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	<title>Vinhos de Corte &#187; 2006</title>
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		<title>Espumante Maria Valduga 2006 &#8211; a garrafa até brilha</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 11:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já provaram o Maria Valduga, o espumante top da Vinícola Casa Valduga? Recomendo fortemente. É feito com Chardonnay e Pinot Noir e a garrafa vem numa apresentação digna de uma grande festa. Até brilha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já provaram o Maria Valduga, o espumante top da Vinícola Casa Valduga? Recomendo fortemente. É feito com Chardonnay e Pinot Noir e a garrafa vem numa apresentação digna de uma grande festa. Até brilha.</p>
<p><object width="420" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/znYjvZjPo4Y?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="420" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/znYjvZjPo4Y?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>Valtravieso VT 2006</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 11:50:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sabe aqueles vinhos que você já imagina que vão ser &#8220;porrada&#8221; logo de cara? Aconteceu isso comigo quando eu vi o Valtravieso VT. Garrafa pesadona, rótulo preto, imponente. Aí vi que era um vinho da região de Ribera de Duero, na Espanha e feito 100% com a uva Tempranillo. Não que isso seja uma regra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aqueles vinhos que você já imagina que vão ser &#8220;porrada&#8221; logo de cara? Aconteceu isso comigo quando eu vi o Valtravieso VT. Garrafa pesadona, rótulo preto, imponente. Aí vi que era um vinho da região de Ribera de Duero, na Espanha e feito 100% com a uva Tempranillo. Não que isso seja uma regra (e alías, longe disso), mas algo me dizia que vinha algo bem potente por alí.</p>
<p>Dito e feito. Quando abri a garrafa e coloquei na taça já senti que ele não estava para brincadeira. 5 anos de vida e o vinho parecia que tinha sido feito ontem. Sabe aqueles vinhos com aquela cor densa, que você não vê do outro lado da taça? É ele!</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2012/01/valtravieso_VT_2006.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3699" title="valtravieso_VT_2006" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2012/01/valtravieso_VT_2006.jpg" alt="" width="69" height="220" /></a>No nariz tem aqueles aromas de frutas negras, um pouco de pimenta e um toque de barrica, lembrando baunilha. Na boca é super potente, mostrando que os seus 14,5% de álcool estão ali, firmes e fortes.</p>
<p>Eu bebi esse vinho com um risoto de funghi com um medalhão de filé bem temperado. Foi muito bem. É bem verdade que eu acho que o vinho ainda passou um pouco por cima da comida, mas tudo bem. Como era um dia especial (aniversário da minha esposa),  tinha muito mais em jogo do que o vinho e a comida. E assim ficou tudo perfeito.</p>
<p>É um vinho que eu recomendo para quem gosta daqueles bem fortes, estrututurados. Ah, se quiser deixar ele na adega por mais alguns anos, acho que não vai ter problema nenhum. E se quiser saber mais sobre o vinho, veja o site da <a href="http://www.valtravieso.com/" target="_blank">Valtravieso</a>. A importadora é a <a href="http://www.winesociety.com.br/" target="_blank">Wine Society</a>.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Gazur 2006</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 11:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gosto de vinhos evoluídos. Infelizmente bebo menos deles do que eu gostaria (por questão de oportunidades e também por conta dos valores. Custam caro). Vinhos antigos são paixões que muitos têm e quem já procou um vinho com mais idade deve ter sentido aquele sabor diferenciado, aquela sensação de estar &#8220;bebendo história&#8221;. E em uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto de vinhos evoluídos. Infelizmente bebo menos deles do que eu gostaria (por questão de oportunidades e também por conta dos valores. Custam caro). Vinhos antigos são paixões que muitos têm e quem já procou um vinho com mais idade deve ter sentido aquele sabor diferenciado, aquela sensação de estar &#8220;bebendo história&#8221;.</p>
<p>E em uma de minhas garimpagens, caí na Mistral, uma das melhores importadoras do Brasil. Eles têm uma ponta de estoque que fica bem escondidinha. Não contam pra ninguém, mas os vinhos estão lá, pra quem quiser pegar. Como eu já sei dessa história, sempre vou lá. E foi assim que eu encontrei o <strong>Gazur 2006</strong>, um vinho produzido por Telmo Rodriguez em Ribera de Duero. Só pra ter uma idéia, em 2011 a Mistral está com a safra 2009 sendo vendida.</p>
<p>Não é exatamente um vinho &#8220;antigo&#8221;, mas com certeza já tem alguma evolução. Resolvi arriscar e trouxe ele pra casa. Ao pesquisar sobre o vinho, vi que esse é feito com a uva Tempranillo e o mais interessante é que o produtor resolveu usar um método de plantação chamado &#8220;Bush vine&#8221;, ou seja, &#8220;vinha arbusto&#8221;. Ao contrário do que se pratica em geral, essa forma de plantação deixa a vinha parecendo um pequeno arbusto mesmo, com um monte de galhos.</p>
<p>Vinho aberto e parti com ansiedade para ver o que tinha, mas para a minha (infeliz) surpresa, o vinho já estava em total declínio. Ele soltou um último suspiro de aromas logo que foi aberto, mas um minuto depois já tinha ido tudo embora. Mais nada! Interessante que na boca estava até legal , mas só isso.</p>
<p>É, meus amigos. Nem sempre a gente acerta. Pensei que teria um vinho que estaria no ponto, mas não foi bem isso. Nem sempre a gente acerta e isso faz parte desse belo mundo do vinho. Então se você encontrar um Gazur de safra mais antiga, pense duas vezes. Talvez não encontre um vinho tão esplendoroso como imaginava.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Batasiolo é Barbaresco, Barolo e algumas coisas mais</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 11:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Batasiolo é um grande nome quando se fala em Barolo e Barbaresco. Mas quando eu digo que é um grande nome, não é só aqui no Brasil. É no mundo inteiro. Para se ter uma idéia, eles possuem 124 hectares  de vinhedos e são os maiores proprietários privados de vinhedos do Langhe (região italiana que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Batasiolo é um grande nome quando se fala em Barolo e Barbaresco. Mas quando eu digo que é um grande nome, não é só aqui no Brasil. É no mundo inteiro. Para se ter uma idéia, eles possuem 124 hectares  de vinhedos e são os maiores proprietários privados de vinhedos do Langhe (região italiana que engloba Barolo e Barbaresco). É muita coisa, quando se fala de Itália, que é um país pequeno e que tem muitos produtores. O comum é encontrar produtor que tem 2 ou 3 hectares, mas não mais do que isso.</p>
<p>E para comprovar a qualidade de seus vinhos, provei alguns (abaixo). Todos tinham muita qualidade, mas conto logo pra vocês qual foi o que eu mais gostei e me impressionei.</p>
<p><strong>Pinot Chardonnay Spumante Brut</strong><br />
Feito através do método Charmat longo, tem 60% Pinot Bianco e 40% Chardonnay. É um espumante leve e fácil de beber, com bastante fruta, boa acidez e um leve adocicado na boca.</p>
<p><strong>Roero Arneis DOCG 2008</strong><br />
Roero é uma região que está fora de Langhe, mas a uva Arneis é autóctone do Piemonte. é um dos vinhos mais jovens que eles têm. A Arneis sempre foi vinificada junto com o Moscato e era usada pra fazer um corte, para deixar o moscato um pouco mais leve. Decidiram então mudar e fazer só de Arneis, o que, na minha opinião, foi uma decisão muito boa, porque o vinho é bem interessante.<br />
Tem um toque de marrom glacê, fruta branca, leve vegetal, mineral. É um branco bBem diferente, que pode lembrar (de longe) o  Chardonnay. Boca com acidez na medida, final médio e marcante.</p>
<p><strong>Barbeara d&#8217;Alba DOC Sovrana 2007</strong><br />
Sovrana significa rainha, soberana e não é o nome do vinhedo. É só um nome que decidiram colocar no vinho. Tem um primeiro ataque lembrando muita fruta doce, cereja, chocolate, potente na boca, boa acidez. Depois ele vai se abrindo e tornando-se mais austero, com toques de madeira seca. Bem intenso e com um bom final, sem amargor.</p>
<p><strong>Barbaresco DOCG 2006 *</strong><br />
Pra mim foi o melhor de toda a prova. Adorei esse Barbaresco, que tem potência e elegância. Esse passa 12 meses em barrica e 12 meses em garrafa.<br />
Tem uma cor já evoluída, alaranjada. No nariz sentimos muitas frutas passas, chocolate, leve toque de fumo. Muito potente na boca, com tanino muito presente, final persistente e muito agradável. Esse tem ainda um benefício a mais: custa 130 reais. Um excelente preço para um vinho de ótima qualidade.</p>
<p><strong>Barolo DOCG Vigneto Boscareto 2004</strong><br />
É um Barolo que tem grande capacidade de envelhecimento. Com cor alaranjada típica, tem toques de anis, fruta seca. É mais  forte em boca do que o barbaresco e também mais presente. Tem tanino forte e muito presente e com certeza precisa de uma boa comida.</p>
<p><strong>Barolo DOCG Vigneto Corda Della Briccolina 2004</strong><br />
Vinhedo muito pequeno. Produz só 9.000 garrafas. É um dos tops da vinícola. Um grande Barolo, com  muita fruta seca bem marcada, o vinho mostrou-se com os aromas fechados no começo e precisou de um bom tempo para liberar mais coisas pra gente. Depois surgiram aromas de baunilha e especiarias de leve. Tanino presente e final muito marcado.</p>
<p>Para quem já gosta dos vinhos do Piemonte, não é preciso dizer muita coisa, mas para quem quer entrar nesse maravilhoso mundo, a Batasiolo é uma boa marca para se buscar. São vinhos de ótima qualidade e didáticos, ou seja, expressam bem o caráter das uvas e da forma de se produzir na região.</p>
<p>Os vinhos da Batasiolo são importados pela <a href="http://www.mxbrands.com.br/" target="_blank">MaxBrands</a> no Brasil.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Tops 2011 Vinhos de Corte &#8211; 5o Lugar</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 10:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começamos hoje com os Tops 2011 e o primeiro a ser revelado está aí. Amanhã tem mais, com o 4o lugar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começamos hoje com os Tops 2011 e o primeiro a ser revelado está aí.<br />
</p>
<p><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LLRtXOzbhnc?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/LLRtXOzbhnc?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p></p>
<p>Amanhã tem mais, com o 4o lugar</p>
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		<title>Barbi Brunello di Montalcino DOCG 2006</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 11:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conversar com produtores de vinhos tradicionais da França, Itália, Portugal e Espanha é surpreender-se a cada momento. Tive a oportunidade de conhecer a Rafaella, a gerente de exportação da Fattoria dei Barbi, uma das vinícolas mais tradicionais de Montalcino, no coração da Toscana, Itália. A história da família Colombini, segundo ela, vem de muito tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conversar com produtores de vinhos tradicionais da França, Itália, Portugal e Espanha é surpreender-se a cada momento. Tive a oportunidade de conhecer a Rafaella, a gerente de exportação da <a href="http://www.fattoriadeibarbi.it/" target="_blank">Fattoria dei Barbi</a>, uma das vinícolas mais tradicionais de Montalcino, no coração da Toscana, Itália. A história da família Colombini, segundo ela, vem de muito tempo atrás. Em 1790 a família adquiriu a propriedade e começou a fazer vinhos por lá. É, meus amigos, estamos falando de mais de 200 anos de história.</p>
<p>E como o intuito era apresentar os vinhos deles que são importados aqui no Brasil, degustamos alguns rótulos e esse me chamou a atenção. Não é o mais caro (mas também não é o mais barato). É o que a Rafaella chamou de &#8220;Rótulo regular&#8221;. Se isso é regular, imagina o extraordinário&#8230;</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/11/barbi_etiqueta_Azul_2006.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3581" title="barbi_etiqueta_Azul_2006" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/11/barbi_etiqueta_Azul_2006.jpg" alt="" width="69" height="220" /></a>O <strong>Barbi Brunello di Montalcino DOCG 2006</strong> é potente, elegante, complexo e ao mesmo tempo macio, bem produzido. Apesar de seus já quase 6 anos de vida, o vinho estava muito jovem e dava para perceber que daria para guardar por muito tempo ainda.</p>
<p>No nariz eu senti aromas de frutas vermelhas misturada com toques de barrica, chocolate, amêndoas, fumo e até um toque animal. Na boca é o tipo do vinho que dá uma porrada mas faz carinho ao mesmo tempo. Sabem do que eu estou falando? Tem taninos muito presentes mas que são muito bons, aí a gente pensa que vai ser um vinho duro, mas não é.</p>
<p>Provei esse vinho com um gnocci com ragú e ficou perfeito! Provei depois com uma carne grelhada e ficou bom, mas o ragú, talvez pela sua estrutura, gordura e temperos, tenha se dado melhor.</p>
<p>Tive a sorte de provar vários Brunellos di Montalcino nesse ano e posso afirmar que pra mim esse foi um dos melhores, principalmente se pensar no custo x benefício. Esse sai por aproximadamente 180 reais na <a href="http://www.todovino.com.br/" target="_blank">Todovino</a>.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Enira Reserva 2006 &#8211; Mais um vinho da Bulgária</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 11:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais um vinho da Bulgária provado. Só faltou uma coisa: ele tem 5% de Petit Verdot na composição. Faltou colocar na lousa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um vinho da Bulgária provado. Só faltou uma coisa: ele tem 5% de Petit Verdot na composição. Faltou colocar na lousa.<br />
<br />
<object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hUn3FgY8jcU?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hUn3FgY8jcU?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Espumante Maria Valduga. Elegância desde a garrafa.</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 11:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse espumante teve seu lançamento no Encontro de Vinhos OFF de 2011. A promessa era de um espumante top e a expectativa, altíssima. O pouco que eu tinha ouvido sobre ele já tinha me deixado muito atento, sempre pensando quando eu provaria para comprovar (ou não) a sua qualidade. Só para nos situarmos: o Maria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse espumante teve seu lançamento no Encontro de Vinhos OFF de 2011.</p>
<p>A promessa era de um espumante top e a expectativa, altíssima. O pouco que eu tinha ouvido sobre ele já tinha me deixado muito atento, sempre pensando quando eu provaria para comprovar (ou não) a sua qualidade.</p>
<p>Só para nos situarmos: o Maria Valduga é produzido com 80% de Chardonnay e 20% de Pinot Noir, pelo métodos Champenoise e fica 48 meses em contato com as leveduras. Esse foi feito em 2006 e só agora é que veio para o mercado, pois depois dos 48 meses de descanso ele ainda teve mais um tempinho de descanso da garrafa para depois vir para nossas mãos.</p>
<p>Eu consegui provar um pouco no Encontro de Vinhos OFF e gostei muito, mas como sempre digo, nos eventos que eu organizo é difícil de avaliar. Chegou então a minha outra oportunidade quando estive com alguns amigos blogueiros e jornalistas para degustar alguns espumantes brasileiros lá na Vino&amp;Sapore. E o melhor é que iríamos provar às cegas, junto com outros 16 espumantes (todos brasileiros). Melhor forma de saber se era tudo o que eu esperava.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/11/maria_valduga.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3548" title="maria_valduga" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/11/maria_valduga.jpg" alt="" width="76" height="220" /></a>E com anotações em mãos, partimos para a abertura das garrafas e o Maria Valduga ficou entre os 3 melhores pra mim. Pude comprovar a sua qualidade, que realmente é impressionante.</p>
<p>É daqueles espumantes que me lembram os champagnes, com uma grande complexidade aromática, com toques minerais, frutas brancas e toques de fermento e panificação. Na boca tem uma acidez muito equilibrada e as frutas ainda aparecem, mas o que mais impressiona é sua cremosidade. É forte e ao mesmo tempo macia. Gostei muito também do seu final, que é longo e sem nenhum amargor.</p>
<p>É, pelo jeito a Dona Maria Valduga iria se orgulhar desse espumante. E iria se orgulhar da garrafa também, que é muito elegante e luxuosa.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Mitchelton Print Shiraz 2006 (agora com tampa-rosca)</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 11:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2006]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[bouchonee]]></category>
		<category><![CDATA[screw cap]]></category>
		<category><![CDATA[shiraz australiano]]></category>
		<category><![CDATA[tampa rosca]]></category>
		<category><![CDATA[vinho australiano]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de tentar provar o Mitchelton Print Shiraz 2004 e não conseguir porque ele estava bouchonée (veja aqui o post Identificando um vinho bouchonée ao vivo), comprei uma garrafa do mesmo vinho, mas de safra nova, que agora vem com a tampa rosca (ou screwcap). Acabou o problema! &#160; E se quiser saber mais, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de tentar provar o Mitchelton Print Shiraz 2004 e não conseguir porque ele estava bouchonée (veja aqui o post <a title="Identificando um vinho bouchonné ao vivo" href="http://www.vinhosdecorte.com.br/identificando-um-vinho-bouchonne-ao-vivo/" target="_blank"><strong>Identificando um vinho bouchonée ao vivo</strong></a>), comprei uma garrafa do mesmo vinho, mas de safra nova, que agora vem com a tampa rosca (ou screwcap). Acabou o problema!<br />
<br />
<object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xnBdGgxR3rs?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/xnBdGgxR3rs?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E se quiser saber mais, a importadora é a <a href="http://www.winesociety.com.br/novo/index.php" target="_blank">Wine Society</a> e o site da <a href="http://www.mitchelton.com.au/" target="_blank">Michelton está aqu</a>i.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Villa-Lobos Cabernet Sauvignon &#8211; uma ode ao vinho</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 11:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2006]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Sauvignon]]></category>
		<category><![CDATA[Videopost]]></category>
		<category><![CDATA[casa valduga]]></category>
		<category><![CDATA[vinho brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[vinho cabernet]]></category>
		<category><![CDATA[vinho tinto]]></category>

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		<description><![CDATA[A Casa Valduga dedicou esse vinho ao Heitor Villa-Lobos. Uma boa dedicatória.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa Valduga dedicou esse vinho ao Heitor Villa-Lobos. Uma boa dedicatória.<br />
</p>
<p><object width="420" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4zT4Bg57P9A?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4zT4Bg57P9A?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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