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	<title>Vinhos de Corte &#187; 2008</title>
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		<title>Harmonização de vinhos e comida</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 22:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Juntamos uma galera especial para fazer um teste de harmonização. Pedimos para o Mario Lo Sardo, chef de cozinha e professor de culinária para preparar dois pratos. Um para harmonizar com vinhos brancos e outro para os vinhos tintos. Levamos dois de cada e provamos às cegas. O resultado você vê no vídeo e em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juntamos uma galera especial para fazer um teste de harmonização. Pedimos para o Mario Lo Sardo, chef de cozinha e professor de culinária para preparar dois pratos. Um para harmonizar com vinhos brancos e outro para os vinhos tintos. Levamos dois de cada e provamos às cegas.</p>
<p>O resultado você vê no vídeo e em breve mais programas como esse virão.</p>
<p>Fica o nosso agradecimento especial aos que colaboraram e aos que cederam os vinhos para esse teste cego.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_jdOaNHDjqs?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/_jdOaNHDjqs?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Sibaris Chardonnay 2008</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 11:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ah, um Chardonnay passado por barrica&#8230; Fazia um bom tempo que eu não bebia um vinho com essas características e já tinha quase esquecido o quanto eu gosto de vinhos assim. Gosto dos aromas e sabores que o vinho adquire com o contato com o carvalho, tornando-o um pouco mais forte, estruturado e complexo. Esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, um Chardonnay passado por barrica&#8230;</p>
<p>Fazia um bom tempo que eu não bebia um vinho com essas características e já tinha quase esquecido o quanto eu gosto de vinhos assim. Gosto dos aromas e sabores que o vinho adquire com o contato com o carvalho, tornando-o um pouco mais forte, estruturado e complexo.</p>
<p>Esse chegou pra mim pela Sociedade da Mesa, que é o clube de vinhos que eu participo e comento sempre aqui. Aliás, tenho que fazer a devida nota de que os últimos vinhos têm sido melhores do que os do começo do ano de 2010, quando eu cheguei até a pensar em sair do clube.</p>
<p>O Sibaris é produzido pela vinícola Undurraga, que produz também o Aliwen Pinot Noir, que eu já comentei aqui no Blog. Sibaris é o nome de uma antiga cidade grega, que se tornou famosa pelo nome “sibarista”, que virou sinônimo de pessoas que são voltadas aos prazeres da vida.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/sibaris_chardonnay.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2179" title="sibaris_chardonnay" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/sibaris_chardonnay.jpg" alt="" width="66" height="220" /></a>Produzido 100% com a uva Chardonnay e com 9 meses de passagem por barrica, é um vinho que apresentou uma boa estrutura, com aromas florais lembrando acácia, abacaxi em calda, melão, côco, leve toque cítrico e um pouco de manteiga. Uma boa paleta aromática, com todos os aromas bem integrados.</p>
<p>Em boca apresentou uma boa estrutura, bem equilibrado e com o cítrico se confirmando no retrogosto. Um bom vinho, que atendeu bem as minhas expectativas.</p>
<p>Em geral os vinhos feitos com Chardonnay com passagem por barrica pedem comidas um pouco mais estruturadas do que os que não passam pelo carvalho. Eu provei com um queijo defumado e foi muito bem. O primeiro prato que me veio à cabeça foi uma lasagna com molho 4 queijos. Infelizmente não tinha os ingredientes para fazer na hora, mas vou guardar a minha segunda garrafa para tentar essa receita.</p>
<p>Junto com esse vinho veio também o Sibaris Cabernet Sauvignon 2008, que eu comentarei em breve.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Dadivas Merlot Cabernet Sauvignon 2008</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 11:50:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A linha Dádivas, da Lidio Carraro, vem arrancando elogios de muitos críticos. É uma linha de vinhos muito bem desenvolvida, com ótima qualidade e preço. Particularmente, acrescento o belo rótulo nos seus bons atributos. Esse é um corte de Merlot e Cabernet Sauvignon, duas das principais uvas consumidas no país (e talvez em muitos outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A linha Dádivas, da Lidio Carraro, vem arrancando elogios de muitos críticos. É uma linha de vinhos muito bem desenvolvida, com ótima qualidade e preço. Particularmente, acrescento o belo rótulo nos seus bons atributos.</p>
<p>Esse é um corte de Merlot e Cabernet Sauvignon, duas das principais uvas consumidas no país (e talvez em muitos outros países também). Não há indicação da quantidade de cada uva, mas eu arriscaria dizer que tem mais Merlot do que Cabernet, dados os seus aromas mais adocicados, bastante típicos dessa casta.</p>
<p>Com uma coloração rubi bastante intensa e brilhante, o vinho mostrou-se jovem e potente. No nariz, como já disse, aromas adocicados de frutas vermelhas em calda apareceram, em conjunto com um toque de especiaria e também de madeira molhada, que talvez possa ter sido confundida com algo mais terroso. De qualquer forma, tem uma boa paleta olfativa.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/lidio_carraro_dadivas_merlot_cabernet_2008.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2135" title="lidio_carraro_dadivas_merlot_cabernet_2008" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/lidio_carraro_dadivas_merlot_cabernet_2008.jpg" alt="" width="61" height="220" /></a>Em boca tem uma acidez marcante, que convida para o próximo gole. Seus taninos são muito finos e sem amargor. O final é relativamente longo.</p>
<p>É um vinho que custa na faixa dos 35 reais e na minha opinião, vale o preço. Eu já tinha provado o Dadivas Pinot Noir e aprovei. Agora esse veio para comprovar que essa linha também vale a pena. Se você acha que os vinhos da Lidio Carraro são caros (como eu já ouvi diversas vezes), prove esse e veja se estou correto. Depois me conte.</p>
<p>Abraços</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Os famosos vinhos de Jean-Baptiste Audy</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 11:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tive a oportunidade de conhecer o bisneto do grande Jean-Baptiste Audy, um grande produtor de vinhos da França. Jean-Baptiste Bourotte esteve no Brasil para apresentar seus belos vinhos em almoço promovido pela Ravin, que é a importadora de seus rótulos. Com vinhos de ótima qualidade e também de preço acessível (claro que considerando os preços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tive a oportunidade de conhecer o bisneto do grande Jean-Baptiste Audy, um grande produtor de vinhos da França. Jean-Baptiste Bourotte esteve no Brasil para apresentar seus belos vinhos em almoço promovido pela Ravin, que é a importadora de seus rótulos.</p>
<p>Com vinhos de ótima qualidade e também de preço acessível (claro que considerando os preços dos bons vinhos de Bordeaux), pudemos ter não só um belo almoço, mas também a oportunidade de conversar um pouco com Jean-Baptiste, que nos contou algumas curiosidades sobre a sua família (como por exemplo que ele não tem “Audy” em seu nome pois sua avó casou-se com uma outra família que também produzia vinhos e teve seu nome incorporado) e também sobre a safra 2010 em Bordeaux, que segundo ele, salvo algum milagre, não será uma safra histórica.</p>
<p>Provamos toda a sua linha que vem para o Brasil. Nesse mesmo dia o Beto Duarte (<a href="http://papodevinho.blogspot.com/">http://papodevinho.blogspot.com</a>) entrevistou Jean-Baptiste e ofereceu um Merlot brasileiro para ele provar. Em breve coloco o vídeo aqui.</p>
<p>Vamos aos vinhos:</p>
<p><strong>Château La Croix du Duc 2008<br />
</strong>(50% Cabernet Sauvignon, 35% Merlot e 15% Cabernet Franc)<br />
49,00<br />
Um verdadeiro Best-buy. Esse é pra quem quer começar a explorar a região de Bordeaux. Um vinho descomplicado, fácil de entender e claro, de apreciar. No nariz notas de frutas negras e vermelhas, cereja e leve toque de alcaçuz.</p>
<p><strong>Château Rocher Calon 2007<br />
</strong>(95% Merlot, 5% Cabernet Franc)<br />
99,00<br />
Um vinho com boa estrutura e taninos bastante elegantes. No nariz apresentou aromas de frutos negros bem integrados com tostados e um leve toque de couro.<br />
Em boca mostrou taninos muito macios e final longo. Um vinho bem elegante.</p>
<p><strong>Château La Croix Chantecaille 2004 &#8211; Grand Cru de Saint-Emilion<br />
</strong>(65% Merlot, 35% Cabernet Franc)<br />
169,00<br />
Se considerarmos a sua qualidade, é outro que eu chamaria até de <em>Best buy</em>. Toques herbáceos, um leve floral, frutas em compota e toques de couro se revezavam e a cada volta à taça. Na boca é bastante equilibrado e um final longo. Tudo o que se espera de um verdadeiro Grand Cru</p>
<p><strong>Château Bonalgue 2004<br />
</strong>(80% Merlot e 20% Cabernet Franc)<br />
399,00<br />
Esse é um vinho que dispensa muitas apresentações. Produzido no Pomerol, que é o “berço da uva Merlot”, é um vinho que esbanja elegância e qualidade. Sem defeitos. Vale o preço. Se quiser beber agora, decante por um bom tempo. Se puder (e conseguir) segurar por mais alguns anos, com certeza ficará melhor.</p>
<p>Um abraço</p>
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		<title>Cuvée Domaine Nigri 2008</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 11:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como sempre falo por aqui, eu sou fã dos vinhos doces (de sobremesa). São vinhos encantadores, que por muitas vezes, eu sinceramente dispenso a sobremesa e fico degustando ele sozinho, bem calmamente, para que ele também calmamente libere seus belíssimos aromas e sabores. E quando fiquei sabendo que a Cave Jado estava agora com um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como sempre falo por aqui, eu sou fã dos vinhos doces (de sobremesa). São vinhos encantadores, que por muitas vezes, eu sinceramente dispenso a sobremesa e fico degustando ele sozinho, bem calmamente, para que ele também calmamente libere seus belíssimos aromas e sabores.</p>
<p>E quando fiquei sabendo que a Cave Jado estava agora com um rótulo de vinho de sobremesa, não tive dúvidas e fui em busca dele. E como sempre aconteceu comigo com os vinhos de lá, eu gostei bastante e fiquei mais contente ainda com o preço.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cuvee_domaine_2008.png"><img class="alignleft size-full wp-image-2118" title="cuvee_domaine_2008" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cuvee_domaine_2008.png" alt="" width="60" height="220" /></a>Esse é produzido na AOC Jurançon, que fica no Sudoeste francês. E para os vinhos doces produzidos nessa região, as uvas emblemáticas são a Gros Manseng e a Petit Manseng e as duas estão presentes nesse vinho.</p>
<p>Com uma coloração dourada bastante brilhante, mostrou-se com um belo corpo ao ser girado na taça. Nos aromas, predominância de toques florais, frutas cítricas e mel.</p>
<p>Em boca o corpo se confirmou, com um leve toque cítrico no final, que é longo e correto.</p>
<p>É um belíssimo vinho, que como falei, compensa não só pela sua qualidade, mas também pelo seu preço. Custa 79 reais na loja (e no site). Pra quem está acostumado aos preços dos vinhos de sobremesa, sabe que esse é um bom custo X benefício.</p>
<p>Prove com queijos azuis, foie gras e claro, com sobremesas, mas estas não podem ser muito doces. Talvez uma torta de frutas vá bem. Ou então você pode bebê-lo sozinho, o que pra mim funciona muito bem.</p>
<p>Um abraço<br />
Daniel Perches</p>
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		<title>Wines of Uruguay – Belas surpresas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 21:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No mundo do vinho, quando pensamos no que é produzido no Uruguai, lembramos sempre da Tannat. É verdade que essa é uma uva emblemática daquele país e que de lá saem excelentes exemplares, mas também é verdade que não é só de Tannat que é feito o seu painel vitivinícola. E foi isso que eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo do vinho, quando pensamos no que é produzido no Uruguai, lembramos sempre da Tannat. É verdade que essa é uma uva emblemática daquele país e que de lá saem excelentes exemplares, mas também é verdade que não é só de Tannat que é feito o seu painel vitivinícola.</p>
<p>E foi isso que eu pude comprovar no evento realizado recentemente aqui em São Paulo pela entidade Wines of Uruguay, que tem como missão principal divulgar os vinhos dos produtores associados pelo mundo todo.</p>
<p>O evento reuniu 14 produtores participantes no Hotel Renaissance , onde pude provar diversos vinhos que eu já conhecia de nome, mas que eu ainda não tinha provado.</p>
<p>Abaixo listo alguns que me chamaram a atenção.</p>
<p><strong>Alto de La Ballena Merlot – Cabernet Franc – Tannat 2006<br />
</strong>Um vinho bastante frutado, com destaque para geléia de frutas vermelhas em boa harmonia com um toque amadeirado. Acidez moderada.</p>
<p><strong>Alto de La Ballena Reserva Cabernet Franc 2007<br />
</strong>Mais um vinho fácil de beber, com boa tipicidade da uva Cabernet Franc. Um vinho para se beber no dia a dia.</p>
<p><strong>Bouza Tempranillo B15 Parcela Única 2008<br />
</strong>Um vinho que mostrou toda a força da Tempranillo do Uruguai. Taninos bastante presentes e final marcante. Para ser degustado com comida (de preferência uma boa carne).</p>
<p><strong>Bodegas Castillo Viejo El Preciado, Gran Reserva 2005<br />
</strong>Com fortes aromas terciários e com destaque para a madeira molhada e fumo, é um vinho de boa estrutura e provavelmente de alguma guarda ainda.</p>
<p><strong>Familia Deicas Don Pascual Viognier Reserve 2009<br />
</strong>Coloração verde palha denotando sua jovialidade. Destaque para os aromas herbáceos e sua acidez bem alta. Um vinho potente e muito fresco.</p>
<p><strong>Gimenez Mendez Identity 2008<br />
</strong>Lançamento da Bodega, esse corte de Tannat, Syrah e Petit Verdot mostrou uma boa complexidade de aromas, com toques de chocolate e toffe.</p>
<p><strong>Marichal Reserve Collection Pinot Noir / Tannat 2008<br />
</strong>Esse vinho me chamou a atenção pelo seu corte inusitado, utilizando uma uva com muita força (tannat) em conjunto com uma muito mais elegante e leve (Pinot Noir). Vale a prova.</p>
<p>Esses são, como de costume, alguns que eu destaco como vinhos de boa qualidade, mas obviamente haviam muitos outros que valiam a pena serem comentados. Mas por enquanto, ficamos com esses.</p>
<p>Além disso, a Wines of Uruguay está lançando um Pack promocional com alguns vinhos feitos com a uva Tannat, que servirão de “amostra de qualidade” para quem ainda não conhece. Uma ótima iniciativa, afinal de contas, o país realmente produz bons vinhos. Nós é que não conhecemos muito.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Aliwen Reserva Pinot Noir 2008</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 11:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mais legal do mundo dos vinhos é que quanto mais você sabe e conhece, mais você percebe que não sabe e não conhece nada. Eu nunca tinha ouvido falar nem visto nada da vinícola Undurraga, que é a produtora desse vinho. Comprei em uma ida a um evento tipo “outlet” por pura curiosidade. Aí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mais legal do mundo dos vinhos é que quanto mais você sabe e conhece, mais você percebe que não sabe e não conhece nada.</p>
<p>Eu nunca tinha ouvido falar nem visto nada da vinícola Undurraga, que é a produtora desse vinho. Comprei em uma ida a um evento tipo “outlet” por pura curiosidade. Aí comentei com algumas pessoas e praticamente todas com quem falei, conheciam a vinícola. Recentemente estive no Grand Tasting da Grand Cru e conversei com o enólogo que era proprietário da vinícola, por acaso. Fiquei bastante contente de saber que a Undurraga é uma bela vinícola e que tem ótimos vinhos, pois todos elogiaram.</p>
<p>E esse Pinot Noir não foge à regra. Gostei bastante do que eu encontrei, principalmente considerando o seu preço.</p>
<p>Produzido no Vale do Maipo, é um vinho com uma coloração rubi clara, levemente translúcida e praticamente sem halo de evolução. No nariz aparecem as notas de frutas vermelhas bastante maduras e um toque adocicado no final. Esse passa por barrica durante 6 meses.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/aliwen_pinot_noir_reserva_2008.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2108" title="aliwen_pinot_noir_reserva_2008" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/aliwen_pinot_noir_reserva_2008.jpg" alt="" width="80" height="220" /></a>Em boca a sua acidez é alta e seu final não tem amargor. Todos os requisitos que eu esperava em um vinho como esse. É um bom Pinot Noir que custa na faixa de 30 reais. Não é fácil encontrar vinhos dessa casta por esse valor.</p>
<p>Esse é encontrado no Carrefour e vale a pena ser provado. Deve ir muito bem com carnes leves e brancas. Dá pra arriscar com queijos também. Eu provei com um queijo com geléia de damasco. Não foi o casamento perfeito, pois deu um toque de amargor no final, mas também não foi a pior combinação. Pode ser melhorado com alguma geléia que tenha menos açúcar.</p>
<p>É tentar para saber, não é mesmo?</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>La Flor Malbec 2008</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 11:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho ido mais freqüentemente ao restaurante Ráscal, que tem me agradado bastante pela sua comida muito bem feita, pelo ambiente agradável e principalmente pela atenção que os Sommeliers nos dão. São pessoas muito bem treinadas, que conhecem bastante de vinho e sempre nos atendem com muita presteza. E foi em mais uma de minhas visitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho ido mais freqüentemente ao restaurante Ráscal, que tem me agradado bastante pela sua comida muito bem feita, pelo ambiente agradável e principalmente pela atenção que os Sommeliers nos dão. São pessoas muito bem treinadas, que conhecem bastante de vinho e sempre nos atendem com muita presteza.</p>
<p>E foi em mais uma de minhas visitas à unidade do Shopping Villa-Lobos que eu conheci, por recomendação do Sommelier Mauro, o La Flor Malbec 2008, um vinho feito 100% com essa uva, em Lujan de Cuyo, na região de Mendoza, na Argentina.</p>
<p>O La Flor faz parte da linha de “vinhos jovens” da Pulenta Estate, uma bodega famosa pelos seus vinhos estruturados e bastante frutados.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/La_Flor_Malbec_07.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2090" title="La_Flor_Malbec_07" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/La_Flor_Malbec_07.jpg" alt="" width="57" height="220" /></a>Esse passa somente 6 meses por carvalho e a idéia é realmente manter as características jovens do vinho. Apresentou uma coloração violácea clara, límpida e bem brilhante.</p>
<p>No nariz apresentou muitos aromas de frutas, com destaque para ameixas frescas, cereja e um leve toque floral. Após certo tempo, notou-se um toque mais adocicado, lembrando baunilha, mas bem de leve.</p>
<p>Em boca é um vinho com um corpo leve e também é ligeiro, ou seja, seu retro-gosto vai embora rapidamente.</p>
<p>Provei com uma pizza de mussarela (aquelas que eles servem como aperitivo) e também com um pão com azeite. Ingredientes básicos, para acompanhar um vinho básico. Acho que deu certo.</p>
<p>Só achei o preço um pouco “salgado” para o que o vinho oferece. Paguei R$ 65,00 por ele e saí de lá com a impressão que poderia ter tomado algo um pouco diferente por esse preço. Mas como sabemos em restaurante é assim mesmo, a gente paga um pouco mais, mas tem o serviço que “acompanha”.</p>
<p>Se você está em busca de um Malbec leve e bem frutado, essa é uma opção.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Vinhos Casa Marin</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 11:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e aprovei. São realmente muito bons e dignos de todos os comentários que fazem por aí.</p>
<p>Abaixo conto um pouco sobre os que eu provei:</p>
<p><strong>Casa Marin Sauvignon Gris 2008<br />
</strong>Eu só tinha provado um vinho até hoje feito com essa casta. Fiquei espantado com a sua qualidade. Com uma coloração praticamente translúcida, é um vinho muito fresco, com toques minerais e florais, acompanhando frutas brancas frescas. Tem até um leve frizante, de tanta acidez. Mas não se engane pensando que isso pode ser um defeito, pois o vinho é muito correto em boca, equilibrado e com um belo final. Acompanha perfeitamente um dia de calor, com uns petiscos como anéis de lula, por exemplo.</p>
<p><strong>Casa Marin Laurel Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Com uma coloração palha um pouco mais escura que o Sauvignon Gris (mas ainda assim bastante claro), mostrou aromas típicos dessa casta, lembrando frutas brancas e um toque floral. Bastante fresco. Alta acidez e final médio a longo.</p>
<p><strong>Casa Marin Cipreses Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Produzido com uvas de outro bloco de vinhedos, esse se mostrou ainda um pouco mais escuro que o anterior, mas com a mesma qualidade. Frutas bastante presentes e uma ótima acidez. Vinho para se beber tranquilamente sem se preocupar com comida (só com a companhia).</p>
<p><strong>Casa Marin Riesling Miramar 2007<br />
</strong>Acredito que se colocar esse riesling ao lado de outros da mesma casta, vindos do Velho Mundo, ele será facilmente confundido. Toque petroláceo bem presente, pedra de isqueiro, leve floral e frutas em abundância. Um belíssimo riesling, que me lembrou que eu preciso beber mais vinhos dessa casta.</p>
<p><strong>Casa Marin Gewurztraminer Casona 2008<br />
</strong>Como os anteriores, esse também apresentou as notas típicas dessa casta, destacando-se o floral bastante aberto (como pétalas de rosas) e frutas brancas, com destaque claro para a lichia.</p>
<p><strong>Casa Marin Pinot Noir Três Viñedos 2009<br />
</strong>Esse Pinot Noir mostrou-se jovem e leve, como deve ser. Destacaram-se as frutas vermelhas mais adocicadas. Seu final é um pouco quente, mas totalmente correto. Bom vinho. Ótimo para acompanhar carnes leves.</p>
<p><strong>Cartagena Carmenere 2009<br />
</strong>Frutas tropicais vermelhas deram o toque adocicado para o vinho, que me pareceu um bom representante dessa que é a casta emblemática do Chile. Sinceramente, não me chamou muito a atenção, talvez por ter provado outros tão expressivos, mas é um vinho bastante correto e para quem gosta dessa uva, é uma boa opção, com ótima qualidade.</p>
<p><strong>Cartagena Cabernet Sauvignon 2008<br />
</strong>Mais um que não me fez muito a cabeça. Apesar de ter conversado com o Felipe e perguntado pra ele sobre a acidez desses vinhos (que nos tintos me pareceu que faltou um pouco) e ele ter me dito que tem é acidez demais, me pareceu um vinho um pouco leve para o que eu gostaria de ter em um Cabernet Sauvignon. Mas foi muito bem com a carne servida no dia.</p>
<p><strong>Casa Marin Lo Abarca Pinot Noir 2006<br />
</strong>Agora a “brincadeira começou a ficar séria”. Esse é um Pinot Noir de respeito. Frutas muito presentes, acidez corretíssima e final longo. Um vinho para se beber tranquilamente, sem pressa. Belíssimo. Vale provar para conhecer bons pinots do novo mundo.</p>
<p><strong>Casa Marin Litoral Pinot Noir 2003<br />
</strong>Melhor Pinot Noir do Novo Mundo que eu já provei até hoje. Não posso deixar de falar isso. Fiquei impressionado com a sua qualidade. Um vinho com 7 anos de vida e com muitos ainda pela frente. Depois de aerado um pouco, melhorou ainda mais. Como disse o nosso amigo Ivan (da Vinea), naquela garrafa tem “uns 4 vinhos diferentes”. É só o deixar respirar um pouco e com certeza terá belas surpresas. Esse eu nem preciso comentar, porque sua qualidade fala por si.</p>
<p><strong>Casa Marin Miramar Syrah 2005<br />
</strong>Esse vinho apresentou algumas características típicas da uva Syrah, como um toque de especiarias, leve chocolate no final, mas é outro que eu achei que faltou acidez, deixando o vinho um pouco “sem graça”. Mas isso pode ter sido obra do “efeito Pinot Noir Litoral” que eu tinha acabado de provar&#8230;</p>
<p>Bem, depois de todos esses belos vinhos, ainda tivemos uma salada com camarões com o Riesling para acompanhar (que foi muito bem harmonizado) e na seqüência um tornedor de filé ao molho madeira, que aí sim, os vinhos Syrah e Cabernet combinaram bem.</p>
<p>Conseguimos uma entrevista com o Felipe Marin, que em breve estará aqui no blog também.</p>
<p>A Vinea tem nos fundos de sua loja um belíssimo restaurante que funciona às noites (sob reserva) e você pode comprar o vinho para beber, a preço de loja. Eu já estou me agendando para ir lá beber mais do Litoral&#8230;</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Os vinhos da Zuccardi</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 11:50:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais um daqueles almoços cheios de alegria, descontração e claro, bons vinhos, a Ravin nos convidou para conversar com o Sr. Alberto Zuccardi, que atualmente comanda a vinícola de mesmo sobrenome, na Argentina. A Zuccardi é bastante conhecida aqui no Brasil pela sua qualidade e pela sua boa gama de produtos, podendo atender diversos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em mais um daqueles almoços cheios de alegria, descontração e claro, bons vinhos, a Ravin nos convidou para conversar com o Sr. Alberto Zuccardi, que atualmente comanda a vinícola de mesmo sobrenome, na Argentina.</strong></p>
<p><strong>A Zuccardi é bastante conhecida aqui no Brasil pela sua qualidade e pela sua boa gama de produtos, podendo atender diversos tipos de gostos e claro, de bolsos.</strong></p>
<p><strong>Degustamos 7 vinhos, cada um com uma boa característica. Vamos a eles:</strong></p>
<p><strong>Zuccardi Cuvée Especial Blanc de Blancs Chardonnay<br />
</strong>Preço: 120,00<br />
Esse é um espumante para ninguém colocar defeito. Eu mesmo já fiz alguns “mini-desafios” de espumantes entre brasileiros e argentinos e nós sempre nos demos bem, mas esse aqui, que eu não conhecia, com certeza ganharia de muitos que eu conheço. Produzido através do método <em>champenoise</em>, fica em contato com as leveduras por 58 meses. Isso mesmo, 58 meses!<br />
Possui uma coloração palha tendendo para o esverdeado brilhante e intenso. Perlage fina e com cordões intensos e persistentes.<br />
Possui aromas típicos da <strong>chardonnay</strong>, com destaque para o abacaxi e pêssego. Aparecem também notas tostadas como amêndoas e um leve toque adocicado no final. Em boca mostrou-se com uma ótima acidez e final longo e muito correto. Um belíssimo espumante.</p>
<p><strong> Zuccardi Serie A Torrontés 2008<br />
</strong><strong>Preço: 60,00<br />
</strong>A Torrontés é uma uva que apresenta uma grande gama de aromas e encanta exatamente por essa característica. Esse vinho apresentou uma coloração palha bem claro, bastante brilhante. No nariz apresentou aromas típicos florais, com destaque para rosas. Surgiram também aromas de lichia e o típico “grama cortada” no final.<br />
Em boca os aromas se confirmam, mas de forma menos intensa. Um bom vinho, mas que eu esperava um pouco mais de acidez. Nada que desabone, mas se tivesse um pouquinho mais, seria perfeito.</p>
<p><strong>Santa Júlia Innovación Touriga Nacional<br />
</strong><strong>Preço: 39,00<br />
</strong>Esse vinho apresentou uma coloração rubi intensa com leve halo de evolução. Seus aromas me lembraram frutas negras (amoras principalmente) e um leve tostado no final, com um toque de chocolate. Na boca seus aromas são confirmados e seu corpo também faz juz à casta. Final relativamente longo e sem amargor. Ótimo custo X benefício. Há quem diga que Touriga Nacional só se faz em Portugal&#8230; O senhor Zuccardi discorda disso!<strong></strong></p>
<p><strong>Zuccardi Serie A Bonarda 2008<br />
</strong><strong>Preço: 60,00<br />
</strong>Eu gosto bastante dessa uva. Acho que tem bons aromas, boa complexidade e bom corpo. Coloração rubi intenso com reflexo brilhante e límpido. Muito frutado no nariz como era de se esperar. Frutas negras maduras, leve toque terroso, um toque leve floral e um pouco de tostado. Tudo bem harmonioso. Em boca apresentou bom corpo, boa acidez e final bem correto. Não é fácil de encontrar bons Bonardas no mercado. Esse eu considero um deles.</p>
<p><strong>Zuccardi Serie Q Malbec 2008<br />
</strong><strong>Preço: 105,00</strong><strong><br />
</strong>A série “Q” vem de “qualidade” e reflete-se realmente no vinho. Agora estamos falando de vinhos mais estruturados e com mais tempo de descanso inclusive. Coloração rubi intensa e mostrando-se ainda bem jovem e potente. Ainda estava um pouco tímido no nariz, deixando seus aromas saírem devagar, precisando de aeração. Após algum tempo foi possível encontrar algo como ameixas em compota, leve toque terroso e uma pontinha de chocolate no final. Na boca um vinho de grande estrutura, comprovando novamente o nome da linha. Seus taninos ainda estavam bem jovens, mostrando que o vinho pode ser guardado por algum tempo ainda, mas são de ótima qualidade.</p>
<p><strong>Zuccardi Zeta<br />
</strong><strong>Preço: 229,00<br />
Esse é o vinho ícone da vinícola. Composto por Malbec e Tempranillo, é um grande vinho. Apresenta-se ainda jovem em taça, com um halo de evolução muito pequeno. </strong>No nariz, aromas francos de frutas vermelhas em compota, tostados (de barrica) e um leve toque de especiarias. Na boca só comprova tudo o que se esperava dele, com grande estrutura e maciez. Um vinho para se beber com calma e apreciando. Pode ser guardado por um bom tempo (eu diria que mais de 5 anos). <strong></strong></p>
<p><strong>Malamado Malbec<br />
</strong><strong>Preço: 77,00</strong><strong><br />
</strong><strong>Esse é o vinho fortificado da vinícola que faz um “Malbec a la manera del Porto” (daí vem o nome, tirado das iniciais da frase). É um vinho muito interessante, que apresenta uma coloração </strong>rubi com algum reflexo granada. No nariz encontramos aromas de frutas adocicadas em compota, com um leve toque tostado ao final. Na boca é quente (como não poderia deixar de ser, com sua alta graduação alcoólica), tem um bom dulçor e um ótimo final. É um “porto diferente”, que merece ser provado. Pra mim, parece um ótimo custo X benefício.</p>
<p>Além dos vinhos foram degustados também os azeites produzidos por eles. O almoço foi no La Vecchia Cuccina, do brilhante Sergio Arno. No dia tivemos a oportunidade de entrevistar o Sr. Alberto Zuccardi e a <a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/almoco-com-zuccardi/" target="_blank">entrevista você pode ver aqui</a>.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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