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	<title>Vinhos de Corte &#187; Alicante Bouschet</title>
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		<title>Subsídio 2008</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 12:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sempre digo aqui que eu gosto da criatividade dos nomes dos vinhos portugueses. Não vemos isso em nenhum outro lugar do mundo e pra mim é algo que faz parte do charme do produto. E não adianta tentar copiar, porque a chance de ficar estranho é muito grande. Se for de Portugal, tudo bem, aceitamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre digo aqui que eu gosto da criatividade dos nomes dos vinhos portugueses. Não vemos isso em nenhum outro lugar do mundo e pra mim é algo que faz parte do charme do produto. E não adianta tentar copiar, porque a chance de ficar estranho é muito grande. Se for de Portugal, tudo bem, aceitamos nomes diferentes. Se for de outro lugar, vamos estranhar.</p>
<p>E o <strong>Subsídio</strong>, como bom vinho português &#8211; e alentejano &#8211; tem também a sua história com o nome. A idéia vem explicada no contra-rótulo, onde o produtor explica que a idéia do nome veio porque esse vinho deve ser um bom subsídio para os alimentos, ou seja, deve ser um bom acompanhante da gastronomia.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/08/subsidio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3280" title="subsidio" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/08/subsidio.jpg" alt="" width="63" height="220" /></a>Dito e feito. O vinho, que é feito com Aragonez, Syrah, Cabernet Sauvignon e Alicante Bouschet é daqueles vinhos que ficam realmente muito melhores com a comida. É um vinho jovem, muito frutado (com aromas de frutas vermelhas, tostadas, leve chocolate) e que, por conta dos seus taninos muito presentes e sua acidez bem equilibrada, ele se dá muito bem com a comida. Provei o vinho com uma linguiça defumada feita na brasa e a combinação foi excelente.</p>
<p>Não sei o valor, mas deve ser um vinho que chegue num preço acessível para os consumidores aqui no Brasil. Vale a pena provar e harmonizar. Você verá nitidamente a diferença dele sozinho e acompanhando um bom prato (que de preferência seja bem estruturado, como a linguiça, um assado com gordura ou até mesmo molhos fortes).</p>
<p>Só uma recomendação: tente manter o vinho numa temperatura de 16 graus (um pouco mais baixa do que os 18 graus que são sempre recomendados), pois assim a sensação de álcool vai diminuir.</p>
<p>E se quiser saber mais sobre o vinho e o produtor, acesse o site da <a href="http://www.limamayer.com/" target="_blank">Lima-Mayer</a>.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Romeira 2009</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jul 2011 11:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse é daqueles vinhos que dá até para chamar de Best Buy. O Romeira 2009 é um vinho produzido no Alentejo com as uvas Aragonês, Trincadeira e Alicante Bouschet. Trazido para o Brasil pela Domno, é um vinho que chamou a minha atenção por ser bem fácil de entender. E quando eu falo em vinho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é daqueles vinhos que dá até para chamar de Best Buy. O <strong>Romeira 2009</strong> é um vinho produzido no Alentejo com as uvas Aragonês, Trincadeira e Alicante Bouschet.</p>
<p>Trazido para o Brasil pela Domno, é um vinho que chamou a minha atenção por ser bem fácil de entender. E quando eu falo em vinho &#8220;fácil de entender&#8221; eu quero dizer aquele que tem aromas que a gente identifica de cara, sem precisar ficar esperando muito tempo e nem precisar ficar lembrando de todos aqueles tipos de frutas e outras coisas que a gente conhece.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/07/romeira_2009.png"><img class="alignleft size-full wp-image-3070" title="romeira_2009" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/07/romeira_2009.png" alt="" width="62" height="220" /></a>O Romeira 2009 é assim: no nariz tem um bom aroma de fruta vermelha (com destaque para a cereja), leve toque de madeira bem ao fundo e um pouco de tostado, lembrando um pouquinho de fumaça. Mas o que fica mesmo é a cereja. Ah, tem um pouco de álcool sobrando, mas é só você deixar ele aberto por um tempo que isso vai sair.</p>
<p>Na boca o vinho tem um bom equilíbrio e principalmente tem taninos bem macios. Isso também é muito importante para que o vinho entre na minha categoria de “<em>fácil de entender</em>”.</p>
<p>Esse eu acho que nem precisa de comida. Dá pra ir bebendo ele simplesmente acompanhado de queijos (recomendo os mais maduros e amarelos).</p>
<p>Sim, é um vinho bem correto, mas o que mais importa agora é saber o preço, certo? Esse chega ao Brasil por corretos 42 reais (base São Paulo). Gostou? Eu recomendo provar. Não vai se arrepender.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Magna Carta Reserva 2008</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 11:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gosto de avaliar e analisar os rótulos dos vinhos. Sou publicitário e claro que eu sempre fico de olho na forma de apresentação dos produtos, mas sempre lembro que o que eu tenho que avaliar é o vinho, porém sabemos que o rótulo é o que vai fazer alguém comprar um vinho que não conhece. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto de avaliar e analisar os rótulos dos vinhos. Sou publicitário e claro que eu sempre fico de olho na forma de apresentação dos produtos, mas sempre lembro que o que eu tenho que avaliar é o vinho, porém sabemos que o rótulo é o que vai fazer alguém comprar um vinho que não conhece. E por isso é importante investir nisso.</p>
<p>E pensando nisso, ao ver a garrafa do <strong>Magna Carta Reserva 2008</strong> eu já me animei. Admito que ele não tem o rótulo mais bonito que eu já vi na minha vida, mas aquela pena azul na lateral chama a atenção. Não sou fã de penas, mas essa ficou legal. E como ela tem uns reflexos preateados, fica ainda mais chamativo quando bate o reflexo da luz.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/06/magna_carta_2008.png"><img class="alignleft size-full wp-image-3066" title="magna_carta_2008" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/06/magna_carta_2008.png" alt="" width="71" height="220" /></a>Rótulo aprovado, aí veio a hora de provar o vinho. Esse é um português alentejano, feito com as uvas Syrah (40%), Aragonês (40%) e Alicante Bouschet (20%), um corte típico daquela região, segundo meu amigo – e especialista em vinhos, principalmente portugueses – João Filipe Clemente.</p>
<p>Gostei do vinho. No nariz ele apresentou um aroma bem complexo, que combinava toques de madeira, um leve mentolado, frutas vermelhas bem maduras (com leve adocicado). Na boca ele mostrou que acompanhava o nariz, com um bom corpo, acidez na medida e final sem amargor. Ou seja, um vinho bem correto e que até acho que vai melhorar com o passar do tempo, pois mesmo com 3 anos de vida, ele ainda me parecia jovem.</p>
<p>Mas o melhor mesmo veio quando eu vi o preço sugerido de venda (base São Paulo): 70 reais. Aí sim fiquei contente. É um vinho que vale tranquilamente esse valor e não faz feio em nenhuma degustação.</p>
<p>Então se você está procurando um vinho para levar para o sogro (que diz que entende de vinhos), para aquele cunhado que gosta de um bom vinho encorpado ou para um jantar com amigos e não quer fazer feio (e nem gastar muito), está aí uma boa sugestão.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Domaine El Bordj Coteaux de Mascara 2008 &#8211; um vinho da Argélia</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 11:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio às minhas andanças na França, no começo desse ano, eu entrei em supermercado pra comprar alguns queijos. Inevitavelmente, fui dar uma olhada nas prateleiras de vinhos (que são um espetáculo à parte) e foi aí que me deparei com o Domaine El Bordj Coteaux de Mascara 2008, um vinho produzido na Argélia. Era um país que eu tenho que confessar que nem sabia que tinha vinhos.</p>
<p>Como bom curioso, não tive dúvidas e comprei o vinho. Queria trazer mais, mas como estava ainda no começo da viagem e sabia que a quantidade de garrafas aumentaria a cada dia, eu tive que me conter e trazer somente duas. Aliás, um grande risco, porque eu não tinha a menor idéia se era um bom vinho ou não.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/04/coteaux_mascara_2008.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2820" title="coteaux_mascara_2008" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/04/coteaux_mascara_2008.jpg" alt="" width="139" height="220" /></a>E pra não me enganar sozinho, levei esse vinho para uma degustação na Vino&amp;Sapore. No dia seriam degustadas várias safras do renomado Marques de Casa Concha, da Concha Y Toro e eu esperei terminar tudo para apresentar o vinho (às cegas) para o pessoal que estava lá.</p>
<p>E não é que o vinho não decepcionou? Produzido com as uvas Grenache, Cinsault, Mourvèdre, Morastel, Cabernet Sauvignon, Syrah e Alicante Bouschet, tem nessa mistura outro ponto interessante. Nunca vi essas uvas todas juntas em um vinho.</p>
<p>Bem, o fato é que o vinho é bom, com aromas de frutas vermelhas e um forte toque mineral. Na boca foi bem, com boa acidez e um final que eu achei curto, mas dando o desconto pelo inusitado, até que me agradou.</p>
<p>Essa é uma das belezas do mundo do vinho: poder encontrar vinhos completamente diferentes de tudo o que já provou, seja pela procedência, pelas uvas ou pelos aromas e sabor.</p>
<p>Aprendi mais uma: na Argélia se faz vinho sim!</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Montefino Reserva 2004</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 10:50:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Com tanta oferta de vinhos portugueses (bons), não é fácil se decidir pelo qual vai beber. E foi assim, meio suspeito, que eu resolvi comprar esse Montefino Reserva 2004, que é um vinho feito no Alentejo com as castas Touriga Nacional, Trincadeira, Aragonês e Alicante Bouschet (sendo 25% cada uma). Eu já conhecia o Monte da Penha Fino Reserva, que apesar de eu acreditar que abri o vinho depois de seu auge, eu achei que tinha algo interessante por lá e resolvi provar esse outro, do mesmo produtor.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Montefino_Res_Tinto_2004.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2527" title="Montefino_Res_Tinto_2004" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Montefino_Res_Tinto_2004.jpg" alt="" width="57" height="220" /></a>Sorte a minha! O vinho mostrou-se também evoluído, mas menos do que o anterior, com uma coloração já tendendo ao granada, mas com aromas muito presentes de frutas vermelhas compotadas, contrastando com aromas de madeira, chocolate e um leve defumado. Em boca mostrou uma acidez boa, mas nada muito forte, taninos ainda bem presentes, bom corpo e um final médio, mas com um retrogosto bem agradável. Com o tempo o vinho evoluiu consideravelmente, partindo para aromas de nozes e ressaltando o aroma de chocolate.</p>
<p>Provado com queijos defumados ficou ainda melhor, fazendo um belo par com o amanteigado dos queijos. Importado também pela Vinea por 54 reais é um bom <em>vinho coringa</em>, daqueles que você pode levar na casa de amigos ou parentes para acompanhar a maioria das comidas, que não vai fazer feio.</p>
<p>Agora que me animei, quero provar mais vinhos desse produtor. Vamos ver o que dá.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Herdade da Mingorra – os vinhos da Sofia Uva</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 10:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com esse sobrenome, ela não poderia trabalhar com outra coisa, senão vinho. Sofia Uva é a filha do dono da Herdade da Mingorra, uma propriedade no Alentejo que está trazendo alguns de seus bons rótulos para o Brasil através da Grand Cru. Em degustação na loja da Bela Cintra a proprietária nos contou um pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com esse sobrenome, ela não poderia trabalhar com outra coisa, senão vinho. Sofia Uva é a filha do dono da Herdade da Mingorra, uma propriedade no Alentejo que está trazendo alguns de seus bons rótulos para o Brasil através da Grand Cru.</p>
<p>Em degustação na loja da Bela Cintra a proprietária nos contou um pouco sobre os seus vinhos e sobre as difíceis colheitas de 2007 e de 2005 (anos secos e que a chuva veio bem um pouco antes da colheita, praticamente arruinando toda a plantação). Apesar dos anos difíceis, conseguiu fazer bons vinhos, com destaque para dois deles:</p>
<p><strong><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/12/alfaraz_branco.png"><img class="alignleft size-full wp-image-2488" title="alfaraz_branco" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/12/alfaraz_branco.png" alt="" width="70" height="217" /></a>Alfaraz Reserva Branco 2007<br />
</strong>Produzido 100% com a uva Antão Vaz, é um vinho que passa 6 meses em barrica fermentando e depois fica mais um tempo pra afinar. O resultado é um vinho bem untuoso, com aromas lácteos e frutas passas, que permanecem em taça por muito tempo. Em boca tem um bom corpo e um final longo. É um vinho estruturado, mas que não perde a sua acidez. Pede uma boa comida, que pode até ter uma estrutura maior, como um bom molho com mais gordura.<br />
Custa R$ 68,00</p>
<p><strong></p>
<p></strong></p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/12/alfaraz_tinto.png"><img class="alignleft size-full wp-image-2489" title="alfaraz_tinto" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/12/alfaraz_tinto.png" alt="" width="60" height="220" /></a><strong>Alfaraz Reserva Tinto 2005</strong></p>
<p>Com um corte de Alfrocheiro, Alicante Bouschet, Syrah e Touriga Nacional, o vinho me chamou a atenção pela sua força, taninos bons (apesar de ainda jovens, o que mostra que o vinho ainda vai envelhecer) e apesar de tudo ainda ser relativamente “macio” em boca. É um vinho que também pede comida e que deve melhorar muito com um bom prato (e se for um português ainda, melhor!).<br />
Custa R$ 110,00</p>
<p>Além disso degustamos também outros rótulos como o <strong>Terras d´Uva Branco 2008</strong> e o <strong>Terras d´Uva Tinto 2007</strong> (os vinhos de entrada da vinícola), o <strong>Colheita Selecionada 2007</strong> e o top da vinícola, o <strong>Uvas Castas 2005</strong>, que também é um belo vinho.</p>
<p>Sofia nos contou que está preparando um espumante brut que deve chegar ao mercado português ainda esse ano e talvez esteja aqui pra gente no ano que vem. Espero pode provar, pois a vinícola mostrou boa qualidade. Aliás, esperamos que a Sra. Uva e sua família continuem honrando o sobrenome.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>DO 12 uve Il Paradiso di Frassina 2005</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 15:24:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2005]]></category>
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		<description><![CDATA[Outro dia um colega blogueiro me fez uma pergunta interessante: “Qual o vinho que você já bebeu com a maior quantidade de tipos de uva?”. Em geral, nós estamos acostumados a ver cortes com 2, 3, até 5 uvas. Mas quando nos deparamos com um vinho que é composto por 12 castas diferentes, realmente dá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia um colega blogueiro me fez uma pergunta interessante: “Qual o vinho que você já bebeu com a maior quantidade de tipos de uva?”.</p>
<p>Em geral, nós estamos acostumados a ver cortes com 2, 3, até 5 uvas. Mas quando nos deparamos com um vinho que é composto por 12 castas diferentes, realmente dá vontade de provar.</p>
<p>E foi assim que eu conheci o DO, da vinícola Paradiso di Frassina. Como já comentei aqui sobre outro vinho deles, o produtor costuma levar música o tempo todo para os vinhedos, pois acredita que assim as plantas vão ficar mais felizes e produzir melhores frutos.</p>
<p>Continuo sem ter certeza sobre essa teoria, mas uma coisa é certa: esse vinho é muito bom!</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/vini_12uve_c2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1725" title="vini_12uve_c2" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/vini_12uve_c2-101x300.jpg" alt="" width="101" height="300" /></a>Quere saber as uvas? Vamos lá: Brunello e Morellino (25%), Cabernet Sauvignon (20%), Cesanese d&#8217;Affile (10%), Syrah (10%), Petit Verdot (8%), Merlot (6%), Ancellotta (6%), Alicante Bouschet (5%), Cabernet Franc (4%), Tannat (3%), Canaiolo (3%).</p>
<p>Bastante coisa, hein?</p>
<p>O resultado disso tudo é um vinho com uma coloração rubi profunda, com um leve halo de evolução.</p>
<p>Os aromas são muitos, passando por frutas vermelhas em compota, aromas terrosos e também defumados. O interessante é que os aromas iam e voltavam, fazendo como se fosse um rodízio. A cada vez, algo diferente.</p>
<p>Em boca, muita maciez. Seus taninos são de ótima qualidade e seu final é longo e bem marcante. Um vinho de muito caráter.</p>
<p>Deve acompanhar bem uma boa comida e ser degustado calmamente, deixando-o evoluir em taça, para que libere todo o seu bouquet. Acredito que carnes assadas sejam um bom par para ele.</p>
<p>Importado pela Santa Ceia, não é um vinho barato, mas vale a pena. Eu recomendo.</p>
<p>E agora já sabem qual é o vinho que eu provei que tem mais castas diferentes em sua produção. E você, já provou algum vinho assim? O que achou?</p>
<p>Abraços</p>
<p>Daniel Perches</p>
<p>Abaixo você vê o contra-rotulo do vinho, com as informações sobre as uvas.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/etichetta_retro_12uve.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-1724" title="etichetta_retro_12uve" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/etichetta_retro_12uve-183x300.gif" alt="" width="183" height="300" /></a></p>
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		<title>Monte da Penha Fino Reserva 2003</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 11:50:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2003]]></category>
		<category><![CDATA[Alicante Bouschet]]></category>
		<category><![CDATA[Aragonez]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Trincadeira]]></category>
		<category><![CDATA[alentejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho um gosto especial pelos vinhos do Alentejo. Aliás, Alentejo e Ribatejo. Acho que eles ficam um pouco fora do “jet-set” do Douro, Dão e Porto. Aí sempre que encontro um fico com vontade de provar. Foi assim que eu busquei esse Monte da Penha Fino Reserva 2003, um vinho produzido lá no Alentejo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho um gosto especial pelos vinhos do Alentejo. Aliás, Alentejo e Ribatejo. Acho que eles ficam um pouco fora do “jet-set” do Douro, Dão e Porto. Aí sempre que encontro um fico com vontade de provar.</p>
<p>Foi assim que eu busquei esse Monte da Penha Fino Reserva 2003, um vinho produzido lá no Alentejo com as castas Alicante Bouschet, Trincadeira e Aragonês. Três castas típicas de Portugal e da região.</p>
<p>Esse vinho foi comprado no começo de 2009 e só depois de um ano que eu resolvi abri-lo. Deveria ter aberto antes (esse é, sem dúvida, um dos maiores dilemas de um enófilo que tem estoque em casa: quando abrir?)</p>
<p>Acho que o vinho já está em declínio e perdeu bastante de seu vigor e força. Ainda é um vinho bem interessante, diga-se de passagem, mas não está mais em seu auge de maturidade.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/monte_penha_fino_2003.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1704" title="monte_penha_fino_2003" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/monte_penha_fino_2003.jpg" alt="" width="55" height="220" /></a>Em taça mostrou uma coloração rubi escura, mas com pouco brilho. Seu halo já se mostrou bastante evoluído.</p>
<p>No nariz apresentou aromas terciários bem marcados, com destaque para a madeira e para o fumo. É possível identificar frutas passadas também, mas sempre mescladas com a madeira.</p>
<p>Em boca mostrou-se com corpo leve e final de média persistência, mas com um pouco de amargor.</p>
<p>Acredito que tenha sido um vinho bastante interessante, cerca de dois anos atrás. Como me interessei pelo vinho, vou ficar de olho na próxima safra que soltarem, para que eu possa comparar. Depois eu conto por aqui.</p>
<p>Esse é importado pela Vinea e custa em torno de 100 reais.</p>
<p>Abraços</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Pizzato Alicante Bouschet Reserva 2004</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 12:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[Alicante Bouschet]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[pizzato]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um belo vinho da Pizzato, uma ótima vinícola nacional. Não conheço outro produtor aqui no Brasil que trabalhe essa casta, que é um cruzamento entre a Petit Bouschet e a Grenache e é originária da França. A Alicante Bouschet é bastante utilizada em Portugal. Por aqui, como falei, não é fácil de achar. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"><img class="alignleft size-full wp-image-912" title="pizzato_alicante_bouschet" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/10/pizzato_alicante_bouschet.jpg" alt="pizzato_alicante_bouschet" width="105" height="315" />Mais um belo vinho da Pizzato, uma ótima vinícola nacional. Não conheço outro produtor aqui no Brasil que trabalhe essa casta, que é um cruzamento entre <span id="more-911"></span>a Petit Bouschet e a Grenache e é originária da França.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">A Alicante Bouschet é bastante utilizada em Portugal. Por aqui, como falei, não é fácil de achar. E a Pizzato fez um belo trabalho com esse Reserva, que foi produzido em 2004, mas só liberado para o mercado em 2008. Ótima decisão, pois o vinho ainda tem pouco amadurecimento e bom potencial de guarda. Acho que mais uns 2 anos e ele vai mostrar um belíssimo bouquet.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Mas voltando ao vinho, ele tem uma coloração rubi intensa, intransponível. É um bastante denso e bonito. Ao ser agitado na taça, pinta-a, deixando seu rastro de força e potência por onde passa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">No nariz, aromas de frutas negras com destaque para jabuticaba, além de um forte terciário de chocolate e couro. Enquanto escrevo estou deixando o vinho na taça, que está evoluindo aos poucos. Acho que merece um tempinho de aeração.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Na boca, boa potência, mas muito macio, além de ressaltar os aromas, principalmente os terciários. Final médio a longo, mas bem redondo também.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">É um vinho que deve acompanhar bem comidas fortes. Eu fiquei com vontade de comer um chilli com carne com ele. Infelizmente não tinha aqui pra provar, mas com certeza vou beber outra garrafa deste, então o menu já está definido. Se tiverem alguma sugestão, por favor mandem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Abraços</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Daniel Perches</span></p>
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		<title>Esporão Reserva Tinto 2006</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 12:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2006]]></category>
		<category><![CDATA[Alicante Bouschet]]></category>
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		<category><![CDATA[Cabernet Sauvignon]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[alentejo]]></category>
		<category><![CDATA[esporão]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você gosta dos vinhos portugueses, tem que provar esse, vindo da famosa região do Alentejo! Eu diria que é um dos clássicos de Portugal. E o melhor, o preço ajuda. Custa em torno de R$ 90,00 (na importadora). Se comparado com os grandes ícones como o famosíssimo Barca Velha, que custa em torno de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><img class="alignleft size-full wp-image-527" title="esporaoreserva2006" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/08/esporaoreserva2006.jpg" alt="esporaoreserva2006" width="108" height="216" />Se você gosta dos vinhos portugueses, tem que provar esse, vindo da famosa região do Alentejo! Eu diria que é um dos clássicos de Portugal. E o melhor, o preço ajuda. Custa em torno de <span id="more-526"></span>R$ 90,00 (na importadora). Se comparado com os grandes ícones como o famosíssimo Barca Velha, que custa em torno de R$ 900,00, é uma boa compra, não é mesmo?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Provei esse vinho numa degustação na ABS, que envolveu outros vinhos muito bons, que serão comentados aqui posteriormente, mas esse mereceu ser o primeiro porque eu estava querendo experimenta-lo faz tempo. Aliás, estou com duas garrafas dele em casa esperando por uma boa ocasião. Quem sabe não vai ser com o bacalhau que está sendo ensaiado?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Bem, o vinho é muito bom! Uma coloração rubi intenso com um pequeno halo de evolução já mostra que o vinho é bem estruturado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">São 4 castas: Aragonês, Trincadeira, Alicante Bouschet e Cabernet-Sauvignon, que foram muito vinificadas separadamente. O vinho passa 12 meses em barricas americanas e francesas, formando um ótimo blend, com um leve tostado no nariz, mas bem suave mesmo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Ainda no nariz encontramos muita fruta vermelha bem madura e algum aroma de bosque fresco. Bem ao estilo português mesmo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Na boca, boa estrutura, contrastando com uma maciez que eu nem esperava. Boa acidez e final longo, mas bem marcante, mostrando que o vinho é bem gastronômico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Um ótimo vinho, que merece ser experimentado. Vale a pena comprar uma garrafa e degustar apreciando com calma e tranqüilidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Será que vai ser uma boa com um bacalhau? O enólogo nos garantiu que sim. Conto em breve se ele estava certo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Abraços</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Daniel Perches</span></p>
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