Uvas Brancas

Ventus – o vinho branco da Patagônia que me surpreendeu

Se você ainda não conhece a Patagônia argentina e não tem planos de ir para lá (e eu entendo se não tiver, não é um dos meus top10 destinos), vale a pena pelo menos dar uma olhada na web para ver algumas imagens. O lugar é lindo, com paisagens deslumbrantes, uma história que envolve dinossauros e acredite, bons vinhos.

É de lá que saem bons Pinot Noir, alguns Sauvignon Blanc interessantes e esse Ventus, que eu provei recentemente e fiquei impressionado. Produzido pela Bodega del Fin del Mundo, esse é feito com duas uvas: Sauvignon Blanc e Chardonnay.
05-VENTUS-S.BLANC--CHARDONNAYEssa mescla pouco vista nos vinhos resultou em um vinho muito bacana. Conseguiu juntar a frescura da Sauvignon Blanc com o corpo da Chardonnay, mas sem ficar aqueles vinhos sérios, que a gente precisa parar, cheirar e pensar. Ele é descompromissado, daqueles que você abre, começa a beber com os amigos em uma festa e em poucos minutos vê que a garrafa acabou. Dá para acompanhar uma boa salada, uns camarões com um molho rosé, um atum gratinado ou umas frutas secas. Para o verão, nada mais justo.

E o melhor para mim foi quando o meu amigo Marcelo Miras, que faz o vinho e com quem eu degustei, me falou o preço: em torno de 35 reais.

No meu próximo verão certamente terá bastante Ventus. E se você procura algo bom nessa faixa, prove esse e depois me diga o que achou. Eu curti muito.

Provei também alguns outros vinhos da Bodega del Fin del Mundo (que é importada pela Mr.Man no Brasil) e você pode ver abaixo sobre eles.

Bodega del Fin del Mundo Reserva Viognier 2010
Vinho mais sério sem ser chato. Os cachos ficam metade maduros e metade verde. É assim que funciona e ela não mexem nisso. Final dele é muito interessante.
R$ 85

Postales Malbec 2013
Um Malbec mais leve, sem muito chocolate ou aromas mais fortes. Fácil de beber.
R$ 39

Reserva Del Fin del Mundo Cabernet Sauvignon 2010
Começa a ser mais baixa produção, colheita manual. Sente-se muito a fruta e um toque mais resinoso bem interessante, passa pro barrica,  sente-se muito bem o Cabernet.
R$ 85

Cabernet Franc 2008
Baixa produção e cuidados especiais com essa casta fazem dele bem especial. Tem aquele toque herbáceo característico da uva, mas nada que incomode. Pelo contrário, é bem potente e deixa um final longo.
R$ 175

Special Blend 2007
Malbec, Cabernet Sauvignon e Merlot. É o top da vinícola e campeão de vendas, não por acaso. Um vinho muito redondo, estruturado e gastronômico.
R$ 245

 

Era dos Ventos Peverella

Há alguns anos bebi um vinho feito com Peverella pela primeira vez. Foi exatamente esse, o Era dos Ventos 2010, feito pelo Zanini e pela Talise, lá no Rio Grande do Sul. Na época, abri com alguns amigos que não curtiram o vinho e até hoje a gente lembra dessa história.

Guardei o nome da uva e depois de algum tempo voltei a provar outros Peverella (veja mais sobre a uva no blog aqui). Dos que eu provei – e não foram muitos – eu percebi que é um vinho relativamente simples, mas que se bem vinificado pode ter algumas características interessantes.

era_dos_ventos_PeverellaE ao provar agora, em 2014, o Era dos Ventos 2010 novamente, eu descobri mais uma coisa legal: ele não envelhece tanto quanto eu pensava. Obviamente, por ser um vinho branco, natural, sem grandes processos na hora de vinificar, ele tem uma vida mais curta, mas ainda está no combate.

Com a idade ele ganhou uns aromas diferentes, lembrando cacau, mas ainda com uns toques de abacaxi em calda e um pouco de pimenta. Na boca ele tem já um pouco de oxidado, mas nada que incomode. A acidez ainda está OK, apesar de não muito alta.

Provei com um risoto de aspargos e brie e ficou muito bom. Aliás, melhorou o vinho.

Não sei se terei oportunidade de provar outro Era dos Ventos 2010 no futuro, mas as novas safras certamente vou provar.

E se quiser saber mais sobre o projeto Era dos Ventos, acesse o site deles aqui.

Um abraço

Daniel Perches

Espumante Perini No 1

A Vinícola Perini lançou um novo espumante, chamado No 1. É feito com Chardonnay e Pinot Noir e agora é o top da vinícola. Eu provei e gostei, tanto do espumante quanto da caixa que ele vem.

Um abraço

Daniel Perches

Champagne Louis Roederer Brut Premier

Eu sou fã confesso de Champagne. Já contei aqui que se eu tivesse que escolher uma região favorita, essa seria sem dúvida a minha. Por lá se fazem os melhores espumantes do mundo. E quem duvidar ou quiser contestar, que faça, mas prove antes várias garrafas de vários produtores, para que possa saber bem o que está falando.

E como qualquer região, por lá existem algumas marcas bem conhecidas e outras menores. Gosto bastante de conhecer novos rótulos, mas é sempre legal beber os “clássicos”, para poder comprovar a sua qualidade.

É o casso do champagne Louis Roederer Brut Premier, que é feito com o corte clássico de Champagne, com 1/3 de cada uma das uvas: Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier.

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Impecável, muito elegante e daqueles que a gente deve guardar na memória são alguns dos adjetivos, mas ao pegar a garrafa para escrever, percebi que eles vão além disso, mostrando-se mais modernos do que eu pensava, pelo menos na web e nas redes sociais.

Se você tiver uma garrafa de Louis Roederer em mãos, poderá entrar no site deles e digitar o código que está no rótulo traseiro. Esse código vai te mostrar toda a vida do seu champagne. Veja o meu:

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Achei muito interessante saber em que ano foi produzido, quando foi engarrafado e quando foi “degolado” (nunca gosto dessa tradução, mas é essa, fazer o que?). Independente das palavras, essas informações me deram bastante coisa para pensar, pois apesar de ser um cuvée 2009, foi enviado para o mercado em 2012, depois de todo o envelhecimento em caves. Sabemos que os produtores gostam de soltar seus champagnes já prontos no mercado, mas esse resistiu muito bem aos 2 anos que ficou em minha adega.

O resultado foi um champagne relativamente fresco, mas muito bem elaborado, com bastante elegância, aromas muito bem marcados e aquele toque de “finesse” de champagne. Eu abri em um dia especial em casa, para acompanhar umas carnes de churrasco e foi realmente muito bem então se você quiser repetir a experiência, foi muito bem com um bife ancho e até com as linguiças de aperitivo. É claro que dá para beber com pratos muito mais elaborados, mas dessa vez não foi o caso.

Fica a dica para os meus amigos amantes de Champagne: Louis Roederer Premier Brut é um champagne que vale a pena. Bom preço (na França) e excelente retorno.

Um abraço

Daniel Perches

 

Morgado de Silgueiros Branco 2013

Eu adoro vinho branco. Sendo bem sincero, gosto até mais do que vinho tinto (apesar de beber mais tintos). Acho que eles têm mais aromas, mais sabores e são mais interessantes. E por conta disso eu bebo bastante vinho branco, mas a maioria é do “Novo Mundo”, ou seja, do Chile, Argentina, Califórnia e por aí vai.

Fazia já algum tempo que eu não provava um vinho branco de Portugal, especificamente do Dão. Aí me veio esse, o Morgado de Silgueiros Branco 2013, que chegou recentemente ao portfólio da importadora La Pastina e eu não deixei ele esperar muito tempo na adega. Mandei bala e abri ele rapidinho.

morgado_Silgueiros_2013
Feito com as uvas Malvasia Fina e Encruzado, esse vinho tem um ótimo frescor. Aromas de frutas brancas e um leve toque de mineralidade se juntam bem. Na boca é bem leve e fácil de beber. É para aqueles pratos mais leves e sem muito tempero. Eu provei com uns queijos como o brie e parmesão e ficou legal.

Com um preço aproximado de R$ 36, esse vinho certamente é uma boa pedida para relaxar e aproveitar um bom vinho num dia quente. Daqueles que você abre, bebe e nem percebe que está acabando.

Um abraço

Daniel Perches

 

Champagne Canard-Duchene Authentic Brut – precisa voltar para o Brasil

O Brasil é um país que tem muitos rótulos de vinhos (são mais de 20.000 diferentes) e tem até bastante champagne no meio. Tem os maiores e mais conhecidos mas tem também alguns menores, que me agradam muito pois aliam qualidade a preços interessantes, além de trazerem mais diversidade para o tema.

E recentemente eu provei mais um dessa categoria, dos “ilustres desconhecidos”, que foi o Canard-Duchêne Authentic Brut, produzido com Pinot Noir e Chardonnay na Montagne de Reims e que eu gostei muito. É daqueles champagnes mais “fáceis” de se beber, que tem excelentes aromas que passam pelos clássicos e misturam um pouco de cítrico que dá um charme especial e tem um frescor fantástico, fazendo com que a taça seque rapidamente e repetidamente (até a garrafa acabar, é claro).

canard-duchene_authentic_brutEsse esteve no Brasil mas parece que não é mais importado. Uma pena, porque seria uma ótima opção para quem quer entrar para os champagnes ou para aqueles dias quentes, para se beber como início de uma (grande) festa.

Se for à França e quiser trazer um bom Champagne que não deve custar muito caro, o Canard-Duchêne Authentic Brut é uma boa opção. A Maison faz também outros, como rosés, vintages e special cuvées, mas esses eu ainda não conheço.

Um abraço

Daniel Perches

Laberinto Sauvignon Blanc 2012 – Chile em uma explosão de aromas e sabores

Esse post é destinado aos amantes de um bom vinho branco do Chile, especialmente aqueles feitos com a uva Sauvignon Blanc, cheio de aromas e sabores.

Provei esse vinho na degustação do Top5 do Encontro de Vinhos Campinas e fiquei impressionado com a sua potência no nariz e depois na boca. É realmente aroma para o nariz mais tampado sentir.

laberinto_Sauvignon_Blanc_2012Maracujá, flores doces e toques cítricos se mesclam na taça, fazendo com que o vinho (obviamente para quem gosta desse tipo) seja daqueles que você bebe e quer beber o próximo gole, para sentir de novo essas sensações.

É sem dúvida um vinho que não passa despercebido em degustação nenhuma. Infelizmente não ficou entre os 5 melhores, mas para mim ficou na memória.

Esse é feito pelo famoso enólogo Rafael Tirado e o nome vem do formato dos seus vinhedos, plantados em forma de um labirinto, para aproveitar melhor a exposição solar. Vale provar. São importados pela Magum Importadora.

Um abraço

Daniel Perches

Tremendus Clarete Rosado Garnacha Viura

Uma das características dos vinhos rosés é a sua versatilidade. Se ele tem bastante extração de cor e de taninos, vai ficar mais intenso em todos os sentidos e você vai até precisar de uma boa comida para acompanhar. Se ao ser produzido ele for um pouco mais leve, vai sair um vinho mais “descompromissado” no bom sentido, daqueles que você pode abrir e beber num dia quente, sem grandes preocupações com o que comer. É abrir a garrafa, sentar-se e apreciar o tempo.

tremendus_roseE para mim esse vinho, o Tremendus Clarete Rosado Garnacha Viura, está nesta segunda categoria. Além de ser daqueles vinhos mais leves, ele tem também uma uva branca (a Viura, também chamada de Macabeo) na sua composição. O resultado é muito legal, com aromas de frutas, mas com um toque de flores e ervas.

Bebi esse vinho sem nada para acompanhar, só apreciando o final de um domingo ensolarado. Foi o que me bastou e o resultado foi bem agradável. Mas se você quiser harmonizar com algo, sugiro um camarão frito, sem muito tempero. Pode ficar legal.

Esse veio pela Winelands.

Um abraço

Daniel Perches

Wines of Chile apresentou os Extremos do Chile. Vinhos que merecem atenção.

Em grande evento, a Wines of Chile trouxe para o Brasil 31 vinícolas para fazer um grande tasting para jornalistas, consumidores e trade especializado. Não bastasse isso, tivemos também uma MasterClass com alguns vinhos selecionados pelo conhecido Sommelier Hector Riquelme (e se você não reconhecer ele, é porque o cara fez um super regime e emagreceu metade dele). Essa MasterClass, denominada “Extremos do Chile” foi muito bacana, porque pudemos conhecer alguns vinhos diferentes, fugindo daquele tradicional que estamos acostumados e ver que quando falam que o país tem uma enorme diversidade vinícola, o pessoal tem razão.

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Os vinhos abaixo valem muito a atenção e prova. Se você encontrá-los por aí e estiver disposto a se aprofundar um pouco mais nos vinhos do país, não hesite. Todos são muito bacanas. E recomendo que você tenha um mapa (serve até Google Maps) ao lado para ver onde foram produzidos, pois tem até um que foi feito em pleno deserto.

Lago Ranco Sauvignon Blanc 2013
Casa Silva
Região Austral, Patagônia.
Vinho com excelente estrutura, bem harmônico. No nariz tem toques minerais diferentes. Na boca parece quente, mas não incomoda. Tem uma excelente acidez. Final fica na boca com frutas bem aparentes. Belíssimo vinho.

Talinay Chardonnay 2012
Tabalí
Vale  do Limarí
Aromas com toques calcários que aparecem bem e deixam o vinho bem diferente dos chardonnays “padrão”. Acidez alta, frutas em harmonia e nada daquelas frutas passadas. Foi fermentado em barrica e depois ficou 12 meses amadurecendo, mas não aparecem aquelas notas de baunilha que podem enjoar. (Aparecem pouco,mas bem ao fundo).

Los Patrícios Chardonnay 2011
Pandolfi Price
Vale de Itata
No nariz e na boca são mais típicos da Chardonnay tradicional, mas com um toque de fruta passada. Fica bastante tempo na boca e acho que deve ser melhor com uma boa comida.

Gallardía del Itata Cinsault 2013
De Martino
Vale de Itata
Pura fruta no nariz e na boca. Bem equilibrado e com boa acidez. Fica pouco tempo na boca, mas é muito agradável e fácil de beber, daqueles para se abrir num dia quente e desfrutar sem grandes frescuras.

Outer Limits Old Roots Cinsault 2013
Cinsault mais potente no nariz e na boca, com bastante acidez e um vinho que não passa despercebido. Fica na boca por bastante tempo, com as frutas vermelhas bem marcadas.

Tara Red Wine 1: Vinho base Pinot Noir 2012
Viña Ventisquero
Vale de Huasco/Atacama
É um Pinot Noir bem diferente com aromas mais selvagens, com toques de frutas e junto um pouco de folhas. Acidez bem bacana. Não é filtrado, natural e praticamente sem sulfito.

Los Despedidos Pais 2013
Viña San Pedro
Vale de Itata
Bastante fruta e boa acidez. Um vinho feito com uma uva que não era tão utilizada até há pouco tempo, mas que é bem agradável. vale conhecer pela qualidade e por ser de uma uva quase extinta.

Errazuriz Syrah Aconcágua Costa 2012
Vale de Aconcágua
Um Syrah que tem bastante aroma e na boca é bem “nervoso”. O seu frescor deixa ele fácil de beber e não fica chato na boca.

El Insolente Carignan 2010
Rogue Vine
Vale de Itata
Um vinho super interessante (seria bom provar mais vinhos feitos com Carignan).  Muita fruta e com um leve toque medicinal ao fundo, mas sem sobressair às frutas. Na boca é nervoso, mas ao mesmo tempo tem uma boa elegância.

Piedras Pizzaras Cabernet Sauvignon 2013
Santa Carolina
Vale de Cachapoal
Vinho elegante, sem grandes notas de frutas super doces, daquelas que enjoam. Esse vinho tem um equilíbrio impressionante. Na boca tem o corpo ideal,sem ser muito pesado. Na boca fica um final longo. Bem interessante para conhecer um Cabernet Sauvignon do Chile sem muita fruta e com bastante elegância.

Se quiser saber mais sobre as iniciativas da Wines of Chile, acesse o site deles aqui.

Um abraço

Daniel Perches

Cave de Ribeauvillé Gewurztraminer Terroirs 2012

Um dos vinhos brancos mais interessantes, para mim, é o Gewurztraminer. De nome difícil de se pronunciar e escrever, essa uva se desenvolve com características tão legais e distintas em cada uma das regiões, que só provando para se perceber como isso é evidente.

E na Alsace, na França, ela é rainha, fazendo vinhos exuberantes, cheios de aromas e sabores. Provar um bom Gewurztraminer de lá é uma experiência que merece um tempinho de atenção com o vinho, para sentir tudo o que ele pode apresentar.

gewurztraminer_cave_ribeauville_2012Foi isso que eu fiz com o Cave de Ribeauvillé Gewurztraminer Terroirs 2012, que é importado pela Chez France no Brasil. Mesmo depois de ter provado vários vinhos do portfólio deles (e gostado de vários), esse me chamou a atenção.

Além das frutas em calda, ele traz um toque resinoso muito interessante e que eu diria até intrigante. Na boca é estruturado, pelo menos mais do que os que eu tenho provado dessa uva.

É gastronômico, mas dá tranquilamente para beber ele sozinho e vai trazer sem dúvida muito prazer. Por ele ser bem intenso, você vai provavelmente bebê-lo devagar, aprecisando, pois o seu retrogosto fica na boca por muito tempo.

Gostou da ideia? Então se provar me conte. Ou me dê dicas de outros Gewurztraminer bons.

Abraços

Daniel Perches

Champagne Piaff Brut

Em minha última visita à região de Champagne, eu estive em uma loja em Epernay que também é winebar, chamada C-Comme. Lá você pode degustar alguns champagnes da seleção, no balcão mesmo, em um ambiente bem informal, por um preço bem camarada. E se quiser pode comprar as garrafas que gostar.

Foi o que aconteceu comigo. Esse champagne Piaff foi um dos que eu provei e gostei bastante. Aí na hora de escolher as garrafas que eu compraria, vi o preço e não tive dúvidas. Era um dos mais baratos e tinha sido um dos que mais me chamou a atenção.

champagne_piaff_brutNão foi o mais complexo do dia, mas o que eu achei legal foi ele ser um espumante bem típico. Com o corte típico – Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier – ele traz aqueles aromas bem conhecidos de Champagne como o brioche, fermento, abacaxi em calda, flores e alguns mais, que vão aparecendo na taça ao longo da degustação. Na boca é fácil de entender, pois é bem direto, ou seja, tudo o que você sentiu no nariz, vai sentir também na boca.

Para quem vive na região ou tem bastante dinheiro, eu diria que é um champagne para o dia a dia. Para nós, pobres mortais que não nascemos nessas duas categorias, é um belo Champagne que tem um ótimo preço e que merece atenção.

Se puder, prove e me conte o que achou.

Um abraço

Daniel Perches

Champagne Vollereaux traz novidade para o Brasil

Já falei algumas vezes aqui sobre o Champagne Vollereaux (veja mais posts aqui). Acho que eles fazem um ótimo champagne e o melhor, chega pra gente por um preço realmente bacana.

O Julien Breuzon, responsável pelas exportações, esteve no Brasil para divulgar o lançamento, um Champagne safrado que é demais e eu conversei com ele.

Veja no vídeo abaixo. Está em inglês, mas ele fala devagar e fácil de entender.

Os Champagnes Vollereaux são importados pela Chez France no Brasil.

Um abraço

Daniel Perches