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	<title>Vinhos de Corte &#187; Bonarda</title>
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		<title>Os vinhos da Zuccardi</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 11:50:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais um daqueles almoços cheios de alegria, descontração e claro, bons vinhos, a Ravin nos convidou para conversar com o Sr. Alberto Zuccardi, que atualmente comanda a vinícola de mesmo sobrenome, na Argentina. A Zuccardi é bastante conhecida aqui no Brasil pela sua qualidade e pela sua boa gama de produtos, podendo atender diversos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em mais um daqueles almoços cheios de alegria, descontração e claro, bons vinhos, a Ravin nos convidou para conversar com o Sr. Alberto Zuccardi, que atualmente comanda a vinícola de mesmo sobrenome, na Argentina.</strong></p>
<p><strong>A Zuccardi é bastante conhecida aqui no Brasil pela sua qualidade e pela sua boa gama de produtos, podendo atender diversos tipos de gostos e claro, de bolsos.</strong></p>
<p><strong>Degustamos 7 vinhos, cada um com uma boa característica. Vamos a eles:</strong></p>
<p><strong>Zuccardi Cuvée Especial Blanc de Blancs Chardonnay<br />
</strong>Preço: 120,00<br />
Esse é um espumante para ninguém colocar defeito. Eu mesmo já fiz alguns “mini-desafios” de espumantes entre brasileiros e argentinos e nós sempre nos demos bem, mas esse aqui, que eu não conhecia, com certeza ganharia de muitos que eu conheço. Produzido através do método <em>champenoise</em>, fica em contato com as leveduras por 58 meses. Isso mesmo, 58 meses!<br />
Possui uma coloração palha tendendo para o esverdeado brilhante e intenso. Perlage fina e com cordões intensos e persistentes.<br />
Possui aromas típicos da <strong>chardonnay</strong>, com destaque para o abacaxi e pêssego. Aparecem também notas tostadas como amêndoas e um leve toque adocicado no final. Em boca mostrou-se com uma ótima acidez e final longo e muito correto. Um belíssimo espumante.</p>
<p><strong> Zuccardi Serie A Torrontés 2008<br />
</strong><strong>Preço: 60,00<br />
</strong>A Torrontés é uma uva que apresenta uma grande gama de aromas e encanta exatamente por essa característica. Esse vinho apresentou uma coloração palha bem claro, bastante brilhante. No nariz apresentou aromas típicos florais, com destaque para rosas. Surgiram também aromas de lichia e o típico “grama cortada” no final.<br />
Em boca os aromas se confirmam, mas de forma menos intensa. Um bom vinho, mas que eu esperava um pouco mais de acidez. Nada que desabone, mas se tivesse um pouquinho mais, seria perfeito.</p>
<p><strong>Santa Júlia Innovación Touriga Nacional<br />
</strong><strong>Preço: 39,00<br />
</strong>Esse vinho apresentou uma coloração rubi intensa com leve halo de evolução. Seus aromas me lembraram frutas negras (amoras principalmente) e um leve tostado no final, com um toque de chocolate. Na boca seus aromas são confirmados e seu corpo também faz juz à casta. Final relativamente longo e sem amargor. Ótimo custo X benefício. Há quem diga que Touriga Nacional só se faz em Portugal&#8230; O senhor Zuccardi discorda disso!<strong></strong></p>
<p><strong>Zuccardi Serie A Bonarda 2008<br />
</strong><strong>Preço: 60,00<br />
</strong>Eu gosto bastante dessa uva. Acho que tem bons aromas, boa complexidade e bom corpo. Coloração rubi intenso com reflexo brilhante e límpido. Muito frutado no nariz como era de se esperar. Frutas negras maduras, leve toque terroso, um toque leve floral e um pouco de tostado. Tudo bem harmonioso. Em boca apresentou bom corpo, boa acidez e final bem correto. Não é fácil de encontrar bons Bonardas no mercado. Esse eu considero um deles.</p>
<p><strong>Zuccardi Serie Q Malbec 2008<br />
</strong><strong>Preço: 105,00</strong><strong><br />
</strong>A série “Q” vem de “qualidade” e reflete-se realmente no vinho. Agora estamos falando de vinhos mais estruturados e com mais tempo de descanso inclusive. Coloração rubi intensa e mostrando-se ainda bem jovem e potente. Ainda estava um pouco tímido no nariz, deixando seus aromas saírem devagar, precisando de aeração. Após algum tempo foi possível encontrar algo como ameixas em compota, leve toque terroso e uma pontinha de chocolate no final. Na boca um vinho de grande estrutura, comprovando novamente o nome da linha. Seus taninos ainda estavam bem jovens, mostrando que o vinho pode ser guardado por algum tempo ainda, mas são de ótima qualidade.</p>
<p><strong>Zuccardi Zeta<br />
</strong><strong>Preço: 229,00<br />
Esse é o vinho ícone da vinícola. Composto por Malbec e Tempranillo, é um grande vinho. Apresenta-se ainda jovem em taça, com um halo de evolução muito pequeno. </strong>No nariz, aromas francos de frutas vermelhas em compota, tostados (de barrica) e um leve toque de especiarias. Na boca só comprova tudo o que se esperava dele, com grande estrutura e maciez. Um vinho para se beber com calma e apreciando. Pode ser guardado por um bom tempo (eu diria que mais de 5 anos). <strong></strong></p>
<p><strong>Malamado Malbec<br />
</strong><strong>Preço: 77,00</strong><strong><br />
</strong><strong>Esse é o vinho fortificado da vinícola que faz um “Malbec a la manera del Porto” (daí vem o nome, tirado das iniciais da frase). É um vinho muito interessante, que apresenta uma coloração </strong>rubi com algum reflexo granada. No nariz encontramos aromas de frutas adocicadas em compota, com um leve toque tostado ao final. Na boca é quente (como não poderia deixar de ser, com sua alta graduação alcoólica), tem um bom dulçor e um ótimo final. É um “porto diferente”, que merece ser provado. Pra mim, parece um ótimo custo X benefício.</p>
<p>Além dos vinhos foram degustados também os azeites produzidos por eles. O almoço foi no La Vecchia Cuccina, do brilhante Sergio Arno. No dia tivemos a oportunidade de entrevistar o Sr. Alberto Zuccardi e a <a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/almoco-com-zuccardi/" target="_blank">entrevista você pode ver aqui</a>.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Susana Balbo Crios Syrah Bonarda 2008</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 11:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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		<category><![CDATA[Lujan de Cuyo]]></category>
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		<description><![CDATA[Muito se ouve falar sobre a enóloga Susana Balbo aqui no Brasil. E ouve-se falar bem. Proprietária da Bodega Domínio del Plata, situada em Lujan de Cuyo (Mendoza), na Argentina, a Susana Balbo produz realmente vinhos de ótima qualidade. Na bodega são produzidos vários vinhos, classificados em algumas linhas. A linha Crios é uma delas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se ouve falar sobre a enóloga Susana Balbo aqui no Brasil. E ouve-se falar bem. Proprietária da Bodega Domínio del Plata, situada em Lujan de Cuyo (Mendoza), na Argentina, a Susana Balbo produz realmente vinhos de ótima qualidade.</p>
<p>Na bodega são produzidos vários vinhos, classificados em algumas linhas. A linha Crios é uma delas, que me parece ser a mais conhecida. É um vinho que tem um ótimo custo X benefício. Consegui então finalmente provar um vinho dessa linha, feito com Syrah e Bonarda, que são duas uvas que me agradam bastante.</p>
<p>Apresentou uma coloração rubi bastante intensa, provavelmente resultado da utilização da bonarda. No nariz apresentou aromas muito intensos e francos, passando por frutas vermelhas como geléia de cereja, baunilha, café e um toque de pimenta branca.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/susana_balbo_syrah_bonarda.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1980" title="susana_balbo_syrah_bonarda" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/susana_balbo_syrah_bonarda.jpg" alt="" width="65" height="220" /></a>Em boca apresentou ótimo equilíbrio, com boa acidez, mas nada exagerada, final de média persistência, mas sem amargor. Inicialmente apresentou um sabor lembrando azeitona na boca, mas que com o tempo se dissipou. Algo inusitado, eu diria.</p>
<p>É um bom vinho, que pode fazer parte do dia a dia das refeições, mas que por sua força e concentração, tem que se tomar cuidado. Comidas mais leves vão ser “atropeladas” por esse vinho. Pra quem gosta daqueles vinhos mais intensos, esse me parece uma boa opção.</p>
<p>Custa em torno de 45 reais.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Callia Alta Reserve 2007</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 11:10:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já testei e aprovei a qualidade da Bodega Callia, da Argentina, que produz vinhos muito bons, desde seus mais básicos até os tops. Mas até então eu não tinha provado (e nem conhecia, pra falar a verdade) o Callia Alta Reserve e quando o vi, o que me chamou a atenção nesse vinho foram as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1132" title="vinhos_de_corte_callia_alta_reserve" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/11/vinhos_de_corte_callia_alta_reserve-92x300.jpg" alt="vinhos_de_corte_callia_alta_reserve" width="92" height="300" />Já testei e aprovei a qualidade da Bodega Callia, da Argentina, que produz vinhos muito bons, desde seus mais básicos até os tops.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Mas até então eu não tinha provado (e nem conhecia, pra falar a verdade) o Callia Alta Reserve e quando o vi, o que me chamou a atenção nesse vinho foram as uvas de seu corte: Syrah (40%), Cabernet Franc (30%) e Bonarda (30%). Um corte bem inusitado e que me pareceu muito interessante. Comprei o vinho e tratei de degustá-lo logo, pois não conseguiria segurar a minha curiosidade tanto tempo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Em taça ele mostrou uma coloração bem forte, com um tom rubi bem vivo. Um halo de evolução bem pequeno demonstrou que o vinho pode ser guardado por um bom tempo ainda.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">No nariz, aromas intensos de especiarias, tabaco, madeira e um leve toque adocicado no final, lembrando baunilha ou côco. Depois de algum tempo aberto, o vinho evoluiu bastante, tornando-se ainda mais interessante em seus aromas, que passaram a mostrar frutas em compota ou geléia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Em boca, bastante força e potência, mas com um bom equilíbrio. Os taninos ainda estavam um pouquinho verdes e amarrando um pouco, mas com o tempo, com certeza vão ficar muito macios.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">É um vinho que custa em torno de 35 reais e é importado pela Decanter. Como já comentei gosto muito dos vinhos da Callia e esse vai figurar em meus <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Best buys</em>, pelo seu preço e qualidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Um abraço</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Daniel Perches</span></p>
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		<title>Dante Robino Bonarda 2006</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 12:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2006]]></category>
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		<description><![CDATA[Se você gosta da uva Bonarda, sugiro experimentar esse vinho da Argentina, que tem um ótimo custo x benefício. A Bonarda é uma uva que pode dar vinhos bastante frutados e fáceis de beber. Esse Dante Robino é assim. O vinho é relativamente jovem e tem as características típicas de um jovem do Novo Mundo: bastante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-505" title="dante_robino" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/08/dante_robino-79x150.jpg" alt="dante_robino" width="79" height="150" />Se você gosta da uva Bonarda, sugiro experimentar esse vinho da Argentina, que tem um ótimo custo x benefício.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">A Bonarda é uma uva que pode dar vinhos bastante<span id="more-504"></span> frutados e fáceis de beber. Esse Dante Robino é assim. O vinho é relativamente jovem e tem as características típicas de um jovem do Novo Mundo: bastante potência, frescor e força.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Sua coloração é vermelha e intensa, muito bonita e viva. No nariz, aromas de frutas frescas como groselha e ameixa. Não consegui encontrar aromas terciários, mesmo deixando um tempo o vinho na taça, mas sinceramente acho que nem combinaria com o vinho. Mesmo depois de descansado por um tempo, ele ainda exalava os ótimos aromas do começo da garrafa. Uma beleza!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Na boca, como já falei, muita força e potência. Seu álcool é bem presente, mas algo esperado dentro do conjunto. Ou seja, era pra ser assim mesmo. Vinho justo e com um preço talvez até melhor do que o esperado. Custa em torno de R$ 36,00. A importadora é a Grand Cru.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Esse vinho foi degustado na Bendita Hora, pizzaria que ganhou como Melhor da Cidade pelo Guia 4 rodas nesse ano. Vale a visita. Fica em Perdizes. O site está <a href="http://www.benditahora.com.br/" target="_blank">aqui</a>. Eles recomendam a pizza de abobrinha, que realmente é muito boa. A combinação ficou até agradável, apesar de eu achar que o vinho seria melhor degustado com outros tipos de pizza do cardápio, mas como infelizmente não dá pra tomar uma garrafa por pizza, temos que nos adaptar, não é mesmo?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Abraços</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Daniel Perches</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
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		<title>L´apero e seu cassoulet</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 15:04:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2006]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Bonarda]]></category>
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		<category><![CDATA[França]]></category>

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		<description><![CDATA[Não resisti. Voltei ao L´apero com minha esposa, para comer novamente a salada e o cassoulet. Precisava ter certeza que realmente era bom e valia a pena pelo preço (afinal de contas, a gente encontra preços exorbitantes em bistrôs por aí&#8230;) e hoje contarei sobre o vinho, mas o astro principal é o cassoulet. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-110" title="cassoulet1" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/06/cassoulet1-150x150.jpg" alt="cassoulet1" width="150" height="150" />Não resisti. Voltei ao L´apero com minha esposa, para comer novamente a salada e o cassoulet. Precisava ter certeza que realmente era bom e valia a pena pelo preço (afinal de contas, a gente encontra preços exorbitantes em bistrôs por aí&#8230;) e hoje contarei sobre o vinho, mas o astro principal é o cassoulet.<br />
O menu foi o mesmo (como falado acima) e eu só decidi mudar o vinho. Novamente, uma ótima escolha.<br />
Pedimos o Colonia Las Lebres Bonarda 2006. Um vinho da Bodega Alto las Hormigas, importado no Brasil pela Mistral.<br />
Vinho excelente, com muita fruta fresca no nariz e um toque herbáceo/ balsâmico que me deixou encantado. Uma excelente compra, sem dúvida. Na importadora custa R$ 29,00 e no restaurante custa um pouco mais.<br />
Mas voltando ao cassoulet: esse prato tipicamente francês (me recuso a falar que é feijoada francesa) estava excelente. Tempero leve e delicado, carnes macias e bem temperadas. Acompanhado de pão em pedacinhos, foi sensacional.<br />
Sim, dá pra comer muito bem na Vila Madalena (SP), num bistrô francês e principalmente sem gastar muito. Esse lugar é o L´aperô. Ponto para os franceses.<br />
E você, conhece algum restaurante francês interessante? Manda pra mim.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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