Cabernet Franc

Bordeaux bom e barato – Chateau Haut Rozier 2011

Achei um vinho de Bordeaux que custa R$ 52 e é bom!


Um abraço
Daniel Perches

Bordeaux é bordeaux! Château Tour Saint André 2008

Os vinhos de Bordeaux são os mais famosos do mundo. E não é para menos, porque por lá se encontram grandes vinhos. Mas como o meu bolso não permite beber só os Grand Cru Classé, eu estou sempre em busca de bons vinhos de lá, que girem em torno dos 100 reais. Para mim é uma faixa aceitável de preço, mas que precisa ter um bom retorno.

saint-andre-2008E o Château Tour Saint André 2008 (importado pela Chez France) é do jeito que eu gosto: elegante, fresco, leve e super gastronômico. Daqueles vinhos que você bebe e nem percebe que está acabando a garrafa.

Se você quer um bom Bordeaux nessa faixa de preço, vale a pena conhecer esse.

Um abraço

Daniel Perches

Cabernet Franc da França – leve, fácil de beber e que acaba rápido

Tenho visto bastante matéria sobre a uva Cabernet Franc por aí e parece que ela está na moda. Se você for comprar vinhos para experimentar, vai ver que ela fica bem diferente, dependendo do país de onde vem. Lá na Argentina o pessoal deixa ela bem potente, forte, com bastante aroma herbáceo e usam bastante madeira.

cuvee_tradition_2012Mas se você preferir algo mais elegante, os do Vale do Loire, na França, são bem legais. Eu provei recentemente o Domaine La Bonnelière Cuvée Tradition 2012, que é importado pela Chez France e custa menos de 70 reais e gostei muito.

É daqueles vinhos mais fáceis de beber, com bastante aroma de fruta madura, daquelas que a gente pensa que está num pomar. E como ele é mais leve, o legal é beber junto com algumas entradinhas como bruschettas não muito carregadas (só de tomates, por exemplo), queijos leves ou beber ele sozinho mesmo. Dá pra ir tomando devagar, apreciando e relaxando. Aliás, com esse calor, dá até para resfriar um pouco mais, que vai ficar bem legal.

Gosto da Cabernet Franc, mas alguns me cansam porque são muito pesados. Esse é o contrário. Se estiver com alguns amigos, vai ver que a garrafa vai acabar rapidinho.

Um abraço

Daniel Perches

 

 

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Conversa com Roberto Cipresso sobre os vinhos do Galvão Bueno – Winebar

Conversei com o Roberto Cipresso, enólogo da Bueno Wines (do Galvão Bueno) sobre os vinhos, sobre harmonização, sobre o futuro da enologia e claro, sobre o famoso locutor esportivo que desperta paixões e emoções no Brasil inteiro.

Um abraço

Daniel Perches

Escudo Rojo 2011

O vinho Escudo Rojo é feito pela família Rotschild no Chile. Sim, você vai reconhecer esse nome pelos vinhos que produzem em Bordeaux. Na América do Sul é feito com 4 uvas – Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Syrah e Carmenere e é muito bem feito. Deve ter um “toque francês” nele.

Veja o vídeo e prepare a sua degustação.

Um abraço

Daniel Perches

Andeluna Grand Reserve Cabernet Franc 2007

Tenho ouvido falar sobre Cabernet Franc mais do que há alguns anos e isso me parece muito positivo. Essa uva, que entra no famoso “corte bordalês” é bem bacana e dá vinhos muito interessantes. É relativamente fácil de ser cultivada, possibilitando vários países e zonas produtoras de tê-lo no vinhedo.

E como o tema da Confraria Brasileira de Enoblogs deste mês foi Cabernet Franc, resolvi abrir esse Andeluna Grand Reserve 2007, que é importado pela World Wine no Brasil.

Já comentei aqui a minha admiração pela vinícola Andeluna e pelos seus vinhos, principalmente pelo Malbec Altitud, que eu acho que tem uma qualidade excelente e um custo bem acessível pelo que ele entrega, mas nunca tinha provado o Cabernet Franc deles.

andeluna_CF_2007Excelente experiência. É um vinho super potente, encorpado, até levemente alcóolico (que se resolve se você resfriar um pouquinho. Não deixe ele muito quente que não vai ficar legal).

Tem aromas que lembram ameixas, frutas negras, um pouco de pimentos. Na boca dá pra sentir que ele precisa de comida, e que seja bem encorpada como ele. Desde uma carne até um risoto de funghi podem ser boas companhias.

Custa R$ 247 no site da importadora e é um vinho que pode ser guardado ainda por um bom tempo.

Um abraço

Daniel Perches

Château Prieuré Canteloup 2009

Algumas regiões vinícolas no mundo são tão complexas, que se você passasse a vida inteira dedicado só a uma delas, ainda assim teria um monte de coisas para aprender. Para mim, Bordeaux é assim. Quanto mais eu estudo ou provo vinhos, vejo que não conheço nada e que tem um monte de vinhos, de sub-regiões, denominações e até de uvas (em momentos raros) que eu precisaria aprender muito mais.

prieure_canteloup_2009E recentemente estive na loja da Vinos & Vinos, que tem um belíssimo portfólio de vinhos franceses e italianos (além de outros de países como o Chile) e provei alguns vinhos. Dentre eles estava o Château Prieuré Canteloup 2009, um vinho feito numa safra muito boa e com as uvas Merlot (60%), Cabernet Sauvignon (15%) e Cabernet Franc (15%). Esse é um “Grand Vin de Bordeaux, feito na região de Côtes Bordeaux.

Foi um vinho que me chamou a atenção pois ele é bem clássico da região, trazendo aquelas frutas negras, aquele toque mais aveludado, mas bem intenso, apesar de me parecer ainda um pouco jovem. Segundo o pessoal da importadora, se deixar ele aerando, ele ficará bem melhor. É ver para crer (mas eu tendo a acreditar que sim).

Como é difícil de encontrar bons Bordeaux com preços acessíveis, esse pode ser até considerado um “achado”. Custa pouco mais de 100 reais e vai dar certamente uma boa alegria à mesa. (veja o link do produto aqui)

Se provar, me conte o que achou.

Um abraço

Daniel Perches

Chateau Lagarette Cuvée Cyrus 2004

Outro dia meu amigo Beto Duarte (Papo de Vinho), um grande conhecedor dos vinhos franceses, falou que “vinho de Bordeaux bom, tem que esperar 10 anos”. É claro que ele estava generalizando e a gente sabe que existem muitas classificações na região e que um grande vinho pode demorar 30 anos para se mostrar, enquanto vinhos de entrada podem estar prontos para o consumo imediato, assim que liberados para a venda no mercado, mas em geral, acho que a regra vale.

chateau_lagarette_2004E foi então que eu bebi o Chateau Lagarette Cuvée Cyrus 2004, oferecido pelo Alexandre Frias (Diario de Baco/Enoblogs) e lembrei desse ensinamento e pude comprovar, na prática, se era realmente verdade isso.

No caso desse vinho, a verdade é total. Ele estava fantástico, no ponto certo de consumo (para mim pelo menos) e com muita qualidade, bem vivo e já com uma grande complexidade de aromas e sabores.

O Cuvée Cyrus é um vinho feito só com Cabernet Franc. o que não é muito comum em Bordeaux. Além disso ele é orgânico e biodinâmico e para melhorar (para quem gosta, obviamente), ele é praticamente natural, ou seja, quase não tem adição de sulfitos na colheita e na produção.

O resultado é um vinho intenso, com aromas de frutas em compota/geleia, um leve toque herbáceo, na boca muito macio e final muito longo. Isso é só o começo, porque é daqueles vinhos que você pode (e eu acho que deve) deixar no decanter e esquecer ele lá por algumas horas. Foi o que fizemos e depois de umas 2 horas ele começou a mudar radicalmente, trazendo aromas diferentes e ficando mais interessante a cada gole. Um show.

Como todo bom vinho de Bordeaux, não é barato (veja no site da Expand), mas vale a pena conhecer. E não é comum uma importadora no Brasil ter vinhos tão antigos (eles estão comercializando essa safra mesmo, de 10 anos de idade), vale a pena aproveitar.

Um abraço

Daniel Perches

 

Valmarino Reserva de Familia 2005 – direto da barrica para a minha adega

Há alguns anos eu recebi da Valmarino esse Reserva da Família 2005. Conheço a vinícola, que fica em Pinto Bandeira e faz um bom Cabernet Franc, além de um espumante interessante, chamado Valmarino&Churchill .

Na época que esse vinho chegou para mim ele ainda não tinha nem sido rotulado, por isso você pode ver que a garrafa está com uma etiqueta digamos, simples. Os caras pegaram uma garrafa da adega e me mandaram, mas me avisaram que esse vinho ainda poderia estar novo e seria legal se eu esperasse um pouco para abrir. Foi praticamente “da barrica para a minha adega”.

Acabei deixando ele guardando por alguns anos, como tinham me recomendado. Agora, com a Copa do Mundo, eu resolvi abrir um vinho brasileiro a cada jogo e ao fazer a contagem de meus vinhos nacionais, encontrei esse. Não tive dúvidas e deixei preparado para o dia do jogo.

Foi só a bola rolar para eu abrir o vinho e com o apito inicial veio também uma grande dúvida. Ao servir, logo depois de aberto, o vinho me pareceu bem estranho, com aromas bem balsâmicos, daqueles tipo “biotônico”. Fiquei até na dúvida se o vinho estava bom.

valmarino_RF_2005Mas eu tenho uma regra que é nunca descartar o vinho de cara, então eu deixei a garrafa respirar um pouco (enquanto eu não respirava durante o jogo) e foi a minha sorte. O vinho melhorou muito, evoluindo daqueles aromas “estranhos” para outros bem legais, como chocolate, tabaco, um pouco de especiarias e frutas vermelhas doces.

É um vinho encorpado, que passa um bom tempo por madeira, então se você quiser ter uma boa comida por perto, não vai ser má ideia. Alias, acho que esse é uma das características da Valmarino, que faz bons vinhos e gosta de usar boas barricas. Se você for ao Sul, vale a pena passar por lá, provar os vinhos e bater um papo com os proprietários. Pessoas simples e que refletem bem o terroir de Pinto Bandeira.

O vinho estava legal, mas o jogo não. O Brasil empatou com o México e por mais que eu não entenda nada de futebol, achei que os melhores momentos foram os que eu bebi o vinho, porque futebol mesmo, não teve muita coisa.

Um abraço

Daniel Perches

Hoje é dia de transmissão ao vivo com vinhos da Salton

Hoje teremos mais uma transmissão ao vivo, pelo canal Winebar. E novamente é a Salton que aparece por lá, para apresentar algumas novidades. Serão 3 vinhos provados e comentados, dessa vez na companhia de um dos enólogos da casa e uma Sommeliere. A reunião vai ser animada e vamos ter bastante papo. Eu já estou curioso para provar os vinhos, pois tem o top novo deles e também um que custa barato, além de um espumante que me parece bem legal. Ou seja, 3 opções diferentes e que podem ser bem legais. Você pode participar ao vivo a partir das 20h. É só acessar www.winebar.com.br e acompanhar nosso vídeo e mandar suas perguntas e comentários pelo chat. Eu espero você lá. veja abaixo um pouco mais sobre os vinhos.

Espumante Salton Intenso

espumante-salton-intenso

Características do Salton Intenso Merlot
Possui uma coloração amarelo claro, com intensas e finas borbulhas, formando uma coroa de espuma branca na superfície do líquido. Expressa aromas equilibrados entre o frescor de suas variedades e a prolongada permanência sobre borras finas: cítricos, flores brancas, frutos secos, cevadas tostada e levedura. Sua cremosidade e estrutura envolvem o paladar, em meio a uma refrescante e equilibrada acidez.

Acompanhamentos
Tapioca, camarão na moranga, cuscuz a paulista, bolinho de bacalhau, camarões e frutos do mar, moqueca, galinhada, peixes assados na folha de bananeira, bobó de camarão.

Preço: R$ 40
Loja Virtual Salton : http://www.salton.com.br/novo/loja/produto/espumante-intenso-by-salton

Salton Paradoxo Merlot

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Características do Salton Intenso Merlot
Possui uma vivaz coloração bordô. No seu aroma surgem notas de frutas vermelhas maduras e notas balsâmicas, as quais são ressaltadas por aromas próprios da passagem por barricas de carvalho. Em boca, sua acidez é refrescante, seus taninos são maduros e untuosos, e a persistência gustativa é prolongada.Queijos de pasta dura e maturação média, risoto com cogumelos frescos, carnes vermelhas com molhos.

Acompanhamentos
Queijos de pasta dura e maturação média, risoto com cogumelos frescos, carnes vermelhas com molhos.

Preço: R$ 25
Loja Virtual Salton : http://www.salton.com.br/novo/loja/produto/salton-paradoxo-merlot

 

Salton Septimum 2009

septimum

Composição
Tannat, Ancelota, Merlot, Cabernet Franc, Teroldego, Cabernet Sauvignon e Marcelan

Edição para colecionador – VF Juarez Machado

Eu sempre reparo nos rótulos dos vinhos e uma coisa que é fato é que eles são, na maioria dos casos, feios e chatos. Então quando cheguei na Ravin para o lançamento do VF Juarez Machado e vi esses rótulos, fiquei muito animado. Para se ter uma ideia do que eu estou falando, eu nem sabia o que era o vinho, quanto custava, qual era a história nem nada, mas já estava animado com o negócio e queria comprar uma garrafa para guardar para mim.
Mas me fala se não são muito legais essas pinturas que o artista catarinense Juarez Machado criou para a nova linha de vinhos da Villa Francioni que leva o seu nome?

VF_Juarez_machadoO  artista buscou inspiração na sede de empresa, em São Joaquim, para criar a série de rótulos exclusivos para o vinho que leva o nome dele. O tema aborda os cinco sentidos (olfato, tato, paladar e visão) além do universo exterior e interior, num total de 7 rótulos diferenciados. A partir das telas pintadas pelo artista, foram feitas as reproduções para os rótulos. Além das ilustrações, Juarez Machado também compôs um poema que está no contra-rótulo de cada garrafa.

Eu já sou fã da Villa Francioni e já estava convencido pelo rótulo, mas é claro que precisava provar o vinho, então vamos lá: são quatro diferentes uvas: Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Malbec, a safra é 2007. O vinho parece novo ainda e tem aqueles aromas de barrica, torrado, de frutas negras.

Se você comprar, pode abrir logo. O enólogo falou que dá para guardar, mas eu sinceramente guardaria só a garrafa. O vinho está bom para beber agora. Esses vinhos você encontra na Ravin.

Um abraço e que venham mais iniciativas como essa.

Daniel Perches

Paradigma 2007, o vinho do Grande Angel Mendoza

Se você for à Mendoza, visite do Domaine Saint Diego. Você será recebido pelo Angel Mendoza, um dos grandes enólogos da Argentina.

Eu estive lá e trouxe esse vinho em 2010 e estava esperando uma boa oportunidade para abrir. O dia chegou. E o vinho é demais!