<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Vinhos de Corte &#187; 2005</title>
	<atom:link href="http://www.vinhosdecorte.com.br/category/safra/2005/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.vinhosdecorte.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Sep 2010 11:50:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Wines of Uruguay – Belas surpresas</title>
		<link>http://www.vinhosdecorte.com.br/wines-of-uruguay-belas-surpresas/</link>
		<comments>http://www.vinhosdecorte.com.br/wines-of-uruguay-belas-surpresas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 21:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[2006]]></category>
		<category><![CDATA[2007]]></category>
		<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Franc]]></category>
		<category><![CDATA[Merlot]]></category>
		<category><![CDATA[Petit Verdot]]></category>
		<category><![CDATA[Pinot Noir]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[Tannat]]></category>
		<category><![CDATA[Tempranillo]]></category>
		<category><![CDATA[Uruguai]]></category>
		<category><![CDATA[Viognier]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[evento de vinho]]></category>
		<category><![CDATA[feira]]></category>
		<category><![CDATA[feira de vinho]]></category>
		<category><![CDATA[tannat uruguaio]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>
		<category><![CDATA[vinho tinto]]></category>
		<category><![CDATA[vinho uruguaio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vinhosdecorte.com.br/?p=2117</guid>
		<description><![CDATA[No mundo do vinho, quando pensamos no que é produzido no Uruguai, lembramos sempre da Tannat. É verdade que essa é uma uva emblemática daquele país e que de lá saem excelentes exemplares, mas também é verdade que não é só de Tannat que é feito o seu painel vitivinícola. E foi isso que eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo do vinho, quando pensamos no que é produzido no Uruguai, lembramos sempre da Tannat. É verdade que essa é uma uva emblemática daquele país e que de lá saem excelentes exemplares, mas também é verdade que não é só de Tannat que é feito o seu painel vitivinícola.</p>
<p>E foi isso que eu pude comprovar no evento realizado recentemente aqui em São Paulo pela entidade Wines of Uruguay, que tem como missão principal divulgar os vinhos dos produtores associados pelo mundo todo.</p>
<p>O evento reuniu 14 produtores participantes no Hotel Renaissance , onde pude provar diversos vinhos que eu já conhecia de nome, mas que eu ainda não tinha provado.</p>
<p>Abaixo listo alguns que me chamaram a atenção.</p>
<p><strong>Alto de La Ballena Merlot – Cabernet Franc – Tannat 2006<br />
</strong>Um vinho bastante frutado, com destaque para geléia de frutas vermelhas em boa harmonia com um toque amadeirado. Acidez moderada.</p>
<p><strong>Alto de La Ballena Reserva Cabernet Franc 2007<br />
</strong>Mais um vinho fácil de beber, com boa tipicidade da uva Cabernet Franc. Um vinho para se beber no dia a dia.</p>
<p><strong>Bouza Tempranillo B15 Parcela Única 2008<br />
</strong>Um vinho que mostrou toda a força da Tempranillo do Uruguai. Taninos bastante presentes e final marcante. Para ser degustado com comida (de preferência uma boa carne).</p>
<p><strong>Bodegas Castillo Viejo El Preciado, Gran Reserva 2005<br />
</strong>Com fortes aromas terciários e com destaque para a madeira molhada e fumo, é um vinho de boa estrutura e provavelmente de alguma guarda ainda.</p>
<p><strong>Familia Deicas Don Pascual Viognier Reserve 2009<br />
</strong>Coloração verde palha denotando sua jovialidade. Destaque para os aromas herbáceos e sua acidez bem alta. Um vinho potente e muito fresco.</p>
<p><strong>Gimenez Mendez Identity 2008<br />
</strong>Lançamento da Bodega, esse corte de Tannat, Syrah e Petit Verdot mostrou uma boa complexidade de aromas, com toques de chocolate e toffe.</p>
<p><strong>Marichal Reserve Collection Pinot Noir / Tannat 2008<br />
</strong>Esse vinho me chamou a atenção pelo seu corte inusitado, utilizando uma uva com muita força (tannat) em conjunto com uma muito mais elegante e leve (Pinot Noir). Vale a prova.</p>
<p>Esses são, como de costume, alguns que eu destaco como vinhos de boa qualidade, mas obviamente haviam muitos outros que valiam a pena serem comentados. Mas por enquanto, ficamos com esses.</p>
<p>Além disso, a Wines of Uruguay está lançando um Pack promocional com alguns vinhos feitos com a uva Tannat, que servirão de “amostra de qualidade” para quem ainda não conhece. Uma ótima iniciativa, afinal de contas, o país realmente produz bons vinhos. Nós é que não conhecemos muito.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vinhosdecorte.com.br/wines-of-uruguay-belas-surpresas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lidio Carraro Grande Vindima Merlot 2005</title>
		<link>http://www.vinhosdecorte.com.br/lidio-carraro-grande-vindima-merlot-2005/</link>
		<comments>http://www.vinhosdecorte.com.br/lidio-carraro-grande-vindima-merlot-2005/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 11:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Merlot]]></category>
		<category><![CDATA[encruzilhada do sul]]></category>
		<category><![CDATA[lidio carraro]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>
		<category><![CDATA[vinho brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[vinho ícone]]></category>
		<category><![CDATA[vinho nacional]]></category>
		<category><![CDATA[vinho tinto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vinhosdecorte.com.br/?p=2080</guid>
		<description><![CDATA[É fato que o ano de 2005 foi um grande ano para a colheita e para a produção de vinhos aqui no Brasil. Não é à toa que os vinhos brasileiros dessa safra não são fáceis de se encontrar, e geralmente, quando colocados para alguma degustação ao lado de outros vinhos de outros anos, saem-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É fato que o ano de 2005 foi um grande ano para a colheita e para a produção de vinhos aqui no Brasil. Não é à toa que os vinhos brasileiros dessa safra não são fáceis de se encontrar, e geralmente, quando colocados para alguma degustação ao lado de outros vinhos de outros anos, saem-se melhor.</p>
<p>Tive então a sorte de provar esse vinho da Lidio Carraro, que une um bom ano a uma boa casta, que é a Merlot (esse é feito 100% com essa uva, lá de Encruzilhada do Sul), que é inclusive emblemática do nosso país.</p>
<p>Primando pela qualidade, a Lidio Carraro sempre apresenta vinhos excelentes e que merecem destaque. E com esse não foi diferente. Mas atenção: se for beber esse vinho, eu recomendo que se deixe aerar por um tempo, se possível. Ele precisa de um tempo para respirar e com certeza vai “retribuir” com ótimos aromas, pois logo ao ser aberto ele ainda está bem fechado, sem apresentar muitos aromas. Com o tempo, surgem toques de frutas vermelhas, terra molhada, chocolate e toffe.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/lidio_carraro_grande_vindima_merlot_2005.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2082" title="lidio_carraro_grande_vindima_merlot_2005" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/lidio_carraro_grande_vindima_merlot_2005.jpg" alt="" width="60" height="220" /></a>Em boca apresenta uma boa acidez e um bom corpo. Seu final é relativamente longo e com um mínimo de amargor, que não atrapalha.</p>
<p>É um belo Merlot, que apresenta muito bem as características do <em>terroir</em> brasileiro.</p>
<p>Esse custa em torno de 90 reais (pelo site da vinícola. Pode variar de acordo com a loja e região). Não é o vinho brasileiro mais barato que já vimos, mas sua qualidade recompensa.</p>
<p>Se tiver oportunidade, prove. Não vai se arrepender.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vinhosdecorte.com.br/lidio-carraro-grande-vindima-merlot-2005/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vinhos Casa Marin</title>
		<link>http://www.vinhosdecorte.com.br/vinhos-casa-marin/</link>
		<comments>http://www.vinhosdecorte.com.br/vinhos-casa-marin/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 11:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2003]]></category>
		<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[2006]]></category>
		<category><![CDATA[2007]]></category>
		<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Sauvignon]]></category>
		<category><![CDATA[Carmenere]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Gewurztraminer]]></category>
		<category><![CDATA[Pinot Noir]]></category>
		<category><![CDATA[Riesling]]></category>
		<category><![CDATA[Sauvignon Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Sauvignon Gris]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[casa marin]]></category>
		<category><![CDATA[vinea]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>
		<category><![CDATA[vinho branco]]></category>
		<category><![CDATA[vinho chileno]]></category>
		<category><![CDATA[vinho tinto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vinhosdecorte.com.br/?p=2085</guid>
		<description><![CDATA[Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e aprovei. São realmente muito bons e dignos de todos os comentários que fazem por aí.</p>
<p>Abaixo conto um pouco sobre os que eu provei:</p>
<p><strong>Casa Marin Sauvignon Gris 2008<br />
</strong>Eu só tinha provado um vinho até hoje feito com essa casta. Fiquei espantado com a sua qualidade. Com uma coloração praticamente translúcida, é um vinho muito fresco, com toques minerais e florais, acompanhando frutas brancas frescas. Tem até um leve frizante, de tanta acidez. Mas não se engane pensando que isso pode ser um defeito, pois o vinho é muito correto em boca, equilibrado e com um belo final. Acompanha perfeitamente um dia de calor, com uns petiscos como anéis de lula, por exemplo.</p>
<p><strong>Casa Marin Laurel Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Com uma coloração palha um pouco mais escura que o Sauvignon Gris (mas ainda assim bastante claro), mostrou aromas típicos dessa casta, lembrando frutas brancas e um toque floral. Bastante fresco. Alta acidez e final médio a longo.</p>
<p><strong>Casa Marin Cipreses Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Produzido com uvas de outro bloco de vinhedos, esse se mostrou ainda um pouco mais escuro que o anterior, mas com a mesma qualidade. Frutas bastante presentes e uma ótima acidez. Vinho para se beber tranquilamente sem se preocupar com comida (só com a companhia).</p>
<p><strong>Casa Marin Riesling Miramar 2007<br />
</strong>Acredito que se colocar esse riesling ao lado de outros da mesma casta, vindos do Velho Mundo, ele será facilmente confundido. Toque petroláceo bem presente, pedra de isqueiro, leve floral e frutas em abundância. Um belíssimo riesling, que me lembrou que eu preciso beber mais vinhos dessa casta.</p>
<p><strong>Casa Marin Gewurztraminer Casona 2008<br />
</strong>Como os anteriores, esse também apresentou as notas típicas dessa casta, destacando-se o floral bastante aberto (como pétalas de rosas) e frutas brancas, com destaque claro para a lichia.</p>
<p><strong>Casa Marin Pinot Noir Três Viñedos 2009<br />
</strong>Esse Pinot Noir mostrou-se jovem e leve, como deve ser. Destacaram-se as frutas vermelhas mais adocicadas. Seu final é um pouco quente, mas totalmente correto. Bom vinho. Ótimo para acompanhar carnes leves.</p>
<p><strong>Cartagena Carmenere 2009<br />
</strong>Frutas tropicais vermelhas deram o toque adocicado para o vinho, que me pareceu um bom representante dessa que é a casta emblemática do Chile. Sinceramente, não me chamou muito a atenção, talvez por ter provado outros tão expressivos, mas é um vinho bastante correto e para quem gosta dessa uva, é uma boa opção, com ótima qualidade.</p>
<p><strong>Cartagena Cabernet Sauvignon 2008<br />
</strong>Mais um que não me fez muito a cabeça. Apesar de ter conversado com o Felipe e perguntado pra ele sobre a acidez desses vinhos (que nos tintos me pareceu que faltou um pouco) e ele ter me dito que tem é acidez demais, me pareceu um vinho um pouco leve para o que eu gostaria de ter em um Cabernet Sauvignon. Mas foi muito bem com a carne servida no dia.</p>
<p><strong>Casa Marin Lo Abarca Pinot Noir 2006<br />
</strong>Agora a “brincadeira começou a ficar séria”. Esse é um Pinot Noir de respeito. Frutas muito presentes, acidez corretíssima e final longo. Um vinho para se beber tranquilamente, sem pressa. Belíssimo. Vale provar para conhecer bons pinots do novo mundo.</p>
<p><strong>Casa Marin Litoral Pinot Noir 2003<br />
</strong>Melhor Pinot Noir do Novo Mundo que eu já provei até hoje. Não posso deixar de falar isso. Fiquei impressionado com a sua qualidade. Um vinho com 7 anos de vida e com muitos ainda pela frente. Depois de aerado um pouco, melhorou ainda mais. Como disse o nosso amigo Ivan (da Vinea), naquela garrafa tem “uns 4 vinhos diferentes”. É só o deixar respirar um pouco e com certeza terá belas surpresas. Esse eu nem preciso comentar, porque sua qualidade fala por si.</p>
<p><strong>Casa Marin Miramar Syrah 2005<br />
</strong>Esse vinho apresentou algumas características típicas da uva Syrah, como um toque de especiarias, leve chocolate no final, mas é outro que eu achei que faltou acidez, deixando o vinho um pouco “sem graça”. Mas isso pode ter sido obra do “efeito Pinot Noir Litoral” que eu tinha acabado de provar&#8230;</p>
<p>Bem, depois de todos esses belos vinhos, ainda tivemos uma salada com camarões com o Riesling para acompanhar (que foi muito bem harmonizado) e na seqüência um tornedor de filé ao molho madeira, que aí sim, os vinhos Syrah e Cabernet combinaram bem.</p>
<p>Conseguimos uma entrevista com o Felipe Marin, que em breve estará aqui no blog também.</p>
<p>A Vinea tem nos fundos de sua loja um belíssimo restaurante que funciona às noites (sob reserva) e você pode comprar o vinho para beber, a preço de loja. Eu já estou me agendando para ir lá beber mais do Litoral&#8230;</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vinhosdecorte.com.br/vinhos-casa-marin/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vinea apresenta os vinhos da Tedeschi</title>
		<link>http://www.vinhosdecorte.com.br/vinea-apresenta-os-vinhos-da-tedeschi/</link>
		<comments>http://www.vinhosdecorte.com.br/vinea-apresenta-os-vinhos-da-tedeschi/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 11:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[2006]]></category>
		<category><![CDATA[Corvina]]></category>
		<category><![CDATA[Corvinone]]></category>
		<category><![CDATA[Croatina]]></category>
		<category><![CDATA[Dindarella]]></category>
		<category><![CDATA[Forselina]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Negrara]]></category>
		<category><![CDATA[Oseleta]]></category>
		<category><![CDATA[Rondinella]]></category>
		<category><![CDATA[Rossignola]]></category>
		<category><![CDATA[amarone]]></category>
		<category><![CDATA[valpolicella]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>
		<category><![CDATA[vinho italiano]]></category>
		<category><![CDATA[vinho tinto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vinhosdecorte.com.br/?p=2001</guid>
		<description><![CDATA[Em almoço descontraído e regado a bons vinhos e boa comida, a importadora Vinea apresentou sua novidade: a Tedeschi passa a fazer parte do seu portfólio de vinhos italianos. Já consagrada por trazer vinhos de qualidade, a Vinea agora tem mais um produtor de peso para nos deliciar. Foram provados 05 vinhos (e mais um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em almoço descontraído e regado a bons vinhos e boa comida, a importadora Vinea apresentou sua novidade: a Tedeschi passa a fazer parte do seu portfólio de vinhos italianos. Já consagrada por trazer vinhos de qualidade, a Vinea agora tem mais um produtor de peso para nos deliciar.</p>
<p>Foram provados 05 vinhos (e mais um surpresa, no final). Todos muito bons, dentro de suas categorias. Vamos aos detalhes de cada um.</p>
<p><strong>Valpolicella DOC Clássico Superiore 2006</strong><br />
R$ 59<br />
Esqueça os Valpolicellas que você encontra em supermercados. Esse é um verdadeiro Valpolicella. Um vinho de cor rubi claro, com um leve halo de evolução. No nariz aromas de cereja, framboesa e um leve toque amadeirado, bem no final e bem discreto.<br />
Na boca, contrariando a sua “leveza” na cor, o vinho é encorpado, tem boa estrutura e taninos finos. Interessante notar a sua composição de uvas: é feito com 30% de Corvina, 30% de Corvinone, 30% de Rondinella e os 10% restantes são compostos pelas uvas Rossignola, Oseleta, Negrara e Dindarella. Para se produzir o Valpolicella é necessário que se tenha em sua composição as 3 primeiras uvas, mas é permitido que se tenha também 10% do vinho feito com outras uvas. O produtor aproveitou isso e nos brindou com um blend bem diferente.</p>
<p><strong>Capitel Dei Nicalo Appassimento Breve Valpolicella 2005<br />
</strong>R$ 89<br />
Com uma coloração rubi intenso e brilhante, é um pouco mais complexo que o anterior, mostrando bem o seu apassitamento. As uvas que compõem esse vinho passam um mês “secando”, para perder a água e ressaltar o açúcar.<br />
Notas de frutas vermelhas já em geléia, terra e um leve toque adocicado compõem os seus aromas. Em boca tem boa estrutura e boa acidez. Um ótimo vinho, com um ótimo preço.<strong> </strong>Possui também a mesma composição de uvas do Valpolicella e passa de 18 a 24 meses em barrica antes de ser engarrafado.<strong></strong></p>
<p><strong>Capitel San Rocco Rosso Valpolicella DOC Classico Superiore Ripasso 2005</strong><br />
R$ 113<br />
Outro vinho que tem leve passagem pelo apassitamento, portanto mostra em seus aromas e em boca notas adocicadas. Um vinho bastante equilibrado e fácil de beber, sendo uma bela companhia para um bom prato à altura. Vale a pena provar pela sua qualidade e preço justo. A sua composição de uvas é a mesma dos dois vinhos anteriores.</p>
<p><strong>Amarone DOC Clássico 2004</strong><br />
R$ 248<br />
Os Amarones são vinhos que despertam paixões (a minha inclusive). Vinhos complexos e que merecem ser bebidos com calma, contemplando a sua beleza. Esse não foge à regra, apresentando no nariz aromas de geléia de frutas vermelhas, algumas frutas secas, groselha e outras. Em boca tem ótimo corpo e final adocicado e elegante. Um ótimo vinho, que merece decantação/aeração, pois se torna melhor depois de algumas horas aberto.</p>
<p><strong>Capitel Monte Olmi Amarone della Valpolicella DOC Classico<br />
</strong>R$ 496<br />
O Amarone top da casa, que vale o seu preço (ou até mais). Um vinho extremamente elegante e complexo, para se ficar um bom tempo apreciando.<br />
Coloração rubi com um leve halo com reflexos granada. No nariz um festival de frutas passitas mescladas com geléia de amora, groselha e framboesa.<br />
Em boca é forte, potente, com final longo e muito agradável. Um grande vinho. Mas se você resolver comprar um, sugiro que tente guardar por mais algum tempo. O vinho ainda está jovem e se conseguir esperar mais uns 5 anos (ou até mais), vai ter uma grata surpresa.</p>
<p>E quando pensávamos que o dia estava completo, nos serviram o <strong>Amarone La Fabrisseria Classico 2003. </strong>Um vinho raro e que não há mais aqui no Brasil para comprar. A Vinea importou apenas 24 garrafas que foram vendidas muito rapidamente. A Adriana e o Aguinaldo então resolveram nos presentear com um pouco desse néctar, abrindo a sua última garrafa. É um vinho que custa em torno de mil reais e esse eu me privo de comentar, porque qualquer coisa que eu falar, será desnecessária, pois o vinho é perfeito! Um final fechado com chave de ouro, sem dúvida.</p>
<p>Parabéns à Vinea pela aquisição do novo produtor para seu catálogo. Quem tiver oportunidade, deve provar os vinhos, que têm uma excelente qualidade.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vinhosdecorte.com.br/vinea-apresenta-os-vinhos-da-tedeschi/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livio Pavese Barbaresco 2005</title>
		<link>http://www.vinhosdecorte.com.br/livio-pavese-barbaresco-2005/</link>
		<comments>http://www.vinhosdecorte.com.br/livio-pavese-barbaresco-2005/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 11:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Nebbiolo]]></category>
		<category><![CDATA[Barbaresco]]></category>
		<category><![CDATA[nebbiolo]]></category>
		<category><![CDATA[piemonte]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>
		<category><![CDATA[vinho italiano]]></category>
		<category><![CDATA[vinho tinto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vinhosdecorte.com.br/?p=1955</guid>
		<description><![CDATA[Os vinhos denominados Barbaresco são produzidos no sudeste do Piemonte, com a uva Nebbiolo, que é a mesma utilizada no seu “vizinho”, Barolo. Os Barbarescos são em geral considerados um pouco mais “leves” que os Barolos. Talvez seja pela sua posição em relação às colinas, mas independente de qualquer geografia, o que importa mesmo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os vinhos denominados Barbaresco são produzidos no sudeste do Piemonte, com a uva Nebbiolo, que é a mesma utilizada no seu “vizinho”, Barolo.</p>
<p>Os Barbarescos são em geral considerados um pouco mais “leves” que os Barolos. Talvez seja pela sua posição em relação às colinas, mas independente de qualquer geografia, o que importa mesmo é que os vinhos de lá são excelentes.</p>
<p>E o Livio Pavese Barbaresco 2005 é um bom exemplar da região. Produzido 100% com a uva Nebbiolo, apresenta uma coloração granada, típica dos vinhos de lá.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/livio_pavese_barbaresco_2005.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1969" title="livio_pavese_barbaresco_2005" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/livio_pavese_barbaresco_2005.jpg" alt="" width="55" height="197" /></a>No nariz traz aromas complexos de frutas secas, leve toque defumado, madeira seca e herbáceos. Tudo muito bem integrado, que não deixou nem o leve teor extra de álcool no nariz incomodar.</p>
<p>Em boca tem muita maciez, mas também uma boa força. É um vinho que melhora muito com a comida e foi muito bem com uma vitela, que é muito bem preparada no restaurante Rascal, em São Paulo.</p>
<p>Esse vinho foi provado para “comparar” com um outro Nebbiolo, o da Lídio Carraro. Estava com meu amigo Beto Duarte provando o Singular (da Lidio), que achamos muito bom e com muita tipicidade. Não resistimos à tentação de pedir um barbaresco para tirar a prova.</p>
<p>O Singular, da Lidio Carraro tem toda a tipicidade esperada de um Nebbiolo, mas dessa vez temos que dar o ponto para o Livio Pavese, pois além de me parecer um pouco mais complexo no nariz, é um vinho que apesar de todos os seus impostos de importação, nos chegou a R$ 120,00, no restaurante.</p>
<p>Dessa vez, temos que dar o braço a torcer. Os italianos nos venceram em todos os quesitos, e principalmente no preço.</p>
<p>Abraços</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vinhosdecorte.com.br/livio-pavese-barbaresco-2005/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vinhos Altaïr apresentados na Grand Cru</title>
		<link>http://www.vinhosdecorte.com.br/vinhos-altair-apresentados-na-grand-cru/</link>
		<comments>http://www.vinhosdecorte.com.br/vinhos-altair-apresentados-na-grand-cru/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 11:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Franc]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Sauvignon]]></category>
		<category><![CDATA[Carmenere]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[Cachapoal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vinhosdecorte.com.br/?p=1857</guid>
		<description><![CDATA[Estive na semana passada na Grand Cru da Bela Cintra (São Paulo) para uma degustação / apresentação dos vinhos da chilena Altaïr. Seus vinhos são bem conhecidos dos enófilos e muito apreciados devido à sua excepcional qualidade. O Sr. Renée Vasquez apresentou os 3 vinhos (que descrevo abaixo) mostrando grande conhecimento de seu produto e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive na semana passada na Grand Cru da Bela Cintra (São Paulo) para uma degustação / apresentação dos vinhos da chilena Altaïr. Seus vinhos são bem conhecidos dos enófilos e muito apreciados devido à sua excepcional qualidade.</p>
<p>O Sr. Renée Vasquez apresentou os 3 vinhos (que descrevo abaixo) mostrando grande conhecimento de seu produto e principalmente amor por ele. Aliás, não só amor pelos vinhos, mas também pelo Chile. Ao final, nos mostrou a camisa da seleção chilena. Até então eu estava concordando em tudo com o que ele dizia, mas quando nos disse que o Chile ganharia a Copa do Mundo, tive que ser contra. Mas vamos deixá-lo feliz por enquanto, pois sonhar não custa nada, não é mesmo? <img src='http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ainda um pouco sobre a vinícola, Altaïr é o nome de uma estrela. É a estrela mais brilhante da constelação de Áquila e é a única estrela que em setembro pode ser vista pelo hemisfério sul e norte ao mesmo tempo. E realmente a vinícola Altaïr brilha. Situada no vale de Cachapoal, mais precisamente no “Alto Cachapoal”, como eles mesmos denominam, está a 800 metros acima do nível do mar e sobre grande influência da sua situação climática, tendo uma grande amplitude térmica com grande fator. No alto Cachapoal há uma grande variedade de solos também, e todos foram mapeados pela vinícola, para que se possa aproveitar o melhor possível de cada um deles. Os vinhos produzidos lá possuem uma alta graduação alcoólica natural, mas mostram-se muito bem equilibrados, talvez pela sua acidez também acentuada. São vinhos de excepcional qualidade e que valem a prova. Vamos a eles:</p>
<p><strong>Icono 2004<br />
</strong>R$ 58,00<br />
Produzido somente com Cabernet Sauvignon, o vinho apresentou-se em sua maturidade plena, com reflexos já granada em suas bordas. Aromas de frutas vermelhas, toques de baunilha, pimentão e um pouco de chocolate. Em boca mostrou-se bastante redondo e com um final médio, mas sem amargor.</p>
<p><strong>Sideral 2005<br />
</strong>R$ 139,00<br />
Esse vinho é produzido com Cabernet Sauvignon (87%) e Carmenere (13%) e fica de 12 a 15 meses em barricas para afinamento. Um vinho muito elegante, já tendendo ao estilo do velho mundo. O vinho mostrou-se bastante jovem ainda em taça, com coloração rubi intensa e pequeno halo de evolução. Seus aromas lembram frutas vermelhas em compota e um leve toque balsâmico. O corte desse vinho não é fixo a cada safra. Nesse só tivemos 2 castas, mas em outros anos produziu-se com algumas outras. O vinho evoluiu muito em taça depois de algum tempo, mostrando toques fortes de chocolate, tanto no nariz quanto na boca. Muito bom!</p>
<p><strong>Altaïr 2004<br />
</strong>R$ 290,00<br />
É o vinho mais clássico da vinícola e é produzido a partir de plantas que produzem somente 1kg de fruta por pé. Há um cuidado muito especial para a produção desse vinho. A safra desse ano foi feita com um corte de 73% de Cabernet Sauvignon, 15% de Syrah, 11% de Carmenere e 1% de Cabernet Franc. Lembra o estilo de Bordeaux pela sua classe e porte. Novamente encontramos as frutas vermelhas, mas agora mescladas com toques de chocolate, defumados, madeira molhada e bosque. Seu final é bastante longo e suave. Um vinho muito interessante e que apesar de seu alto preço, vale a pena.</p>
<p>Fica então a dica para quem está procurando bons vinhos chilenos. Esses não têm como errar.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vinhosdecorte.com.br/vinhos-altair-apresentados-na-grand-cru/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Má Partilha Merlot 2005</title>
		<link>http://www.vinhosdecorte.com.br/ma-partilha-merlot-2005/</link>
		<comments>http://www.vinhosdecorte.com.br/ma-partilha-merlot-2005/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 12:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[Merlot]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Azeitão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vinhosdecorte.com.br/?p=1781</guid>
		<description><![CDATA[Como já dizia o ditado, “quem tem amigos, tem tudo”. E foi através de um grande amigo que eu conheci esse vinho, que me deu de presente, no meu aniversário em 2008. Pelo pouco que consegui ler sobre o vinho, achei melhor guardar mais um tempo, para que ele pudesse evoluir um pouco antes de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como já dizia o ditado, “quem tem amigos, tem tudo”. E foi através de um grande amigo que eu conheci esse vinho, que me deu de presente, no meu aniversário em 2008. Pelo pouco que consegui ler sobre o vinho, achei melhor guardar mais um tempo, para que ele pudesse evoluir um pouco antes de abri-lo. Sabia decisão, pois agora (em 2010), quando resolvi que seria o grande dia do Má Partilha, ele mostrou-se plenamente evoluído. Acho que se eu tivesse aberto antes, teria um vinho bom, mas muito jovem.</p>
<p>Produzido pela Bacalhoa, esse é feito 100% com a casta Merlot, proveniente das encostas do Azeitão, em Portugal. A empresa Bacalhoa produz muitos outros vinhos que são muito bons também e bem conhecidos.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/06/mapartilha_merlot.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1784" title="mapartilha_merlot" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/06/mapartilha_merlot.jpg" alt="" width="69" height="220" /></a>O Má Partilha é um excelente Merlot. Coloração rubi escura, muito intensa e brilhante e com bom halo de evolução. Seus aromas evoluem com o tempo em taça, passando de negras (com destaque para amoras) para defumados, madeira seca e estábulo.</p>
<p>Em boca, ótimo corpo, acidez no ponto e final persistente. Havia um leve toque de amargor, mas tudo bem, porque o vinho já tinha me encantando desde o começo.</p>
<p>É um vinho que pode acompanhar uma boa refeição como um ragú de carne de boi, por exemplo, mas também é possível bebê-lo sozinho, pois é um vinho agradável e não “enjoa”, deixando inclusive um gostinho de quero mais.</p>
<p>Pra quem quiser provar um bom Merlot luso, essa é uma boa indicação. E se quiser mais informações sobre os vinhos da Bacalhoa, <a href="http://www.bacalhoa.com/" target="_blank">veja o site deles aqui</a>.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vinhosdecorte.com.br/ma-partilha-merlot-2005/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pizzato Egiodola Reserva 2005</title>
		<link>http://www.vinhosdecorte.com.br/pizzato-egiodola-reserva-2005/</link>
		<comments>http://www.vinhosdecorte.com.br/pizzato-egiodola-reserva-2005/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 11:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Egiodola]]></category>
		<category><![CDATA[sul do brasil]]></category>
		<category><![CDATA[vinho brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[vinho nacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vinhosdecorte.com.br/?p=1767</guid>
		<description><![CDATA[Gosto bastante dos vinhos da Pizzato e já tinha provado o Egiodola 2004. Foi um vinho que me chamou a atenção pela sua tanicidade e adstringência. Achei que estava um pouco jovem demais para ser aberto, mas tudo bem. Tinha uma garrafa do Reserva, da safra de 2005 guardada, que eu resolvi abrir agora. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto bastante dos vinhos da Pizzato e já tinha provado o Egiodola 2004. Foi um vinho que me chamou a atenção pela sua tanicidade e adstringência. Achei que estava um pouco jovem demais para ser aberto, mas tudo bem.</p>
<p>Tinha uma garrafa do Reserva, da safra de 2005 guardada, que eu resolvi abrir agora. A chance de estar jovem também era muito grande, mas como a curiosidade era maior, não resisti.</p>
<p>Não teve jeito, tem horas que a gente deixa um pouco a razão de lado e vai com tudo com a emoção. Foi assim dessa vez.</p>
<p>E as minhas suspeitas estavam corretas. O vinho estava bem jovem, mas claro que deu para aproveitar bastante dele. Deixei até um pouco guardado, devidamente tirado o vácuo, para ver se ele melhora com um dia de abertura. Quem sabe? Vou tentar!</p>
<p>O Egiodola da Pizzato é um vinho bem gastronômico, que eu não sei se é pela associação que eu faço com o prato servido lá no sul ou se é pelas características do vinho, mas me parece um ótimo parceiro para aquele menu italiano que é servido nas cantinas lá do RS. Deve ir muito bem com aquele galeto assado. Se testarem e não der certo, me avisem.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/egiodola_2005.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1768" title="egiodola_2005" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/egiodola_2005.jpg" alt="" width="49" height="220" /></a>Seus aromas remetem a frutas negras, com uma madeira bem marcada. Seu final, como já citei, é bem adstringente e tânico.</p>
<p>Em tempo: a Egiodola é uma uva formada do cruzamento das uvas Fer Servadou e Abouriu, variedades francesas que se juntaram para formar essa bela uva.</p>
<p>Infelizmente a Pizzato não tem muitos pontos de distribuição e não é fácil encontrar seus vinhos em São Paulo. Quando encontro, compro. Vale a pena. Esse custa em torno de 35 reais.</p>
<p>Mas o melhor mesmo é visitar a vinícola. Acabei de ver no <a href="http://www.pizzato.net/turismo.htm" target="_blank">site </a>que eles estão promovendo alguns eventos turísticos bem interessantes. Que tal um piquenique por lá?</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vinhosdecorte.com.br/pizzato-egiodola-reserva-2005/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>DO 12 uve Il Paradiso di Frassina 2005</title>
		<link>http://www.vinhosdecorte.com.br/do-12-uve-il-paradiso-di-frassina-2005/</link>
		<comments>http://www.vinhosdecorte.com.br/do-12-uve-il-paradiso-di-frassina-2005/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 May 2010 15:24:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[Alicante Bouschet]]></category>
		<category><![CDATA[Ancellota]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Franc]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Sauvignon]]></category>
		<category><![CDATA[Canaiolo]]></category>
		<category><![CDATA[Cesanese d'Affile]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Merlot]]></category>
		<category><![CDATA[Petit Verdot]]></category>
		<category><![CDATA[Sangiovese]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[Tannat]]></category>
		<category><![CDATA[toscana]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vinhosdecorte.com.br/?p=1716</guid>
		<description><![CDATA[Outro dia um colega blogueiro me fez uma pergunta interessante: “Qual o vinho que você já bebeu com a maior quantidade de tipos de uva?”. Em geral, nós estamos acostumados a ver cortes com 2, 3, até 5 uvas. Mas quando nos deparamos com um vinho que é composto por 12 castas diferentes, realmente dá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia um colega blogueiro me fez uma pergunta interessante: “Qual o vinho que você já bebeu com a maior quantidade de tipos de uva?”.</p>
<p>Em geral, nós estamos acostumados a ver cortes com 2, 3, até 5 uvas. Mas quando nos deparamos com um vinho que é composto por 12 castas diferentes, realmente dá vontade de provar.</p>
<p>E foi assim que eu conheci o DO, da vinícola Paradiso di Frassina. Como já comentei aqui sobre outro vinho deles, o produtor costuma levar música o tempo todo para os vinhedos, pois acredita que assim as plantas vão ficar mais felizes e produzir melhores frutos.</p>
<p>Continuo sem ter certeza sobre essa teoria, mas uma coisa é certa: esse vinho é muito bom!</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/vini_12uve_c2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1725" title="vini_12uve_c2" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/vini_12uve_c2-101x300.jpg" alt="" width="101" height="300" /></a>Quere saber as uvas? Vamos lá: Brunello e Morellino (25%), Cabernet Sauvignon (20%), Cesanese d&#8217;Affile (10%), Syrah (10%), Petit Verdot (8%), Merlot (6%), Ancellotta (6%), Alicante Bouschet (5%), Cabernet Franc (4%), Tannat (3%), Canaiolo (3%).</p>
<p>Bastante coisa, hein?</p>
<p>O resultado disso tudo é um vinho com uma coloração rubi profunda, com um leve halo de evolução.</p>
<p>Os aromas são muitos, passando por frutas vermelhas em compota, aromas terrosos e também defumados. O interessante é que os aromas iam e voltavam, fazendo como se fosse um rodízio. A cada vez, algo diferente.</p>
<p>Em boca, muita maciez. Seus taninos são de ótima qualidade e seu final é longo e bem marcante. Um vinho de muito caráter.</p>
<p>Deve acompanhar bem uma boa comida e ser degustado calmamente, deixando-o evoluir em taça, para que libere todo o seu bouquet. Acredito que carnes assadas sejam um bom par para ele.</p>
<p>Importado pela Santa Ceia, não é um vinho barato, mas vale a pena. Eu recomendo.</p>
<p>E agora já sabem qual é o vinho que eu provei que tem mais castas diferentes em sua produção. E você, já provou algum vinho assim? O que achou?</p>
<p>Abraços</p>
<p>Daniel Perches</p>
<p>Abaixo você vê o contra-rotulo do vinho, com as informações sobre as uvas.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/etichetta_retro_12uve.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-1724" title="etichetta_retro_12uve" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/etichetta_retro_12uve-183x300.gif" alt="" width="183" height="300" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vinhosdecorte.com.br/do-12-uve-il-paradiso-di-frassina-2005/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Salton Talento 2005</title>
		<link>http://www.vinhosdecorte.com.br/salton-talento-2005/</link>
		<comments>http://www.vinhosdecorte.com.br/salton-talento-2005/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 May 2010 11:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Sauvignon]]></category>
		<category><![CDATA[Merlot]]></category>
		<category><![CDATA[Tannat]]></category>
		<category><![CDATA[Tuiuty]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vinhosdecorte.com.br/?p=1706</guid>
		<description><![CDATA[Desde que foi lançado, o Salton Talento foi considerado um vinho ícone dentre os nacionais. Produzido com as uvas Cabernet Sauvignon, Merlot e Tannat e passado 12 meses em barrica, esse é um dos produtos “Super Premium” da Vinícola Salton, uma superpotência nacional que fica no distrito de Tuiuty, no Rio Grande do Sul. Essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que foi lançado, o Salton Talento foi considerado um vinho ícone dentre os nacionais. Produzido com as uvas Cabernet Sauvignon, Merlot e Tannat e passado 12 meses em barrica, esse é um dos produtos “Super Premium” da Vinícola Salton, uma superpotência nacional que fica no distrito de Tuiuty, no Rio Grande do Sul.</p>
<p>Essa é a segunda safra desse vinho que eu provo. A primeira foi a 2004, que estava bem interessante (provada em 2008). O Talento 2005 estava em minha adega já há algum tempo e por conta de alguns comentários que andei vendo por aí sobre a vida desse vinho, resolvi abrir logo para não perdê-lo. Ótima decisão, pois o vinho mostrou-se muito pronto para o consumo e acredito que se eu guardasse mais tempo, não teria tanta força assim.</p>
<p>De uma forma geral, é um vinho muito correto, que tem bons aromas (apesar de o meu estar um pouco tímido), ótimos taninos e bom final de boca, com uma boa persistência.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/salton_talento_2005.png"><img class="alignleft size-full wp-image-1707" title="salton_talento_2005" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/salton_talento_2005.png" alt="" width="67" height="220" /></a>Logo que foi lançado vi uma grande “inflação” do preço dele, mas agora me parece que estabilizou em algo em torno de 60 reais. Esse me parece um preço justo para esse vinho, devido à sua qualidade.</p>
<p>Vai muito bem com comidas estruturadas devido ao seu corpo denso. Mas é também um vinho que é facilmente degustado sozinho. Vale a pena provar das duas formas, para ver qual mais agrada. Eu provei com alguns quitutes de happy hour e nada foi muito desarmônico, mas acredito que uma boa massa de molho vermelho combine bem melhor.</p>
<p>Eu considero o Talento um bom vinho nacional e que pode até ser considerado um “ícone”, mas eu diria que a Salton precisa ficar de olho, pois vêm surgindo aí alguns rótulos novos que estão dando show! Um dos pontos de atenção para esse vinho deve ser a rolha. Ele merecia uma rolha de melhor qualidade. Quem sabe não veremos isso em safras mais novas?</p>
<p>Resta esperar e conferir.</p>
<p>Abraços</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vinhosdecorte.com.br/salton-talento-2005/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>14</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
