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	<title>Vinhos de Corte &#187; 2007</title>
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		<title>Palagetto Chianti Colli Senesi DOCG 2007 &#8211; um chianti pra chamar de seu</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 11:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu estava curioso para provar esse Chianti. Comprei numa promoção e dividi uma caixa com alguns amigos. Bom preço (pagamos a metade do valor), mas compramos sem conhecer. Buscamos algumas informações na internet mas não tínhamos muita certeza do que viria pela frente. Meus amigos, muito mais rápidos no gatilho do que eu, já provaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu estava curioso para provar esse Chianti. Comprei numa promoção e dividi uma caixa com alguns amigos. Bom preço (pagamos a metade do valor), mas compramos sem conhecer. Buscamos algumas informações na internet mas não tínhamos muita certeza do que viria pela frente.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2012/01/palagetto-chianti-colli-senesi-2007.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3752" title="palagetto-chianti-colli-senesi-2007" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2012/01/palagetto-chianti-colli-senesi-2007.jpg" alt="" width="62" height="220" /></a>Meus amigos, muito mais rápidos no gatilho do que eu, já provaram e aprovaram e eu ainda estava com as garrafas guardadas. Chegou então um domingão e eu resolvi colocar esse Chianti na mesa.</p>
<p>Produzido com as uvas Sangiovese, Colorino e Merlot, ele tem uma coloração clara e muito brilhante, bem vibrante eu diria. No nariz traz aquelas frutas vermelhas contrastando com um toque de especiarias e pimentas bem interessante. Na boca é muito bom, macio e com taninos bem suaves. Acho que esse toque de Merlot deve ter dado uma turbinada no vinho, porque ficou muito legal.</p>
<p>Como todo bom Chianti, não é daqueles vinhos que você precisa decantar, esperar um tempão para beber e fazer todo um ritual. Chianti é pra ser bebido de forma simples e fácil. Abre e bebe. Se tiver uma boa comida com um pouco de acidez, melhor ainda. Eu provei acompanhado de algumas bruschettas feitas em casa mesmo e foi super bem, principalmente a de tomates frescos.</p>
<p>E você, gosta de Chianti? Ou melhor, tem alguém aí que não gosta de Chianti?</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Afincado Malbec 2007 &#8211; tingindo a taça</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 11:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa dica é para quem gosta daqueles vinhos que pintam a taça de tão intensos que são. O Afincado é um dos vinhos da vinícola Terrazas de los Andes, que fica em Mendoza, na Argentina. A vinícola é bem pequena e muito aconchegante. Estive lá (confira o post sobre a Terrazas de los Andes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa dica é para quem gosta daqueles vinhos que pintam a taça de tão intensos que são. O Afincado é um dos vinhos da vinícola Terrazas de los Andes, que fica em Mendoza, na Argentina.</p>
<p>A vinícola é bem pequena e muito aconchegante. Estive lá (confira o post sobre a <a title="Terrazas de los Andes" href="http://www.vinhosdecorte.com.br/terrazas-de-los-andes/">Terrazas de los Andes</a> e o <a title="Os vinhos da Terrazas de los Andes" href="http://www.vinhosdecorte.com.br/os-vinhos-da-terrazas-de-los-andes/">post sobre os vinhos deles</a>) e gostei muito do que vi e provei. Aliás, continuo achando que o Cheval des Andes, o vinho Top deles, é um dos melhores da Argentina. Bem, pelo menos dos que eu provei, foi o que eu mais gostei.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2012/01/afincado_malbec_2007.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3704" title="afincado_malbec_2007" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2012/01/afincado_malbec_2007.jpg" alt="" width="70" height="220" /></a>Mas hoje falamos do Afincado, que é um vinho feito 100% com Malbec de um único terroir. É um vinho intenso em todos os sentidos. Os aromas são muito fortes e claros, lembrando frutas vermelhas, ameixa, leve toque floral, baunilha e chocolate. Na boca tem um corpo bem forte, pesado, mas com taninos macios.</p>
<p>Eu não acho fácil harmonizar comida com o Afincado. Como ele é muito potente e tem muito tanino, ele passa por cima das carnes facilmente. É preciso ter uma carne fibrosa e até com gordura (entremeada de preferência) para poder segurar um pouco. Pra falar a verdade, até hoje eu não consegui uma harmonização perfeita. Já provei com carnes com cortes argentinos, com um medalhão bem temperado, com risoto de funghi e até agora nada. Quero um dia testar com queijos amarelos mais maduros, pra ver como fica.</p>
<p>Mas independente da harmonização ser perfeita, é um belo vinho que merece atenção e até ser bebido com calma, deixando ele aerar um pouco para evoluir um pouquinho. Faça o teste e depois me diga.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Vinhos da Tenuta San Leonardo tem classe e elegância</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 11:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<category><![CDATA[vinho italiano]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você for provar os vinhos da Tenuta San Leonardo (importados pela Mistral no Brasil), prepare-se para ter em mãos (ou em boca) caldos muito bem produzidos, com grande elegância e complexidade. Quem esteve no Brasil para apresentar os vinhos foi o Marchese Anselmo Guerrieri Gonzaga, que atualmente é o responsável pela vinícola. O jovem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você for provar os vinhos da Tenuta San Leonardo (importados pela <a href="http://www.mistral.com.br" target="_blank">Mistral</a> no Brasil), prepare-se para ter em mãos (ou em boca) caldos muito bem produzidos, com grande elegância e complexidade.</p>
<p>Quem esteve no Brasil para apresentar os vinhos foi o Marchese Anselmo Guerrieri Gonzaga, que atualmente é o responsável pela vinícola. O jovem italiano, de classe igual à de seus vinhos, contou um pouco da história e filosofia da vinícola.</p>
<p>Seu pai tinha uma idéia fixa na cabeça: fazer vinhos com castas francesas. Não sabemos ao certo com o ele chegou nessa idéia, mas não tirava isso da cabeça até conseguir. Plantou Merlot, Carménère, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc. E deu certo.</p>
<p>Dos vinhos que eu provei, posso dizer que gostei de todos. São todos feitos em um estilo bem francês, mas com um toque italiano de acidez, que faz com que fiquem ainda mais interessantes.</p>
<p>O <strong>Terre di San Leonardo 2007</strong> tem 50% Cabernet Sauvignon, 40% Merlot e 10 % de Cabernet Franc e Carmenére. No nariz tem toques de cereja, notas balsâmicas, leve pimenta. Na boca é macio e redondo, mas com força.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2012/01/san_leonardo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3702" title="san_leonardo" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2012/01/san_leonardo.jpg" alt="" width="67" height="220" /></a>O <strong>Villa Gresti 2005</strong>  é um encanto. Com 90% de Merlot e 10% de Carmenére, foi um dos que mais me chamou a atenção. Notas de frutas frescas em contraste com algo mais complexo como um toque mentolado. Na boca é mais encorpado que o anterior, mas nem um pouco “difícil”.</p>
<p>O <strong>San Leonardo 2004</strong> é o top da vinícola. Tem 60% de Cabernet Sauvignon e 30% de Cabernet Franc e Carmenére e 10% Merlot. Com um tempo maior de barrica (2 anos), tem já um traço de evolução na taça, mas que no nariz e na boca mostra que ainda tem muita vida pela frente. Aliás, foi aberto e ficou aerando por umas 2 horas e ainda estava fechado. Merece ser bebido com tempo e com uma boa comida.</p>
<p>Se quiser uma dica de um vinho italiano pra não errar, é só ir atrás dos <a href="http://www.sanleonardo.it/" target="_blank">Tenuta  San Leonardo</a>.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>[Vinícolas da Argentina] Clos de Chacras</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 11:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa foi mais uma das novas vinícolas que conheci em minha viagem à Mendoza (que começou  na Patagônia), no final de 2011. Era uma que eu tenho que confessar que nem tinha provado os vinhos aqui no Brasil, o que foi bom, pois assim pude conhecer os vinhos e a vinícola de uma só vez. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa foi mais uma das novas vinícolas que conheci em minha viagem à Mendoza (que começou  na Patagônia), no final de 2011. Era uma que eu tenho que confessar que nem tinha provado os vinhos aqui no Brasil, o que foi bom, pois assim pude conhecer os vinhos e a vinícola de uma só vez.</p>
<p>A <a href="http://www.closdechacras.com.ar/" target="_blank">Clos de Chacras </a>fica em Mendoza, mais precisamente em Chacras de Coria, daí seu nome. Por lá eles produzem só vinhos tintos, que saem de vinhedos bem antigos e que resultam em produtos bem trabalhados, com muita qualidade e potencial de envelhecimento.</p>
<p>Achei interessante a forma de apresentar os vinhos que eles têm por lá. São 3 linhas de vinhos para 3 públicos distintos: uma para os iniciantes, uma para os que já conhecem algo e uma para os conhecedores. Sinceramente eu duvido que alguém fique em só uma linha, mas de qualquer forma, é uma abordagem diferente. Eu provei as 3 e gostei bastante. Veja alguns que eu conheci por lá e recomendo.</p>
<p><strong>Cavas de Crianza Cabernet Sauvignon 2008</strong> &#8211; Esse é para os &#8220;iniciantes&#8221;. É um vinho que ainda estava um pouco fechado, mas depois, com algum tempo, foi se abrindo com aromas bem marcados. Fácil de beber, com um corpo médio, o que ajuda a harmonizar com vários tipos de comida.</p>
<p><strong>Clos de Chacras Malbec 2008</strong> &#8211; esse é da linha intermediária e é um vinho bem equilibrado, bem redondo e com toques de flores, frutas e até um pouco de medicinal.</p>
<p><strong>Clos de Chacras Cabernet Sauvignon 2008</strong> &#8211; foi um dos que eu mais gostei. Equilibrado, fácil de beber e com aromas bem definidos de frutas vermelhas e toques de pimenta e pimentão.</p>
<p><strong>Gran Estirpe Blend 2005</strong> é um corte para os &#8220;entendendores&#8221; (segundo eles). Vai 50% Malbec, 30% Cabernet Sauvignon, 20% Merlot. É muito potente e acho que pode ser guardado por um bom tempo. tem muito tanino e acidez bem alta. Pra quem gosta dos &#8220;porradões&#8221;, esse é uma boa pedida.</p>
<p><strong>Gran Estirpe 2007</strong> é também um grande vinho, que eu achei até mais interessante que o 2005. Apesar de mais jovem, tinha mais complexidade e era muito mais vivo, sempre convidando para o próximo gole. Feito com as mesmas uvas do Gran Estirpe 2005, esse tem leve toque mentolado, fundo de morango, taninos bem macios, final longo.</p>
<p>Os vinhos da Clos de Chacras são importados pela <a href="http://www.mercovino.com.br/" target="_blank">Mercovino</a> no Brasil.</p>
<p>Se estiver por Mendoza, vale a pena visitar a Clos de Chacras, mas vale muito a pena também ficar um tempo em Chacras de Coria. Lá é uma espécie de centro Gourmet, com muitos restaurantes e uma pracinha muito simpática, rodeada de bares que às noites ficam cheios de gente animada e bonita. Dá pra dormir por lá (eu fiquei na <a href="http://posadaelencuentro.com.ar/" target="_blank">Posada El Encuentro</a> e recomendo).</p>
<p>Depois me conte se não foi uma bela experiência.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>[Vinícolas do Uruguai] Alto de la Ballena</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 11:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu não tenho estatísticas sobre turismo no Uruguai, mas imagino que uma boa quantidade que vá para aquele país passe por Punta del Este (principalmente os vindos do Brasil). Essa minha dedução nem precisa de muito estudo, mas se alguém quiser pesquisar, publico a informação com prazer. E se você for um desses desbravadores desta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não tenho estatísticas sobre turismo no Uruguai, mas imagino que uma boa quantidade que vá para aquele país passe por Punta del Este (principalmente os vindos do Brasil). Essa minha dedução nem precisa de muito estudo, mas se alguém quiser pesquisar, publico a informação com prazer.</p>
<p>E se você for um desses desbravadores desta linda região, te dou uma dica agora: tire metade de um dia e vá até a vinícola Alto de la Ballena. Eles ficam pertinho de Punta, tem um restaurante que tem uma vista maravilhosa e claro, tem ótimos vinhos.</p>
<p>Estive lá em 2011 por conta do evento Punta Food&amp;Wine e pude visitar o pessoal da vinícola. A visita foi justamente no restaurante, que é bem rústico e que tem aquelas parilladas bem ao estilo uruguaio. Você come bem e se diverte, sem dúvida.</p>
<p>A vinícola é muito jovem e é fruto do investimento de um casal que resolveu mudar de vida e trabalhar com vinhos. A primeira safra deles foi em 2005, pra se ter uma idéia de como são jovens. Por lá eles produzem Cabernet Franc, Syrah, Viognier, Merlot e claro, Tannat. Gostei do Tannat deles, mas pra ser sincero o que eu mais gostei foi o Merlot. Se for à vinícola, ou se puder provar os vinhos, recomendo que procure pelo Merlot 2007 que eu tenho certeza que não vai se arrepender. É um vinho que tem aromas de frutas muito delicados, leve toque de evolução, boca muito boa, com taninos bem macios, final médio longo.</p>
<p>E já que estará por lá, aproveite e prove também o Reserva Tannat-Viognier 2009. Sim, meus caros, é um corte mais do que inusitado, colocando uma uva tinta muito potente junto com a Viognier, que é branca e de certa forma até delicada. O resultado é muito interessante e vale a prova.</p>
<p>Para saber mais e agendar a sua visita, acesse o <a href="http://altodelaballena.com/site/" target="_blank">site da Vinícola</a>.</p>
<p>Um abraço<br />
Daniel Perches</p>
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		<title>Batasiolo é Barbaresco, Barolo e algumas coisas mais</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 11:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Batasiolo é um grande nome quando se fala em Barolo e Barbaresco. Mas quando eu digo que é um grande nome, não é só aqui no Brasil. É no mundo inteiro. Para se ter uma idéia, eles possuem 124 hectares  de vinhedos e são os maiores proprietários privados de vinhedos do Langhe (região italiana que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Batasiolo é um grande nome quando se fala em Barolo e Barbaresco. Mas quando eu digo que é um grande nome, não é só aqui no Brasil. É no mundo inteiro. Para se ter uma idéia, eles possuem 124 hectares  de vinhedos e são os maiores proprietários privados de vinhedos do Langhe (região italiana que engloba Barolo e Barbaresco). É muita coisa, quando se fala de Itália, que é um país pequeno e que tem muitos produtores. O comum é encontrar produtor que tem 2 ou 3 hectares, mas não mais do que isso.</p>
<p>E para comprovar a qualidade de seus vinhos, provei alguns (abaixo). Todos tinham muita qualidade, mas conto logo pra vocês qual foi o que eu mais gostei e me impressionei.</p>
<p><strong>Pinot Chardonnay Spumante Brut</strong><br />
Feito através do método Charmat longo, tem 60% Pinot Bianco e 40% Chardonnay. É um espumante leve e fácil de beber, com bastante fruta, boa acidez e um leve adocicado na boca.</p>
<p><strong>Roero Arneis DOCG 2008</strong><br />
Roero é uma região que está fora de Langhe, mas a uva Arneis é autóctone do Piemonte. é um dos vinhos mais jovens que eles têm. A Arneis sempre foi vinificada junto com o Moscato e era usada pra fazer um corte, para deixar o moscato um pouco mais leve. Decidiram então mudar e fazer só de Arneis, o que, na minha opinião, foi uma decisão muito boa, porque o vinho é bem interessante.<br />
Tem um toque de marrom glacê, fruta branca, leve vegetal, mineral. É um branco bBem diferente, que pode lembrar (de longe) o  Chardonnay. Boca com acidez na medida, final médio e marcante.</p>
<p><strong>Barbeara d&#8217;Alba DOC Sovrana 2007</strong><br />
Sovrana significa rainha, soberana e não é o nome do vinhedo. É só um nome que decidiram colocar no vinho. Tem um primeiro ataque lembrando muita fruta doce, cereja, chocolate, potente na boca, boa acidez. Depois ele vai se abrindo e tornando-se mais austero, com toques de madeira seca. Bem intenso e com um bom final, sem amargor.</p>
<p><strong>Barbaresco DOCG 2006 *</strong><br />
Pra mim foi o melhor de toda a prova. Adorei esse Barbaresco, que tem potência e elegância. Esse passa 12 meses em barrica e 12 meses em garrafa.<br />
Tem uma cor já evoluída, alaranjada. No nariz sentimos muitas frutas passas, chocolate, leve toque de fumo. Muito potente na boca, com tanino muito presente, final persistente e muito agradável. Esse tem ainda um benefício a mais: custa 130 reais. Um excelente preço para um vinho de ótima qualidade.</p>
<p><strong>Barolo DOCG Vigneto Boscareto 2004</strong><br />
É um Barolo que tem grande capacidade de envelhecimento. Com cor alaranjada típica, tem toques de anis, fruta seca. É mais  forte em boca do que o barbaresco e também mais presente. Tem tanino forte e muito presente e com certeza precisa de uma boa comida.</p>
<p><strong>Barolo DOCG Vigneto Corda Della Briccolina 2004</strong><br />
Vinhedo muito pequeno. Produz só 9.000 garrafas. É um dos tops da vinícola. Um grande Barolo, com  muita fruta seca bem marcada, o vinho mostrou-se com os aromas fechados no começo e precisou de um bom tempo para liberar mais coisas pra gente. Depois surgiram aromas de baunilha e especiarias de leve. Tanino presente e final muito marcado.</p>
<p>Para quem já gosta dos vinhos do Piemonte, não é preciso dizer muita coisa, mas para quem quer entrar nesse maravilhoso mundo, a Batasiolo é uma boa marca para se buscar. São vinhos de ótima qualidade e didáticos, ou seja, expressam bem o caráter das uvas e da forma de se produzir na região.</p>
<p>Os vinhos da Batasiolo são importados pela <a href="http://www.mxbrands.com.br/" target="_blank">MaxBrands</a> no Brasil.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>O Sul da França e suas maravilhas</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 11:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<category><![CDATA[vinho francês]]></category>
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		<description><![CDATA[Pra mim, a França é um país mágico. Eu poderia ficar falando sobre os seus vinhos por quilômetros de palavras, mas acho que na França tem muito mais do que bons vinhos. E uma das belezas é a diversidade dentro do mesmo país. Do norte ao sul, diferentes culturas dentro de uma mesma matriz, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra mim, a França é um país mágico. Eu poderia ficar falando sobre os seus vinhos por quilômetros de palavras, mas acho que na França tem muito mais do que bons vinhos. E uma das belezas é a diversidade dentro do mesmo país. Do norte ao sul, diferentes culturas dentro de uma mesma matriz, que se respeitam e conversam entre si. Cada um com sua cultura, seu jeito de ser, suas comidas, seus hábitos.</p>
<p>E um dos lugares mais interessantes me parece ser o Sul da França, que é uma das mais antigas (se não a mais antiga de todas) em produção de vinho do país.</p>
<p>E falar em Sul da França é falar do <strong>Languedoc-Rousillon</strong>.Para nos situarmos, o Languedoc fica nas beiras ensolaradas do Mediterrâneo. São mais de 200 quilômetros de costa, da Camargue até a fronteira espanhola.</p>
<p>E por lá não tem só bons vinhos não. Não é nada difícil você sair nas ruas em um dia ensolarado e cruzar com famílias, em praças públicas, fazendo um piquenique, com aqueles deliciosos produtos locais e bebendo um belo vinho. Da culinária local a gente pode destacar os embutidos catalães, pêssegos, nectarinas e damascos de Roussillon, alcachofras, anchovas de Collioure e, naturalmente, as <em>rousquilles</em>!</p>
<p>As rousquilles são rosquinhas cobertas com uma camada de açúcar e o impressionante é a leveza desse doce. Se você pensou em algo melado e extremamente doce, pode inverter tudo. É doce sim, mas numa medida que não enjoa e que até pede uma nova mordida. Poderia falar também sobre seus patês, tapenades e outros produtos, que também são deliciosos e leves.</p>
<p>Ah, é importante lembrar também do tradicional Cassoulet. Por lá esse prato é que nem &#8220;arroz com feijão&#8221; pra gente. Já pensou?</p>
<p>E pra falar nos vinhos, eu provei alguns que o pessoal do <a href="http://www.festival-suddefrance.com/" target="_blank">Festival Sud de France</a> me enviou e confesso que fiquei encantado. Veja os vinhos que eu provei e dessa vez você pode escolher entre ler e assistir ao video! <img src='http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<table width="598" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><object width="200" height="131" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6A6L2QtsSFE?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="200" height="131" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/6A6L2QtsSFE?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></td>
<td><strong>Domaine Rimbert Le Mas au Schiste</strong> 2008<br />
Produzido em Saint-Chinian, o produtor é conhecido por trabalhar muito bem com a Carignan. Esse tem Carignan (35%), Syrah (30%), Grenache (30%) e Mourvèdre (5 %) e com um toque vegetal de início, mostra que é um vinho potente e ainda um pouco “selvagem”, precisando ser domado. Nada que um tempo de decantação e uma boa comida com um toque de gordura não resolva. Conheça o <a href="http://www.domainerimbert.com/" target="_blank">site do produtor</a>. É importado pela <a href="http://www.delacroixvinhos.com.br/" target="_blank">De La Croix</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Domaine des Salices Pinot Noir 2008<br />
</strong>Com cor e aroma típico de um bom Pinot Noir francês, tem cor clara e toques de morangos e cerejas. Recomendo que se abra e espere uma meia hora, pois logo de cara aparece um toque herbáceo que esconde um pouco a fruta do vinho, mas depois ele torna-se muito elegante. Esse é produzido por <a href="http://www.francoislurton.com/" target="_blank">Francois Lurton</a> e importado pela <a href="http://www.zahil.com.br/" target="_blank">Zahil</a>.</td>
<td><object width="200" height="131" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/klooGTTxMOw?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="200" height="131" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/klooGTTxMOw?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><object width="200" height="131" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/00Jie_gtyco?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="200" height="131" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/00Jie_gtyco?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></td>
<td><strong>Ego de Cazes 2007<br />
</strong>Esse é um vinho biodinâmico do <a href="http://www.cazes-rivesaltes.com/" target="_blank">Domaine Cazes</a> produzido com as uvas Syrah (40%), Grenache (20%) e Mourvédre (20%) e foi, dos 3 dessa lista, o mais elegante e complexo. Tem aromas de frutas vermelhas doces, contrastando com um toque terroso e leve toque mineral. Muito estruturado e com acidez na medida, é daqueles que a gente se encanta no nariz e depois quando bebe fica ainda mais impressionado. Acompanha muito bem comidas fortes sem nenhum problema. Esse é importado pela <a href="http://www.mistral.com.br">Mistral</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Provei esses vinhos e com isso pude conhecer um pouco do Sul da França. Para mim ficou essa impressão: povo alegre, clima gostoso, alegria, bons vinhos e boa comida. Esse é o Sul da França pra mim.</p>
<p>E pra você, como é? Para celebrar o final de ano, vamos fazer um Concurso Cultural aqui. Pra participar é fácil, você só precisa responder a frase <span style="color: #ff0000;"><strong>Pra mim, o sul da França é&#8230;</strong></span></p>
<p><strong></strong>A melhor frase ganha um dos vinhos. Você escolhe. É só soltar a sua criatividade.</p>
<p>O resultado sai no dia 16 de dezembro. Boa sorte!</p>
<p>Um abraço<br />
Daniel Perches</p>
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		<title>Pangea 2007 &#8211; Viña Ventisquero</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 10:50:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2007]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[cantu]]></category>
		<category><![CDATA[ventisquero]]></category>
		<category><![CDATA[vinho ícone chileno]]></category>
		<category><![CDATA[vinho top]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu gosto de falar sobre a diferença que se pode encontrar nos vinhos feitos com Syrah pelo mundo. É claro que isso acontece com todas as uvas, mas a Syrah pra mim é a campeã de &#8220;adaptações de acordo com o terroir&#8221;. Já provei Syrah italiano, da Austrália, brasileiro, chileno, americano, e por aí vai. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu gosto de falar sobre a diferença que se pode encontrar nos vinhos feitos com Syrah pelo mundo. É claro que isso acontece com todas as uvas, mas a Syrah pra mim é a campeã de &#8220;adaptações de acordo com o terroir&#8221;. Já provei Syrah italiano, da Austrália, brasileiro, chileno, americano, e por aí vai. Cada lugar produz com uma forma muito característica.</p>
<p>E o <strong>Pangea</strong> é um vinho da <a href="http://www.ventisquero.com/" target="_blank">Viña Ventisquero</a> que tem uma produção muito limitada, feito com Syrah (100%) que não foge à regra, ou melhor, faz a sua própria regra de acordo com o seu terroir. Cultivado em Apalta, no Vale do Colchagua, é um vinho muito intenso, com aquela cor bem forte e quase intransponível.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/11/PANGEA_2007.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3506" title="PANGEA_2007" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/11/PANGEA_2007.jpg" alt="" width="80" height="220" /></a>No nariz é doce, lembrando frutas vermelhas e negras em calda, com um pouco de chocolate amargo. Tem aquele toque adocicado que a gente geralmente reconhece nos vinhos chilenos. Na boca e a sua acidez é bem controlada e tem um bom corpo. De novo aparece a doçura aí e o final é bem correto, sem amargor.</p>
<p>Pra quem gosta de vinhos amadeirados (esse passa 20 meses antes de ser engarrafado), o Pangea é um prato cheio. É sem dúvida um vinho de excelente qualidade, que tem características bem definidas. Mas se aceitam uma sugestão, é recomendável beber esse vinho com pelo menos umas 3 ou 4 pessoas junto. Não só pelo seu álcool, mas por ele ser mais pesadão e sem tanta acidez, ele não é tão fácil de beber. Precisa de tempo e claro, se tiver uma boa comida acompanhando, é melhor.</p>
<p>A linha Ventisquero é importada no Brasil pela <a href="http://www.cantuimportadora.com.br" target="_blank">Cantu</a>.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Galileo Barbera d&#8217;Asti 2007</title>
		<link>http://www.vinhosdecorte.com.br/galileo-barbera-dasti-2007/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 11:13:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2007]]></category>
		<category><![CDATA[Barbera]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[piemonte]]></category>
		<category><![CDATA[vinho e pizza]]></category>
		<category><![CDATA[vinho italiano]]></category>

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		<description><![CDATA[Que tal esse Barbera d&#8217;Asti (obviamente produzido com a uva Barbera) pra acompanhar uma pizza? O produtor é o Vigne dei Mastri e o importador é a Winelands no Brasil e o vinho custa em torno de 50 reais. Um bom preço. Um abraço Daniel Perches]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal esse Barbera d&#8217;Asti (obviamente produzido com a uva Barbera) pra acompanhar uma pizza?</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/9KQW3JKgAXw?hl=pt&amp;fs=1" frameborder="0" width="425" height="349"></iframe></p>
<p>O produtor é o <a href="http://www.vignedeimastri.it/" target="_blank">Vigne dei Mastri</a> e o importador é a <a href="http://www.winelands.com.br" target="_blank">Winelands</a> no Brasil e o vinho custa em torno de 50 reais. Um bom preço.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Morandé Edición Limitada Carignan 2007</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 10:46:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2007]]></category>
		<category><![CDATA[Carignan]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[expand]]></category>
		<category><![CDATA[Morandé]]></category>
		<category><![CDATA[pablo morandé]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu tenho uma &#8220;história de amor&#8221; com a Morandé. Foi um dos primeiros vinhos que eu comprei em uma loja especializada e que tinha uma qualidade superior e que eu pude começar a reconhecer aromas, sabores, etc. Além disso, na ExpoVinis 2010 eu tive o grande prazer de conhecer o Pablo Morandé, que é praticamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tenho uma &#8220;história de amor&#8221; com a Morandé. Foi um dos primeiros vinhos que eu comprei em uma loja especializada e que tinha uma qualidade superior e que eu pude começar a reconhecer aromas, sabores, etc.</p>
<p>Além disso, na ExpoVinis 2010 eu tive o grande prazer de conhecer o Pablo Morandé, que é praticamente uma lenda viva do vinho chileno e conversar um pouco com ele. Don Pablo já está com a idade avançada, mas na sua conversa calma e pausada tem muita sabedoria.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/11/morande_edicion_carignan_2007.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3534" title="morande_edicion_carignan_2007" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/11/morande_edicion_carignan_2007.jpg" alt="" width="68" height="220" /></a>E um dos vinhos que eu gosto muito deles é o Carignan. Dizem que Pablo Morandé soube domar a casta como poucos. Se isso é verdade ou lenda eu não sei. Só sei que o vinho é realmente muito legal e vale a prova.</p>
<p>O Edición Limitada Carignan 2007 é produzido no Vale do Maipo e tem aromas de frutas vermelhas, especiarias e um toque animal (como carne mesmo), tudo integrado e fazendo uma dança na taça.</p>
<p>Na boca tem um corpo médio e taninos muito macios e um final levemente adocicado. Em geral eu não gosto dos finais adocicados para os vinhos tintos, porque acho que dificulta um pouco a harmonização, mas esse em especial não me incomoda. Acho que faz parte do vinho e que confere a ele um certo caráter.</p>
<p>Não é um vinho barato (custa em torno de 120 reais na Expand), mas é um vinho que eu acho que vale a pena. Não só pela casta diferente (eu provei poucos vinhos feitos 100% com Carignan até hoje), mas também por ser um dos vinhos tops do Chile (na minha humilde opinião, é claro).</p>
<p>Se provar, depois me diga se estou sendo influenciado pelo meu &#8220;amor&#8221; pela Morandé ou se o vinho é bom mesmo.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
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