Archive | Grenache

La Diva Rosé 2008

La Diva Rosé 2008

Principalmente durante o verão eu saio em busca de vinhos mais refrescantes e os rosés estão nessa lista. Encontrei então o La Diva Rosé 2008, um vinho feito lá no Vale do Loire, França. Esse é produzido com as uvas Syrah e Grenache (não sei o percentual de cada uma, porque no site do vendedor no Brasil não tem e não achei o site do produtor).

Pra mim, rosés precisam ser delicados. Nada contra os mais encorpados ou até mais “raçudos”, se é que podemos dar esse adjetivo para eles, mas é uma questão de estilo. Eu prefiro o estilo daqueles que têm aromas mais leves, que são praticamente “vinhos brancos com um toque tinto”, e não o contrário.

E o La Diva Rosé está indo para o lado dos mais potentes. Tem uma coloração laranja acobreada e no nariz, ao contrário do que eu esperava, nada de muita fruta vermelha. A taça se enche de aromas balsâmicos com toques cítricos e com um leve toque apimentado. Algo diferente, no mínimo.

Na boca não tem uma grande acidez, mas é bem equilibrado e que lembra as pimentas no final de boca (quando o vinho já foi embora e fica só o gosto).

Com um estilo bem diferente dos rosés da Provence, que são mais clarinhos e com aromas até florais, esse é um vinho que precisa de uma comida mais encorpada. Não beberia ele sozinho, como uma entrada num dia quente, por exemplo. Acho que está mais para acompanhar uma refeição.

E como a beleza do mundo do vinho está em descobrir novidades sempre, vamos partir para a próxima. Em breve conto sobre outros que eu provarei ainda nesse verão.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2008, França, Grenache, Syrah0 Comments

Terranova Rosé de Noir Brut

Terranova Rosé de Noir Brut

Espumante interessante produzido pela Miolo lá no Nordeste do Brasil, no Vale do São Francisco, com Grenache.

Posted in Brasil, Grenache0 Comments

Tops 2011 Vinhos de Corte – 3o Lugar

Tops 2011 Vinhos de Corte – 3o Lugar

Hora de conhecer o terceiro vinho (que ficou em 3o lugar). Vamos com um vinho que representa um país que pra mim foi uma grande revelação.

Amanhã tem mais, com o segundo lugar.
Um abraço
Daniel Perches

Posted in 2005, Cabernet Sauvignon, Espanha, Grenache, Videopost9 Comments

O Sul da França e suas maravilhas

O Sul da França e suas maravilhas

Pra mim, a França é um país mágico. Eu poderia ficar falando sobre os seus vinhos por quilômetros de palavras, mas acho que na França tem muito mais do que bons vinhos. E uma das belezas é a diversidade dentro do mesmo país. Do norte ao sul, diferentes culturas dentro de uma mesma matriz, que se respeitam e conversam entre si. Cada um com sua cultura, seu jeito de ser, suas comidas, seus hábitos.

E um dos lugares mais interessantes me parece ser o Sul da França, que é uma das mais antigas (se não a mais antiga de todas) em produção de vinho do país.

E falar em Sul da França é falar do Languedoc-Rousillon.Para nos situarmos, o Languedoc fica nas beiras ensolaradas do Mediterrâneo. São mais de 200 quilômetros de costa, da Camargue até a fronteira espanhola.

E por lá não tem só bons vinhos não. Não é nada difícil você sair nas ruas em um dia ensolarado e cruzar com famílias, em praças públicas, fazendo um piquenique, com aqueles deliciosos produtos locais e bebendo um belo vinho. Da culinária local a gente pode destacar os embutidos catalães, pêssegos, nectarinas e damascos de Roussillon, alcachofras, anchovas de Collioure e, naturalmente, as rousquilles!

As rousquilles são rosquinhas cobertas com uma camada de açúcar e o impressionante é a leveza desse doce. Se você pensou em algo melado e extremamente doce, pode inverter tudo. É doce sim, mas numa medida que não enjoa e que até pede uma nova mordida. Poderia falar também sobre seus patês, tapenades e outros produtos, que também são deliciosos e leves.

Ah, é importante lembrar também do tradicional Cassoulet. Por lá esse prato é que nem “arroz com feijão” pra gente. Já pensou?

E pra falar nos vinhos, eu provei alguns que o pessoal do Festival Sud de France me enviou e confesso que fiquei encantado. Veja os vinhos que eu provei e dessa vez você pode escolher entre ler e assistir ao video! :)

Domaine Rimbert Le Mas au Schiste 2008
Produzido em Saint-Chinian, o produtor é conhecido por trabalhar muito bem com a Carignan. Esse tem Carignan (35%), Syrah (30%), Grenache (30%) e Mourvèdre (5 %) e com um toque vegetal de início, mostra que é um vinho potente e ainda um pouco “selvagem”, precisando ser domado. Nada que um tempo de decantação e uma boa comida com um toque de gordura não resolva. Conheça o site do produtor. É importado pela De La Croix.
Domaine des Salices Pinot Noir 2008
Com cor e aroma típico de um bom Pinot Noir francês, tem cor clara e toques de morangos e cerejas. Recomendo que se abra e espere uma meia hora, pois logo de cara aparece um toque herbáceo que esconde um pouco a fruta do vinho, mas depois ele torna-se muito elegante. Esse é produzido por Francois Lurton e importado pela Zahil.

 

Ego de Cazes 2007
Esse é um vinho biodinâmico do Domaine Cazes produzido com as uvas Syrah (40%), Grenache (20%) e Mourvédre (20%) e foi, dos 3 dessa lista, o mais elegante e complexo. Tem aromas de frutas vermelhas doces, contrastando com um toque terroso e leve toque mineral. Muito estruturado e com acidez na medida, é daqueles que a gente se encanta no nariz e depois quando bebe fica ainda mais impressionado. Acompanha muito bem comidas fortes sem nenhum problema. Esse é importado pela Mistral.

 

Provei esses vinhos e com isso pude conhecer um pouco do Sul da França. Para mim ficou essa impressão: povo alegre, clima gostoso, alegria, bons vinhos e boa comida. Esse é o Sul da França pra mim.

E pra você, como é? Para celebrar o final de ano, vamos fazer um Concurso Cultural aqui. Pra participar é fácil, você só precisa responder a frase Pra mim, o sul da França é…

A melhor frase ganha um dos vinhos. Você escolhe. É só soltar a sua criatividade.

O resultado sai no dia 16 de dezembro. Boa sorte!

Um abraço
Daniel Perches

Posted in 2007, 2008, Carignan, França, Grenache, Mourvedre, Syrah27 Comments

Ferrer Bobet 2007

Ferrer Bobet 2007

Conheço pessoas que seguem quase religiosamente as pontuações dos grandes críticos. Mas conheço também aquelas que têm verdadeira aversão e acham que isso é só uma jogada comercial ou que eles têm um gosto tendencioso, etc, etc.

Pra falar a verdade, eu não sou grande seguidor de notas, mas tenho que admitir que nunca me deparei com um vinho que recebeu nota alta dos grandes críticos e que era ruim.

Falo isso porque provei o Ferrer Bobet 2007, um vinho que recebeu 94 pontos do Robert Parker. E o nosso amigo Parker pode ser qualquer coisa, menos bobo. O vinho é realmente muito bom!

Produzido na região do Priorato com as uvas Cariñena (65%), Garnacha Negra (34%) e Cabernet Sauvignon (1%), esse é um vinho que impressiona. Quando eu provei ele estava no decanter já por uma meia hora mais ou menos, mas ainda estava com aromas um pouco fechados. Deixei um pouco na taça e vi que o vinho estava evoluindo, mas mesmo assim ainda tinha muito para mostrar.

É daqueles vinhos que têm um toque forte de frutas negras contrastando com os aromas vindos da barrica, mas o que mais me agradou foi o aroma que é típico da Carignan, que é o balsâmico. Tenho que confessar que sou apaixonado pela Carignan por seu toque balsâmico que me deixa quase que hipnotizado. E esse não fugiu à regra e mostrou toda a sua força com esses aromas.

Como eu disse, o vinho estava no decanter e é o que eu recomendo que se faça, caso você queira bebê-lo logo, pois é um vinho que com certeza pode evoluir muito ainda se guardado (coisa que eu não sei se aguento fazer por muito tempo).

E se for beber, acho que seria legal você ter também uma boa comida por perto, para acompanhar, pois ele merece. Tenho certeza que não vai se arrepender.

Esse é da Wine Society.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2007, Cabernet Sauvignon, Carignan, Espanha, Grenache0 Comments

Tocado 2009 (um excelente vinho bom e barato)

Tocado 2009 (um excelente vinho bom e barato)

A idéia era ir para uma degustação na Wine Society e conhecer alguns rótulos novos. Confesso que, pela correria, não prestei muita atenção às informações sobre os vinhos que degustaríamos. Mas como sabia que lá teria todas as informações, não me preocupei muito.

Cheguei lá na importadora (que aliás, tem um espaço para eventos muito legal. Já participei de alguns e foram muito bons) e fui muito bem recebido pelo Ari. O Ari é daqueles que tem um papo bom e que dá pra ficar conversando com ele sobre vinhos por horas. Mas papo vai, papo vem, chegou a hora de provar os vinhos. E eis que me surge o Tocado 2009, o primeiro da lista que iríamos degustar naquele dia. Já tomei uma “porrada”.

Sabem aqueles vinhos fáceis de beber? O Tocado é assim. Com taninos bem macios, aromas de frutas vermelhas maduras, corpo médio na boca e final bem gostoso, ou seja, é o que a gente espera de um bom vinho.

Gostei do vinho e acho que é uma excelente opção para aquelas pessoas que buscam os vinhos mais leves, mais frutados e que “não amarram muito a boca”.

Mas como o Ari é esperto, ele guardou a melhor surpresa para o final. Quando ele me falou o preço, quase comprei uma caixa. O vinho custa R$ 25. Isso mesmo, meus amigos, o vinho custa 25 reais. Não é fácil encontrar um bom vinho por esse preço, nem nos nacionais, imagina nos importados. Esse é espanhol, da região de Campo de Borja e é feito com 85% de Garnacha, 10% de Cabernet Sauvignon e 5% de Tempranillo.

É claro que não estamos falando de um vinho de guarda, daqueles super complexos que você encontra dezenas de aromas e fica com ele na taça por horas, só contemplando. Esse é daqueles pra comprar, abrir, beber e ser feliz.

Eu acho que já sei onde farei meu estoque de final de ano. E vou falar com o Ari. Esse sabe das coisas.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2009, Cabernet Sauvignon, Espanha, Grenache, Tempranillo6 Comments

Les Viguiers 2009

Les Viguiers 2009

Vinho francês, em geral, é caro. Não tem como negar. Sabemos que se não é por ser caro na origem, é por ser caro no destino mesmo, ficando por conta dos importadores, distribuidores e restaurantes aumentar essa continha, para que a gente sempre pague mais por vinhos desse país.

Mas a proposta da Sociedade da Mesa é trazer vinhos que custam no mercado em torno de 60 reais por um preço de 38 reais (média) para os associados. A proposta é boa, apesar de nem sempre cumprir as minhas expectativas.

Dessa vez, considerando a origem do vinho, eu acho que foi justa. O Les Viguiers 2009 é um corte de  70% Grenache Noir, 20 % Carignan e 10 % Cinsault que mostrou-se bastante equilibrado.

No nariz o vinho apresentou aromas de cereja, leve toque de chocolate e um pouco de herbáceo. Eu sou fã da combinação Carignan e Cinsault e gosto muito dos vinhos feitos com essas uvas, mas confesso que nesse vinho eu não notei nada do que eu estou acostumado a perceber quando provo vinhos feitos com esse corte. Acho que a Grenache predominou bem forte dessa vez.

Na boca é um vinho que tem bom corpo, seus taninos estão bem presentes, mas não estão verdes. Só tem um pouquinho de álcool sobrando, mas bem pouco mesmo, que praticamente nem se nota e não incomoda. Esse não tem aquele final persistente, mas também não tem amargor.

Eu diria que é um vinho “básico com estilo”. Com certeza é um vinho que harmoniza bem com comidas e com queijos mais fortes. Como eu ainda tenho 3 garrafas dele, eu vou provar com alguns pratos inusitados e talvez coloque no desafio da Morcilla (Veja aqui como foi o 1o Desafio da Morcilla).

Acho que o preço está justo. 38 reais bem pagos pelo vinho.

Abraços

Daniel Perches

Posted in 2009, Carignan, Cinsault, França, Grenache2 Comments

Os vinhos da Mas de Daumas Gassac

Os vinhos da Mas de Daumas Gassac

A vinícola Mas de Daumas Gassac fica no Languedoc, na França. Depois que apareceu no documentário MondoVino, ficou ainda mais famosa pelos seus vinhos e pelos seus personagens, como Aîmé Guibert, que com a ajuda do grande viticultor Émile Peynaud, plantou algumas uvas bem diferentes do que se tem por lá como a Pinot Noir, Tannat, Cabernet Sauvignon e outras que eles acharam interessantes.

Em visita ao Brasil, Victorine Babé apresentou alguns vinhos da vinícola. Veja também a entrevista com Victorine no post “Mas de Daumas Gassac, contado por uma francesa que tem boa história com a viticultura“.

Dos que eu provei, destaco 4 que me chamaram a atenção.

Daumas de Gassac Blanc 2009

Um vinho impressionante pela sua elegância e qualidade. Produzido com Viognier, Chardonnay e Petit Manseng é muito complexo, com notas florais combinando muito bem com frutas brancas, leve toque de frutas secas e muita complexidade na boca. Um grande vinho que merece ser apreciado junto com um belo prato. Encantado

 

 

 

 

 

 

 

Figaro Rouge 2009

Segundo a proópria vinícola, é o vinho para o “dia a dia”. E eu acho que eles têm razão, pois é um vinho fácil de entender e de beber, com aromas de frutas vermelhas bem destacados. Na boca ele se mostra bem equilibrado e vai muito bem com pratos que tenham alta acidez. O preço é ainda melhor: em torno de 22 dólares (já no Brasil).

Guilhem Rouge 2009

Um vinho feito com as uvas Syrah, Grenache, Carignan e Cinsault, de vinhas velhas. É um vinho que precisa de um tempo de aeração para abrir um pouco os aromas, mas quando abre, é só prazer. Tem um bom toque mineral, combinado com as frutas que começam a surgir com o tempo. Em boca é longo e tem uma boa presença. Ótimo vinho pelo seu preço, que gira em torno de 24 dólares.

Daumas de Gassac Rouge 2008

Ao provar esse vinho entendi porque todos os críticos elogiavam tanto  a vinícola. É um grande vinho. Esse é produzido com 80% de Cabernet Sauvignon e o restante com outras 10 uvas plantadas na propriedade. Tem um estilo muito clássico, com toques de frutas mais maduras contrastando com aromas “verdes”. Algo diferente que chama a atenção e faz desse vinho especial.

É outro que merece ser aerado para mostrar todo o potencial. Custa em torno de 115 dolares, mas que valem a pena.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2008, 2009, Cabernet Sauvignon, Carignan, Chardonnay, Cinsault, Clairette, França, Grenache, Merlot, Petit Manseng, Sauvignon Blanc, Syrah, Vermentino, Viognier0 Comments

Champ des Grillons Rosé 2009

Champ des Grillons Rosé 2009

Pra mim, a beleza dos vinhos rosés está na sua delicadeza. Um bom rosé deve ter a suavidade  e leveza de um vinho branco, um pouquinho de tanino do vinho tinto e o frescor bem no meio do caminho entre os dois.

E como eu ando provando poucos rosés, fui em busca de alguns exemplares essa semana e trouxe lá da Cave Jado, a loja especializada em vinhos franceses com bom custo x benefício o Champ des Grillons Rosé 2009, que é produzido no sul da França, na região do Languedoc, mais precisamente na AOC Côtes de Thongue.

O sul da França é famoso pelos vinhos rosados e não é à toa. Eles sabem mesmo o que estão fazendo. Esse vinho me agradou muito pelo seu conjunto. Com uma cor salmão claro e aromas de frutas vermelhas com destaque para o morango, tem um leve toque de especiaria bem de leve e ao fundo que dá um charme especial ao vinho.

Em boca é leve e macio, com álcool equilibrado e um final de média persistência, bem agradável. É daqueles vinhos que você pode beber na beira da piscina ou na varanda da sua casa (que foi o que eu fiz) num dia quente e ensolarado, acompanhando os pratos de entrada ou até mesmo sem acompanhamento (mas sugiro, nesse caso, uma boa companhia).

Rosés bons realmente não são fáceis de achar. Temos poucas opções importadas aqui no Brasil e algumas inclusive são muito caras, o que inviabiliza a popularização dessa categoria de vinho. Então se você quiser conhecer um bom vinho rosado, aproveite que esse custa em torno de 50 reais.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2009, França, Grenache, Syrah0 Comments

Bodegas Recial Púrpura Crianza 2008

Bodegas Recial Púrpura Crianza 2008

Existem algumas uvas que são muito utilizadas em cortes e são difíceis de serem encontradas em vinhos monovarietais (feitos só com uma uva). Eu realmente não entendo o porquê (e deve existir, nem que seja econômico), mas quando encontramos, muitas vezes somos surpreendidos.

É o que acontece comigo quando provo vinhos feitos com a Garnacha Tintoreira, uma uva que tem a explicação de sua vocação já no nome. É utilizada para dar cor aos vinhos e geralmente adicionada em pequenas frações aos cortes (20 ou 30%).

E recentemente estive num evento onde foram apresentados vinhos da DO Manchuela, que fica no coração da Espanha, onde conheci o Púrpura Crianza 2008, um vinho da Bodegas Recial, que ainda não tem importador no Brasil.

O vinho me surpreendeu pela sua elegância, começando pelo nariz, que apresentava aromas finos de frutas vermelhas misturadas com um toque mais evoluído de café e algumas notas tostadas. Senti algum aroma de madeira, mas nada de “excesso de barrica”, até porque esse vinho é um crianza e passa 10 meses em barrica de carvalho francês e o cuidado que eles têm é grande para que o vinho tenha equilibrio.

Na boca é um vinho forte, com personalidade (mas com taninos macios) e que deve acompanhar muito bem um churrasco. Aliás, acredito que até vá bem com aquele molhinho de ervas que o cordeiro leva geralmente.

o que me chamou a atenção nesse vinho principalmente foi o seu conjunto, que mostrou força, potência para envelhecer até mais alguns anos, mas sem ser enjoativo e até pesado. Só uma recomendação: dada a sua graduação alcóolica (14,5%), sugiro que se beba um pouco mais resfriado do que o normal, chegando em torno de 14 ou 15 graus.

Então se você gosta de vinhos mais marcantes, pode provar esse ou algum outro feito com garnacha tintoreira que eu acho que vai gostar.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2008, Espanha, Grenache0 Comments

Vega Sauco El Beybi Roble 2007 #cbe

Vega Sauco El Beybi Roble 2007 #cbe

O irmão mais velho do Piedras.

Posted in 2007, Espanha, Grenache, Tempranillo, Videopost1 Comment

Domaine El Bordj Coteaux de Mascara 2008 – um vinho da Argélia

Domaine El Bordj Coteaux de Mascara 2008 – um vinho da Argélia

Em meio às minhas andanças na França, no começo desse ano, eu entrei em supermercado pra comprar alguns queijos. Inevitavelmente, fui dar uma olhada nas prateleiras de vinhos (que são um espetáculo à parte) e foi aí que me deparei com o Domaine El Bordj Coteaux de Mascara 2008, um vinho produzido na Argélia. Era um país que eu tenho que confessar que nem sabia que tinha vinhos.

Como bom curioso, não tive dúvidas e comprei o vinho. Queria trazer mais, mas como estava ainda no começo da viagem e sabia que a quantidade de garrafas aumentaria a cada dia, eu tive que me conter e trazer somente duas. Aliás, um grande risco, porque eu não tinha a menor idéia se era um bom vinho ou não.

E pra não me enganar sozinho, levei esse vinho para uma degustação na Vino&Sapore. No dia seriam degustadas várias safras do renomado Marques de Casa Concha, da Concha Y Toro e eu esperei terminar tudo para apresentar o vinho (às cegas) para o pessoal que estava lá.

E não é que o vinho não decepcionou? Produzido com as uvas Grenache, Cinsault, Mourvèdre, Morastel, Cabernet Sauvignon, Syrah e Alicante Bouschet, tem nessa mistura outro ponto interessante. Nunca vi essas uvas todas juntas em um vinho.

Bem, o fato é que o vinho é bom, com aromas de frutas vermelhas e um forte toque mineral. Na boca foi bem, com boa acidez e um final que eu achei curto, mas dando o desconto pelo inusitado, até que me agradou.

Essa é uma das belezas do mundo do vinho: poder encontrar vinhos completamente diferentes de tudo o que já provou, seja pela procedência, pelas uvas ou pelos aromas e sabor.

Aprendi mais uma: na Argélia se faz vinho sim!

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2008, Alicante Bouschet, Argélia, Cabernet Sauvignon, Cinsault, Grenache, Monastrell, Mourvedre, Syrah1 Comment

Instagram

  • Blá blá blá colheita
  • Play it again, Johnny!
  • Let's take a ride
  • Sauvignon Blanc respect!
  • Good wine from Sonoma
  • Sonoma style
  • Um bom Pinot para o almoço. Sonoma style
  • Pinot Noir, Baby!
  • Don't touch me, boy!
  • Light? Claro!
  • Want some coffee?
  • Guardião do Chateau Montelena. Estava no meio da rua, brigando com os carros
  • Lift my arm and say hello!
  • Vinho inusitado, sem safra e com muitas uvas. Intrigante
  • Fico imaginando a conversa pra convencer o cara a fazer o teste...
  • Sim, porque Napa não é só Zinfandel e Cabernet Sauvignon
  • Descobri porque tudo aqui tem bacon!
  • Café? Escolha o seu sabor, senhor!
  • Hello, darling!
  • Bubbles, baby!

Twitter

Add to Google  http://www.wikio.com Bloggers - Meet Millions of Bloggers