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	<title>Vinhos de Corte &#187; 2007</title>
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		<title>Os famosos vinhos de Jean-Baptiste Audy</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 11:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tive a oportunidade de conhecer o bisneto do grande Jean-Baptiste Audy, um grande produtor de vinhos da França. Jean-Baptiste Bourotte esteve no Brasil para apresentar seus belos vinhos em almoço promovido pela Ravin, que é a importadora de seus rótulos. Com vinhos de ótima qualidade e também de preço acessível (claro que considerando os preços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tive a oportunidade de conhecer o bisneto do grande Jean-Baptiste Audy, um grande produtor de vinhos da França. Jean-Baptiste Bourotte esteve no Brasil para apresentar seus belos vinhos em almoço promovido pela Ravin, que é a importadora de seus rótulos.</p>
<p>Com vinhos de ótima qualidade e também de preço acessível (claro que considerando os preços dos bons vinhos de Bordeaux), pudemos ter não só um belo almoço, mas também a oportunidade de conversar um pouco com Jean-Baptiste, que nos contou algumas curiosidades sobre a sua família (como por exemplo que ele não tem “Audy” em seu nome pois sua avó casou-se com uma outra família que também produzia vinhos e teve seu nome incorporado) e também sobre a safra 2010 em Bordeaux, que segundo ele, salvo algum milagre, não será uma safra histórica.</p>
<p>Provamos toda a sua linha que vem para o Brasil. Nesse mesmo dia o Beto Duarte (<a href="http://papodevinho.blogspot.com/">http://papodevinho.blogspot.com</a>) entrevistou Jean-Baptiste e ofereceu um Merlot brasileiro para ele provar. Em breve coloco o vídeo aqui.</p>
<p>Vamos aos vinhos:</p>
<p><strong>Château La Croix du Duc 2008<br />
</strong>(50% Cabernet Sauvignon, 35% Merlot e 15% Cabernet Franc)<br />
49,00<br />
Um verdadeiro Best-buy. Esse é pra quem quer começar a explorar a região de Bordeaux. Um vinho descomplicado, fácil de entender e claro, de apreciar. No nariz notas de frutas negras e vermelhas, cereja e leve toque de alcaçuz.</p>
<p><strong>Château Rocher Calon 2007<br />
</strong>(95% Merlot, 5% Cabernet Franc)<br />
99,00<br />
Um vinho com boa estrutura e taninos bastante elegantes. No nariz apresentou aromas de frutos negros bem integrados com tostados e um leve toque de couro.<br />
Em boca mostrou taninos muito macios e final longo. Um vinho bem elegante.</p>
<p><strong>Château La Croix Chantecaille 2004 &#8211; Grand Cru de Saint-Emilion<br />
</strong>(65% Merlot, 35% Cabernet Franc)<br />
169,00<br />
Se considerarmos a sua qualidade, é outro que eu chamaria até de <em>Best buy</em>. Toques herbáceos, um leve floral, frutas em compota e toques de couro se revezavam e a cada volta à taça. Na boca é bastante equilibrado e um final longo. Tudo o que se espera de um verdadeiro Grand Cru</p>
<p><strong>Château Bonalgue 2004<br />
</strong>(80% Merlot e 20% Cabernet Franc)<br />
399,00<br />
Esse é um vinho que dispensa muitas apresentações. Produzido no Pomerol, que é o “berço da uva Merlot”, é um vinho que esbanja elegância e qualidade. Sem defeitos. Vale o preço. Se quiser beber agora, decante por um bom tempo. Se puder (e conseguir) segurar por mais alguns anos, com certeza ficará melhor.</p>
<p>Um abraço</p>
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		<title>Wines of Uruguay – Belas surpresas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 21:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo do vinho, quando pensamos no que é produzido no Uruguai, lembramos sempre da Tannat. É verdade que essa é uma uva emblemática daquele país e que de lá saem excelentes exemplares, mas também é verdade que não é só de Tannat que é feito o seu painel vitivinícola.</p>
<p>E foi isso que eu pude comprovar no evento realizado recentemente aqui em São Paulo pela entidade Wines of Uruguay, que tem como missão principal divulgar os vinhos dos produtores associados pelo mundo todo.</p>
<p>O evento reuniu 14 produtores participantes no Hotel Renaissance , onde pude provar diversos vinhos que eu já conhecia de nome, mas que eu ainda não tinha provado.</p>
<p>Abaixo listo alguns que me chamaram a atenção.</p>
<p><strong>Alto de La Ballena Merlot – Cabernet Franc – Tannat 2006<br />
</strong>Um vinho bastante frutado, com destaque para geléia de frutas vermelhas em boa harmonia com um toque amadeirado. Acidez moderada.</p>
<p><strong>Alto de La Ballena Reserva Cabernet Franc 2007<br />
</strong>Mais um vinho fácil de beber, com boa tipicidade da uva Cabernet Franc. Um vinho para se beber no dia a dia.</p>
<p><strong>Bouza Tempranillo B15 Parcela Única 2008<br />
</strong>Um vinho que mostrou toda a força da Tempranillo do Uruguai. Taninos bastante presentes e final marcante. Para ser degustado com comida (de preferência uma boa carne).</p>
<p><strong>Bodegas Castillo Viejo El Preciado, Gran Reserva 2005<br />
</strong>Com fortes aromas terciários e com destaque para a madeira molhada e fumo, é um vinho de boa estrutura e provavelmente de alguma guarda ainda.</p>
<p><strong>Familia Deicas Don Pascual Viognier Reserve 2009<br />
</strong>Coloração verde palha denotando sua jovialidade. Destaque para os aromas herbáceos e sua acidez bem alta. Um vinho potente e muito fresco.</p>
<p><strong>Gimenez Mendez Identity 2008<br />
</strong>Lançamento da Bodega, esse corte de Tannat, Syrah e Petit Verdot mostrou uma boa complexidade de aromas, com toques de chocolate e toffe.</p>
<p><strong>Marichal Reserve Collection Pinot Noir / Tannat 2008<br />
</strong>Esse vinho me chamou a atenção pelo seu corte inusitado, utilizando uma uva com muita força (tannat) em conjunto com uma muito mais elegante e leve (Pinot Noir). Vale a prova.</p>
<p>Esses são, como de costume, alguns que eu destaco como vinhos de boa qualidade, mas obviamente haviam muitos outros que valiam a pena serem comentados. Mas por enquanto, ficamos com esses.</p>
<p>Além disso, a Wines of Uruguay está lançando um Pack promocional com alguns vinhos feitos com a uva Tannat, que servirão de “amostra de qualidade” para quem ainda não conhece. Uma ótima iniciativa, afinal de contas, o país realmente produz bons vinhos. Nós é que não conhecemos muito.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Primus 2007</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 11:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de provar o Primus 2006, provei o mesmo vinho da safra seguinte. Esse é produzido com as uvas Cabernet Sauvignon, Syrah, Merlot e Carmenere. Uma beleza de vinho, que vale a pena comprar pra conhecer (e também para guardar, se conseguir).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/B8sgWhR0bOs?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/B8sgWhR0bOs?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Vinhos Casa Marin</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 11:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e aprovei. São realmente muito bons e dignos de todos os comentários que fazem por aí.</p>
<p>Abaixo conto um pouco sobre os que eu provei:</p>
<p><strong>Casa Marin Sauvignon Gris 2008<br />
</strong>Eu só tinha provado um vinho até hoje feito com essa casta. Fiquei espantado com a sua qualidade. Com uma coloração praticamente translúcida, é um vinho muito fresco, com toques minerais e florais, acompanhando frutas brancas frescas. Tem até um leve frizante, de tanta acidez. Mas não se engane pensando que isso pode ser um defeito, pois o vinho é muito correto em boca, equilibrado e com um belo final. Acompanha perfeitamente um dia de calor, com uns petiscos como anéis de lula, por exemplo.</p>
<p><strong>Casa Marin Laurel Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Com uma coloração palha um pouco mais escura que o Sauvignon Gris (mas ainda assim bastante claro), mostrou aromas típicos dessa casta, lembrando frutas brancas e um toque floral. Bastante fresco. Alta acidez e final médio a longo.</p>
<p><strong>Casa Marin Cipreses Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Produzido com uvas de outro bloco de vinhedos, esse se mostrou ainda um pouco mais escuro que o anterior, mas com a mesma qualidade. Frutas bastante presentes e uma ótima acidez. Vinho para se beber tranquilamente sem se preocupar com comida (só com a companhia).</p>
<p><strong>Casa Marin Riesling Miramar 2007<br />
</strong>Acredito que se colocar esse riesling ao lado de outros da mesma casta, vindos do Velho Mundo, ele será facilmente confundido. Toque petroláceo bem presente, pedra de isqueiro, leve floral e frutas em abundância. Um belíssimo riesling, que me lembrou que eu preciso beber mais vinhos dessa casta.</p>
<p><strong>Casa Marin Gewurztraminer Casona 2008<br />
</strong>Como os anteriores, esse também apresentou as notas típicas dessa casta, destacando-se o floral bastante aberto (como pétalas de rosas) e frutas brancas, com destaque claro para a lichia.</p>
<p><strong>Casa Marin Pinot Noir Três Viñedos 2009<br />
</strong>Esse Pinot Noir mostrou-se jovem e leve, como deve ser. Destacaram-se as frutas vermelhas mais adocicadas. Seu final é um pouco quente, mas totalmente correto. Bom vinho. Ótimo para acompanhar carnes leves.</p>
<p><strong>Cartagena Carmenere 2009<br />
</strong>Frutas tropicais vermelhas deram o toque adocicado para o vinho, que me pareceu um bom representante dessa que é a casta emblemática do Chile. Sinceramente, não me chamou muito a atenção, talvez por ter provado outros tão expressivos, mas é um vinho bastante correto e para quem gosta dessa uva, é uma boa opção, com ótima qualidade.</p>
<p><strong>Cartagena Cabernet Sauvignon 2008<br />
</strong>Mais um que não me fez muito a cabeça. Apesar de ter conversado com o Felipe e perguntado pra ele sobre a acidez desses vinhos (que nos tintos me pareceu que faltou um pouco) e ele ter me dito que tem é acidez demais, me pareceu um vinho um pouco leve para o que eu gostaria de ter em um Cabernet Sauvignon. Mas foi muito bem com a carne servida no dia.</p>
<p><strong>Casa Marin Lo Abarca Pinot Noir 2006<br />
</strong>Agora a “brincadeira começou a ficar séria”. Esse é um Pinot Noir de respeito. Frutas muito presentes, acidez corretíssima e final longo. Um vinho para se beber tranquilamente, sem pressa. Belíssimo. Vale provar para conhecer bons pinots do novo mundo.</p>
<p><strong>Casa Marin Litoral Pinot Noir 2003<br />
</strong>Melhor Pinot Noir do Novo Mundo que eu já provei até hoje. Não posso deixar de falar isso. Fiquei impressionado com a sua qualidade. Um vinho com 7 anos de vida e com muitos ainda pela frente. Depois de aerado um pouco, melhorou ainda mais. Como disse o nosso amigo Ivan (da Vinea), naquela garrafa tem “uns 4 vinhos diferentes”. É só o deixar respirar um pouco e com certeza terá belas surpresas. Esse eu nem preciso comentar, porque sua qualidade fala por si.</p>
<p><strong>Casa Marin Miramar Syrah 2005<br />
</strong>Esse vinho apresentou algumas características típicas da uva Syrah, como um toque de especiarias, leve chocolate no final, mas é outro que eu achei que faltou acidez, deixando o vinho um pouco “sem graça”. Mas isso pode ter sido obra do “efeito Pinot Noir Litoral” que eu tinha acabado de provar&#8230;</p>
<p>Bem, depois de todos esses belos vinhos, ainda tivemos uma salada com camarões com o Riesling para acompanhar (que foi muito bem harmonizado) e na seqüência um tornedor de filé ao molho madeira, que aí sim, os vinhos Syrah e Cabernet combinaram bem.</p>
<p>Conseguimos uma entrevista com o Felipe Marin, que em breve estará aqui no blog também.</p>
<p>A Vinea tem nos fundos de sua loja um belíssimo restaurante que funciona às noites (sob reserva) e você pode comprar o vinho para beber, a preço de loja. Eu já estou me agendando para ir lá beber mais do Litoral&#8230;</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Cuvée Collines de Granit 2007</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 11:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem já provou algum vinho feito com a uva Gewurztraminer sabe que essa casta tem características muito interessantes e uma delas é o seu aroma floral bastante intenso. Não é só o floral, mas esse deve ser o seu aroma mais característico. Resolvi então provar o Cuvée Collines de Granit, que é importado pela Cave [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já provou algum vinho feito com a uva Gewurztraminer sabe que essa casta tem características muito interessantes e uma delas é o seu aroma floral bastante intenso. Não é só o floral, mas esse deve ser o seu aroma mais característico.</p>
<p>Resolvi então provar o Cuvée Collines de Granit, que é importado pela Cave Jado, uma casa especializada em vinhos franceses.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cuvee_collines_de_granit_2007.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2067" title="cuvee_collines_de_granit_2007" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cuvee_collines_de_granit_2007.jpg" alt="" width="62" height="220" /></a>Produzido na Alsacia, uma região bastante famosa da França especialmente pelos seus vinhos brancos, apresentou uma coloração palha com reflexos bastante brilhantes. No nariz, aromas típicos florais (como citados acima) com destaque para rosas, cítricos e uma leve ponta vegetal, como uma grama fresca. Em boca tem um corpo leve, com boa acidez e final correto.</p>
<p>É um ótimo representante da casta Gewurztraminer. Se você não conhece, vale a pena. É um vinho interessante, que prima pelos seus aromas e como todos da Cave Jado, pelo seu preço. Esse custa 86 reais.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Agnvs Merlot 2007</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 11:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A linha Agnvs é a linha básica da Lidio Carraro e como todos os seus vinhos, não passa por madeira. Esse vinho é produzido com a uva Merlot, proveniente dos vinhos da família, lá do Sul do Brasil. Como em todos os seus vinhos, a Lidio Cararro tem um grande esmero para sua produção. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/agnvs_merlot_2007.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2054" title="agnvs_merlot_2007" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/agnvs_merlot_2007.jpg" alt="" width="60" height="220" /></a>A linha Agnvs é a linha básica da Lidio Carraro e como todos os seus vinhos, não passa por madeira. Esse vinho é produzido com a uva Merlot, proveniente dos vinhos da família, lá do Sul do Brasil.</p>
<p>Como em todos os seus vinhos, a Lidio Cararro tem um grande esmero para sua produção. O resultado é um vinho bem correto, agradável e de ótimo custo X benefício para o dia a dia.</p>
<p>Com uma coloração rubi intensa e praticamente sem halo de evolução, mostrou bastante brilho.</p>
<p>No nariz apresentou notas adocicadas, típicas de merlot, lembrando ameixas em calda, um leve terroso e apesar de não ter barrica, lembrou um pouco o aroma de madeira.</p>
<p>Em boca apresentou uma boa acidez, taninos muito macios e um final um pouco ligeiro. No mesmo dia eu provei o Dádivas Merlot Cabernet, da mesma vinícola, que mostrou um final mais longo e complexo. Bem, mesmo com o seu final “curto”, é um belo vinho e que se destaca claramente dentre os vinhos nacionais de mesmo preço. Novamente, a Lidio Carraro desponta em qualidade.</p>
<p>Esse custa em torno de 30 reais e vale a pena ser provado.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Max Weinlaub, enólogo da Viña Maipo, apresenta seus vinhos</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 11:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais um daqueles encontros com bastante descontração e alegria, o pessoal da Ravin trouxe o enólogo chefe (e astro dos vídeos da vinícola), Max Weinlaub, para nos apresentar os vinhos da Viña Maipo. A vinícola nasceu em 1948 e em 1968 foi adquirida pela Concha y Toro (uma das maiores do mundo). A partir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais um daqueles encontros com bastante descontração e alegria, o pessoal da Ravin trouxe o enólogo chefe (e astro dos vídeos da vinícola), Max Weinlaub, para nos apresentar os vinhos da Viña Maipo.</p>
<p>A vinícola nasceu em 1948 e em 1968 foi adquirida pela Concha y Toro (uma das maiores do mundo). A partir de 1978 focou-se no mercado internacional, principalmente no mercado escandinavo. Atualmente exporta para mais de 60 países. Dá pra imaginar o trabalho que é feito por lá, não?</p>
<p>Max veio apresentar seus vinhos e também o seu “projeto Syrah”, que tem o intuito de promover essa casta, seja em cortes, entrando como complemento para trazer complexidade ou sozinha, como é o caso do vinho top, o <em>Limited Edition</em>. Acredito que o Max saiba bem o que faz, pois são realmente muito bons. Abaixo estão os vinhos provados.</p>
<p><strong>Espumante Brut<br />
</strong>Uvas: Chardonnay (70%), Chenin Blanc (15%) e Riesling (15%)<br />
Foi servido para “abrir os trabalhos”. Coloração amarelo palha com reflexos verdeais, apresentou aromas de frutas brancas, leve tostado e adocicado no final. É feito pelo método Charmat.</p>
<p><strong>Gran Devoción Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Uva: 100% Sauvignon Blanc<br />
O Chile e em específico o vale de Casablanca produz vinhos feitos com essa casta com muita qualidade. A sua alta amplitude térmica contribui bastante para isso. Esse vinho mostrou-se com bastante tipicidade, trazendo aromas de frutas brancas, maracujá, cítricos. Um belíssimo vinho. Em boca apresentou bom corpo, mas sua acidez poderia ser um pouco mais alta, o que não compromete em nada o vinho, que aliás, em minha opinião, foi um dos melhores do painel do dia. Em conversa com o Max, ele nos disse que a safra 2010 (ainda não disponível) está com bem mais acidez. Eu ficarei atento para comprar assim que chegar.</p>
<p><strong>Gran Devoción Carmenere-Syrah 2008<br />
</strong>Uvas: Carmenere (75%) e Syrah (25%)<br />
A Syrah atuou trazendo aromas de especiarias e quebrando um pouco o adocicado da Carmenere. Vinho bastante equilibrado e com ótimo final. Uma bela combinação, mostrando perfeitamente a atuação da Syrah dentro do conjunto.</p>
<p><strong>Gran Devoción Syrah- Petit Syrah 2008<br />
</strong>Uvas: Syrah (80%) e Petit Syrah (20%)<br />
Tenho que admitir que sou fã da uva Petit Syrah, então a minha avaliação “isenta” fica um pouco comprometida. Achei que foi um dos melhores do dia. Mesmo só com 20% de Petit Syrah, o vinho mostrou-se com notas típicas dessa casta, lembrando especiarias. Nariz franco, com aromas bem demarcados. Em boca achei um pouco quente, mas sem comprometer.</p>
<p><strong>Gran Devoción Cabernet-Syrah<br />
</strong>Uvas: Cabernet Sauvignon (85%) e Syrah (15%)<br />
A Cabernet Sauvignon trouxe elegância para o vinho, deixando-o mais corpulento e com aromas mais voltados para o tabaco, chocolate e madeira. É um vinho que merece um tempo de aeração ou até mesmo mais algum tempo de garrafa.</p>
<p><strong>Limited Edition Syrah 2007<br />
</strong>Uvas: Syrah (98%) e Cabernet Sauvignon (2%)<br />
Esse é o vinho top da vinícola e vejam o esmero do enólogo, colocando somente 2% de Cabernet Sauvignon na mescla. Um grande vinho, que merece aeração por algum tempo para se abrir. Talvez seja até melhor guardá-lo por algum tempo, mas quem é que consegue? Esse vinho está na faixa dos 100 reais (na importadora) e pra mim é um dos melhores nessa faixa de preço.</p>
<p>Só posso agradecer ao Max e ao pessoal da Ravin, por mais um belo almoço com ótimos vinhos.</p>
<p>E com essa apresentação, ficou pra mim a tarefa de conhecer um pouco mais sobre o mercado de vinhos da Escandinavia, mas principalmente da Suécia, afinal de contas, eu morei lá. Vou consultar algumas pessoas e depois conto aqui.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Castello di Fonterutoli Chianti Clássico 2006</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 11:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2007]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Sauvignon]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Sangiovese]]></category>
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		<category><![CDATA[vinho]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais um vinho que eu resolvi degustar em meia garrafa. Já comentei aqui sobre os benefícios que eu vejo nas garrafas pequenas (375ml ou 187ml): se você quer beber pouco, está sozinho ou quer provar vinhos diferentes ao mesmo tempo, elas podem ser muito úteis. O meu motivo, dessa vez, foi estar sozinho. Aproveitei então [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um vinho que eu resolvi degustar em meia garrafa. Já comentei<a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/a-meia-garrafa-de-vinho-e-sua-praticidade/" target="_blank"> aqui sobre os benefícios </a>que eu vejo nas garrafas pequenas (375ml ou 187ml): se você quer beber pouco, está sozinho ou quer provar vinhos diferentes ao mesmo tempo, elas podem ser muito úteis.</p>
<p>O meu motivo, dessa vez, foi estar sozinho. Aproveitei então para abrir esse Chianti Classico que é produzido com 90 % de Sangiovese e 10% de Cabernet Sauvignon, pelo grande produtor Mazzei.</p>
<p>O vinho nitidamente ainda estava jovem. Sua coloração era de um rubi intenso e intransponível, praticamente sem halo de evolução. Seus aromas, mesmo que remetendo a frutas negras, leve amadeirado e um pouco de fumo, eram tímidos. Com algum tempo de abertura da garrafa e um pouco de aeração, os aromas tornaram-se mais presentes, mas ainda assim, nada muito exuberante. Mas pra mim ficou claro que o vinho não estava “sem aromas”, mas sim ainda muito fechado. Vai melhorar com o tempo, com certeza.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/CastellodiFonterutoli.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1996" title="CastellodiFonterutoli" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/CastellodiFonterutoli.jpg" alt="" width="220" height="186" /></a>Em boca, apesar de sua jovialidade, mostrou taninos muito bem tratados, com um bom corpo e um final bem marcante e saboroso. A acidez dele também é um ponto positivo, que mostrou-se bem equilibrada.</p>
<p>É um belo vinho, que eu encontrei na Expand por 58 reais (meia garrafa), então acredito que a garrafa inteira deva estar em torno dos 100 reais. Não é dos mais baratos, mas tem uma boa qualidade. Se comprar, recomendo guardar mais um tempo, pois acho que vai ter melhores resultados.</p>
<p>E quando abrir, se puder harmonizar com uma bela lasagna à bolognesa, acho que vai ter bons resultados.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Familia Barberis Cabernet Sauvignon 2007</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2007]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Sauvignon]]></category>
		<category><![CDATA[clube de vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade da Mesa]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse vinho foi enviado como remessa mensal do clube de vinhos chamado Sociedade da Mesa. São enviadas 4 garrafas (do mesmo vinho) para os associados e a idéia é que se tenha vinhos que custam em torno de 60 reais, mas para os associados esses vinhos saem sempre abaixo dos 40 reais. Produzido na região [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse vinho foi enviado como remessa mensal do clube de vinhos chamado Sociedade da Mesa. São enviadas 4 garrafas (do mesmo vinho) para os associados e a idéia é que se tenha vinhos que custam em torno de 60 reais, mas para os associados esses vinhos saem sempre abaixo dos 40 reais.</p>
<p>Produzido na região de Lujan de Cuyo, em Mendoza, na Argentina, é um Cabernet Sauvignon jovem e que tem ainda algum tempo a se desenvolver na garrafa.</p>
<p>Com uma coloração rubi intensa e com leve halo de evolução, é um vinho muito vivo, brilhante e límpido.</p>
<p>No nariz apresentou aromas de frutas vermelhas com bastante força, um toque mentolado, um leve herbáceo e ao final um pouquinho de madeira, mas bem de leve. Tudo bem harmonioso, formando um bom conjunto.</p>
<p>Em boca apresentou taninos ainda um pouco jovens e que devem melhorar com o tempo. Seu corpo é médio (poderia ser um pouco mais encorpado) e seu final é um pouco ligeiro e com um leve toque de baunilha que aparece bem quando o vinho está “acabando” (mas também vem junto um leve toque de amargor, mas não prejudicial).</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/familia_barberis_cs_2007.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2008" title="familia_barberis_cs_2007" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/familia_barberis_cs_2007.jpg" alt="" width="67" height="220" /></a>Pareceu-me um vinho bom, bem adequado ao dia a dia. De fácil harmonização, é um vinho que pode combinar com pratos não tão densos. Apesar de ainda estar com os taninos para serem desenvolvidos (percebe-se ao deixar um pouco o vinho na boca e quando se engole, a boca fica “amarrando” um pouco), não sei se eu guardaria muito tempo esse vinho, pois me parece que ele deve ser tomado assim, mais “marrento”.</p>
<p>Algumas vezes eu tenho me decepcionado com a Sociedade da Mesa, que por alguns meses traz vinhos que não condizem com a qualidade esperada, mas dessa vez o vinho me pareceu justo para o preço (38,60 para associados).</p>
<p>Tenho pensado seriamente em sair do clube. Pra eu ficar, gostaria de ver vinhos melhores ou então pelo menos a possibilidade de mesclar a minha caixa. Fico me perguntando: o que fazer com 4 vinhos iguais, principalmente quando eles não me agradam???</p>
<p>Quando será que eles vão entender isso e mudar a regra do jogo??? Alguém me ajuda a explicar pra eles o quanto isso seria melhor para todos?</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Viña Cobos na Grand Cru</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 11:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2006]]></category>
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		<description><![CDATA[A Viña Cobos é bastante conhecida no “mundo do vinho”, mas mais conhecido mesmo é o seu enólogo, o Sr. Paul Hobbs. Paul é sócio do Luis Barraud nesse projeto, que tem como objetivo mostrar todo o potencial e qualidade do vinho argentino. E mostra! Os vinhos são simplesmente fantásticos. Paul, que ostenta em seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Viña Cobos é bastante conhecida no “mundo do vinho”, mas mais conhecido mesmo é o seu enólogo, o Sr. Paul Hobbs. Paul é sócio do Luis Barraud nesse projeto, que tem como objetivo mostrar todo o potencial e qualidade do vinho argentino. E mostra! Os vinhos são simplesmente fantásticos. Paul, que ostenta em seu currículo um vinho com 100 pontos do Robert Parker (e muitos outros acima de 90 pontos) esteve na Grand Cru, em São Paulo, junto com seu sócio, para apresentar alguns dos vinhos da Cobos para nós.</p>
<p>Provamos 1 vinho branco e 3 tintos, que me deixaram encantados!</p>
<p><strong>Felino Chardonnay 2009.<br />
</strong>R$ 70<br />
Um Chardonnay que tem pequena passagem por madeira (só 20% do vinho vai para as barricas) e que mostra muito caráter e força. Aromas muito francos, passando por vegetais como grama, abacaxi, frutas cítricas e um leve toque adocicado no final. Em boca é bastante equilibrado e seu final é muito bom. Vale com certeza o preço que custa.<br />
<strong><br />
Felino Cabernet Sauvignon 2007<br />
</strong>R$ 70<br />
Esse Cabernet Sauvignon mostrou-se ainda jovem e com muita força. Frutas vermelhas, com toques de tabaco e chocolate. Apareceu uma leve especiaria no meio dos aromas, para dar o toque diferenciado. Em boca, apesar de sua jovialidade, tem bastante equilíbrio. Taninos macios e sem amargor. Um vinho pra se ter em casa para um bom almoço de final de semana, com certeza.</p>
<p><strong>Bramare Lujan de Cuyo Cabernet Sauvignon 2006<br />
</strong> R$ 195<br />
A linha Bramare já sobe uma “categoria”, mas mesmo com seu preço um pouco alto, vale muito a pena. São vinhos excelentes, para se beber com calma e tranqüilidade, apreciando toda a sua qualidade. Esse é feito com a Cabernet Sauvignon e tem aromas de madeira, frutas negras, toques de especiarias e um tostado (como café) no final. Tudo muito presente e equilibrado.<br />
Na boca os taninos são muito finos e o vinho tem um ótimo corpo. Os aromas são confirmados na boca.</p>
<p><strong>Bramare Lujan de Cuyo Malbec 2006<br />
</strong>R$ 195<br />
Um dos melhores Malbecs que eu já provei, com certeza! Nariz com aromas de frutas vermelhas como cereja, toques de baunilha, especiarias leves e um toque defumado no final. Tudo em perfeita harmonia e equilíbrio. Outro vinho pra se beber devagar, apreciando.</p>
<p><strong>Bramare Marchiori Vineyards Cabernet Sauvignon 2006.<br />
</strong>R$ 395<br />
Esse é o vinho top deles. É um vinho de guarda e mesmo depois de aerado por um bom tempo, ainda mostrou-se “tímido” nos aromas, mas com certeza vai evoluir com o tempo. Mas eu sinceramente compraria e guardaria mais pelo menos uns 5 anos esse vinho. Vai tornar-se um belíssimo vinho, para se beber naquela ocasião especial que deve ser guardada na memória.</p>
<p>Em conversa, Paul contou-nos que após viajar por muitos países (e ele ainda dá consultoria para várias vinícolas), resolveu se estabelecer na Argentina e apostar no <em>terroir</em> de lá junto com seu sócio. A primeira safra deles foi um horror e jogaram tudo fora, quase quebrando o negócio. Por sorte (e nesse caso, uma boa dose de competência) a próxima safra foi melhor e eles puderam se estabelecer. Desde então, vêm fazendo vinhos cada vez melhores.</p>
<p>Se tiver oportunidade, prove os vinhos da Cobos. Desde o mais simples até os tops, você vai ter muita qualidade.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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