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	<title>Vinhos de Corte &#187; Uvas Brancas</title>
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		<title>Sibaris Chardonnay 2008</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 11:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ah, um Chardonnay passado por barrica&#8230; Fazia um bom tempo que eu não bebia um vinho com essas características e já tinha quase esquecido o quanto eu gosto de vinhos assim. Gosto dos aromas e sabores que o vinho adquire com o contato com o carvalho, tornando-o um pouco mais forte, estruturado e complexo. Esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, um Chardonnay passado por barrica&#8230;</p>
<p>Fazia um bom tempo que eu não bebia um vinho com essas características e já tinha quase esquecido o quanto eu gosto de vinhos assim. Gosto dos aromas e sabores que o vinho adquire com o contato com o carvalho, tornando-o um pouco mais forte, estruturado e complexo.</p>
<p>Esse chegou pra mim pela Sociedade da Mesa, que é o clube de vinhos que eu participo e comento sempre aqui. Aliás, tenho que fazer a devida nota de que os últimos vinhos têm sido melhores do que os do começo do ano de 2010, quando eu cheguei até a pensar em sair do clube.</p>
<p>O Sibaris é produzido pela vinícola Undurraga, que produz também o Aliwen Pinot Noir, que eu já comentei aqui no Blog. Sibaris é o nome de uma antiga cidade grega, que se tornou famosa pelo nome “sibarista”, que virou sinônimo de pessoas que são voltadas aos prazeres da vida.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/sibaris_chardonnay.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2179" title="sibaris_chardonnay" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/sibaris_chardonnay.jpg" alt="" width="66" height="220" /></a>Produzido 100% com a uva Chardonnay e com 9 meses de passagem por barrica, é um vinho que apresentou uma boa estrutura, com aromas florais lembrando acácia, abacaxi em calda, melão, côco, leve toque cítrico e um pouco de manteiga. Uma boa paleta aromática, com todos os aromas bem integrados.</p>
<p>Em boca apresentou uma boa estrutura, bem equilibrado e com o cítrico se confirmando no retrogosto. Um bom vinho, que atendeu bem as minhas expectativas.</p>
<p>Em geral os vinhos feitos com Chardonnay com passagem por barrica pedem comidas um pouco mais estruturadas do que os que não passam pelo carvalho. Eu provei com um queijo defumado e foi muito bem. O primeiro prato que me veio à cabeça foi uma lasagna com molho 4 queijos. Infelizmente não tinha os ingredientes para fazer na hora, mas vou guardar a minha segunda garrafa para tentar essa receita.</p>
<p>Junto com esse vinho veio também o Sibaris Cabernet Sauvignon 2008, que eu comentarei em breve.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Cuvée Domaine Nigri 2008</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 11:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como sempre falo por aqui, eu sou fã dos vinhos doces (de sobremesa). São vinhos encantadores, que por muitas vezes, eu sinceramente dispenso a sobremesa e fico degustando ele sozinho, bem calmamente, para que ele também calmamente libere seus belíssimos aromas e sabores. E quando fiquei sabendo que a Cave Jado estava agora com um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como sempre falo por aqui, eu sou fã dos vinhos doces (de sobremesa). São vinhos encantadores, que por muitas vezes, eu sinceramente dispenso a sobremesa e fico degustando ele sozinho, bem calmamente, para que ele também calmamente libere seus belíssimos aromas e sabores.</p>
<p>E quando fiquei sabendo que a Cave Jado estava agora com um rótulo de vinho de sobremesa, não tive dúvidas e fui em busca dele. E como sempre aconteceu comigo com os vinhos de lá, eu gostei bastante e fiquei mais contente ainda com o preço.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cuvee_domaine_2008.png"><img class="alignleft size-full wp-image-2118" title="cuvee_domaine_2008" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cuvee_domaine_2008.png" alt="" width="60" height="220" /></a>Esse é produzido na AOC Jurançon, que fica no Sudoeste francês. E para os vinhos doces produzidos nessa região, as uvas emblemáticas são a Gros Manseng e a Petit Manseng e as duas estão presentes nesse vinho.</p>
<p>Com uma coloração dourada bastante brilhante, mostrou-se com um belo corpo ao ser girado na taça. Nos aromas, predominância de toques florais, frutas cítricas e mel.</p>
<p>Em boca o corpo se confirmou, com um leve toque cítrico no final, que é longo e correto.</p>
<p>É um belíssimo vinho, que como falei, compensa não só pela sua qualidade, mas também pelo seu preço. Custa 79 reais na loja (e no site). Pra quem está acostumado aos preços dos vinhos de sobremesa, sabe que esse é um bom custo X benefício.</p>
<p>Prove com queijos azuis, foie gras e claro, com sobremesas, mas estas não podem ser muito doces. Talvez uma torta de frutas vá bem. Ou então você pode bebê-lo sozinho, o que pra mim funciona muito bem.</p>
<p>Um abraço<br />
Daniel Perches</p>
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		<title>Wines of Uruguay – Belas surpresas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 21:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo do vinho, quando pensamos no que é produzido no Uruguai, lembramos sempre da Tannat. É verdade que essa é uma uva emblemática daquele país e que de lá saem excelentes exemplares, mas também é verdade que não é só de Tannat que é feito o seu painel vitivinícola.</p>
<p>E foi isso que eu pude comprovar no evento realizado recentemente aqui em São Paulo pela entidade Wines of Uruguay, que tem como missão principal divulgar os vinhos dos produtores associados pelo mundo todo.</p>
<p>O evento reuniu 14 produtores participantes no Hotel Renaissance , onde pude provar diversos vinhos que eu já conhecia de nome, mas que eu ainda não tinha provado.</p>
<p>Abaixo listo alguns que me chamaram a atenção.</p>
<p><strong>Alto de La Ballena Merlot – Cabernet Franc – Tannat 2006<br />
</strong>Um vinho bastante frutado, com destaque para geléia de frutas vermelhas em boa harmonia com um toque amadeirado. Acidez moderada.</p>
<p><strong>Alto de La Ballena Reserva Cabernet Franc 2007<br />
</strong>Mais um vinho fácil de beber, com boa tipicidade da uva Cabernet Franc. Um vinho para se beber no dia a dia.</p>
<p><strong>Bouza Tempranillo B15 Parcela Única 2008<br />
</strong>Um vinho que mostrou toda a força da Tempranillo do Uruguai. Taninos bastante presentes e final marcante. Para ser degustado com comida (de preferência uma boa carne).</p>
<p><strong>Bodegas Castillo Viejo El Preciado, Gran Reserva 2005<br />
</strong>Com fortes aromas terciários e com destaque para a madeira molhada e fumo, é um vinho de boa estrutura e provavelmente de alguma guarda ainda.</p>
<p><strong>Familia Deicas Don Pascual Viognier Reserve 2009<br />
</strong>Coloração verde palha denotando sua jovialidade. Destaque para os aromas herbáceos e sua acidez bem alta. Um vinho potente e muito fresco.</p>
<p><strong>Gimenez Mendez Identity 2008<br />
</strong>Lançamento da Bodega, esse corte de Tannat, Syrah e Petit Verdot mostrou uma boa complexidade de aromas, com toques de chocolate e toffe.</p>
<p><strong>Marichal Reserve Collection Pinot Noir / Tannat 2008<br />
</strong>Esse vinho me chamou a atenção pelo seu corte inusitado, utilizando uma uva com muita força (tannat) em conjunto com uma muito mais elegante e leve (Pinot Noir). Vale a prova.</p>
<p>Esses são, como de costume, alguns que eu destaco como vinhos de boa qualidade, mas obviamente haviam muitos outros que valiam a pena serem comentados. Mas por enquanto, ficamos com esses.</p>
<p>Além disso, a Wines of Uruguay está lançando um Pack promocional com alguns vinhos feitos com a uva Tannat, que servirão de “amostra de qualidade” para quem ainda não conhece. Uma ótima iniciativa, afinal de contas, o país realmente produz bons vinhos. Nós é que não conhecemos muito.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Borges Porto White #cbe</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 11:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vinho desse mês escolhido pela Confraria Brasileira de Enoblogs é no mínimo inusitado. Foi indicado um Porto Branco. Vejam só que interessante, pois é um vinho que é muito pouco consumido aqui no Brasil (e acredito que também não seja muito consumido em outros países, nem mesmo em Portugal). Pra mim foi uma boa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vinho desse mês escolhido pela Confraria Brasileira de Enoblogs é no mínimo inusitado. Foi indicado um Porto Branco. Vejam só que interessante, pois é um vinho que é muito pouco consumido aqui no Brasil (e acredito que também não seja muito consumido em outros países, nem mesmo em Portugal).</p>
<p>Pra mim foi uma boa experiência, pois eu nunca tinha provado um vinho do Porto branco. Recorri aos meus livros para conhecer um pouco mais sobre a produção desse vinho.</p>
<p>E para não perder o prazo da postagem (que deve ser todo dia primeiro do mês), estive em duas lojas de vinhos (não importadoras, só lojas mesmo) e nenhuma das duas tinha nenhum para eu levar. Falaram a mesma coisa: esse vinho nunca sai. Por isso não trabalhamos com Porto Branco.</p>
<p>E foi em minhas compras semanais no Wal Mart que me deparei com uma garrafa de Porto White da Borges. Não hesitei e comprei.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/porto_white_pt.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2060" title="porto_white_pt" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/porto_white_pt.jpg" alt="" width="57" height="220" /></a>Também não agüentei muito tempo esperando pra provar. Minha curiosidade era grande. Fiquei mais curioso ainda ao saber que as uvas que compunham o vinho eram das castas Malvasia Fina, Gouveio, Donzelinho e Viosinho. Portugal e suas uvas com nomes peculiares&#8230;</p>
<p>Bem, o vinho apresentou uma coloração âmbar, lembrando um vinho madeira ou até mesmo um moscatel de Setúbal. (eu juro que achava que ele seria mais branco.)</p>
<p>No nariz apresentou aromas de frutos secos, amêndoas e um toque forte de mel no final. Um aroma alcoólico acompanhou o vinho o tempo todo.</p>
<p>Em boca os aromas se confirmaram, junto com o álcool. Vinho quente e com um final marcante.</p>
<p>É um vinho peculiar, sem dúvida. Acompanha bem queijos azuis e também sobremesas. Os portugueses sugerem bebê-lo gelado no verão, puro ou com uma rodela de limão. Eu sinceramente não sei se seria a bebida mais refrescante, mas enfim, cada um tem seu gosto.</p>
<p>Depois dessa sugestão, vamos ver o que vem pra ser degustado na Confraria Brasileira de Enoblogs&#8230;</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>La Fortuna Sauvignon Blanc 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 11:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vinícola La Fortuna fica na região de Curicó, a 200km ao sul de Santiago e faz vinhos de ótima qualidade. O destaque da linha pra mim é o Sauvignon Blanc, que é um vinho fresco, com muitos aromas e qualidade impecável. Esse que eu provei, depois de algum tempo em taça, apresentou ainda mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vinícola La Fortuna fica na região de Curicó, a 200km ao sul de Santiago e faz vinhos de ótima qualidade. O destaque da linha pra mim é o Sauvignon Blanc, que é um vinho fresco, com muitos aromas e qualidade impecável.</p>
<p>Esse que eu provei, depois de algum tempo em taça, apresentou ainda mais aromas de frutas. Vale abrir e deixar ele descansar um pouco.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xrvHpEy-wXM&amp;hl=pt&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/xrvHpEy-wXM&amp;hl=pt&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Vívere Brut</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 12:40:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fiquei muito contente ao provar esse espumante. Contente por ter encontrado um bom produto, mas mais contente por saber que é da Casa Venturini. Estive lá por em fevereiro de 2010 e pude conversar um pouco com o pessoal. Vi a produção e o esmero que eles têm com os vinhos e a força que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fiquei muito contente ao provar esse espumante. Contente por ter encontrado um bom produto, mas mais contente por saber que é da Casa Venturini. Estive lá por em fevereiro de 2010 e pude conversar um pouco com o pessoal. Vi a produção e o esmero que eles têm com os vinhos e a força que estão fazendo para produzir vinhos finos. Não sabia que tinham também espumantes.</p>
<p>O Vívere é produzido com duas uvas: Prosecco e Shöenburger. Uma combinação no mínimo curiosa. A Prosecco já sofreu diversos preconceitos e a Shöenburger é praticamente desconhecida (eu até hoje só provei um espumante feito com essa uva).</p>
<p>Esse tem uma coloração amarelo palha claro com reflexos verdeais. No nariz traz aromas cítricos, herbáceos e um final com um toque adocicado, mas não é aquele adocicado que enjoa, mas aquele que vem pra completar o bouquet.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/iP_vivere_brut.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2113" title="iP_vivere_brut" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/iP_vivere_brut.jpg" alt="" width="68" height="220" /></a>Em boca tem uma ótima acidez, bom corpo e um final de médio a ligeiro, mas que mostra que é um espumante fresco, para ser bebido descompromissadamente, acompanhando petiscos ou uma salada, de preferência em um dia quente. Pareceu-me também uma ótima opção para casamentos, onde muitas vezes os noivos procuram um espumante que agrade a maioria dos convidados. Esse não tem aquela acidez exagerada e tem até um toque adocicado também na boca, deixando-o mais “fácil” de ser bebido.</p>
<p>Esse custa em torno de 25 reais aqui em São Paulo, o que me parece mais do que justo. Foi comprado na Loja DO Brasil, que tem uma bela gama de vinhos e espumantes nacionais.</p>
<p>E viva o espumante brasileiro!</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>O Moscato da Ravin (e o Gordo)</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 21:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Falei há alguns dias sobre a Wine Weekend e comentei sobre o novo Moscato que eles trouxeram, que agradou bastante o pessoal (e a mim também). Conversamos com o Israel, que é Gerente de Vendas da importadora, que nos contou um pouco sobre ele. Vários me perguntaram sobre esse vinho, então vejam aí a entrevista. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falei há alguns dias sobre a Wine Weekend e comentei sobre o novo Moscato que eles trouxeram, que agradou bastante o pessoal (e a mim também). Conversamos com o Israel, que é Gerente de Vendas da importadora, que nos contou um pouco sobre ele. Vários me perguntaram sobre esse vinho, então vejam aí a entrevista.</p>
<p>E o cachorro que vocês vêem no final é o &#8220;gordo&#8221;, o mascote da empresa. Vejam que até ele foi uniformizado.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/EAYoUqghfwU?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/EAYoUqghfwU?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Maximo Boschi Brut Speciale 2006</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 11:50:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estive no sul do Brasil em fevereiro de 2010, para fazer o meu curso de Sommelier e aproveitei para visitar algumas vinícolas. Por indicação de meu amigo Álvaro Galvão, fui atrás da Maximo Boschi, uma vinícola nova e pequena, que prometia vinhos tintos longevos e espumantes de qualidade. Na época de minha visita pude comprovar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive no sul do Brasil em fevereiro de 2010, para fazer o meu curso de Sommelier e aproveitei para visitar algumas vinícolas. Por indicação de meu amigo Álvaro Galvão, fui atrás da Maximo Boschi, uma vinícola nova e pequena, que prometia vinhos tintos longevos e espumantes de qualidade.</p>
<p>Na época de minha visita pude comprovar as duas promessas, mas não consegui degustar o Espumante Brut Speciale, o top deles, pois ainda não estava pronto. Explico: o espumante deveria repousar por 3 anos antes de ser comercializado. Aposta ousada, mas que me pareceu muito interessante.</p>
<p>Chegou então o momento de se provar o espumante, que me encantou pela sua qualidade. Apresentou uma coloração amarelo dourado, com perlage fina e persistente, formando belos cordões.</p>
<p>No nariz, aromas de brioche, leve tostado, amêndoas e um toque de damasco deram a esse espumante ares de Champagne (guardadas as suas proporções, claro). Em boca, acidez e final corretos.</p>
<p>Parece-me realmente um espumante de qualidade diferenciada, que vem integrar o belo time de representantes dessa categoria no Brasil, ajudando a firmar nosso terroir como propício ao cultivo e produção desse tipo de vinho.</p>
<p>Parabéns ao pessoal da Maximo Boschi. Agora aguardamos que esse espumante chegue aqui em São Paulo (e em outras regiões do Brasil) para podermos comprar.</p>
<p>Em tempo, esse espumante é feito com 60% de Chardonnay e 40% de Pinot Noir.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Vinhos Casa Marin</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 11:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e aprovei. São realmente muito bons e dignos de todos os comentários que fazem por aí.</p>
<p>Abaixo conto um pouco sobre os que eu provei:</p>
<p><strong>Casa Marin Sauvignon Gris 2008<br />
</strong>Eu só tinha provado um vinho até hoje feito com essa casta. Fiquei espantado com a sua qualidade. Com uma coloração praticamente translúcida, é um vinho muito fresco, com toques minerais e florais, acompanhando frutas brancas frescas. Tem até um leve frizante, de tanta acidez. Mas não se engane pensando que isso pode ser um defeito, pois o vinho é muito correto em boca, equilibrado e com um belo final. Acompanha perfeitamente um dia de calor, com uns petiscos como anéis de lula, por exemplo.</p>
<p><strong>Casa Marin Laurel Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Com uma coloração palha um pouco mais escura que o Sauvignon Gris (mas ainda assim bastante claro), mostrou aromas típicos dessa casta, lembrando frutas brancas e um toque floral. Bastante fresco. Alta acidez e final médio a longo.</p>
<p><strong>Casa Marin Cipreses Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Produzido com uvas de outro bloco de vinhedos, esse se mostrou ainda um pouco mais escuro que o anterior, mas com a mesma qualidade. Frutas bastante presentes e uma ótima acidez. Vinho para se beber tranquilamente sem se preocupar com comida (só com a companhia).</p>
<p><strong>Casa Marin Riesling Miramar 2007<br />
</strong>Acredito que se colocar esse riesling ao lado de outros da mesma casta, vindos do Velho Mundo, ele será facilmente confundido. Toque petroláceo bem presente, pedra de isqueiro, leve floral e frutas em abundância. Um belíssimo riesling, que me lembrou que eu preciso beber mais vinhos dessa casta.</p>
<p><strong>Casa Marin Gewurztraminer Casona 2008<br />
</strong>Como os anteriores, esse também apresentou as notas típicas dessa casta, destacando-se o floral bastante aberto (como pétalas de rosas) e frutas brancas, com destaque claro para a lichia.</p>
<p><strong>Casa Marin Pinot Noir Três Viñedos 2009<br />
</strong>Esse Pinot Noir mostrou-se jovem e leve, como deve ser. Destacaram-se as frutas vermelhas mais adocicadas. Seu final é um pouco quente, mas totalmente correto. Bom vinho. Ótimo para acompanhar carnes leves.</p>
<p><strong>Cartagena Carmenere 2009<br />
</strong>Frutas tropicais vermelhas deram o toque adocicado para o vinho, que me pareceu um bom representante dessa que é a casta emblemática do Chile. Sinceramente, não me chamou muito a atenção, talvez por ter provado outros tão expressivos, mas é um vinho bastante correto e para quem gosta dessa uva, é uma boa opção, com ótima qualidade.</p>
<p><strong>Cartagena Cabernet Sauvignon 2008<br />
</strong>Mais um que não me fez muito a cabeça. Apesar de ter conversado com o Felipe e perguntado pra ele sobre a acidez desses vinhos (que nos tintos me pareceu que faltou um pouco) e ele ter me dito que tem é acidez demais, me pareceu um vinho um pouco leve para o que eu gostaria de ter em um Cabernet Sauvignon. Mas foi muito bem com a carne servida no dia.</p>
<p><strong>Casa Marin Lo Abarca Pinot Noir 2006<br />
</strong>Agora a “brincadeira começou a ficar séria”. Esse é um Pinot Noir de respeito. Frutas muito presentes, acidez corretíssima e final longo. Um vinho para se beber tranquilamente, sem pressa. Belíssimo. Vale provar para conhecer bons pinots do novo mundo.</p>
<p><strong>Casa Marin Litoral Pinot Noir 2003<br />
</strong>Melhor Pinot Noir do Novo Mundo que eu já provei até hoje. Não posso deixar de falar isso. Fiquei impressionado com a sua qualidade. Um vinho com 7 anos de vida e com muitos ainda pela frente. Depois de aerado um pouco, melhorou ainda mais. Como disse o nosso amigo Ivan (da Vinea), naquela garrafa tem “uns 4 vinhos diferentes”. É só o deixar respirar um pouco e com certeza terá belas surpresas. Esse eu nem preciso comentar, porque sua qualidade fala por si.</p>
<p><strong>Casa Marin Miramar Syrah 2005<br />
</strong>Esse vinho apresentou algumas características típicas da uva Syrah, como um toque de especiarias, leve chocolate no final, mas é outro que eu achei que faltou acidez, deixando o vinho um pouco “sem graça”. Mas isso pode ter sido obra do “efeito Pinot Noir Litoral” que eu tinha acabado de provar&#8230;</p>
<p>Bem, depois de todos esses belos vinhos, ainda tivemos uma salada com camarões com o Riesling para acompanhar (que foi muito bem harmonizado) e na seqüência um tornedor de filé ao molho madeira, que aí sim, os vinhos Syrah e Cabernet combinaram bem.</p>
<p>Conseguimos uma entrevista com o Felipe Marin, que em breve estará aqui no blog também.</p>
<p>A Vinea tem nos fundos de sua loja um belíssimo restaurante que funciona às noites (sob reserva) e você pode comprar o vinho para beber, a preço de loja. Eu já estou me agendando para ir lá beber mais do Litoral&#8230;</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Cuvée Collines de Granit 2007</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 11:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2007]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Gewurztraminer]]></category>
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		<category><![CDATA[vinho francês]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem já provou algum vinho feito com a uva Gewurztraminer sabe que essa casta tem características muito interessantes e uma delas é o seu aroma floral bastante intenso. Não é só o floral, mas esse deve ser o seu aroma mais característico. Resolvi então provar o Cuvée Collines de Granit, que é importado pela Cave [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já provou algum vinho feito com a uva Gewurztraminer sabe que essa casta tem características muito interessantes e uma delas é o seu aroma floral bastante intenso. Não é só o floral, mas esse deve ser o seu aroma mais característico.</p>
<p>Resolvi então provar o Cuvée Collines de Granit, que é importado pela Cave Jado, uma casa especializada em vinhos franceses.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cuvee_collines_de_granit_2007.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2067" title="cuvee_collines_de_granit_2007" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cuvee_collines_de_granit_2007.jpg" alt="" width="62" height="220" /></a>Produzido na Alsacia, uma região bastante famosa da França especialmente pelos seus vinhos brancos, apresentou uma coloração palha com reflexos bastante brilhantes. No nariz, aromas típicos florais (como citados acima) com destaque para rosas, cítricos e uma leve ponta vegetal, como uma grama fresca. Em boca tem um corpo leve, com boa acidez e final correto.</p>
<p>É um ótimo representante da casta Gewurztraminer. Se você não conhece, vale a pena. É um vinho interessante, que prima pelos seus aromas e como todos da Cave Jado, pelo seu preço. Esse custa 86 reais.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
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