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	<title>Vinhos de Corte &#187; Sauvignon Blanc</title>
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		<title>Vinhos Casa Marin</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 11:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e aprovei. São realmente muito bons e dignos de todos os comentários que fazem por aí.</p>
<p>Abaixo conto um pouco sobre os que eu provei:</p>
<p><strong>Casa Marin Sauvignon Gris 2008<br />
</strong>Eu só tinha provado um vinho até hoje feito com essa casta. Fiquei espantado com a sua qualidade. Com uma coloração praticamente translúcida, é um vinho muito fresco, com toques minerais e florais, acompanhando frutas brancas frescas. Tem até um leve frizante, de tanta acidez. Mas não se engane pensando que isso pode ser um defeito, pois o vinho é muito correto em boca, equilibrado e com um belo final. Acompanha perfeitamente um dia de calor, com uns petiscos como anéis de lula, por exemplo.</p>
<p><strong>Casa Marin Laurel Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Com uma coloração palha um pouco mais escura que o Sauvignon Gris (mas ainda assim bastante claro), mostrou aromas típicos dessa casta, lembrando frutas brancas e um toque floral. Bastante fresco. Alta acidez e final médio a longo.</p>
<p><strong>Casa Marin Cipreses Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Produzido com uvas de outro bloco de vinhedos, esse se mostrou ainda um pouco mais escuro que o anterior, mas com a mesma qualidade. Frutas bastante presentes e uma ótima acidez. Vinho para se beber tranquilamente sem se preocupar com comida (só com a companhia).</p>
<p><strong>Casa Marin Riesling Miramar 2007<br />
</strong>Acredito que se colocar esse riesling ao lado de outros da mesma casta, vindos do Velho Mundo, ele será facilmente confundido. Toque petroláceo bem presente, pedra de isqueiro, leve floral e frutas em abundância. Um belíssimo riesling, que me lembrou que eu preciso beber mais vinhos dessa casta.</p>
<p><strong>Casa Marin Gewurztraminer Casona 2008<br />
</strong>Como os anteriores, esse também apresentou as notas típicas dessa casta, destacando-se o floral bastante aberto (como pétalas de rosas) e frutas brancas, com destaque claro para a lichia.</p>
<p><strong>Casa Marin Pinot Noir Três Viñedos 2009<br />
</strong>Esse Pinot Noir mostrou-se jovem e leve, como deve ser. Destacaram-se as frutas vermelhas mais adocicadas. Seu final é um pouco quente, mas totalmente correto. Bom vinho. Ótimo para acompanhar carnes leves.</p>
<p><strong>Cartagena Carmenere 2009<br />
</strong>Frutas tropicais vermelhas deram o toque adocicado para o vinho, que me pareceu um bom representante dessa que é a casta emblemática do Chile. Sinceramente, não me chamou muito a atenção, talvez por ter provado outros tão expressivos, mas é um vinho bastante correto e para quem gosta dessa uva, é uma boa opção, com ótima qualidade.</p>
<p><strong>Cartagena Cabernet Sauvignon 2008<br />
</strong>Mais um que não me fez muito a cabeça. Apesar de ter conversado com o Felipe e perguntado pra ele sobre a acidez desses vinhos (que nos tintos me pareceu que faltou um pouco) e ele ter me dito que tem é acidez demais, me pareceu um vinho um pouco leve para o que eu gostaria de ter em um Cabernet Sauvignon. Mas foi muito bem com a carne servida no dia.</p>
<p><strong>Casa Marin Lo Abarca Pinot Noir 2006<br />
</strong>Agora a “brincadeira começou a ficar séria”. Esse é um Pinot Noir de respeito. Frutas muito presentes, acidez corretíssima e final longo. Um vinho para se beber tranquilamente, sem pressa. Belíssimo. Vale provar para conhecer bons pinots do novo mundo.</p>
<p><strong>Casa Marin Litoral Pinot Noir 2003<br />
</strong>Melhor Pinot Noir do Novo Mundo que eu já provei até hoje. Não posso deixar de falar isso. Fiquei impressionado com a sua qualidade. Um vinho com 7 anos de vida e com muitos ainda pela frente. Depois de aerado um pouco, melhorou ainda mais. Como disse o nosso amigo Ivan (da Vinea), naquela garrafa tem “uns 4 vinhos diferentes”. É só o deixar respirar um pouco e com certeza terá belas surpresas. Esse eu nem preciso comentar, porque sua qualidade fala por si.</p>
<p><strong>Casa Marin Miramar Syrah 2005<br />
</strong>Esse vinho apresentou algumas características típicas da uva Syrah, como um toque de especiarias, leve chocolate no final, mas é outro que eu achei que faltou acidez, deixando o vinho um pouco “sem graça”. Mas isso pode ter sido obra do “efeito Pinot Noir Litoral” que eu tinha acabado de provar&#8230;</p>
<p>Bem, depois de todos esses belos vinhos, ainda tivemos uma salada com camarões com o Riesling para acompanhar (que foi muito bem harmonizado) e na seqüência um tornedor de filé ao molho madeira, que aí sim, os vinhos Syrah e Cabernet combinaram bem.</p>
<p>Conseguimos uma entrevista com o Felipe Marin, que em breve estará aqui no blog também.</p>
<p>A Vinea tem nos fundos de sua loja um belíssimo restaurante que funciona às noites (sob reserva) e você pode comprar o vinho para beber, a preço de loja. Eu já estou me agendando para ir lá beber mais do Litoral&#8230;</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Degustando alguns vinhos do Novo Mundo</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 13:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais uma vez os blogueiros foram convidados pelo nosso amigo Jeriel da Costa (Blog do Jeriel) para provar alguns vinhos. Dessa vez ele quis fazer um (belo) painel dos vinhos do Novo Mundo, misturando os países Argentina, Chile e Uruguai. Foi uma ótima oportunidade para conhecer alguns vinhos que eu ainda não tinha provado mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez os blogueiros foram convidados pelo nosso amigo Jeriel da Costa (<a href="http://www.blogdojeriel.com.br" target="_blank">Blog do Jeriel</a>) para provar alguns vinhos. Dessa vez ele quis fazer um (belo) painel dos vinhos do Novo Mundo, misturando os países Argentina, Chile e Uruguai.</p>
<p>Foi uma ótima oportunidade para conhecer alguns vinhos que eu ainda não tinha provado mas já tinha ouvido falar e também para, claro, rever os amigos.</p>
<p>O encontro foi feito no Empório Vila Buarque, que como sempre nos recebeu muito bem.</p>
<p>Vamos falar um pouco sobre os vinhos degustados:</p>
<p> </p>
<p><strong> </strong><strong>Ruca Malén Chardonnay Reserva </strong><strong>2006<br />
</strong><strong>Preço: R$ 54</strong> <br />
O vinho me pareceu já estar em declínio. Percebia-se alguns aromas de abacaxi em calda, com um leve toque adocicado no final, lembrando baunilha.<br />
Em boca tem ainda um pouco de acidez, mas também demonstrou um pouco de “cansaço”. É um vinho que eu recomendaria provar de uma safra mais jovem.<br />
<strong>Esse vinho é importado pela Hannover.</strong></p>
<p><strong>Viña Maipo Gran Devoción Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong><strong>Preço: R$ 69<br />
</strong>Esse vinho, apesar de sua safra também com mais idade e inclusive considerando que a Sauvignon Blanc em geral não resiste muito ao tempo, me chamou a atenção pela sua força ainda presente. Aromas vegetais e florais dominaram a taça e a força foi confirmada na boca. Um bom vinho, mas gostaria que fosse um pouco mais barato.<br />
<strong>Esse vinho é importado pela Ravin. </strong></p>
<p><strong>Pampas del Sur Reserva Malbec 2008<br />
</strong><strong>Preço: R$ 28,50<br />
</strong>Um vinho básico para o dia a dia. Eu descreveria sucintamente assim esse vinho. Quando aberto apresentou um bom aroma típico da Malbec, com frutas vermelhas intensas, mas esse aroma foi embora rapidamente. Em boca sobrou um pouco de álcool. Melhor se provado com comida, de preferência gordurosa.<br />
<strong>Esse vinho é importado pela Max Brands </strong></p>
<p><strong>Gimenez Mendez Alta Reserva Tannat 2008<br />
</strong><strong>Preço: R$ 36,15<br />
</strong>Esse é um ótimo vinho pelo seu preço. Em taça mostrou aromas bastante frutados com destaque para as vermelhas como ameixa e framboesa, mas com um toque de madeira. Em boca apresentou taninos ainda um pouco verdes, mas que com certeza serão amaciados com o tempo. Pode ser bebido agora ou guardado por mais algum tempo, que vai evoluir, com certeza.<br />
<strong>Esse vinho é importado pela Hannover </strong></p>
<p><strong>Ruca Malén Malbec Reserva 2006<br />
</strong><strong>Preço: R$ 54<br />
</strong>Esse na verdade é um corte de Malbec, Petit Verdot e Tempranillo. Também um belo vinho que me pareceu ser produzido com bastante cuidado. Bons aromas e bom em boca, mostrando um final interessante e relativamente longo. Não recomendaria guardar por muito tempo.<br />
<strong>Esse vinho é importado pela Hannover </strong></p>
<p><strong>Santa Julia Tempranillo Reserva  2008<br />
</strong><strong>Preço: R$ 43<br />
</strong>Esse eu tenho que confessar que me surpreendeu. Por algum motivo, eu tinha um certo preconceito em relação aos vinhos Santa Julia (totalmente infundado, já admito). Esse tempranillo é muito interessante, lembrando inclusive os espanhóis em acidez e aromas.<br />
Vale a pena provar e conhecer, inclusive pelo seu preço atraente.<br />
<strong>Esse vinho é importado pela Ravin</strong></p>
<p><strong>Gimenez Mendez Alta Reserva  Arinarnoa 2008<br />
</strong><strong>Preço: R$ 36,15<br />
</strong>Este pra mim foi o melhor da noite. Eu sou fã da Arinarnoa (que é um cruzamento da Merlot com a Petit Verdot). Bela coloração rubi intensa<br />
Seus aromas remetem a frutas negras, chocolate e um toque de menta. Em boca tem boa estrutura e taninos bem rústicos, mas já levemente afinados pela passagem por barrica. Um belo vinho.<br />
<strong>Esse vinho é importado pela Hannover </strong></p>
<p><strong>Ventisquero Grey Cabernet Sauvignon 2005<br />
</strong><strong>Preço R$ 79,90<br />
</strong>Um típico Cabernet Sauvignon de qualidade do Chile. Foi isso que me veio à cabeça quando provei esse vinho. Ainda não conhecia a linha Grey da Ventisquero e me agradou a sua qualidade. Bons aromas e em boca muita maciez e equilíbrio. Apesar de seu preço não tão baixo, vale a compra pela qualidade.<br />
<strong>Esse vinho é importado pela Cantu</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Mais uma vez agradeço ao Jeriel por compartilhar seus vinhos conosco e espero que venha uma próxima em breve.</p>
<p>Abraços</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Veramonte Sauvignon Blanc Reserva 2009</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 09:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2009]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das vinícolas que mais me chamou a atenção na minha viagem ao Chile foi a Veramonte. Situada no vale de Casablanca, ela prima pela sua moderna arquitetura, mas ao mesmo tempo uma grande simplicidade no acolhimento aos visitantes. Isso sem falar, claro, na qualidade de seus vinhos. Provei lá o Sauvignon Blanc 2009 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das vinícolas que mais me chamou a atenção na minha viagem ao Chile foi a Veramonte. Situada no vale de Casablanca, ela prima pela sua moderna arquitetura, mas ao mesmo tempo uma grande simplicidade no acolhimento aos visitantes. Isso sem falar, claro, na qualidade de seus vinhos.</p>
<p>Provei lá o Sauvignon Blanc 2009 e fiquei encantado. Trouxe uma garrafa pra casa e não agüentei muito tempo e já abri. Com o calor que tem feito nada melhor do que um bom vinho refrescante.</p>
<p>Feito 100% com essa casta, é um vinho que tem uma coloração palha verdeal muito brilhante e bonita. No nariz, aromas muito marcantes de frutas cítricas, pêra, casca de laranja, flores brancas. Tudo muito fresco e jovem, com muita potência.</p>
<p>Em boca, acidez alta, mas correta. O aroma cítrico se confirma, deixando um final saboroso e com uma média persistência, mas muito agradável.</p>
<p>Esse é daqueles vinhos que você vai bebendo e não vai nem sentindo. É daqueles que dá até para abrir outra garrafa facilmente, pois é muito leve e prazeroso. Com certeza acompanha muito bem frutos do mar, alguns petiscos mais leves e, claro, um bom queijo de cabra.</p>
<p>Aqui no Brasil é importado pela Reserva Austral. No site deles eu só encontrei a safra 2004. Não provei o vinho desse ano, mas não recomendaria, pois mesmo sendo um reserva, não acredito que esse Sauvignon Blanc tenha essa longevidade. É para ser consumido jovem, que é quando vai mostrar todo o seu potencial.</p>
<p>E pra quem quiser conhecer outros dessa vinícola, recomendo também o Primus, que é o top deles. Esse é fantástico também. Veja o post <a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/primus-2006/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
<p><img class="size-full wp-image-1423 alignright" title="veramonte_sauv_Blanc_2009" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/02/veramonte_sauv_Blanc_2009.jpg" alt="veramonte_sauv_Blanc_2009" width="253" height="412" /></p>
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		<title>Beringer Sauvignon Blanc 2005</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 11:10:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Sauvignon Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[california]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você está atento aos meus posts, poderá notar que no anterior eu tinha falado que a degustação de vinhos californianos tinha acabado. E como temos então um outro vinho da California aqui, logo na sequência? Bem, esse vinho era a minha reserva técnica, digamos assim. Comprei e deixei-o guardado para uma “emergência” em minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1224" title="84504_md" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/11/84504_md-110x150.jpg" alt="84504_md" width="110" height="150" />Se você está atento aos meus posts, poderá notar que no anterior eu tinha falado que a degustação de vinhos californianos tinha acabado. E como temos então um outro vinho da California aqui, logo na sequência?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Bem, esse vinho era a minha <span id="more-1223"></span>reserva técnica, digamos assim. Comprei e deixei-o guardado para uma “emergência” em minha degustação temática da california (afinal de contas, ter um vinho a mais guardado em casa não faz mal nenhum, não é mesmo?).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Sendo assim, abri agora esse Sauvignon Blanc, produzido em Napa Valley, California, do ano de 2005. Foi comprado na Expand Wine Festival, que já comentei aqui também. Foi um dos poucos que me pareceram atrativos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Apesar de sua idade já um pouco avançada, resolvi arriscar e trouxe pra casa. Vinho aberto, então vamos às impressões.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Em taça, mostrou um amarelo ouro, com reflexos até um pouco castanhos, denotando realmente a sua idade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">No nariz, para minha felicidade, ele estava ótimo. Aromas muito interessantes de melão, laranjeira, um leve mineral e bastante adocicado no final. Bem interessante.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Em boca, apresentou um pouco de álcool sobrando, mas tudo bem. Eu já estava bem feliz com a compra. É um vinho correto, com todas as boas características.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Só vou ficar devendo o preço real dele para vocês, pois eu realmente não me lembro. Só sei que paguei R$ 32,00, mas como era uma promoção, não sei o valor sem desconto. De qualquer forma, diria que vale os R$32, mas não muito mais do que isso. Talvez seja um bom balizador.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Um abraço<br />
Daniel Perches</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Chateau Ramon 2006</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 12:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2006]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já ouviu o termo “vinhos de meditação”? Se não ouviu, aqui vai uma breve explicação: alguns costumam usar esse termo para vinhos que são feitos para serem degustados lentamente, talvez acompanhados de um bom charuto (pra quem gosta, é claro), ou até mesmo sozinhos. Aí você fica lá bebendo o vinho e meditando sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"><img class="alignleft size-full wp-image-835" title="chateau_ramon_2006" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/09/chateau_ramon_2006.gif" alt="chateau_ramon_2006" width="59" height="224" />Você já ouviu o termo “vinhos de meditação”? Se não ouviu, aqui vai uma breve explicação: alguns costumam usar esse termo para vinhos que são feitos para serem degustados <span id="more-834"></span>lentamente, talvez acompanhados de um bom charuto (pra quem gosta, é claro), ou até mesmo sozinhos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Aí você fica lá bebendo o vinho e meditando sobre os prazeres da vida, sobre a qualidade do vinho e é claro, sobre o que mais você quiser.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Bem, é assim que eu humildemente classifico o Chateau Ramon. Esse vinho, feito com as uvas Semillon, Muscadelle e Sauvignon Blanc botritizadas é um néctar, de verdade!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Começamos a apreciá-lo pelo seu rótulo, que segue bem um modelo tradicional, com imagens em um tom claro, deixando o vinho muito elegante, tal qual os Crus Classes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Ao ser servido, nota-se sua viscosidade. Seu amarelo dourado escuro fica ainda mais perceptível.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">No nariz, aromas muito aveludados e macios de frutas doces como maçã cozida, compotas de doces brancos, um toque de figo e até mesmo certo fermentado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Em boca, muita untuosidade e sabor. O vinho é muito redondo e seu final é de grande persistência. Pode-se beber um gole e você vai ficar pensando no vinho por alguns minutos. (o que vai ajudar a meditar)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Esse é importado pela Decanter e custa em torno de 100 reais. Um ótimo valor para sua qualidade, sem dúvida. Vale cada centavo do investimento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Provei, gostei e meditei. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Um abraço<br />
Daniel Perches</span></p>
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