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	<title>Vinhos de Corte &#187; 2009</title>
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		<title>Harmonização de vinhos e comida</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 22:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Juntamos uma galera especial para fazer um teste de harmonização. Pedimos para o Mario Lo Sardo, chef de cozinha e professor de culinária para preparar dois pratos. Um para harmonizar com vinhos brancos e outro para os vinhos tintos. Levamos dois de cada e provamos às cegas.</p>
<p>O resultado você vê no vídeo e em breve mais programas como esse virão.</p>
<p>Fica o nosso agradecimento especial aos que colaboraram e aos que cederam os vinhos para esse teste cego.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_jdOaNHDjqs?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/_jdOaNHDjqs?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Wines of Uruguay – Belas surpresas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 21:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No mundo do vinho, quando pensamos no que é produzido no Uruguai, lembramos sempre da Tannat. É verdade que essa é uma uva emblemática daquele país e que de lá saem excelentes exemplares, mas também é verdade que não é só de Tannat que é feito o seu painel vitivinícola. E foi isso que eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo do vinho, quando pensamos no que é produzido no Uruguai, lembramos sempre da Tannat. É verdade que essa é uma uva emblemática daquele país e que de lá saem excelentes exemplares, mas também é verdade que não é só de Tannat que é feito o seu painel vitivinícola.</p>
<p>E foi isso que eu pude comprovar no evento realizado recentemente aqui em São Paulo pela entidade Wines of Uruguay, que tem como missão principal divulgar os vinhos dos produtores associados pelo mundo todo.</p>
<p>O evento reuniu 14 produtores participantes no Hotel Renaissance , onde pude provar diversos vinhos que eu já conhecia de nome, mas que eu ainda não tinha provado.</p>
<p>Abaixo listo alguns que me chamaram a atenção.</p>
<p><strong>Alto de La Ballena Merlot – Cabernet Franc – Tannat 2006<br />
</strong>Um vinho bastante frutado, com destaque para geléia de frutas vermelhas em boa harmonia com um toque amadeirado. Acidez moderada.</p>
<p><strong>Alto de La Ballena Reserva Cabernet Franc 2007<br />
</strong>Mais um vinho fácil de beber, com boa tipicidade da uva Cabernet Franc. Um vinho para se beber no dia a dia.</p>
<p><strong>Bouza Tempranillo B15 Parcela Única 2008<br />
</strong>Um vinho que mostrou toda a força da Tempranillo do Uruguai. Taninos bastante presentes e final marcante. Para ser degustado com comida (de preferência uma boa carne).</p>
<p><strong>Bodegas Castillo Viejo El Preciado, Gran Reserva 2005<br />
</strong>Com fortes aromas terciários e com destaque para a madeira molhada e fumo, é um vinho de boa estrutura e provavelmente de alguma guarda ainda.</p>
<p><strong>Familia Deicas Don Pascual Viognier Reserve 2009<br />
</strong>Coloração verde palha denotando sua jovialidade. Destaque para os aromas herbáceos e sua acidez bem alta. Um vinho potente e muito fresco.</p>
<p><strong>Gimenez Mendez Identity 2008<br />
</strong>Lançamento da Bodega, esse corte de Tannat, Syrah e Petit Verdot mostrou uma boa complexidade de aromas, com toques de chocolate e toffe.</p>
<p><strong>Marichal Reserve Collection Pinot Noir / Tannat 2008<br />
</strong>Esse vinho me chamou a atenção pelo seu corte inusitado, utilizando uma uva com muita força (tannat) em conjunto com uma muito mais elegante e leve (Pinot Noir). Vale a prova.</p>
<p>Esses são, como de costume, alguns que eu destaco como vinhos de boa qualidade, mas obviamente haviam muitos outros que valiam a pena serem comentados. Mas por enquanto, ficamos com esses.</p>
<p>Além disso, a Wines of Uruguay está lançando um Pack promocional com alguns vinhos feitos com a uva Tannat, que servirão de “amostra de qualidade” para quem ainda não conhece. Uma ótima iniciativa, afinal de contas, o país realmente produz bons vinhos. Nós é que não conhecemos muito.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>La Fortuna Sauvignon Blanc 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 11:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vinícola La Fortuna fica na região de Curicó, a 200km ao sul de Santiago e faz vinhos de ótima qualidade. O destaque da linha pra mim é o Sauvignon Blanc, que é um vinho fresco, com muitos aromas e qualidade impecável. Esse que eu provei, depois de algum tempo em taça, apresentou ainda mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vinícola La Fortuna fica na região de Curicó, a 200km ao sul de Santiago e faz vinhos de ótima qualidade. O destaque da linha pra mim é o Sauvignon Blanc, que é um vinho fresco, com muitos aromas e qualidade impecável.</p>
<p>Esse que eu provei, depois de algum tempo em taça, apresentou ainda mais aromas de frutas. Vale abrir e deixar ele descansar um pouco.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xrvHpEy-wXM&amp;hl=pt&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/xrvHpEy-wXM&amp;hl=pt&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Vinhos Casa Marin</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 11:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e aprovei. São realmente muito bons e dignos de todos os comentários que fazem por aí.</p>
<p>Abaixo conto um pouco sobre os que eu provei:</p>
<p><strong>Casa Marin Sauvignon Gris 2008<br />
</strong>Eu só tinha provado um vinho até hoje feito com essa casta. Fiquei espantado com a sua qualidade. Com uma coloração praticamente translúcida, é um vinho muito fresco, com toques minerais e florais, acompanhando frutas brancas frescas. Tem até um leve frizante, de tanta acidez. Mas não se engane pensando que isso pode ser um defeito, pois o vinho é muito correto em boca, equilibrado e com um belo final. Acompanha perfeitamente um dia de calor, com uns petiscos como anéis de lula, por exemplo.</p>
<p><strong>Casa Marin Laurel Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Com uma coloração palha um pouco mais escura que o Sauvignon Gris (mas ainda assim bastante claro), mostrou aromas típicos dessa casta, lembrando frutas brancas e um toque floral. Bastante fresco. Alta acidez e final médio a longo.</p>
<p><strong>Casa Marin Cipreses Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Produzido com uvas de outro bloco de vinhedos, esse se mostrou ainda um pouco mais escuro que o anterior, mas com a mesma qualidade. Frutas bastante presentes e uma ótima acidez. Vinho para se beber tranquilamente sem se preocupar com comida (só com a companhia).</p>
<p><strong>Casa Marin Riesling Miramar 2007<br />
</strong>Acredito que se colocar esse riesling ao lado de outros da mesma casta, vindos do Velho Mundo, ele será facilmente confundido. Toque petroláceo bem presente, pedra de isqueiro, leve floral e frutas em abundância. Um belíssimo riesling, que me lembrou que eu preciso beber mais vinhos dessa casta.</p>
<p><strong>Casa Marin Gewurztraminer Casona 2008<br />
</strong>Como os anteriores, esse também apresentou as notas típicas dessa casta, destacando-se o floral bastante aberto (como pétalas de rosas) e frutas brancas, com destaque claro para a lichia.</p>
<p><strong>Casa Marin Pinot Noir Três Viñedos 2009<br />
</strong>Esse Pinot Noir mostrou-se jovem e leve, como deve ser. Destacaram-se as frutas vermelhas mais adocicadas. Seu final é um pouco quente, mas totalmente correto. Bom vinho. Ótimo para acompanhar carnes leves.</p>
<p><strong>Cartagena Carmenere 2009<br />
</strong>Frutas tropicais vermelhas deram o toque adocicado para o vinho, que me pareceu um bom representante dessa que é a casta emblemática do Chile. Sinceramente, não me chamou muito a atenção, talvez por ter provado outros tão expressivos, mas é um vinho bastante correto e para quem gosta dessa uva, é uma boa opção, com ótima qualidade.</p>
<p><strong>Cartagena Cabernet Sauvignon 2008<br />
</strong>Mais um que não me fez muito a cabeça. Apesar de ter conversado com o Felipe e perguntado pra ele sobre a acidez desses vinhos (que nos tintos me pareceu que faltou um pouco) e ele ter me dito que tem é acidez demais, me pareceu um vinho um pouco leve para o que eu gostaria de ter em um Cabernet Sauvignon. Mas foi muito bem com a carne servida no dia.</p>
<p><strong>Casa Marin Lo Abarca Pinot Noir 2006<br />
</strong>Agora a “brincadeira começou a ficar séria”. Esse é um Pinot Noir de respeito. Frutas muito presentes, acidez corretíssima e final longo. Um vinho para se beber tranquilamente, sem pressa. Belíssimo. Vale provar para conhecer bons pinots do novo mundo.</p>
<p><strong>Casa Marin Litoral Pinot Noir 2003<br />
</strong>Melhor Pinot Noir do Novo Mundo que eu já provei até hoje. Não posso deixar de falar isso. Fiquei impressionado com a sua qualidade. Um vinho com 7 anos de vida e com muitos ainda pela frente. Depois de aerado um pouco, melhorou ainda mais. Como disse o nosso amigo Ivan (da Vinea), naquela garrafa tem “uns 4 vinhos diferentes”. É só o deixar respirar um pouco e com certeza terá belas surpresas. Esse eu nem preciso comentar, porque sua qualidade fala por si.</p>
<p><strong>Casa Marin Miramar Syrah 2005<br />
</strong>Esse vinho apresentou algumas características típicas da uva Syrah, como um toque de especiarias, leve chocolate no final, mas é outro que eu achei que faltou acidez, deixando o vinho um pouco “sem graça”. Mas isso pode ter sido obra do “efeito Pinot Noir Litoral” que eu tinha acabado de provar&#8230;</p>
<p>Bem, depois de todos esses belos vinhos, ainda tivemos uma salada com camarões com o Riesling para acompanhar (que foi muito bem harmonizado) e na seqüência um tornedor de filé ao molho madeira, que aí sim, os vinhos Syrah e Cabernet combinaram bem.</p>
<p>Conseguimos uma entrevista com o Felipe Marin, que em breve estará aqui no blog também.</p>
<p>A Vinea tem nos fundos de sua loja um belíssimo restaurante que funciona às noites (sob reserva) e você pode comprar o vinho para beber, a preço de loja. Eu já estou me agendando para ir lá beber mais do Litoral&#8230;</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Aurora Pinot Noir 2009</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 11:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A pedido do Paulo, um leitor assíduo do Blog e que sempre contribui com ótimas opiniões e sugestões, eu resolvi provar o Aurora Pinto Noir. Na verdade a sugestão do Paulo foi feita já faz algum tempo, pra ser mais exato, no dia 28 de fevereiro (pelo menos foi do mesmo ano) e como sempre, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pedido do Paulo, um leitor assíduo do Blog e que sempre contribui com ótimas opiniões e sugestões, eu resolvi provar o Aurora Pinto Noir.</p>
<p>Na verdade a sugestão do Paulo foi feita já faz algum tempo, pra ser mais exato, no dia 28 de fevereiro (pelo menos foi do mesmo ano) e como sempre, os compromissos vão passando e vamos deixando sempre pra depois.</p>
<p>Mas o que importa é que eu consegui o vinho, degustei e comento aqui. A pergunta do Paulo foi: qual a sua opinião sobre o Aurora Pinot Noir como vinho para o cotidiano. Respondo diretamente que é bom, mas com algumas ressalvas. E explico abaixo.</p>
<p>Como sabemos, a uva Pinot Noir não é nada fácil de ser cultivada/transformada em vinho. E a impressão que tenho desse vinho é que as uvas não ajudam muito.</p>
<p>É um vinho que possui uma coloração rubi brilhante e límpido. No nariz apresenta aromas de frutas vermelhas com destaque para o morango, com algum toque de terra e algum herbáceo.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/aurora_pinot_noir_20091.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2046" title="aurora_pinot_noir_2009" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/aurora_pinot_noir_20091.jpg" alt="" width="64" height="220" /></a>Em boca não é um vinho que tem uma grande estrutura, mas isso me parece aceitável. O que eu achei que mais faltou foi acidez. O vinho tem bons taninos (que podem melhorar com mais um ano de garrafa talvez), mas com a sua falta de acidez ele torna-se um pouco “sem vida” na boca. Seu final é bem correto e apesar de ligeiro, tem pouquíssimo amargor.</p>
<p>Acredito serem necessárias duas análises aqui, considerando:</p>
<p>Vinho nacional produzido com a uva Pinot Noir: nesse quesito temos alguns outros no mercado que tem uma ótima qualidade e que se equiparam aos bons Pinot Noirs da América do Sul e de outros países. Ponto negativo</p>
<p>Vinho até 20 reais (esse custa 17 reais para compra online): nesse quesito, dou um ponto positivo para o vinho. É um vinho correto, que apresenta inclusive algumas características típicas da uva e que tem um preço extremamente acessível para um vinho fino. Ponto positivo.</p>
<p>Sendo assim, resumo aqui a minha opinião: Se puder pagar um pouco mais, tem ótimos Pinot Noirs nacionais, que batem o Aurora. Mas se quiser um Pinot Noir abaixo de 20 reais, esse é o vinho!</p>
<p>E viva a diversidade.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Viña Cobos na Grand Cru</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 11:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Viña Cobos é bastante conhecida no “mundo do vinho”, mas mais conhecido mesmo é o seu enólogo, o Sr. Paul Hobbs. Paul é sócio do Luis Barraud nesse projeto, que tem como objetivo mostrar todo o potencial e qualidade do vinho argentino. E mostra! Os vinhos são simplesmente fantásticos. Paul, que ostenta em seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Viña Cobos é bastante conhecida no “mundo do vinho”, mas mais conhecido mesmo é o seu enólogo, o Sr. Paul Hobbs. Paul é sócio do Luis Barraud nesse projeto, que tem como objetivo mostrar todo o potencial e qualidade do vinho argentino. E mostra! Os vinhos são simplesmente fantásticos. Paul, que ostenta em seu currículo um vinho com 100 pontos do Robert Parker (e muitos outros acima de 90 pontos) esteve na Grand Cru, em São Paulo, junto com seu sócio, para apresentar alguns dos vinhos da Cobos para nós.</p>
<p>Provamos 1 vinho branco e 3 tintos, que me deixaram encantados!</p>
<p><strong>Felino Chardonnay 2009.<br />
</strong>R$ 70<br />
Um Chardonnay que tem pequena passagem por madeira (só 20% do vinho vai para as barricas) e que mostra muito caráter e força. Aromas muito francos, passando por vegetais como grama, abacaxi, frutas cítricas e um leve toque adocicado no final. Em boca é bastante equilibrado e seu final é muito bom. Vale com certeza o preço que custa.<br />
<strong><br />
Felino Cabernet Sauvignon 2007<br />
</strong>R$ 70<br />
Esse Cabernet Sauvignon mostrou-se ainda jovem e com muita força. Frutas vermelhas, com toques de tabaco e chocolate. Apareceu uma leve especiaria no meio dos aromas, para dar o toque diferenciado. Em boca, apesar de sua jovialidade, tem bastante equilíbrio. Taninos macios e sem amargor. Um vinho pra se ter em casa para um bom almoço de final de semana, com certeza.</p>
<p><strong>Bramare Lujan de Cuyo Cabernet Sauvignon 2006<br />
</strong> R$ 195<br />
A linha Bramare já sobe uma “categoria”, mas mesmo com seu preço um pouco alto, vale muito a pena. São vinhos excelentes, para se beber com calma e tranqüilidade, apreciando toda a sua qualidade. Esse é feito com a Cabernet Sauvignon e tem aromas de madeira, frutas negras, toques de especiarias e um tostado (como café) no final. Tudo muito presente e equilibrado.<br />
Na boca os taninos são muito finos e o vinho tem um ótimo corpo. Os aromas são confirmados na boca.</p>
<p><strong>Bramare Lujan de Cuyo Malbec 2006<br />
</strong>R$ 195<br />
Um dos melhores Malbecs que eu já provei, com certeza! Nariz com aromas de frutas vermelhas como cereja, toques de baunilha, especiarias leves e um toque defumado no final. Tudo em perfeita harmonia e equilíbrio. Outro vinho pra se beber devagar, apreciando.</p>
<p><strong>Bramare Marchiori Vineyards Cabernet Sauvignon 2006.<br />
</strong>R$ 395<br />
Esse é o vinho top deles. É um vinho de guarda e mesmo depois de aerado por um bom tempo, ainda mostrou-se “tímido” nos aromas, mas com certeza vai evoluir com o tempo. Mas eu sinceramente compraria e guardaria mais pelo menos uns 5 anos esse vinho. Vai tornar-se um belíssimo vinho, para se beber naquela ocasião especial que deve ser guardada na memória.</p>
<p>Em conversa, Paul contou-nos que após viajar por muitos países (e ele ainda dá consultoria para várias vinícolas), resolveu se estabelecer na Argentina e apostar no <em>terroir</em> de lá junto com seu sócio. A primeira safra deles foi um horror e jogaram tudo fora, quase quebrando o negócio. Por sorte (e nesse caso, uma boa dose de competência) a próxima safra foi melhor e eles puderam se estabelecer. Desde então, vêm fazendo vinhos cada vez melhores.</p>
<p>Se tiver oportunidade, prove os vinhos da Cobos. Desde o mais simples até os tops, você vai ter muita qualidade.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Angove´s Riesling 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 11:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Riesling]]></category>
		<category><![CDATA[Clare Valley]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>
		<category><![CDATA[vinho australiano]]></category>
		<category><![CDATA[vinho branco]]></category>

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		<description><![CDATA[A região de Clare Valley é a região mais propícia da Austrália para a produção de Riesling, devido ao seu clima mais frio. E é de lá que vem o Angove´s Riesling 2009, desse produtor que tem já fãs cativos aqui no Brasil. É um vinho que tem bastante tipicidade, mas ao mesmo tempo mostra-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A região de Clare Valley é a região mais propícia da Austrália para a produção de Riesling, devido ao seu clima mais frio.</p>
<p>E é de lá que vem o Angove´s Riesling 2009, desse produtor que tem já fãs cativos aqui no Brasil.</p>
<p>É um vinho que tem bastante tipicidade, mas ao mesmo tempo mostra-se um pouco diferente dos rieslings alemães. Com uma coloração amarelo palha claro, denota sua jovialidade. No nariz, notas bastante minerais, com toques cítricos e uma ponta final de petróleo/borracha.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Angove_riesling.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1907" title="Angove_riesling" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Angove_riesling.jpg" alt="" width="52" height="220" /></a>Em boca, bastante mineralidade e acidez em alta. Final médio a longo, bem correto.</p>
<p>Esse vinho foi provado com um bacalhau em natas que tem em seu molho um toque de limão, que apesar de ser bem pouco, é nitidamente percebido. O Riesling conseguiu acompanhar essa acidez, fazendo um belo conjunto com o prato. Para esse mesmo prato foram provados alguns vinhos tintos, mas que não se deram tão bem como o Riesling.</p>
<p>Ponto para os australianos, que estão cada vez mais se destacando na viticultura mundial. Seus vinhos, com muito frescor e aromas são muito apreciados, principalmente pelos brasileiros.</p>
<p>Fica a dica do vinho e do prato. Agora é só aproveitar.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Dadivas Pinot Noir 2009</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 12:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Pinot Noir]]></category>
		<category><![CDATA[encruzilhada do sul]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>
		<category><![CDATA[vinho tinto]]></category>

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		<description><![CDATA[A linha Dadivas é produzida pela vinícola Lídio Carraro, em Encruzilhada do Sul, no sul do Brasil. A vinícola é bem conhecida (e reconhecida) pelos brasileiros pela sua qualidade e também por não utilizar barris de carvalho na produção de seus vinhos. Decisão tomada para preservar as características primárias das uvas. O Dadivas Pinot Noir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A linha Dadivas é produzida pela vinícola Lídio Carraro, em Encruzilhada do Sul, no sul do Brasil. A vinícola é bem conhecida (e reconhecida) pelos brasileiros pela sua qualidade e também por não utilizar barris de carvalho na produção de seus vinhos. Decisão tomada para preservar as características primárias das uvas.</p>
<p>O Dadivas Pinot Noir 2009 é produzido 100% com essa uva e realmente demonstra essa tipicidade, sendo um vinho muito agradável.</p>
<p>Coloração rubi claro, com pouca intensidade cromática, praticamente sem halo de evolução e muito brilhante e límpido. No nariz, apresenta aromas de frutas frescas, com destaque para morango e groselha. Há também uma leve ponta de herbáceo, mas só para compor o painel aromático.</p>
<p>Em boca tem uma ótima acidez, taninos bem tratados (que não deixam aquela sensação de amarração na boca) e um final de média intensidade, mas bem interessante.</p>
<p>É um vinho que vai bem com comidas mais leves e pouco tempero. Ótimo para acompanhar entradas e até arriscaria com frutos do mar, como um espaguetti com camarões. Quem sabe não dá certo?</p>
<p>Esse vinho custa em torno de 40 reais e é encontrado em delicatesses e lojas especializadas. Acredito que o Dadivas Pinot Noir 2009 é um dos melhores nacionais dessa uva atualmente. Sendo assim, me parece um bom custo X benefício.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Norton Cosecha Tardia 2009</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 11:50:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Chardonnay]]></category>
		<category><![CDATA[colheita tardia]]></category>
		<category><![CDATA[Lujan de Cuyo]]></category>
		<category><![CDATA[Mendoza]]></category>
		<category><![CDATA[vinho doce]]></category>
		<category><![CDATA[vinho sobremesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Vinhos de colheita tardia podem ser polêmicos. Tem gente que não gosta, porque é muito doce. Tem gente que adora (como eu), exatamente por isso. Mas para os mais desavisados, os vinhos de colheita tardia não são como os vinhos “demi-sec”. Como o próprio nome diz, as uvas são colhidas após sua maturação completa, quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vinhos de colheita tardia podem ser polêmicos. Tem gente que não gosta, porque é muito doce. Tem gente que adora (como eu), exatamente por isso. Mas para os mais desavisados, os vinhos de colheita tardia não são como os vinhos “demi-sec”. Como o próprio nome diz, as uvas são colhidas após sua maturação completa, quando elas possuem uma concentração maior de açúcar. Por isso ficam mais doces.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/06/norton_cosecha.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1871" title="norton_cosecha" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/06/norton_cosecha.jpg" alt="" width="51" height="220" /></a>E esse é o caso do argentino Norton Cosecha Tardia 2009, que é feito com uvas Chardonnay, provenientes de Lujan de Cuyo, na província de Mendoza. É um vinho que possui uma coloração amarelo já tendendo ao dourado, mesmo com o seu pouquíssimo tempo de vida. Em taça mostrou-se bem aberto, apresentando bem todos os seus aromas, que passam por alguns florais, mas que tem forte presença de frutas maduras e carameladas, como abacaxi, melão e um toque cítrico.</p>
<p>Em boca, apesar de bastante doce, não é enjoativo. Tem uma boa acidez para contrastar. É um vinho que vai bem com sobremesas leves, a base de frutas e sem muito doce. É uma boa alternativa para quem quer entrar no mundo dos vinhos doces sem gastar muito. É facilmente encontrado em redes de supermercados. Vale a pena experimentar.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Vinhos Matetic na Grand Cru</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 11:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2007]]></category>
		<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Franc]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Merlot]]></category>
		<category><![CDATA[Pinot Noir]]></category>
		<category><![CDATA[Sauvignon Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[degustação]]></category>
		<category><![CDATA[Vale de Casablanca]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa semana foram apresentados os vinhos da Matetic pela Grand Cru, em degustação realizada na loja da Bela Cintra. A degustação contou com a presença da Enóloga, a Sra. Paula Cárdenas, o seu diretor de exportação e o proprietário. Todos pessoas bastante simpáticas e agradáveis. A Matetic é uma vinícola chilena relativamente nova, que foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana foram apresentados os vinhos da Matetic pela Grand Cru, em degustação realizada na loja da Bela Cintra. A degustação contou com a presença da Enóloga, a Sra. Paula Cárdenas, o seu diretor de exportação e o proprietário. Todos pessoas bastante simpáticas e agradáveis.</p>
<p>A Matetic é uma vinícola chilena relativamente nova, que foi fundada oficialmente em 1999. Seus proprietários, de origem croata, emprestaram seu sobrenome aos vinhos. São 120 hectares de vinhedos orgânicos e certificados, localizados no Vale do Rosário, que fica a 120 km de Santiago, a capital.</p>
<p>Possuem duas linhas de vinhos. A EQ (que vem de equilíbrio) e a Corralillo (que é o nome da antiga bodega que se situava no mesmo local). São vinhos muito aromáticos e com grande caráter. Vinhos para se beber com carinho, pois demonstram realmente uma ótima qualidade e esmero na produção.</p>
<p>Foram provados 5 vinhos, que relato aqui um pouco sobre eles.</p>
<p><strong>EQ Sauvignon Blanc 2009<br />
</strong>R$ 59,00<br />
Pra mim foi um dos melhores vinhos do dia. É um Sauvignon Blanc com grande tipicidade, com aromas muito francos e intensos de frutas brancas e cítricos. Aparece também o famoso  “xixi de gato”, mas sem incomodar. Na boca, grande refrescância, excelente acidez e aquela sensação de “picar a língua”. Seu final é bem longo e saboroso. Um grande vinho por um valor excelente.</p>
<p><strong>EQ Pinot Noir 2008<br />
</strong>R$ 130,00<br />
Ao ser servido, esse vinho exalou seus aromas de longe. Possui uma coloração mais intensa do que os Pinot Noirs da Borgonha e chega até a parecer um vinho mais encorpado. Aromas de frutas vermelhas frescas com um leve toque de madeira. Em boca é um pouco mais quente do que eu esperava, mas tem taninos muito agradáveis e macios. Final de média intensidade, mas bem correto. É um Pinot Noir que acompanha os pratos já bem conhecidos como patês suaves, pratos à base de frango sem muito tempero, mas que pode-se arriscar com outros mais carregados.</p>
<p><strong>Corralillo Corte 2007<br />
</strong>R$ 85,00<br />
Como o próprio nome diz, é um corte. Tem 44% de Cabernet Franc, 30% de Merlot e 26% de Malbec. Um vinho bem aromático e de coloração bastante intensa. Toques de frutas vermelhas adocicadas e um leve aroma animal (couro), contrastando com aromas de chocolate. Bastante macio em boca e com um final de média intensidade, mas sem amargor. A enóloga recomenda guardar esse vinho por mais um ou dois anos, pois ele deve evoluir. Concordo com ela e acho que via tornar-se um vinho de ótimo custoXbenefício.</p>
<p><strong>Corralillo Syrah 2008<br />
</strong>R$ 85,00<br />
Esse vinho tem uma impressionante intensidade cromática. Intransponível. Pinta a taça ao ser agitado. Aromas ainda fechados, com toques de madeira, chocolate, groselha e especiarias. Em boca mostra um bom corpo e taninos bem tratados. Com certeza vai evoluir ainda mais com o tempo, mas também está pronto para consumo, desde que com pratos bem estruturados.</p>
<p><strong>EQ Syrah 2007<br />
</strong>R$ 140,00<br />
Uma “jóia” da vinícola, que se mostra com uma coloração ainda mais intensa. Feito a partir de vinhas antigas que produzem apenas 2kg por planta. As raízes antigas das plantas permitem que os nutrientes sejam buscados bem no fundo do solo, trazendo boas características aos vinhos. Tem um leve toque herbáceo, frutas vermelhas maduras, especiarias. Em boca, ótimo corpo, tanino de excelente qualidade e muito equilíbrio. Final longo e sem amargor. Realmente é um grande vinho.</p>
<p>Mais uma vez agradeço o pessoal da Grand Cru (e a Camila Perossi, a simpática assessora) pela excelente degustação. Foi muito bom conhecer esses belos vinhos, que chegaram recentemente à Grand Cru (estavam em outra importadora). Ainda sobre a bodega, eles estão abertos à visitação e ao turismo. Pelas imagens, trata-se de uma vinícola que vale a pena conhecer. Para saber mais sobre eles, <a href="http://www.mateticvineyards.com/" target="_blank">acesse o site da Matetic aqui</a>.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
<p><a href="http://www.mateticvineyards.com/"></a></p>
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