Uvas Brancas

Champagne Canard-Duchene Authentic Brut – precisa voltar para o Brasil

O Brasil é um país que tem muitos rótulos de vinhos (são mais de 20.000 diferentes) e tem até bastante champagne no meio. Tem os maiores e mais conhecidos mas tem também alguns menores, que me agradam muito pois aliam qualidade a preços interessantes, além de trazerem mais diversidade para o tema.

E recentemente eu provei mais um dessa categoria, dos “ilustres desconhecidos”, que foi o Canard-Duchêne Authentic Brut, produzido com Pinot Noir e Chardonnay na Montagne de Reims e que eu gostei muito. É daqueles champagnes mais “fáceis” de se beber, que tem excelentes aromas que passam pelos clássicos e misturam um pouco de cítrico que dá um charme especial e tem um frescor fantástico, fazendo com que a taça seque rapidamente e repetidamente (até a garrafa acabar, é claro).

canard-duchene_authentic_brutEsse esteve no Brasil mas parece que não é mais importado. Uma pena, porque seria uma ótima opção para quem quer entrar para os champagnes ou para aqueles dias quentes, para se beber como início de uma (grande) festa.

Se for à França e quiser trazer um bom Champagne que não deve custar muito caro, o Canard-Duchêne Authentic Brut é uma boa opção. A Maison faz também outros, como rosés, vintages e special cuvées, mas esses eu ainda não conheço.

Um abraço

Daniel Perches

Laberinto Sauvignon Blanc 2012 – Chile em uma explosão de aromas e sabores

Esse post é destinado aos amantes de um bom vinho branco do Chile, especialmente aqueles feitos com a uva Sauvignon Blanc, cheio de aromas e sabores.

Provei esse vinho na degustação do Top5 do Encontro de Vinhos Campinas e fiquei impressionado com a sua potência no nariz e depois na boca. É realmente aroma para o nariz mais tampado sentir.

laberinto_Sauvignon_Blanc_2012Maracujá, flores doces e toques cítricos se mesclam na taça, fazendo com que o vinho (obviamente para quem gosta desse tipo) seja daqueles que você bebe e quer beber o próximo gole, para sentir de novo essas sensações.

É sem dúvida um vinho que não passa despercebido em degustação nenhuma. Infelizmente não ficou entre os 5 melhores, mas para mim ficou na memória.

Esse é feito pelo famoso enólogo Rafael Tirado e o nome vem do formato dos seus vinhedos, plantados em forma de um labirinto, para aproveitar melhor a exposição solar. Vale provar. São importados pela Magum Importadora.

Um abraço

Daniel Perches

Tremendus Clarete Rosado Garnacha Viura

Uma das características dos vinhos rosés é a sua versatilidade. Se ele tem bastante extração de cor e de taninos, vai ficar mais intenso em todos os sentidos e você vai até precisar de uma boa comida para acompanhar. Se ao ser produzido ele for um pouco mais leve, vai sair um vinho mais “descompromissado” no bom sentido, daqueles que você pode abrir e beber num dia quente, sem grandes preocupações com o que comer. É abrir a garrafa, sentar-se e apreciar o tempo.

tremendus_roseE para mim esse vinho, o Tremendus Clarete Rosado Garnacha Viura, está nesta segunda categoria. Além de ser daqueles vinhos mais leves, ele tem também uma uva branca (a Viura, também chamada de Macabeo) na sua composição. O resultado é muito legal, com aromas de frutas, mas com um toque de flores e ervas.

Bebi esse vinho sem nada para acompanhar, só apreciando o final de um domingo ensolarado. Foi o que me bastou e o resultado foi bem agradável. Mas se você quiser harmonizar com algo, sugiro um camarão frito, sem muito tempero. Pode ficar legal.

Esse veio pela Winelands.

Um abraço

Daniel Perches

Wines of Chile apresentou os Extremos do Chile. Vinhos que merecem atenção.

Em grande evento, a Wines of Chile trouxe para o Brasil 31 vinícolas para fazer um grande tasting para jornalistas, consumidores e trade especializado. Não bastasse isso, tivemos também uma MasterClass com alguns vinhos selecionados pelo conhecido Sommelier Hector Riquelme (e se você não reconhecer ele, é porque o cara fez um super regime e emagreceu metade dele). Essa MasterClass, denominada “Extremos do Chile” foi muito bacana, porque pudemos conhecer alguns vinhos diferentes, fugindo daquele tradicional que estamos acostumados e ver que quando falam que o país tem uma enorme diversidade vinícola, o pessoal tem razão.

winesofchilesp

Os vinhos abaixo valem muito a atenção e prova. Se você encontrá-los por aí e estiver disposto a se aprofundar um pouco mais nos vinhos do país, não hesite. Todos são muito bacanas. E recomendo que você tenha um mapa (serve até Google Maps) ao lado para ver onde foram produzidos, pois tem até um que foi feito em pleno deserto.

Lago Ranco Sauvignon Blanc 2013
Casa Silva
Região Austral, Patagônia.
Vinho com excelente estrutura, bem harmônico. No nariz tem toques minerais diferentes. Na boca parece quente, mas não incomoda. Tem uma excelente acidez. Final fica na boca com frutas bem aparentes. Belíssimo vinho.

Talinay Chardonnay 2012
Tabalí
Vale  do Limarí
Aromas com toques calcários que aparecem bem e deixam o vinho bem diferente dos chardonnays “padrão”. Acidez alta, frutas em harmonia e nada daquelas frutas passadas. Foi fermentado em barrica e depois ficou 12 meses amadurecendo, mas não aparecem aquelas notas de baunilha que podem enjoar. (Aparecem pouco,mas bem ao fundo).

Los Patrícios Chardonnay 2011
Pandolfi Price
Vale de Itata
No nariz e na boca são mais típicos da Chardonnay tradicional, mas com um toque de fruta passada. Fica bastante tempo na boca e acho que deve ser melhor com uma boa comida.

Gallardía del Itata Cinsault 2013
De Martino
Vale de Itata
Pura fruta no nariz e na boca. Bem equilibrado e com boa acidez. Fica pouco tempo na boca, mas é muito agradável e fácil de beber, daqueles para se abrir num dia quente e desfrutar sem grandes frescuras.

Outer Limits Old Roots Cinsault 2013
Cinsault mais potente no nariz e na boca, com bastante acidez e um vinho que não passa despercebido. Fica na boca por bastante tempo, com as frutas vermelhas bem marcadas.

Tara Red Wine 1: Vinho base Pinot Noir 2012
Viña Ventisquero
Vale de Huasco/Atacama
É um Pinot Noir bem diferente com aromas mais selvagens, com toques de frutas e junto um pouco de folhas. Acidez bem bacana. Não é filtrado, natural e praticamente sem sulfito.

Los Despedidos Pais 2013
Viña San Pedro
Vale de Itata
Bastante fruta e boa acidez. Um vinho feito com uma uva que não era tão utilizada até há pouco tempo, mas que é bem agradável. vale conhecer pela qualidade e por ser de uma uva quase extinta.

Errazuriz Syrah Aconcágua Costa 2012
Vale de Aconcágua
Um Syrah que tem bastante aroma e na boca é bem “nervoso”. O seu frescor deixa ele fácil de beber e não fica chato na boca.

El Insolente Carignan 2010
Rogue Vine
Vale de Itata
Um vinho super interessante (seria bom provar mais vinhos feitos com Carignan).  Muita fruta e com um leve toque medicinal ao fundo, mas sem sobressair às frutas. Na boca é nervoso, mas ao mesmo tempo tem uma boa elegância.

Piedras Pizzaras Cabernet Sauvignon 2013
Santa Carolina
Vale de Cachapoal
Vinho elegante, sem grandes notas de frutas super doces, daquelas que enjoam. Esse vinho tem um equilíbrio impressionante. Na boca tem o corpo ideal,sem ser muito pesado. Na boca fica um final longo. Bem interessante para conhecer um Cabernet Sauvignon do Chile sem muita fruta e com bastante elegância.

Se quiser saber mais sobre as iniciativas da Wines of Chile, acesse o site deles aqui.

Um abraço

Daniel Perches

Cave de Ribeauvillé Gewurztraminer Terroirs 2012

Um dos vinhos brancos mais interessantes, para mim, é o Gewurztraminer. De nome difícil de se pronunciar e escrever, essa uva se desenvolve com características tão legais e distintas em cada uma das regiões, que só provando para se perceber como isso é evidente.

E na Alsace, na França, ela é rainha, fazendo vinhos exuberantes, cheios de aromas e sabores. Provar um bom Gewurztraminer de lá é uma experiência que merece um tempinho de atenção com o vinho, para sentir tudo o que ele pode apresentar.

gewurztraminer_cave_ribeauville_2012Foi isso que eu fiz com o Cave de Ribeauvillé Gewurztraminer Terroirs 2012, que é importado pela Chez France no Brasil. Mesmo depois de ter provado vários vinhos do portfólio deles (e gostado de vários), esse me chamou a atenção.

Além das frutas em calda, ele traz um toque resinoso muito interessante e que eu diria até intrigante. Na boca é estruturado, pelo menos mais do que os que eu tenho provado dessa uva.

É gastronômico, mas dá tranquilamente para beber ele sozinho e vai trazer sem dúvida muito prazer. Por ele ser bem intenso, você vai provavelmente bebê-lo devagar, aprecisando, pois o seu retrogosto fica na boca por muito tempo.

Gostou da ideia? Então se provar me conte. Ou me dê dicas de outros Gewurztraminer bons.

Abraços

Daniel Perches

Champagne Piaff Brut

Em minha última visita à região de Champagne, eu estive em uma loja em Epernay que também é winebar, chamada C-Comme. Lá você pode degustar alguns champagnes da seleção, no balcão mesmo, em um ambiente bem informal, por um preço bem camarada. E se quiser pode comprar as garrafas que gostar.

Foi o que aconteceu comigo. Esse champagne Piaff foi um dos que eu provei e gostei bastante. Aí na hora de escolher as garrafas que eu compraria, vi o preço e não tive dúvidas. Era um dos mais baratos e tinha sido um dos que mais me chamou a atenção.

champagne_piaff_brutNão foi o mais complexo do dia, mas o que eu achei legal foi ele ser um espumante bem típico. Com o corte típico – Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier – ele traz aqueles aromas bem conhecidos de Champagne como o brioche, fermento, abacaxi em calda, flores e alguns mais, que vão aparecendo na taça ao longo da degustação. Na boca é fácil de entender, pois é bem direto, ou seja, tudo o que você sentiu no nariz, vai sentir também na boca.

Para quem vive na região ou tem bastante dinheiro, eu diria que é um champagne para o dia a dia. Para nós, pobres mortais que não nascemos nessas duas categorias, é um belo Champagne que tem um ótimo preço e que merece atenção.

Se puder, prove e me conte o que achou.

Um abraço

Daniel Perches

Champagne Vollereaux traz novidade para o Brasil

Já falei algumas vezes aqui sobre o Champagne Vollereaux (veja mais posts aqui). Acho que eles fazem um ótimo champagne e o melhor, chega pra gente por um preço realmente bacana.

O Julien Breuzon, responsável pelas exportações, esteve no Brasil para divulgar o lançamento, um Champagne safrado que é demais e eu conversei com ele.

Veja no vídeo abaixo. Está em inglês, mas ele fala devagar e fácil de entender.

Os Champagnes Vollereaux são importados pela Chez France no Brasil.

Um abraço

Daniel Perches

The Crossings Sauvignon Blanc

Você gosta de Sauvignon Blanc? Então prove esse The Crossings, da Nova Zelândia. O vinho acabou de chegar no Brasil e é um espetáculo. É daqueles que a gente tem vontade de acabar a garrafa e ter outra na adega. Foi o que eu fiz, quando comprei algumas garrafas.

Os vinhos da The Crossings são importados pela Max Brands no Brasil.

Um abraço

Daniel Perches

Valduero faz belos vinhos em Ribera del Duero, na Espanha

Uma vez me ensinaram que eu deveria ter bastante atenção quando provasse vinhos espanhóis, principalmente os bons. Em geral eles estão acima da média de qualidade e com bom preço em relação à sua entrega, ou seja, mesmo os caros, se comparados com outros de mesma qualidade, têm preços mais acessíveis.

Guardei esse conselho e sempre que provo vinhos assim, lembro dele. E foi assim com a Valduero, que é uma vinícola que tem um cuidado elevado com os seus vinhos, desde a vinícola, passando pela quantidade de produção por pé de uva, até o tempo de guarda antes de engarrafar, sempre pensando no melhor para o vinho. Tudo isso resulta em vinhos que “envelhecem lentamente”, como bem disse Carolina Garcia Viadeiro, que esteve no Brasil para apresentar seus rótulos que agora estão sendo importados pela Inovini.

Provei alguns rótulos e gostei muito. Veja abaixo e se puder, prove também, principalmente o branco e o Reserva, que foram os que eu achei mais interessantes.

 

Valeiro Garcia Viadeiro Blanco de Albillo
R$ 87
Feito com a uva Albillo, vindo da única plantação de uvas brancas dentro de Ribera del Duero. Um branco que tem aromas doces no nariz, mas que não é enjoativo. Na boca é mineral e longo, muito diferente e interessante. Gastronômico.

Valduero Crianza 2010
R$ 178
Um vinho intenso, potente, com toques de café, madeira bem aparente. Na boca é forte e com ótima acidez. Sem dúvida um vinho que precisa de comida para ficar ainda melhor. Pode colocar uma comida bem forte que vai dar certo.

Valduero Reserva 2009
R$ 260
Mais austero, mas não por isso mais leve. Tem mais aromas de frutas do que o Crianza. Na boca, apesar de passar 30 meses descansando em barricas e depois em garrafas, é “nervoso”, com boa acidez, bom corpo e excelente final. Um belíssimo vinho, que com certeza pode e deve ser harmonizado com comida, mas que eu até beberia sozinho.

Valduero Gran Reserva 2004
R$ 645
Impresisionante como o vinho pode manter-se tão potente mesmo depois de todo o tempo em madeira. Um vinho para se beber lentamente. Já com toques de maturidade, trazendo também algumas frutas secas, tabaco, defumado.

Lovico Chardonnay 2011 – mais um vinho da Bulgária que eu provei

Tenho provado alguns vinhos da Bulgária, pois eles têm vindo pela Winelands, um dos clubes de vinho que eu assino. Já provei outros tintos, rosés e espumantes e tenho gostado da maioria. Não sei se o pessoal da Winelands que seleciona muito bem, se o país faz vinhos realmente bons ou as duas coisas. De qualquer forma, é sempre bom ter vinho de qualidade na taça.

E eu sempre digo que não sou grande fã de Chardonnay. Minha questão com essa uva é que muitas vezes encontro vinhos sem muita graça, com aqueles aromas típicos de abacaxi, acidez bem média e um final que não deixa lembranças. Sim, você pode me dizer que eu não devo ter bebido bons chardonnays e eu vou concordar plenamente.

lovico_chardonnay_2011Mas quando encontro um diferente, acho interessante. Esse Lovico Chardonnay 2011 é um caso desses, que além dos aromas típicos, ele traz um toque mineral, lembrando aromas de pedras, bem bacana. Na boca ele continua com esse toque diferentão, com um bom corpo e pedindo comida. Tentei beber ele sozinho mas não deu. Busquei depois alguns aperitivos e depois acompanhou uma massa recheada de brie e zucca, que aí foi perfeito.

O Lovico Chardonnay é um vinho para sair um pouco do óbvio, se não pelos aromas e sabores, no mínimo pelo país de origem. Para saber mais sobre a vinícola, veja o site deles aqui.

Um abraço

Daniel Perches

Pedro Ximenez Solera 1927

Sim, você leu certo e esse vinho que eu provei é da safra 1927. Mas ele é feito não só com uma safra, mas com várias, pelo método “solera“, ou seja, eles começaram a fazer esse vinho em 1927 e depois foram tirando um pouco e adicionando mais, no ano seguinte. Isso significa que na garrafa que eu bebi tem pelo menos umas 40 safras diferentes (inclusive a de 1927) misturadas.

O método Solera não só é muito interessante, como quando bem feito – que é o caso desse vinho – produz coisas sensacionais. Esse foi feito com a uva Pedro Ximenez, uma uva branca, mas que com o passar de tantos anos, acabou ficando bem escura.

alvear_solera_1927O resultado é fantástico. Um vinho que mais parece um xarope licoroso, denso e muito intenso. No nariz tem aromas de frutas secas e algumas toques tostados, mas a verdade é que você vai deixando ele na taça e ele vai mudando a cada vez que você sente os aromas ou que dá um gole. Um vinho realmente muito bacana, que merece ser provado com calma e tranquilidade. É daqueles vinhos de sobremesa de meditação, ou seja, para você beber devagarinho, sentindo os sabores e esperando ele ir embora lentamente (e demora, viu?).

Se você curte vinhos de sobremesa, vale muito comprar e provar esse, que é importado no Brasil pela Península Vinhos. A garrafa é de 375ml, mas certamente você vai conseguir dividir com bastante gente, porque de tão intenso, uma taça é o que basta para satisfazer uma pós-refeição tranquilamente.

Beba e seja feliz com o Solera 1927. E se quiser saber mais sobre a produção ou sobre a vinícola, veja o site da Alvear aqui.

Um abraço

Daniel Perches

Peverella Cattacini 2012

Aqui estamos nós falando de novo da Peverella. Essa uva não é muito comum no Brasil, apesar de, segundo conta a história, ter sido a primeira uva vinífera branca plantada por aqui.

Peverella é uma uva diferente, que tem casca branca mas saem umas pintinhas nela quando está madura e é de fácil cultivo. Tem até produtor achando peverella “selvagem” no meio dos seus campos, que foi deixada de lado por anos a fio, sem tratamento nenhum, e resistiu.

Eu sempre me interessei por essa uva e em um dos Encontros de Vinhos eu estava conversando com o Cattacini, o cara que produz esse vinho e ele me ofereceu essa garrafa. Cattacini é um cara bacana, daqueles simpáticos, sempre sorridente e animado e que tem uma característica interessante: ele acredita MESMO nos vinhos brasileiros. Para você ter uma ideia do que eu estou falando, ele compra uvas, vinifica em um vinícola alugada (no caso desse Peverella, foi na Salvati&Sirena) e depois rotula e vende com o seu nome. Cara arrojado, não?

cattacini_peverellaE não é que o Peverella dele é interessante? Não sei o que ele faz, mas parece que esse tem algo mais “alegre” no vinho e até um toquezinho de mais complexidade, com um pouco mais de aromas do que os outros Peverellas que eu já provei.

Na boca continua com aquele toque picante no final, que também é característica da uva, mas sem ficar muito forte, então não espante se você sentir esse toque mais “apimentado”, que na verdade é o que dá a graça para essa uva.

Como eu disse, já provei alguns Peverella e esse do Cattacini me pareceu um dos mais interessantes. Ele ainda tem uma distribuição bastante focada no Rio de Janeiro, mas se você entrar no site dele, pode ser que consiga mais infos para entrega, por exemplo.

Um abraço

Daniel Perches