A Toscana é mundialmente conhecida pelos seus vinhos tintos, mas lá se faz branco também. Esse é da Tenuta Caparzo.
Posted on 14 janeiro 2012.
A Toscana é mundialmente conhecida pelos seus vinhos tintos, mas lá se faz branco também. Esse é da Tenuta Caparzo.
Posted in 2008, Chardonnay, Gewurztraminer, Itália, Sauvignon Blanc0 Comments
Posted on 10 novembro 2011.
Nos eventos de vinhos existe um fenômeno engraçado, que é a indicação de vinhos bons. É como um boato. Você chega e o primeiro que te conhece já vem e te fala: Olha, tem um vinho aqui que é espetacular. Vai lá provar.
Aí se você você gosta, é a sua vez de passar pra frente. Eu já presenciei isso diversas vezes e vejo que tem gente que até chega já pedindo a indicação.
Confesso que não sou muito adepto e prefiro eu mesmo provar e buscar os meus favoritos. Se coincidir com o dos meus amigos e conhecidos, melhor ainda. Mas dessa vez eu tenho que admitir que a indicação foi boa.
Conheci o Ramirana Gran Reserva Sauvignon Blanc 2009 em um evento lá no Bar des Arts, no Itaim (São Paulo) por indicação do meu amigo Alexandre Frias. Ele falou que o vinho era bom e eu acreditei nele. Fui lá provar e não é que era bom mesmo?
Produzido com 70% de Sauvignon Blanc e 30% de Gewurztraminer, o vinho é diferente e muito interessante. Ele tem muita fruta no nariz que combina perfeitamente com um floral (provavelmente vindo da Gewurztraminer) que deixa qualquer um espantado.
Na boca a combinação de castas funciona de novo, dando ao vinho um bom corpo, acidez muito equilibrada e um final muito saboroso. É daqueles vinhos frescos e que não aparece o seu teor de álcool (que é 14%) e que dá para se beber numa beira de piscina ou acompanhando uma boa salada tranquilamente.
A Viña Ventisquero foi muito feliz nessa combinação de uvas, extraindo o melhor de cada uma e nos brindando com um belo vinho branco. Infelizmente não sei o preço, mas quem importa é a Cantu.
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2009, Chile, Gewurztraminer, Sauvignon Blanc2 Comments
Posted on 01 março 2011.
Os vinhos feitos com a uva Gewurztraminer estão na minha lista de “gosto bastante, mas bebo pouco”. E não me pergunte por que, pois eu mesmo me pergunto isso muitas vezes, mas nem sempre chego a uma conclusão plausível.
Essa é uma uva muito intrigante. Tem aromas muito ricos e na boca é bastante diferente. Sempre que eu bebo um vinho com Gewurztraminer, lembro-me da primeira vez com essa uva, quando tomei um susto ao colocar o vinho na boca, pois esperava algo completamente diferente.
E o Casa Valduga Premium Gewurztraminer 2010 é assim também: no nariz ele apresenta aromas florais bastante ricos e em boca ele mostra-se diferente, com um corpo mais leve do que o esperado e sabores mais cítricos.
Esse em específico me pareceu que tinha até um pouco mais de fruta do que eu me lembrava dos outros que bebi. São frutas brancas maduras, com destaque para lichia, pêra e maçã vermelha, sempre acompanhadas de um toque adocicado intenso, como se cada fruta estivesse em calda, mas sem perder a sua característica.
Em boca o vinho mostrou-se com uma acidez bem pronunciada e com os tais sabores cítricos. Nos próximos goles tentei relacionar nariz e boca, mas algo estava desconexo, mas como falei, isso me parece algo típico de uma bela “pegadinha” de um vinho feito com Gewurztraminer. Nariz com vários aromas e boca com outros sabores completamente diferentes.
Seu final não é dos mais longos, mas não decepciona. Aliás, por conta de sua acidez, convida para o próximo gole, principalmente em um dia quente e se acompanhado de uma comida leve como uma salada, um peixe grelhado ou até mesmo um frango sem muito tempero.
Comercializado em uma faixa de 30 reais, é um bom vinho. Ótima alternativa aos Chardonnays e Sauvignon Blancs que geralmente bebemos quando buscamos vinhos brancos.
Esse foi degustado por sugestão do meu amigo Gil Mesquita, do Blog Vinho para Todos, como tema do mês de fevereiro da Confraria Brasileira de Enoblogs.
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2010, Brasil, Gewurztraminer1 Comment
Posted on 19 agosto 2010.
Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e aprovei. São realmente muito bons e dignos de todos os comentários que fazem por aí.
Abaixo conto um pouco sobre os que eu provei:
Casa Marin Sauvignon Gris 2008
Eu só tinha provado um vinho até hoje feito com essa casta. Fiquei espantado com a sua qualidade. Com uma coloração praticamente translúcida, é um vinho muito fresco, com toques minerais e florais, acompanhando frutas brancas frescas. Tem até um leve frizante, de tanta acidez. Mas não se engane pensando que isso pode ser um defeito, pois o vinho é muito correto em boca, equilibrado e com um belo final. Acompanha perfeitamente um dia de calor, com uns petiscos como anéis de lula, por exemplo.
Casa Marin Laurel Sauvignon Blanc 2008
Com uma coloração palha um pouco mais escura que o Sauvignon Gris (mas ainda assim bastante claro), mostrou aromas típicos dessa casta, lembrando frutas brancas e um toque floral. Bastante fresco. Alta acidez e final médio a longo.
Casa Marin Cipreses Sauvignon Blanc 2008
Produzido com uvas de outro bloco de vinhedos, esse se mostrou ainda um pouco mais escuro que o anterior, mas com a mesma qualidade. Frutas bastante presentes e uma ótima acidez. Vinho para se beber tranquilamente sem se preocupar com comida (só com a companhia).
Casa Marin Riesling Miramar 2007
Acredito que se colocar esse riesling ao lado de outros da mesma casta, vindos do Velho Mundo, ele será facilmente confundido. Toque petroláceo bem presente, pedra de isqueiro, leve floral e frutas em abundância. Um belíssimo riesling, que me lembrou que eu preciso beber mais vinhos dessa casta.
Casa Marin Gewurztraminer Casona 2008
Como os anteriores, esse também apresentou as notas típicas dessa casta, destacando-se o floral bastante aberto (como pétalas de rosas) e frutas brancas, com destaque claro para a lichia.
Casa Marin Pinot Noir Três Viñedos 2009
Esse Pinot Noir mostrou-se jovem e leve, como deve ser. Destacaram-se as frutas vermelhas mais adocicadas. Seu final é um pouco quente, mas totalmente correto. Bom vinho. Ótimo para acompanhar carnes leves.
Cartagena Carmenere 2009
Frutas tropicais vermelhas deram o toque adocicado para o vinho, que me pareceu um bom representante dessa que é a casta emblemática do Chile. Sinceramente, não me chamou muito a atenção, talvez por ter provado outros tão expressivos, mas é um vinho bastante correto e para quem gosta dessa uva, é uma boa opção, com ótima qualidade.
Cartagena Cabernet Sauvignon 2008
Mais um que não me fez muito a cabeça. Apesar de ter conversado com o Felipe e perguntado pra ele sobre a acidez desses vinhos (que nos tintos me pareceu que faltou um pouco) e ele ter me dito que tem é acidez demais, me pareceu um vinho um pouco leve para o que eu gostaria de ter em um Cabernet Sauvignon. Mas foi muito bem com a carne servida no dia.
Casa Marin Lo Abarca Pinot Noir 2006
Agora a “brincadeira começou a ficar séria”. Esse é um Pinot Noir de respeito. Frutas muito presentes, acidez corretíssima e final longo. Um vinho para se beber tranquilamente, sem pressa. Belíssimo. Vale provar para conhecer bons pinots do novo mundo.
Casa Marin Litoral Pinot Noir 2003
Melhor Pinot Noir do Novo Mundo que eu já provei até hoje. Não posso deixar de falar isso. Fiquei impressionado com a sua qualidade. Um vinho com 7 anos de vida e com muitos ainda pela frente. Depois de aerado um pouco, melhorou ainda mais. Como disse o nosso amigo Ivan (da Vinea), naquela garrafa tem “uns 4 vinhos diferentes”. É só o deixar respirar um pouco e com certeza terá belas surpresas. Esse eu nem preciso comentar, porque sua qualidade fala por si.
Casa Marin Miramar Syrah 2005
Esse vinho apresentou algumas características típicas da uva Syrah, como um toque de especiarias, leve chocolate no final, mas é outro que eu achei que faltou acidez, deixando o vinho um pouco “sem graça”. Mas isso pode ter sido obra do “efeito Pinot Noir Litoral” que eu tinha acabado de provar…
Bem, depois de todos esses belos vinhos, ainda tivemos uma salada com camarões com o Riesling para acompanhar (que foi muito bem harmonizado) e na seqüência um tornedor de filé ao molho madeira, que aí sim, os vinhos Syrah e Cabernet combinaram bem.
Conseguimos uma entrevista com o Felipe Marin, que em breve estará aqui no blog também.
A Vinea tem nos fundos de sua loja um belíssimo restaurante que funciona às noites (sob reserva) e você pode comprar o vinho para beber, a preço de loja. Eu já estou me agendando para ir lá beber mais do Litoral…
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2003, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, Cabernet Sauvignon, Carmenere, Chile, Gewurztraminer, Pinot Noir, Riesling, Sauvignon Blanc, Sauvignon Gris, Syrah5 Comments
Posted on 16 agosto 2010.
Quem já provou algum vinho feito com a uva Gewurztraminer sabe que essa casta tem características muito interessantes e uma delas é o seu aroma floral bastante intenso. Não é só o floral, mas esse deve ser o seu aroma mais característico.
Resolvi então provar o Cuvée Collines de Granit, que é importado pela Cave Jado, uma casa especializada em vinhos franceses.
Produzido na Alsacia, uma região bastante famosa da França especialmente pelos seus vinhos brancos, apresentou uma coloração palha com reflexos bastante brilhantes. No nariz, aromas típicos florais (como citados acima) com destaque para rosas, cítricos e uma leve ponta vegetal, como uma grama fresca. Em boca tem um corpo leve, com boa acidez e final correto.
É um ótimo representante da casta Gewurztraminer. Se você não conhece, vale a pena. É um vinho interessante, que prima pelos seus aromas e como todos da Cave Jado, pelo seu preço. Esse custa 86 reais.
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2007, França, Gewurztraminer3 Comments
Posted on 18 março 2010.
Em mais um de nossos (já) regulares encontros dos enoblogueiros com alguns produtores/importadores, tivemos a oportunidade de conhecer a Pago Casa Gran, uma vinícola que situa-se em Valência, na Espanha.
Fomos recebidos pelo Sr. Pedro, representante da vinícola (que ainda não tem importador definido no Brasil), que nos contou um pouco da história e nos apresentou 4 vinhos da casa.
A Pago Casa Gran tem uma longa tradição em cultivo de uvas, porém só recentemente que decidiu produzir seus próprios vinhos. Decisão acertada, pois estão conseguindo bons resultados, como pudemos perceber – e que eu comento abaixo.
Casa Benasal Blanco 2008
O único branco produzido na vinícola, tem um corte inusitado: Gewurztraminer (60%) com Moscatel (40%). Duas variedades muito aromáticas e características.
O vinho apresentou uma gama muito grande aromas florais e de frutas brancas bem jovens. Inicialmente a Moscatel tomou conta da taça, mas com o passar do tempo, foi se balanceando com os aromas da Gewurztraminer. Um vinho muito interessante e que é uma boa pedida para se beber sozinho ou então acompanhando saladas leves. Ótimo para o verão.
Reposo 2006
Apesar de seus 4 anos de vida, o Reposo mostrou-se como uma criança. Muita potência, vivacidade (inclusive na coloração) e força. Taninos ainda um pouco verdes e acidez um pouco alta, mas com certeza vai evoluir com o tempo. Interessante é que esse vinho não passa por barricas para afinamento. É um corte de Merlot, Cabernet Sauvignon, Syrah e Monastrell. Sugiro beber acompanhando comida e de preferência que tenha boa acidez (molhos vermelhos, por exemplo).
Falcata Casa Gran 2006
Esse já passa por barricas francesas por 12 meses antes de ir para a garrafa. Seus aromas ainda estão um pouco “tímidos”, mas abrem-se com o tempo. Corte de Syrah (30%), Garnacha Tintoreira (30%), Monastrell (30%) e Cabernet Sauvignon (10%). Merece aeração de 1 hora para que possa mostrar melhor seu potencial.
Falcata Arenal 2006
Esse é o vinho top da vinícola, composto por Garnacha Tintoreira (70%) e Monastrell (30%). Passa 14 meses em barrica antes de ser engarrafado. Vinho bastante equilibrado, com aromas fortes de frutas vermelhas e leve toque terroso. Tem aromas mais abertos do que o Falcata Casa Gran. Em boca, retrogosto de madeira e de especiarias. Acredito que seus taninos ainda evoluirão mais, tornando-se ainda mais redondo.
Os preços dos vinhos não foram citados, pois ainda não há um acerto com nenhum importador (pelo menos não até a data dessa matéria). Mais informações sobre a vinícola você encontra no site aqui.
Mais uma degustação muito bem conduzida e, como sempre, com uma bela recepção pelo nosso amigo Marcelo di Morais, lá do Empório Vila Buarque.
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2006, 2008, Cabernet Sauvignon, Espanha, Gewurztraminer, Grenache, Merlot, Monastrell, Moscatel, Syrah1 Comment
Posted on 16 março 2010.
Exatamente durante a semana em que me propus a escrever sobre vinhos nacionais, fui convidado para uma degustação de vinhos nacionais, representados pela EIVIN, que é capitaneada pelo Marcio Marson.
A EIVIN tem a proposta de trabalhar somente com vinhos nacionais. Proposta muito interessante e louvável. Sabemos que o Marcio e equipe têm um grande trabalho pela frente, pois ainda é nítida a dificuldade de se colocar o vinho nacional na mesa do brasileiro.
Mas eles estão fazendo um ótimo trabalho. Os vinhos representados são de excelente qualidade e recomendo fortemente que sejam provados. Comento abaixo sobre os que conheci.
Marson Espumante Brut Champenoise 2009
Belíssimo espumante feito com Chardonnay e Pinot Noir. A Vinícola Marson possui uma técnica diferenciada de tratamento das leveduras, que ao invés de ficarem em contato direto com o líquido no período de maturação, ficam dentro de saches (como aqueles de chás), tornando o produto final mais límpido. Vale a pena conhecer. Custa R$ 55 no mercado.
Espumante Stellato 2008
Produzido pela Vinícola Santo Emílio, esse espumante feito pelo método Charmat é composto de Cabernet Sauvignon e Merlot. Muito aromático, fresco e com boa acidez. Boa companhia para comidas mais gordurosas e concentradas. Pode ser uma boa com feijoada. Custa em torno de 53 reais.
Villaggio Grando Chardonnay 2008
Esse Chardonnay não passa por barrica, mas tem aromas muito característicos da passagem por madeira. Isso é fruto do terroir, o que me impressionou bastante. Coloração amarelo palha escura, aromas de abacaxi em calda, amanteigado, bem untuoso. Toques de fumaça. Um belo vinho. Custa em torno de 60 reais.
Cordilheira de Sant´Ana Gewurztraminer Reserva Especial 2008
Um vinho com bastante tipicidade da gewurztraminer, que é uma uva muito aromática. Toques muito presentes de lichia e de pétalas de rosas. Retrogosto confirmando o nariz. Vinho um pouco ligeiro (seu retrogosto termina rapidamente após ser bebido), mas tem tendência para evolução. Minha sugestão é comprar duas garrafas. Beba uma agora com uma bela salada e guarde outra por 2 anos. Acho que vai ter uma boa surpresa. Preço em torno de 60 reais.
Prelúdio 2007
Esse vinho é o primeiro do projeto do renomado (e polêmico) Marco Danielle, que ficou famoso por fazer vinhos sem a adição de SO2. O vinho me impressionou pela sua rusticidade. Percebe-se que tem bons taninos, boa acidez e bom equilíbrio em boca. Acho que precisa de mais um tempo de maturação. Feito com Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc. Preço em torno de 65 reais
Bettú Corte Bordalês C 2001
Finalmente provei o vinho do famoso Bettú. Conhecido por ser um garagista inveterado, o Bettú faz seus vinhos literalmente na sua garagem e em produções muito pequenas. É um vinho que sugere que tenha as uvas do corte bordalês, mas não é revelado nem quais são nem quantidades. Desse vinho foram feitas somente 580 garrafas. Muito equilíbrio e maciez impressionante. Custa 130 reais.
Terragnolo Marselan 2009
Esse vinho foi retirado da barrica para prova. Ainda não está no mercado, mas recomendo que se compre de caixa quando chegar. A Terragnolo conseguiu “domar” muito bem a marselan (essa uva é um cruzamento da Cabernet Sauvignon com a Grenache). O vinho ainda está “jovem demais”, mas com certeza vai ser um grande vinho em alguns anos. É ver pra crer. Ainda sem preço de mercado.
Com isso temos aí uma boa gama de opções de vinhos nacionais para provar.
Depois de toda essa bateria o Marcio (EIVIN) e o Guilherme (Villaggio Grando) ainda nos brindaram com duas surpresas. Essas eu conto no post seguinte, pois vale a pena. Obrigado também ao Tiago, da Rosso Bianco, que nos recebeu muito bem lá e cedeu o espaço para a degustação.
Para saber mais sobre a EIVIN, veja o site aqui.
Abraços
Daniel Perches
Posted in 2001, 2008, 2009, Brasil, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Gewurztraminer, Marselan, Merlot0 Comments
Posted on 25 fevereiro 2010.
Os vinhos de sobremesa não são muito populares. Eu até arriscaria alguns palpites do porque desse baixo consumo, mas prefiro deixar isso para os especialistas em estatísticas. Faço aqui a minha parte e divulgo alguns sempre que posso, para que as pessoas possam conhecer e quem sabe, consumir também.
Provei esse vinho chileno no empório Vila Buarque, lugar que eu já virei fã convicto. Produzido no Vale do Cachapoal, em Rapel, é feito com as uvas Gewurztraminer (92%) e Sauvignon Blanc (8%) e passa 16 meses em barril de carvalho francês antes de ser engarrafado.
Não é um vinho que tem um aroma extremamente doce como alguns mais famosos. Esse tem algumas características diferentes e aromas mais contidos, tendendo ao cítrico, um leve floral, mel, e damasco.
Em boca tem boa doçura e persistência média. É um vinho de sobremesa para o dia a dia, que vai muito bem com doces em calda ou até um mousse que não esteja muito doce. Não recomendo a harmonização com chocolates ou sobremesas muito fortes, pois com certeza passarão por cima do vinho.
Fica então uma dica de um vinho de sobremesa que pode ser uma boa para quem está iniciando nesse tipo de bebida, mas tenho que informar que é praticamente um caminho sem volta. Falo por experiência própria…
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2006, Gewurztraminer, Sauvignon Blanc0 Comments
Posted on 23 novembro 2009.
Sempre declaro meu fascínio pelos vinhos de sobremesa, e sempre que posso, busco uma novidade.
E foi assim que eu encontrei esse chileno, que é Continue Reading
Posted in 2008, Chile, Gewurztraminer0 Comments
