Lago di Corbara é produzido na Umbria pelo Castelo di Corbara e importado pela Vinhos do Mundo. É um corte de Sangiovese, Merlot e Cabernet Sauvignon que vale a pena conhecer.
Posted on 17 novembro 2011.
Lago di Corbara é produzido na Umbria pelo Castelo di Corbara e importado pela Vinhos do Mundo. É um corte de Sangiovese, Merlot e Cabernet Sauvignon que vale a pena conhecer.
Posted in 2008, Cabernet Sauvignon, Itália, Merlot, Sangiovese2 Comments
Posted on 11 novembro 2011.
Chianti Classico é uma sub-região de Chianti, que fica dentro da Toscana. Alguns dizem que é o “coração de Chianti”. Nessa DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida) só é possível cultivar uvas tintas e para ter o selo da Denominação é necessário que os vinhos tenham pelo menos 80% da uva Sangiovese (que é a principal da região). O restante pode ser das uvas autóctones como a Canaiolo ou Colorino ou das internacionais como a Cabernet Sauvignon e a Merlot.
Em geral os vinhos são bem fortes na cor (rubi com toques alaranjados nas bordas), com aromas bem definidos e na sua grande maioria são vinhos de longa guarda.
O Cellole Chianti Classico Riserva 2005 é exatamente assim e se você gosta de vinhos dessa região, com certeza não vai se decepcionar com ele. É daqueles bem intensos no nariz e na boca. Depois de passar 24 meses em barrica e mais algum tempo em garrafa, ele desenvolveu aromas de frutas negras muito intenso, mesclado com um toque de tabaco, madeira seca, chocolate.
Na boca os seus taninos são muito presentes e mostram muita força, o que pede, com certeza, uma boa comida. A clássica Bisteca Fiorentina pode ser uma grande aliada aí. O vinho vai aguentar toda a sua gordura, com certeza.
Quem produz esse vinho é a San Fabiano Calcinaia e aqui no Brasil quem traz é a Decanter. Esse vinho não é dos mais baratos (custa em torno de 280 reais). Podemos até não gostar do preço, mas a qualidade vai ser difícil discutir.
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2005, Itália, Merlot, Sangiovese0 Comments
Posted on 31 outubro 2011.
Alguns nomes no mundo do vinho são tão reconhecidos que criam até mitos. Pra mim Frescobaldi é um desses casos. Situada na Toscana, a Marchesi de Frescobaldi tem 700 anos de história. Não é à toa que fazem tão bons vinhos. E com o tempo veio também praticamente um império. Os caras têm várias propriedades em diversas regiões e fabricam milhões de litros de vinhos todos os anos.
O Nipozzano Riserva Chianti Rufina é um deles. Feito com 90% de Sangiovese e o restante de Cabernet Sauvignon, Colorino, Malvasia Nera e Merlot, é daqueles vinhos italianos que encantam.
Tem aquela cor viva mas com toques mais atijolados (até típicos da Sangiovese) na taça que deixam a gente pensando sobre o seu envelhecimento (eu chutaria que o vinho pode ficar ainda mais 10 anos). No nariz é muita fruta que se mistura com os aromas da barrica, trazendo toques de baunilha.
Na boca a sua acidez e taninos também não passam despercebidos. Seu final é daqueles que pedem mais um gole, deixando a gente sempre com água na boca.
Nem preciso comentar sobre a vocação gastronômica do vinho, não é mesmo? Mas algo a se comentar é o seu preço. Custa R$ 115,00 na Ravin. Um belíssimo valor para um vinho dessa qualidade.
Se quiser provar um bom vinho italiano, pode buscar esse. Acho que não vai se arrepender.
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2007, Cabernet Sauvignon, Colorino, Itália, Malvasia Nera, Merlot4 Comments
Posted on 13 outubro 2011.
Se você tem alguns vinhos em casa, deve ter aqueles que você guarda com carinho e que nunca quer abrir, já percebeu? (e se você é daqueles que consegue ficar só com poucas garrafas na adega, dê-se por feliz, pois a cada dia que passa penso mais sobre essa questão: será que vale a pena ficar guardando vinhos?)
Eu não fujo à regra e dos vinhos “de guarda” que tenho, alguns são mais queridos. E é o caso do Barrua 2005, que eu estava guardando já há algum tempo. Comprei esse vinho faz mais de um ano lá na Ravin, depois de ter provado numa degustação com o produtor (Agricola Punica). Provei e me encantei. Aí não resisti e comprei um pra mim.
Mas como está chegando o meu aniversário e nesses momentos a gente acaba se soltando um pouco mais, resolvi abrir o vinho, pois fiz em casa um belo ragú com polenta, pra aproveitar o “pseudo-frio” que fez em Sampa por esses dias.
O Barrua, pra mim, é um vinho esplêndido. Produzido na Sardegna com as uvas Carignan, Merlot e Cabernet Sauvignon, é um vinho que é possível ser guardado por muitos anos, mas acho que eu abri no momento exato dele. Seis anos é o suficiente pra esse vinho chegar ao seu auge. Acredito que alguns prefiram o vinho ainda mais evoluído e acho que ele aguenta, mas ao que me parece, o momento de auge dele é agora.
O vinho ainda estava com taninos bem presentes e uma acidez incrível e com a gordura do prato que acompanhou foi muito bem.
Eu sinto claramente a influência da Carignan no vinho, trazendo toques de cedro e damasco. O vinho passa por madeira e isso deixa ele com aromas também de chocolate e caixa de charuto.
Se você gosta de vinhos italianos, sugiro provar esse. Custa em torno de 250 reais na Ravin, mas vale a pena pela sua qualidade. Recomendo fortemente um bom prato pra acompanhar. Fica ainda melhor!
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2005, Cabernet Sauvignon, Carignan, Itália, Merlot2 Comments
Posted on 09 outubro 2011.
Nunca tinha ouvido falar na Villaggio Bassetti. Achei essa garrafa numa loja lá em bento Gonçalves e trouxe para provar.
Posted in 2009, Brasil, Cabernet Sauvignon, Merlot4 Comments
Posted on 30 setembro 2011.
Encontrei esse vinho meio “perdido” em uma loja em Bento Gonçalves. O interessante é que eu guardei ele para o dia seguinte e quando provei estava melhor ainda. Precisava mesmo de um pouco de ar. Mas o final ainda é curto.
Posted in 2005, Brasil, Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat0 Comments
Posted on 31 agosto 2011.
Provei finalmente um vinho da Marco Luigi, graças ao meu grande amigo João Filipe Clemente, do blog Falando de Vinhos.
Posted in 2006, Brasil, Merlot0 Comments
Posted on 02 agosto 2011.
Se você ainda duvida ou não concorda que o Brasil tem grandes vinhos, eu diria que precisa conhecer melhor o que está sendo produzido por aqui. É bem verdade que temos alguns vinhos e vinícolas que precisam melhorar a sua qualidade para poder participar do mercado que está cada vez mais competitivo, mas ao mesmo tempo temos alguns vinhos que são realmente muito bem trabalhados, como é o caso do Storia 2005, produzido pela Casa Valduga com a uva Merlot.
O Storia é o Top dessa enorme vinícola, que impressiona pela sua estrutura. No nariz mostra aromas muito finos de frutas negras, amora, toques de torrefação e especiarias. Tudo muito harmônico e saindo da taça com muita força.
Na boca é ainda mais potente. Taninos muito presentes, mas não daqueles que incomodam, mas sim algo macio e combinado com uma acidez muito presente, dá sempre vontade de beber mais, mesmo sendo um vinho de um corpo muito estruturado (pois os vinhos com essas características, quando não tem acidez, ficam um pouco pesados).
É, o Storia é realmente um grande vinho. Não é à toa que ele vem ganhando prêmios e mais prêmios internacionais. E quando eu provei, reclamei de preço (que está em torno de 150 reais), mas meus amigos e confrades falaram coisas que me fizeram pensar. O vinho é muito bom e merece ser tratado como um grande vinho. SÓ porque é brasileiro ele deve ser mais barato? Será que ele não vale o quanto custa? Vamos esquecer o quanto a Casa Valduga (ou o revendedor) está ganhando e pensar na qualidade do vinho.
Aliás, só como exercício, pense nos vinhos que você já comprou nessa faixa. Eu mesmo já paguei mais caro por vinhos bem inferiores. Não gosto de pagar caro por vinhos, mas fico satisfeito quando pago caro e o vinho corresponde.
Pra mim, o Storia correspondeu!
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2005, Brasil, Merlot3 Comments
Posted on 30 julho 2011.
Na minha visita à Pizzato eu iria provar só o DNA99, mas vi que a Flavia Pizzato estava fazendo uma degustação vertical de safras antigas. Não tive dúvidas e provei também o Merlot 1999. Apesar da idade, o vinho estava ainda vivo.
Posted in 1999, Brasil, Merlot5 Comments
Posted on 29 julho 2011.
Numa degustação para conhecer alguns dos vinhos Tops das Américas que foram produzidos no ano de 2005, estive com alguns amigos na loja Portal dos Vinhos, no Morumbi. A Loja é comandada pelos simpáticos Emilio e Fátima, que de vez em quando tem até a ajuda da sua filha, que leva jeito para o negócio.
Confesso que até hoje provei pouquíssimos vinhos da Villa Francioni, uma vinícola brasileira que tem se destcado bastante no cenário brasileiro e internacional. Sei da sua qualidade e vejo sempre suas premiações, mas por enquanto me faltaram oportunidades.
O VF 2005, um dos tops da vinícola, é feito com as uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot e Malbec. O corte é o típico “bordalês”, conhecido pela sua máxima expressão na região de Bordeaux, na França.
O vinho mostrou-se bastante vivo, com aromas passando por flores, frutas vemelhas discretas (sem aquele adocicado forte), um leve torrado e algum toque de mentolado que foi aumentando conforme o tempo que ficou na taça.
Na boca ele pareceu bem macio e com os taninos na hora de serem consumidos. Seu final não é muito longo, mas é bem prazeroso. Gostei bastante do vinho, que me pareceu bem elegante e que demonstrou um bom caráter. É um vinho que pode acompanhar bem as comidas principalmente pela sua evolução. Se você tiver um desses, pode guardar mais um tempo ainda se quiser.
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2005, Brasil, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Malbec, Merlot0 Comments
Posted on 26 julho 2011.
O Caballo Loco é um grande vinho que tem uma história muito interessante.
Em 1990, os proprietários da Valdivieso resolveram fazer um vinho diferente. A idéia era simples: preparariam o vinho e engarrafariam só 50% da produção e guardariam os outros 50% para ser incorporado à próxima produção. O vinho seria mesclado (safra antiga com nova) e daí tirariam somente 50% e deixariam o restante para ser misturado à próxima safra. E assim por diante, sempre guardando 50% da produção.
Surgiu então, em 1990, o Caballo Loco No 1. Desde então os vinhos vêm sendo produzidos com mesclas de safras anteriores, até o Caballo Loco No 12, que é a safra mais recente. Não dá pra colocar a safra no rótulo, porque tem um monte de safra misturada.
Obviamente a história é bem interessante e me parece uma boa jogada de marketing, mas o vinho realmente é bom. Com uma ótima complexidade de aromas, misturou frutas vermelhas e aromas mais evoluídos como chocolate e torrefação. Na boca mostrou taninos macios, mas com grande capacidade de envelhecimento. Por ter 14,6% de álcool, senti o vinho um pouco quente, mas nada que me incomodasse. Seu final é bem longo e não senti nada de amargor. É um vinho para ser bem harmonizado talvez com uma carne ensopada com molho de vinho, por exemplo.
Se você gostou da história e quer saber como é o vinho, terá que desembolsar algo em torno de 230 reais. Esse é importado pela Ravin no Brasil.
Um abraço
Daniel Perches
Posted in Cabernet Sauvignon, Carmenere, Chile, Malbec, Merlot0 Comments
Posted on 19 julho 2011.
Estive na vinícola Pizzato, lá no Vale dos Vinhedos e provei junto com a Flavia Pizzato o DNA 99, que apesar do nome, foi produzido em 2005 com a uva Merlot.
É um vinho muito potente e com um grande potencial de guarda.
