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	<title>Vinhos de Corte &#187; Grenache</title>
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		<title>Chateauneuf du Pape Masson Dubois 2006</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 11:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não é difícil encontrar pessoas que gostem de vinhos feitos na região de Chateneauf du Pape. São vinhos famosos não só pela sua história, mas também principalmente pela sua qualidade. E eu não fujo à regra. Gosto desses vinhos, que nos agradam desde seus rótulos, suas garrafas bastante elaboradas e claro, seus vinhos fantásticos. Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é difícil encontrar pessoas que gostem de vinhos feitos na região de Chateneauf du Pape. São vinhos famosos não só pela sua história, mas também principalmente pela sua qualidade.</p>
<p>E eu não fujo à regra. Gosto desses vinhos, que nos agradam desde seus rótulos, suas garrafas bastante elaboradas e claro, seus vinhos fantásticos.</p>
<p>Um fato interessante sobre essa região é que é o lugar onde se produz vinhos de acordo com a legislação da região com o maior número de uvas: são treze as uvas permitidas, sendo as tintas: Grenache, Syrah, Cinsaut, Mourvèdre, Counoise, Picpoul, Terret Noir, Vaccarèse, Picardan, e Muscardin. E as brancas: Bourboulenc, Roussanne, Clairette. Se incluir as brancas Grenache Blanc e Picpoul Blanc, também permitidas, temos quinze. Não é difícil de encontrar vinhos com essa quantidade de uvas por lá.</p>
<p>Esse eu tive a oportunidade de provar na casa de amigos, num dia em que estávamos tentando harmonizar algo com um bacalhau em natas, feito com um molho bem cítrico.</p>
<p>Mas vamos ao vinho, que é o que interessa: Esse é produzido com as uvas Syrah, Grenache, Clairette, Picpoul, Terret, Cinsault e Mourvedre. Tem uma coloração rubi clara e um pequeno halo de evolução, o vinho mostrou-se em taca muito elegante, lembrando os clássicos vinhos da França, principalmente os da Borgonha (onde ele é produzido).</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/chateuneufdupape_masson_dubois_2006.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1920" title="chateuneufdupape_masson_dubois_2006" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/chateuneufdupape_masson_dubois_2006.jpg" alt="" width="80" height="200" /></a>No nariz, uma gama tão grande de aromas que ficou difícil de escolher alguns para contar: morangos, groselhas, um pouco de terra, flores com toques adocicados (eu sou péssimo com flores, então não me lembro os nomes) e um leve, mas leve mesmo, toque de madeira. Além disso, um toque de especiarias rondava sempre o nariz, acompanhando todos esses aromas. Tudo isso dançando na taça, mostrando-se mais ou menos, conforme se girava e se apreciava o líquido.</p>
<p>Em boca mostrou-se um vinho realmente elegante, com taninos ainda jovens, mas macios e bem tratados. Boa adstringência e final longo e sem amargor. Um vinho muito correto e agradável.</p>
<p>Esse Chateauneuf du Pape, apesar de ser leve, é um vinho que pode acompanhar muito bem comidas um pouco mais apimentadas ou com um pouco mais de especiarias. Como falei, testamos com o bacalhau, mas talvez o cítrico do molho tenha se sobressaído um pouco. No mesmo dia testamos com uma geléia de pimenta com brie e ficou perfeito. Acho que vale o teste.</p>
<p>E mesmo que não tiver nada para acompanhar, sempre vale a pena beber um bom Chateuneuf du Pape.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Nita 2007</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 11:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2007]]></category>
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		<description><![CDATA[O Nita é um vinho da região do Priorato (nordeste da Espanha) que vem compor o portfólio da CultVinho, uma importadora que é especializada em vinhos desse país. Esse vinho participou da segunda edição da “Confraria da Mentira”, que é composta por mim e mais alguns amigos (Alexandre, Cristiano, Emerson e Thiago) e esteve ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Nita é um vinho da região do Priorato (nordeste da Espanha) que vem compor o portfólio da CultVinho, uma importadora que é especializada em vinhos desse país.</p>
<p>Esse vinho participou da segunda edição da “Confraria da Mentira”, que é composta por mim e mais alguns amigos (Alexandre, Cristiano, Emerson e Thiago) e esteve ao lado de grandes nomes, como o Pintia, que eu comentarei em outra ocasião.</p>
<p>E foi nesse ambiente que o Nita mostrou toda a sua qualidade e não decepcionou. Pelo contrário, nos surpreendeu. O vinho tem uma ótima acidez, aromas muito interessantes de frutas frescas e um final muito bom, com taninos concentrados e sem amargor.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nita_2007.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1820" title="nita_2007" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nita_2007.jpg" alt="" width="65" height="220" /></a>Seu corte de uvas é composto de 45% de Garnacha, 35% de Cariñena, 15% de Cabernet Sauvignon e 5% de Syrah e forma um belo suco. O produtor utiliza algumas técnicas biodinâmicas para a colheita e produção dele, o que me parece ser uma idéia, pois o vinho encanta.</p>
<p> É um vinho que tem potencial para acompanhar muito bem uma carne na churrasqueira ou até mesmo uma carne mais temperada.</p>
<p>O Nita foi provado e aprovado por todos da confraria e merece destaque e atenção quando formos procurar um vinho espanhol. Esse custa 119, e hoje (data dessa postagem) está em promoção por 99 reais no site da CultVinho. Aliás, já comentei aqui as minhas impressões sobre a CultVinho, mas é sempre bom repetir, principalmente quando são positivas: ótimo atendimento, enorme simpatia dos proprietários e principalmente bons vinhos com bons preços. Vale a pena conferir. O site é <a href="http://www.cultvinho.com.br/">www.cultvinho.com.br</a>;</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Cuvée Must 2007</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 11:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2007]]></category>
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		<description><![CDATA[Tenho falado e conversado bastante sobre os vinhos do Rhône. Situado no sudeste francês, essa região é responsável pela produção de ótimos vinhos, muito aromáticos e saborosos. Os vinhos de lá em geral me agradam muito pelo seu frescor e vigor. E esse Cuvée Must, importado pela Cave Jado, não foge à regra. É um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho falado e conversado bastante sobre os vinhos do Rhône. Situado no sudeste francês, essa região é responsável pela produção de ótimos vinhos, muito aromáticos e saborosos. Os vinhos de lá em geral me agradam muito pelo seu frescor e vigor.</p>
<p>E esse Cuvée Must, importado pela Cave Jado, não foge à regra. É um excelente vinho produzido mais especificamente na AOC Vin du pays d&#8217;Orange e é composto de 75% de Grenache e 25% de Syrah. Uma combinação que formou um vinho com uma coloração rubi intensa e muito brilhante.</p>
<p>Em taça, apresentou aromas frutados com destaque para as negras como amoras silvestres. Em boca apresentou um retrogosto muito refinado, sem amargor e com traços de torrefação. Tudo muito delicado e harmonioso, com destaque para seus taninos, muito macios.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1602" title="cuvee_must_2007" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/03/cuvee_must_2007.png" alt="cuvee_must_2007" width="93" height="250" />Como todos os vinhos da Cave Jado, esse tem um preço muito em conta. Custa 57 reais, que é mais do que justo para a qualidade desse vinho. Foi muito bem harmonizado com carne assada ao vinho (tipo um brasato ao Barolo), pois sua estrutura suporta esse tipo de comida mais forte.</p>
<p>Mas fique atento, pois ao mesmo tempo em que vem a fama dos vinhos do Rhone, vem também um monte de rótulos que se utilizam dessa denominação para apresentar alguns não tão bons assim. Cuidado para não comprar gato por lebre. Esse eu garanto.</p>
<p>Abraços</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Vinhos Pago Casa Gran</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 10:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais um de nossos (já) regulares encontros dos enoblogueiros com alguns produtores/importadores, tivemos a oportunidade de conhecer a Pago Casa Gran, uma vinícola que situa-se em Valência, na Espanha. Fomos recebidos pelo Sr. Pedro, representante da vinícola (que ainda não tem importador definido no Brasil), que nos contou um pouco da história e nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais um de nossos (já) regulares encontros dos enoblogueiros com alguns produtores/importadores, tivemos a oportunidade de conhecer a Pago Casa Gran, uma vinícola que situa-se em Valência, na Espanha.</p>
<p>Fomos recebidos pelo Sr. Pedro, representante da vinícola (que ainda não tem importador definido no Brasil), que nos contou um pouco da história e nos apresentou 4 vinhos da casa.</p>
<p>A Pago Casa Gran tem uma longa tradição em cultivo de uvas, porém só recentemente que decidiu produzir seus próprios vinhos. Decisão acertada, pois estão conseguindo bons resultados, como pudemos perceber – e que eu comento abaixo.</p>
<p> </p>
<p><strong>Casa Benasal Blanco 2008<br />
</strong>O único branco produzido na vinícola, tem um corte inusitado: Gewurztraminer (60%) com Moscatel (40%). Duas variedades muito aromáticas e características.<br />
O vinho apresentou uma gama muito grande aromas florais e de frutas brancas bem jovens. Inicialmente a Moscatel tomou conta da taça, mas com o passar do tempo, foi se balanceando com os aromas da Gewurztraminer. Um vinho muito interessante e que é uma boa pedida para se beber sozinho ou então acompanhando saladas leves. Ótimo para o verão.</p>
<p><strong>Reposo 2006<br />
</strong>Apesar de seus 4 anos de vida, o Reposo mostrou-se como uma <em>criança</em>. Muita potência, vivacidade (inclusive na coloração) e força. Taninos ainda um pouco verdes e acidez um pouco alta, mas com certeza vai evoluir com o tempo. Interessante é que esse vinho não passa por barricas para afinamento. É um corte de Merlot, Cabernet Sauvignon, Syrah e Monastrell. Sugiro beber acompanhando comida e de preferência que tenha boa acidez (molhos vermelhos, por exemplo).<strong></strong></p>
<p><strong>Falcata Casa Gran 2006<br />
</strong>Esse já passa por barricas francesas por 12 meses antes de ir para a garrafa. Seus aromas ainda estão um pouco “tímidos”, mas abrem-se com o tempo. Corte de Syrah (30%), Garnacha Tintoreira (30%), Monastrell (30%) e Cabernet Sauvignon (10%). Merece aeração de 1 hora para que possa mostrar melhor seu potencial.<strong></strong></p>
<p><strong>Falcata Arenal 2006<br />
</strong>Esse é o vinho top da vinícola, composto por Garnacha Tintoreira (70%) e Monastrell (30%). Passa 14 meses em barrica antes de ser engarrafado. Vinho bastante equilibrado, com aromas fortes de frutas vermelhas e leve toque terroso. Tem aromas mais abertos do que o Falcata Casa Gran. Em boca, retrogosto de madeira e de especiarias. Acredito que seus taninos ainda evoluirão mais, tornando-se ainda mais redondo.<strong></strong></p>
<p>Os preços dos vinhos não foram citados, pois ainda não há um acerto com nenhum importador (pelo menos não até a data dessa matéria). Mais informações sobre a vinícola você encontra no site aqui.</p>
<p>Mais uma degustação muito bem conduzida e, como sempre, com uma bela recepção pelo nosso amigo Marcelo di Morais, lá do Empório Vila Buarque.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Le “C” des Domaines Tari 2006</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 10:50:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse é mais um fruto das minhas compras no último Bota Fora da World Wine. A tradicional liquidação que a importadora faz todo começo de ano é um bom momento para se conhecer alguns vinhos que durante o ano foram objetos de desejo, mas que o preço não permitia a realização dessa vontade. E foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é mais um fruto das minhas compras no último Bota Fora da World Wine. A tradicional liquidação que a importadora faz todo começo de ano é um bom momento para se conhecer alguns vinhos que durante o ano foram objetos de desejo, mas que o preço não permitia a realização dessa vontade.</p>
<p>E foi assim que eu comprei o Le “C” des Domaines Tari 2006, um rosé de Mourvedre, Cinsault, Grenache e Carignan, produzido na propriedade de Blanquefort, na Côtes de Provence, na França. Dessa vez, a compra foi muito mais por interesse em conhecer um rosé feito com essas uvas do que pelo preço atrativo, mas agora que provei, fico contente de ter pago mais barato, pois o vinho não foi tudo aquilo que eu imaginava.</p>
<p>Em taça apresentou uma coloração salmão clara, tendendo ao alaranjado. No nariz apresentou aromas de frutas secas com destaque para damasco e tamarindo. Identifiquei um leve floral, mas bem passageiro.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1463" title="lesC" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/02/lesC.jpg" alt="lesC" width="85" height="265" />Em boca, corpo leve, um pouco de álcool sobrando e ficar com um leve amargor que incomodou um pouco.</p>
<p>O preço normal desse vinho é 58 reais. Eu comprei por 29 na liquidação. Sinceramente, mesmo pelo preço de liquidação ele não valeria a pena, diante de tantos outros rosés muito interessantes que existem por aí, com preços similares.</p>
<p>Para que eu não cometa uma injustiça perante o vinho, vou procurar uma safra mais recente dele para comparar, pois pode ser que eu esteja com um exemplar que já tenha passado do ponto. Farei isso e conto em breve aqui.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Domaine de Granoupiac 2003</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 11:10:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como já relatei algumas vezes aqui, temos que nos render à grande capacidade dos franceses para produzir vinhos de qualidade. Afinal de contas são muitos e muitos anos (aliás, séculos) se aprimorando, para que possamos beber verdadeiras “jóias líquidas”. E dessa vez eu conheci um vinho de lá que tem um ótimo custo X benefício. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como já relatei algumas vezes aqui, temos que nos render à grande capacidade dos franceses para produzir vinhos de qualidade. Afinal de contas são muitos e muitos anos (aliás, séculos) se aprimorando, para que possamos beber verdadeiras “jóias líquidas”.</p>
<p>E dessa vez eu conheci um vinho de lá que tem um ótimo custo X benefício. Produzido na Coteaux Du Languedoc com as uvas Syrah, Grenache, Mourvedre, Carignan, o Domaine de Granoupiac é um ótimo exemplar de um vinho francês “simples e muito bem feito”.</p>
<p>E antes que me entendam mal, quando falo “simples” não é porque o vinho não tem qualidade. Pelo contrário, a sua qualidade é ótima. Só estou categorizando ele como “simples”, por não ser nenhum <em>cru</em> ou algo assim.</p>
<p>Eu estava com esse vinho há alguns meses em minha adega esperando uma boa ocasião e esse dia chegou. Abri o vinho e deixei-o descansar por alguns instantes antes de começar a degustar. Só melhorou o conjunto da obra. Seus aromas se abriram, seu sabor ficou mais intenso e “redondo”.</p>
<p>Vamos falar um pouco sobre ele: possui uma coloração vermelha bem clara, lembrando um pinot noir. Havia um bom halo de evolução e reflexos já bem claros. Acredito que essa safra esteja no auge da sua maturidade.</p>
<p>No nariz, um belo bouquet formado por aromas de flores do campo, frutas frescas com destaque para cereja e groselha e um aroma terciário de couro.</p>
<p>Em boca mostrou boa acidez e taninos bem amaciados. Sobrou um pouco de álcool, mas ao ser degustado com a comida, esse álcool sumiu e deu lugar inclusive a sabores mais intensos.</p>
<p>Foi harmonizado com uma pizza de lingüiça com alho-poró, cebola e tomate. O prato tem por característica um leve toque adocicado, que deve vir do tomate que fica no vapor e depois se mistura com a lingüiça. Esse toque doce contrastou muito bem com o vinho, produzindo um ótimo casamento.</p>
<p>É um vinho que me custou R$ 42,00 (importado pela Vinea no Brasil) e que entrou para a minha lista de “Best buys”. Vale a pena provar. Esse dá até pra beber sozinho, pois é leve e com o tempo de garrafa aberta, vai se abrindo e liberando o pouquinho de álcool que tinha a mais.</p>
<p>Fico então com mais um vinho francês de bom custo. Se você conhecer mais algum, por favor comente. Precisamos divulgar as coisas boas.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1357" title="domaine" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/01/domaine.jpg" alt="domaine" width="520" height="169" /></p>
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		<title>Côtes-du-Rhône Parallèle 45 Rouge 2006</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 11:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2006]]></category>
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		<category><![CDATA[restaurante]]></category>

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		<description><![CDATA[Por indicação do meu amigo Beto Duarte (Papo de Vinho), eu fui almoçar no Le Jazz, um bistrô francês novo aqui em São Paulo. Como ele mesmo descreveu (e muito bem), o lugar é muito agradável, a comida é ótima e os preços são justos. Um lugar para ir e voltar mais vezes, sem dúvida. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por indicação do meu amigo Beto Duarte (<a href="http://papodevinho.blogspot.com" target="_blank">Papo de Vinho</a>), eu fui almoçar no Le Jazz, um bistrô francês novo aqui em São Paulo. Como ele mesmo descreveu (e muito bem), o lugar é muito agradável, a comida é ótima e os preços são justos. Um lugar para ir e voltar mais vezes, sem dúvida.</p>
<p>E como estava em uma casa francesa, nada melhor do que escolher um vinho daquele país. Foi assim então que eu encontrei esse Côtes-du-Rhône, que é importado pela Mistral e produzido pelo famoso Paul Jaboulet, um produtor aclamado pela crítica internacional. Já vi esse vinho algumas vezes no catálogo da importadora, sempre fiquei curioso, mas nunca tive a oportunidade de provar. Boa escolha, pois o vinho é muito interessante.</p>
<p>Feito com 60% de Grenache e 40% de Syrah, tem uma coloração vermelho clara, típica dos vinhos do Côtes-du-Rhône, a região da França onde é produzido. No nariz, aromas de frutas vermelhas frescas com destaque para cereja, mas lembrando também torta de frutas vermelhas. Aromas muito gostosos e leves, mostrando toda a delicadeza do vinho. Em boca tem bastante equilíbrio e qualidade. Nada de sobras ou arestas. Álcool na medida, taninos macios e final longo e sem amargor.</p>
<p>Foi provado com carne de cordeiro e com um entrecôte. Foi melhor com o cordeiro, que estava mais suave e com um leve tempero de ervas. O molho do entrecôte passou um pouco pelo vinho, pois era mais forte. É importante pensar nisso ao tentar harmonizar esse vinho, que pela sua leveza, demanda pratos também do mesmo “peso”.</p>
<p>Na importadora custa aproximadamente 47 reais e no bistrô foi servido a 70 reais. Sugiro que compre e beba em casa. Dessa forma vai ser, sem dúvida, um best buy.</p>
<p>E pra quem ficar curioso, o nome vem da localização dos vinhedos, que estão próximos do Paralelo 45º Norte, uma boa posição para o cultivo de uvas.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-1336" title="cotes_parallele" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/12/cotes_parallele-125x300.jpg" alt="cotes_parallele" width="125" height="300" /></p>
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		<title>Ontañon Crianza 2005</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 09:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Grenache]]></category>
		<category><![CDATA[Tempranillo]]></category>
		<category><![CDATA[Crianza]]></category>
		<category><![CDATA[Rioja]]></category>

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		<description><![CDATA[Resolvi estrear a minha nova churrasqueira e precisava encontrar um vinho que harmonizasse com a carne que eu ia preparar. Nada de diferente dos churrascos tradicionais. Uma boa carne, temperada basicamente com sal grosso. Mas como já pude notar algumas vezes, se eu escolhesse um vinho muito leve, ele sumiria facilmente, sobressaindo somente a carne [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><img class="alignleft size-full wp-image-1195" title="ontanon_crianza_2005" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/11/ontanon_crianza_2005.jpg" alt="ontanon_crianza_2005" width="139" height="133" />Resolvi estrear a minha nova churrasqueira e precisava encontrar um vinho que harmonizasse com a carne que eu ia preparar. Nada de diferente <span id="more-1194"></span>dos churrascos tradicionais. Uma boa carne, temperada basicamente com sal grosso. Mas como já pude notar algumas vezes, se eu escolhesse um vinho muito leve, ele sumiria facilmente, sobressaindo somente a carne salgada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Foi então que me lembrei desse espanhol crianza, feito em Rioja, que comprei na D´Olivino, sob recomendação do Sommelier de lá. Estava em busca de um bom espanhol, que custasse menos de 100 reais. E esse atendeu os requisitos, sendo comprado por aproximadamente 70 reais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Produzido com as uvas tempranillo (90%) e garnacha (10%) – ou grenache, como preferirem – mostrou uma coloração vermelho intenso, com um bom halo de evolução.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">No nariz, aromas bem marcantes de frutas vermelhas e negras, com destaque para morangos, amora e ameixa fresca. Notei também notas de aromas terciários como couro e pêlo de animal, mas que estavam bem leves diante dos primeiros sentidos. Um pouco de álcool a mais também apareceu, mas logo foi embora, depois de algum tempo da garrafa aberta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Em boca, bastante adstringência e um bom corpo. Não tinha praticamente nenhum amargor e seu final é relativamente longo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Foi muito bem com a carne, tornando o conjunto equilibrado. Acredito que também possa ser bem acompanhado de um molho bolonhesa, principalmente por conta de sua untuosidade. É ver pra crer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Em breve, falarei sobre os vinhos californianos que provei recentemente, em um almoço harmonizado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Um abraço</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Daniel Perches</span></p>
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		<title>Côtes-du-Rhône Philippe Bouchard 2006</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2006]]></category>
		<category><![CDATA[Cinsault]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Grenache]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[cote du rhone]]></category>

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		<description><![CDATA[Falar que eu gosto de vinhos franceses é até desnecessário. Não vi até hoje alguém que goste ssa bebida e evite a França. Mas tenho maior apreço pela região de Côtes-du-Rône, por seus vinhos muito aromáticos e fáceis de beber, além de encontrar cortes até inusitados. Pensando assim, comprei essa garrafa na Vinea, importadora aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: center; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><img class="size-full wp-image-1093  aligncenter" title="cotes-du-rhone-phillipe-bouchard" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/11/cotes-du-rhone-phillipe-bouchard.jpg" alt="cotes-du-rhone-phillipe-bouchard" width="450" height="131" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Falar que eu gosto de vinhos franceses é até desnecessário. Não vi até hoje alguém que goste <span id="more-1092"></span>ssa bebida e evite a França. Mas tenho maior apreço pela região de Côtes-du-Rône, por seus vinhos muito aromáticos e fáceis de beber, além de encontrar cortes até inusitados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Pensando assim, comprei essa garrafa na Vinea, importadora aqui de São Paulo. Esse vinho tem em sua composição Grenache, Syrah e Cinsault. Como eu gosto bastante da Cinsault, achei que seria uma boa prova.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Resultado: o vinho não fez feio, mas eu esperava mais dele. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Mas vamos à analise: na taça, coloração rubi não muito intenso, mas bem brilhante.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Seus aromas remeteram a frutas vermelhas maduras, com destaque para groselha e cereja. Notou-se também aromas de tabaco e chocolate. O vinho tinha um pouco de álcool sobrando, que imaginei que fosse desaparecer com algum tempo depois de aberta a garrafa, mas isso não aconteceu.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Em boca mostrou um bom corpo e depois de evoluído, os aromas de chocolate e tabaco foram bastante pronunciados. Bastante saboroso, mas deixou um leve amargor no final.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Parece-me um bom vinho, com boa qualidade, mas que talvez precise de mais tempo para se mostrar. Talvez com mais tempo (umas duas horas), ele melhorasse. Infelizmente, não tivemos todo esse tempo e bebemos tudo antes&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Na Vinea, custa em torno de 65 reais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Um abraço</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Daniel Perches</span></p>
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		<title>Douce Folie 2005 &#8211; Château La Bastide</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 12:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Grenache]]></category>
		<category><![CDATA[Merlot]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[Languedoc-Rousillon]]></category>

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		<description><![CDATA[A região do Languedoc-Rousillon está me cativando cada vez mais. Recentemente bebi um vinho de lá e comentei aqui, pois foi muito bom. Agora provo esse, que também não fica atrás, e pra falar a verdade, é ainda melhor. Esse é feito com as uvas Grenache, Syrah, Carignan e Merlot, com parcelas iguais para cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"><img class="alignleft size-full wp-image-951" title="douce-folie-2005" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/10/douce-folie-2005.gif" alt="douce-folie-2005" width="59" height="224" />A região do Languedoc-Rousillon está me cativando cada vez mais. Recentemente bebi um vinho de lá e comentei <a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/?p=916" target="_blank">aqui</a>, pois foi muito <span id="more-950"></span>bom. Agora provo esse, que também não fica atrás, e pra falar a verdade, é ainda melhor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Esse é feito com as uvas Grenache, Syrah, Carignan e Merlot, com parcelas iguais para cada uva (ou seja, 25% de cada uma delas).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Na taça, mostrou uma coloração rubi intensa, bastante brilhante e não muito densa, aparentando um vinho bem fresco.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">No nariz, aromas de frutas vermelhas com destaque para uma geléia de morango, em companhia de um certo defumado, madeira e alguma especiaria.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Na boca seu frescor foi comprovado, mostrando-se um vinho bastante equilibrado e com taninos suaves. Seu final não é dos mais longos, mas com grande presença.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">É um vinho que certamente acompanha bem pratos leves como um frango grelhado ou até mesmo um pernil de porco, com aquelas batatas coradas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Acredito que o ponto forte desse vinho seja a sua elegância e claro, seu preço, que gira em torno dos 45 reais e é importado pela Decanter. Um ótimo valor para essa qualidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Essas boas surpresas francesas têm me animado bastante. Quem sabe não sai em breve um “especial Languedoc-Rousillon”, não é mesmo?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Um abraço</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Daniel Perches</span></p>
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