Archive | Prosecco

Anella Andreani Prosecco di Valdobbiadene

Anella Andreani Prosecco di Valdobbiadene

Aqui na Varanda nós provamos vinhos frescos. Essa foi a vez do Prosecco da Anella Andreani.

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Prosecco Extra Dry DOC Janus Black

Prosecco Extra Dry DOC Janus Black

Completando a minha busca por alguns espumantes feitos com a uva Prosecco disponíveis no mercado brasileiro, eu encontrei o Janus Black, que é importado pela Ravin.

O Janus Black é produzido 100% com a uva prosecco, na região do Veneto, na Itália. O produtor, Sachetto, faz também vários outros tipos de espumantes e também vinhos tranquilos.

Com uma coloração amarelo palha com toques dourados, é um espumante de ótima qualidade. Apesar de não gostar de avaliar perlage por poder receber influencia da taça, esse mostrou bolhas finas e constantes, o que me deixa tranqüilo para comentar. No nariz apresentou aromas bastante frescos, com o típico toque de grama molhada, frutas brancas frescas e até um leve floral.

Em boca tem uma boa acidez (mas não aquela cortante) e um final bem agradável. Acompanhou um churrasco e foi muito bem com as carnes. Aliás, no verão que temos tido aqui no Brasil, eu tenho optado por espumantes ao invés de tintos para acompanhar as carnes e não tenho me arrependido. A acidez do espumante combina muito bem com a gordura da carne, fazendo um bom par. Se você ainda não fez isso, sugiro que teste. Acho que não vai se arrepender.

O Janus Black custa R$ 57 na importadora.

Um abraço

Daniel Perches

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Casa Valduga Premium Prosecco 2008

Casa Valduga Premium Prosecco 2008

Degustando Na Varanda: Casa Valduga Premium Prosecco 2008. Leve, agradável e muito bem feito. Vale a pena conhecer.

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Salton Prosecco

Salton Prosecco

Cumprindo a promessa de provar mais espumantes feitos à base de Prosecco, essa foi a vez do Salton Prosecco, que é feito pela gigante do vinho brasileiro que fica em Tuiuty-RS.

Gostei bastante desse, que pareceu leve, mas com ótima acidez e um bom final. Ótima opção para final de ano. Custa em torno de 30 reais.

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Il Vino dei Poeti Brut 2009

Il Vino dei Poeti Brut 2009

Cumprindo minha promessa de provar mais espumantes feitos com a uva Prosecco, degustei esse Il Vino dei Poeti, que é importado pela Grand Cru e custa 49 reais.

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Prosecco di Bacco pra alegrar uma noite quente

Prosecco di Bacco pra alegrar uma noite quente

Imagine a cena: São Paulo, um calor de rachar durante o dia, uma pequena chuva (de verão mesmo) no meio da tarde que não refrescou nada e já eram mais de 21h e nada do calor dar trégua. Juro que tentei resistir, mas trabalhar na varanda de casa, a essa hora da noite, com esse calor, não me deixou outra alternativa senão abrir um espumante para dar uma refrescada e claro, alegrar a noite.

O escolhido foi esse Prosecco, que é importado pela Bacco´s, uma empresa já tradicional no ramo dos vinhos e que resolveu fazer um espumante com um nome alusivo ao seu.

Com 11% de álcool e feito somente com uvas Prosecco, o espumante apresentou-se com uma cor bem jovem, amarelo palha claro. Suas borbulhas até que estavam finas, mas nas duas taças que servi não estavam muito abundantes.

No nariz, aromas cítricos e um leve floral. Na boca uma boa acidez, bom corpo, mas um final que me deixou um pouco de amargor. Como eu não tinha nada melhor pra provar de comida em casa (acontece de vez em quando, não é?) eu testei ele com uma torrada com azeite e depois com um Doritos. Foi melhor com a primeira opção, mas ainda acho que precisaria de outro tipo de comida, talvez algo mais salgado pra combinar.

Esse custa algo em torno de 27 reais na loja Bacco´s. Um bom preço.

Tenho provado mais Proseccos ultimamente e estou pensando em até fazer uma degustação às cegas deles pra alguns blogueiros e jornalistas amigos. Quem sabe não encontramos boas surpresas por aí? Se rolar, conto aqui.

Um abraço

Daniel Perches

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Prosecco Sperone

Prosecco Sperone

Eu não bebo muitos espumantes feitos com a uva Prosecco. Nada contra, apenas uma questão de oportunidade. E recentemente um grande amigo contou que, por conta do nascimento de seu primeiro filho, abriu esse espumante para os convidados que foram à maternidade.

Ao me perguntar o que eu achava do Sperone, ficou “surpreso” de saber que eu não conhecia. Não por achar que eu sou um grande conhecedor, mas porque, segundo ele, o Sperone é um espumante MUITO CONHECIDO. E estávamos em vários na conversa, e todos confirmaram.

Então, para resolver essa questão, fui em busca do “famoso” Sperone. Encontrei no Carrefour, por algo em torno de 25 reais. Mas ao encontrá-lo, imediatamente entendi porque eu nunca tinha provado: sua embalagem não me atrai em nada! Feita com um laranja praticamente luminoso, não me parece ser apropriado para um espumante, que pretende passar outras sensações para quem vai degustar. Mas enfim, espero que essa cor tenha alguma razão.

O espumante é bom, com aromas de frutas brancas bem franco e um leve adocicado no final. Não tem grande acidez e seu final é de curta a média duração, com um toque de doçura no final, mas é algo que se espera de um prosecco mesmo.

Bem, se meus amigos estiverem certos, todos temos que beber um Sperone na vida. Eu já bebi o meu!

Um abraço

Daniel Perches

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Vívere Brut

Vívere Brut

Fiquei muito contente ao provar esse espumante. Contente por ter encontrado um bom produto, mas mais contente por saber que é da Casa Venturini. Estive lá por em fevereiro de 2010 e pude conversar um pouco com o pessoal. Vi a produção e o esmero que eles têm com os vinhos e a força que estão fazendo para produzir vinhos finos. Não sabia que tinham também espumantes.

O Vívere é produzido com duas uvas: Prosecco e Shöenburger. Uma combinação no mínimo curiosa. A Prosecco já sofreu diversos preconceitos e a Shöenburger é praticamente desconhecida (eu até hoje só provei um espumante feito com essa uva).

Esse tem uma coloração amarelo palha claro com reflexos verdeais. No nariz traz aromas cítricos, herbáceos e um final com um toque adocicado, mas não é aquele adocicado que enjoa, mas aquele que vem pra completar o bouquet.

Em boca tem uma ótima acidez, bom corpo e um final de médio a ligeiro, mas que mostra que é um espumante fresco, para ser bebido descompromissadamente, acompanhando petiscos ou uma salada, de preferência em um dia quente. Pareceu-me também uma ótima opção para casamentos, onde muitas vezes os noivos procuram um espumante que agrade a maioria dos convidados. Esse não tem aquela acidez exagerada e tem até um toque adocicado também na boca, deixando-o mais “fácil” de ser bebido.

Esse custa em torno de 25 reais aqui em São Paulo, o que me parece mais do que justo. Foi comprado na Loja DO Brasil, que tem uma bela gama de vinhos e espumantes nacionais.

E viva o espumante brasileiro!

Um abraço

Daniel Perches

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Prosecco Extra Dry Bedin

Prosecco Extra Dry Bedin

Em um dia em que você já sabe que vai provar vários vinhos, nada melhor do que começar com um espumante para “limpar a serpentina”. E como eu teria essa árdua tarefa, iniciei com o Prosecco da Bedin, que é comercializado pela Decanter aqui no Brasil. Para que puder visitar a vinícola, ela possui uma grande área destinada ao agroturismo. Uma boa opção para um almoço regado a bons vinhos.

Esse espumante é produzido com 90% de uva Prosecco e 10% outras uvas brancas não identificadas. Possui uma coloração amarelo dourado claro, com um belo perlage e belíssima aparência em taça.

No nariz apresenta aromas florais e cítricos, mas o maior destaque é para frutas brancas (mais especificamente melão). Em boca tem ótima acidez e os aromas se comprovam, trazendo um sabor adocicado, mas de forma alguma enjoativo.

O Prosecco ficou bastante famoso no Brasil há alguns anos e depois disso já foi mocinho e vilão. Acredito que agora esteja conseguindo se colocar no seu devido lugar, como uma opção de espumante para o dia a dia, principalmente nos dias quentes.

Esse da Bedin é uma ótima opção para entradas, início de festas, coquetéis e afins.

Agora vamos para as próximas degustações, que conto em breve por aqui.

Um abraço

Daniel Perches

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Cave Antiga Prosecco

Cave Antiga Prosecco

cave_Antiga_proseccoJá comentei aqui algumas vezes sobre a Vinícola Cave Antiga. Gosto de encontrar bons produtores que fazem o que gostam, com qualidade e principalmente com preços justos. Acontece assim com eles em seus vinhos tintos, como o Marselan (já comentado aqui) e o Sangiovese.

Resolvi então trazer para casa uma garrafa do Prosecco produzido por eles. Já havia provado algumas vezes em feiras e degustações, mas nunca com calma e tranqüilidade e, claro, em maiores quantidades, o que me dá mais segurança para comentar sobre o vinho.

Garrafa aberta e impressões anotadas. Desde a sua composição, esse espumante mostra-se um pouco diferente: com 80% de Prosecco e 20% de uma uva chamada Schöenburger, é o primeiro que eu conheço que tem essa uva de origem alemã.

Na taça mostrou uma boa perlage (as bolhinhas), pequena e persistente. Sua cor amarelo bem claro mostrou que o espumante é bem jovem, como realmente deveria ser.

Em boca, ótima acidez e bom mousse. É um espumante que eu considero “coringa”, podendo ser harmonizado com diversos pratos. Eu provei com frutas secas, um queijo azul e também com “batata de fogueira” (batata feita na churrasqueira). Todos deram bem certo com o ele. Acredito que vá bem também com pratos até mais gordurosos, como por exemplo uma carne de porco. É provar para saber.

Comercializado a R$ 28,00, é como eu falei, um bom custo X benefício. Vale provar e até considerar para as festas de final de ano.

Um abraço

Daniel Perches

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