usar as definições que aprendemos em nossos cursos, eu diria que tem coloração clara, com um rosado leve, tendendo para o que a gente chama de “casca de cebola”. Mas eu gosto mesmo de usar uma outra, que é “cor de alegria, de vivacidade, de delicadeza”.

A Brut Rosé da Taittinger é assim: delicada e elegante e não só na cor, mas nos aromas e na boca também. Com toques de frutas vermelhas bem leves e delicadas, forma um bouquet no nariz que se completa com toques de fermentação. Nada muito forte ou demasiado doce.

Na boca a elegância continuou, com um toque leve de frutas vermelhas que harmonizaram perfeitamente com um “Cordeiro de 6 horas” lá do la Brasserie de Erick Jacquin, um restaurante francês de ótima qualidade de Sã Paulo. O cordeiro estava desmanchando no prato e a harmonização foi de tirar o chapéu e mostrou mais uma vez que um bom champagne acompanha sim toda a refeição. Nesse dia, além desse belo cordeiro provei também um salmão e vieiras que foram muito bem feitas, daquelas que quando você come e bebe junto, tudo fica melhor.

Se for arriscar harmonizar uma refeição com a Taittinger Rosé Cuvée Prestige Brut, não se preocupe. A chance de dar certo é grande.

Ah, caso você goste de saber sobre as uvas, essa é feita com Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay. O segredo está na forma e no tempo de utilização das cascas das uvas Pinot Noir, que passam pouquíssimo tempo em contato com o mosto durante a fermentação. Coisa de gente perfeccionista.

Um abraço

Daniel Perches

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Taittinger Brut Millésime 2004

Taittinger Brut Millésime 2004

Taittinger é um dos produtores de Champagne mais conhecidos do Brasil. Não sei dizer se foi o primeiro a chegar por aqui (por importação oficial, claro), mas sem dúvida foi um dos primeiros. Desde o começo até hoje é importada pela Expand.

E Taittinger é sinônimo de qualidade. Eu tive a oportunidade de visitar a (enorme) vinícola em Reims e fiquei impressionado com o tamanho deles. E se você pensar que ser grande significa fazer champagnes com “menos qualidade” ou com “menos atenção”, estará enganado. Como disse o presidente da casa, Pierre-Emmanuel Taittinger, eles gostam de fazer champagnes delicados e que expressem o cuidado que têm com o que fazem. Aliás, não foi só isso que Pierre-Emmanuel nos disse, em sua vinda ao Brasil. Com seu jeito de falar direto (e com aquele sotaque típico de um francês falando inglês), em 5 minutos de conversa deu uma aula sobre champagne e sobre beber vinho. Mas isso é papo para outro post, porque merece.

Provei (quase de joelhos) a Taittinger Brut Millésime 2004. É um blend de 50% Chardonnay e 50% composto pelas outras duas uvas clássicas de Champagne: Pinot Noir e Pinot Meunier. Tudo vinificado em branco, dando um caldo dourado e brilhante.

Não é preciso falar sobre perlage (as bolhinhas). São super finas e elegantes, formando aqueles cordões tão atraentes que ficamos até hipnotizados olhando para a taça.

A Taittinger Brut Millésime 2004 é daqueles champagnes que mostra que aqueles aromas clássicos no nariz: brioche, fermento, etc, mas uma coisa me chamou a atenção. Logo de primeira, quando levei a taça ao nariz, me veio um toque de baunilha que deu todo um ar especial. Fui verificar e isso provavelmente veio da fermentação, que foi feita em barrica de carvalho. E na boca outra surpresa: pensei que ia encontrar um Champagne mais evoluído, mas não. Encontrei frescor e muita fruta.

É, depois de 7 anos, a Taittinger Millésime 2004 parece que resolveu brincar com a gente. E que brincadeira gostosa.

Um abraço

Daniel Perches

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Villaggio Grando Brut

Villaggio Grando Brut

O Villaggio Grando Brut é um espumante diferente. Tem o corte de uvas de Champagne. E não é fácil encontrar um espumante que tenha Pinot Meunier na composição.

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Champagne Maxime Blin chega à Vinea

Champagne Maxime Blin chega à Vinea

Os Champagnes de Maxim Blin são muito elegantes. Nada de grandes produções por lá. Tudo é feito com muito esmero e com muita atenção à qualidade.

Vejam a entrevista que fizemos com o produtor, que tem só 27 anos, mas é cheio de sabedoria.

http://www.youtube.com/watch?v=kJwiKQzKTVI

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Champagne Billecart-Salmon Brut Réserve

Champagne Billecart-Salmon Brut Réserve

Encontrar champagnes diferentes dos que temos aqui no Brasil, quando se está na França, é a coisa mais fácil. Não só diferentes marcas, mas também diferentes rótulos do mesmo produtor aparecem a todo momento, em cada loja de vinho que você entra. Estive em um produtor que faz mais de 10 rótulos diferentes, desde o Extra Brut até o Demi-Sec. Mas quando vem pra cá, os importadores geral trazem somente um rótulo. E por lá a gente encontra facilmente muito mais rótulos de um mesmo produtor nas lojas.

E como eu estava procurando um champagne que ainda não tinha encontrado aqui no Brasil, optei pelo Billecart-Salmon Brut Réserve. E me dei bem. É um champagne clássico, com os típicos aromas que sempre desejamos encontrar nessas bebidas tão abençoadas. Frutas brancas, leve tostado, champignon, brioche, fermento, enfim, uma bela gama de aromas encheram a taça do espumante que não parava de soltar suas pequeníssimas e belas borbulhas. Acidez muito equilibrada, contrastando com o envelhecimento que teve em garrafa, para poder ganhar a complexidade aromática e de sabores.

É, pra quem gosta de champagne (e não é fácil encontrar alguém que não goste), esse é um belo produto, que pode tranquilamente acompanhar toda a refeição, mas que na minha opinião, o bom mesmo é beber sozinho. Ou melhor, numa boa companhia. Ele por si, já basta.

Como falei, não sei se tem no Brasil. Se tiver, eu quero!

Um abraço

Daniel Perches

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Pommery Cuvée Louise 1999

Pommery Cuvée Louise 1999

A gigante Pommery sabe o que faz. Desde seus champagnes “básicos” (e as aspas aqui ficam por conta da contradição), todos são muito elegantes e de muita qualidade.

Mas o Cuvée Louise é o champagne top da casa. Já de cara a gente sente a imponência, tanto pela sua embalagem, que é uma caixa branca muito bonita, até a sua garrafa, que tem um formato só utilizado realmente pelos grandes espumantes.

 É feito com as castas tradicionais – Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay – e com uma coloração dourada e muito límpida e brilhante, já dá pra ter uma idéia do que vem por aí.

Mas mesmo com a idéia, ao levar ao nariz, não há como não se impressionar. Aromas muito complexos de nozes e castanhas, brioche, frutas em compota e até um toque floral.

Em boca a acidez é muito balanceada e o seu final é longo e muito saboroso. Não consegui identificar nada que pudesse ser digno de nota contra esse belo espumante. Aroma, boca e final muito redondos.

É um grande champagne, que pode sem dúvida acompanhar grandes pratos (afinal de contas você não vai abrir esse champagne pra acompanhar um prato do dia a dia, não é?), mas eu resolvi beber sem nenhuma comida. Não queria que nada estragasse o meu paladar nesse momento tão intenso.

Aqui no Brasil custa em torno de 700 reais. Se puder investir, não vai se arrepender. E é um espumante de guarda. Não se impressione com seus 12 anos de vida. Ainda tem muito tempo pela frente.

Um abraço

Daniel Perches

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Veuve Clicquot Yellow Cooler

Veuve Clicquot Yellow Cooler

A Veuve Clicquot não pára de criar novos gadgets pra os seus fãs e apreciadores. Dessa vez foi um cooler (como sempre, amarelo) para manter a bebida gelada por mais tempo e para que possamos aproveitar melhor nesse verão. É uma boa opção para os dias extremamente quentes que têm feito por aqui, principalmente porque esse pacote vem com uma garrafa da Yellow Label dentro. O acessório é feito em acrílico especial térmico que assegura a temperatura ideal do champagne por duas horas. É tempo mais do que suficiente pra beber o champagne na temperatura ideal. Se você gosta de beber um bom espumante ou champagne à beira da praia, piscina ou até do seu barco, está aí uma boa opção. Bonita, prática e útil.

Veja mais sobre a Veuve Clicquot  e a Yellow Label abaixo:

Veuve Clicquot Brut Yellow Label

Veuve Clicquot Brut Yellow Label representa os melhores vinhedos da Maison. A predominante Pinot Noir garante a estrutura tão característica de Veuve Clicquot, enquanto que um toque de Pinot Meunier completa a assemblage. Chardonnay oferece a essencial elegância e refinamento para garantir um vinho perfeitamente equilibrado. Inestimáveis vinhos de reserva – entre 25 e 40% da assemblage – são incluídos no Veuve Clicquot Brut Yellow Label; cada um destes antigos vinhos – de até nove anos de idade – é mantido separadamente para assegurar a qualidade única do vinhedo.

Posted in 2011, Chardonnay, França, Pinot Meunier, Pinot Noir0 Comments

Champagne Larmandier-Bernier Premier Cru

Champagne Larmandier-Bernier Premier Cru

Degustando na França: o Champagne Larmandier-Bernier Premier Cru foi indicação de um vendedor de uma loja em Champagne, que tinha praticamente tudo o que se imagina que as casas de champagne vendem. Esse surpreendeu pela sua ótima acidez, aromas evoluídos e um final longo.
Ótima dica!

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Champagne Montaudon Reserve Premiere Brut

Champagne Montaudon Reserve Premiere Brut

Que tal um Champagne pra fechar bem o ano?

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Simonsig Kaapse Vonkel Brut 2007

Simonsig Kaapse Vonkel Brut 2007

Depois de degustar o Simonsig Tiara, um vinho fantástico, resolvi provar com calma o espumante deles. A Pacific Importados, que é a importadora dessa vinícola no Brasil, levou esse vinho para o Encontro de Vinhos em Ribeirão Preto, mas eu não tive tempo de provar com calma.

Agora sim pude comprovar a sua qualidade e elegância. Vale a pena, inclusive pelo seu preço.

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