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	<title>Vinhos de Corte &#187; 2004</title>
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		<title>Vinhos da Tenuta San Leonardo tem classe e elegância</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 11:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você for provar os vinhos da Tenuta San Leonardo (importados pela Mistral no Brasil), prepare-se para ter em mãos (ou em boca) caldos muito bem produzidos, com grande elegância e complexidade. Quem esteve no Brasil para apresentar os vinhos foi o Marchese Anselmo Guerrieri Gonzaga, que atualmente é o responsável pela vinícola. O jovem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você for provar os vinhos da Tenuta San Leonardo (importados pela <a href="http://www.mistral.com.br" target="_blank">Mistral</a> no Brasil), prepare-se para ter em mãos (ou em boca) caldos muito bem produzidos, com grande elegância e complexidade.</p>
<p>Quem esteve no Brasil para apresentar os vinhos foi o Marchese Anselmo Guerrieri Gonzaga, que atualmente é o responsável pela vinícola. O jovem italiano, de classe igual à de seus vinhos, contou um pouco da história e filosofia da vinícola.</p>
<p>Seu pai tinha uma idéia fixa na cabeça: fazer vinhos com castas francesas. Não sabemos ao certo com o ele chegou nessa idéia, mas não tirava isso da cabeça até conseguir. Plantou Merlot, Carménère, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc. E deu certo.</p>
<p>Dos vinhos que eu provei, posso dizer que gostei de todos. São todos feitos em um estilo bem francês, mas com um toque italiano de acidez, que faz com que fiquem ainda mais interessantes.</p>
<p>O <strong>Terre di San Leonardo 2007</strong> tem 50% Cabernet Sauvignon, 40% Merlot e 10 % de Cabernet Franc e Carmenére. No nariz tem toques de cereja, notas balsâmicas, leve pimenta. Na boca é macio e redondo, mas com força.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2012/01/san_leonardo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3702" title="san_leonardo" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2012/01/san_leonardo.jpg" alt="" width="67" height="220" /></a>O <strong>Villa Gresti 2005</strong>  é um encanto. Com 90% de Merlot e 10% de Carmenére, foi um dos que mais me chamou a atenção. Notas de frutas frescas em contraste com algo mais complexo como um toque mentolado. Na boca é mais encorpado que o anterior, mas nem um pouco “difícil”.</p>
<p>O <strong>San Leonardo 2004</strong> é o top da vinícola. Tem 60% de Cabernet Sauvignon e 30% de Cabernet Franc e Carmenére e 10% Merlot. Com um tempo maior de barrica (2 anos), tem já um traço de evolução na taça, mas que no nariz e na boca mostra que ainda tem muita vida pela frente. Aliás, foi aberto e ficou aerando por umas 2 horas e ainda estava fechado. Merece ser bebido com tempo e com uma boa comida.</p>
<p>Se quiser uma dica de um vinho italiano pra não errar, é só ir atrás dos <a href="http://www.sanleonardo.it/" target="_blank">Tenuta  San Leonardo</a>.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Batasiolo é Barbaresco, Barolo e algumas coisas mais</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 11:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Batasiolo é um grande nome quando se fala em Barolo e Barbaresco. Mas quando eu digo que é um grande nome, não é só aqui no Brasil. É no mundo inteiro. Para se ter uma idéia, eles possuem 124 hectares  de vinhedos e são os maiores proprietários privados de vinhedos do Langhe (região italiana que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Batasiolo é um grande nome quando se fala em Barolo e Barbaresco. Mas quando eu digo que é um grande nome, não é só aqui no Brasil. É no mundo inteiro. Para se ter uma idéia, eles possuem 124 hectares  de vinhedos e são os maiores proprietários privados de vinhedos do Langhe (região italiana que engloba Barolo e Barbaresco). É muita coisa, quando se fala de Itália, que é um país pequeno e que tem muitos produtores. O comum é encontrar produtor que tem 2 ou 3 hectares, mas não mais do que isso.</p>
<p>E para comprovar a qualidade de seus vinhos, provei alguns (abaixo). Todos tinham muita qualidade, mas conto logo pra vocês qual foi o que eu mais gostei e me impressionei.</p>
<p><strong>Pinot Chardonnay Spumante Brut</strong><br />
Feito através do método Charmat longo, tem 60% Pinot Bianco e 40% Chardonnay. É um espumante leve e fácil de beber, com bastante fruta, boa acidez e um leve adocicado na boca.</p>
<p><strong>Roero Arneis DOCG 2008</strong><br />
Roero é uma região que está fora de Langhe, mas a uva Arneis é autóctone do Piemonte. é um dos vinhos mais jovens que eles têm. A Arneis sempre foi vinificada junto com o Moscato e era usada pra fazer um corte, para deixar o moscato um pouco mais leve. Decidiram então mudar e fazer só de Arneis, o que, na minha opinião, foi uma decisão muito boa, porque o vinho é bem interessante.<br />
Tem um toque de marrom glacê, fruta branca, leve vegetal, mineral. É um branco bBem diferente, que pode lembrar (de longe) o  Chardonnay. Boca com acidez na medida, final médio e marcante.</p>
<p><strong>Barbeara d&#8217;Alba DOC Sovrana 2007</strong><br />
Sovrana significa rainha, soberana e não é o nome do vinhedo. É só um nome que decidiram colocar no vinho. Tem um primeiro ataque lembrando muita fruta doce, cereja, chocolate, potente na boca, boa acidez. Depois ele vai se abrindo e tornando-se mais austero, com toques de madeira seca. Bem intenso e com um bom final, sem amargor.</p>
<p><strong>Barbaresco DOCG 2006 *</strong><br />
Pra mim foi o melhor de toda a prova. Adorei esse Barbaresco, que tem potência e elegância. Esse passa 12 meses em barrica e 12 meses em garrafa.<br />
Tem uma cor já evoluída, alaranjada. No nariz sentimos muitas frutas passas, chocolate, leve toque de fumo. Muito potente na boca, com tanino muito presente, final persistente e muito agradável. Esse tem ainda um benefício a mais: custa 130 reais. Um excelente preço para um vinho de ótima qualidade.</p>
<p><strong>Barolo DOCG Vigneto Boscareto 2004</strong><br />
É um Barolo que tem grande capacidade de envelhecimento. Com cor alaranjada típica, tem toques de anis, fruta seca. É mais  forte em boca do que o barbaresco e também mais presente. Tem tanino forte e muito presente e com certeza precisa de uma boa comida.</p>
<p><strong>Barolo DOCG Vigneto Corda Della Briccolina 2004</strong><br />
Vinhedo muito pequeno. Produz só 9.000 garrafas. É um dos tops da vinícola. Um grande Barolo, com  muita fruta seca bem marcada, o vinho mostrou-se com os aromas fechados no começo e precisou de um bom tempo para liberar mais coisas pra gente. Depois surgiram aromas de baunilha e especiarias de leve. Tanino presente e final muito marcado.</p>
<p>Para quem já gosta dos vinhos do Piemonte, não é preciso dizer muita coisa, mas para quem quer entrar nesse maravilhoso mundo, a Batasiolo é uma boa marca para se buscar. São vinhos de ótima qualidade e didáticos, ou seja, expressam bem o caráter das uvas e da forma de se produzir na região.</p>
<p>Os vinhos da Batasiolo são importados pela <a href="http://www.mxbrands.com.br/" target="_blank">MaxBrands</a> no Brasil.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Brunello di Montalcino Ceretalto Casanova di Neri em vertical</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 11:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos em Brunello di Montalcino, 9 entre 10 enófilos brilham os olhos. E não é pra menos. Em geral os vinhos de lá são excepcionais. E pra quem não sabe do que estamos falando, Montalcino é uma cidade que fica no coração da Toscana e faz vinhos tintos com a uva Sangiovese. Para o vinho poder sair com essa denominação (Brunello di Montalcino) deve seguir alguns critérios, dentre eles que o vinho fique estagiando por pelo menos 24 meses em barricas e que seja colocado a venda só depois de 5 anos da colheita. Dá pra perceber que estamos falando de grandes vinhos, não?</p>
<p>Mas mesmo entre os produtores de Brunello, tem alguns que se destacam ainda mais, como é o caso da <a href="http://www.casanovadineri.it/en/index.asp" target="_blank"><strong>Casanova di Neri</strong>,</a> que é um produtor tradicional, que desde 1971 faz vinhos de excelente qualidade por lá. Seus vinhos só saem quando o Giacomo Neri (proprietário e enólogo) acredita que estão no ponto de qualidade ideal para a nossa plena satisfação.</p>
<p>E se você quiser comprovar a qualidade desse produtor, sugiro provar os vinhos da linha Cerretalto.</p>
<p>Cerretalto é o nome do vinhedo (que fica a oeste de Montalcino). Esse terreno foi identifdicado em 1954 e é muito rico em ferro. É também o nome da sua linha premiada de vinhos. Prêmios que pra mim são mais do que merecidos, dada a sua qualidade. São vinhos de grande potencial de envelhecimento. Provei alguns, numa vertical e abaixo estão as minhas impressões:</p>
<p><strong>Brunello di Montalcino Casanova di Neri Cerretalto 2004</strong><br />
Foi uma safra muito equilibrada. O vinho ainda está muito jovem, mas não está “duro”. Dá pra beber tranquilamente. No nariz tem muita fruta, muito presente e equilibrada. Ameixa preta, leve toque mineral. Boca com muito tanino ainda. Boa acidez, final longo. Se conseguir guardar, é daqueles que dá pra “esquecer na adega” sem problemas.</p>
<p><strong>Brunello di Montalcino Casanova di Neri Cerretalto 2003</strong><br />
Foi uma safra bem quente. Não é tão potente quanto o 2004, mas mantém a elegância. Tem um toque ferroso, cor mais evoluída, aromas mais doces, boca redonda, acidez na medida, excelente para a gastronomia.</p>
<p><strong>Brunello di Montalcino Casanova di Neri Cerretalto 2001</strong><br />
Esse levou 100 pontos da Wine Spectator.<br />
Tem um toque evoluído, bálsamo, ainda com acidez no topo. Muito equilibrado, elegante. Final muito longo que deixa lembranças.<br />
O interessante desse vinho é que quando foi servido, estava muito fechado, ou seja, os seus aromas ainda estavam bem leves e escondidos. Abriu muito com o tempo, ficando cada vez melhor. Surgiram aromas de couro, animal, mineral. Um belíssimo vinho que está no ponto para o consumo.</p>
<p><strong>Brunello di Montalcino Casanova di Neri Cerretalto 1999  </strong><br />
Era pra ser uma safra regular, mas que o Giacomo Neri acreditou (e teve sorte). Toque balsâmico, fruta passa, erva. Evoluído, mas com acidez ainda presente. Se você gosta de vinhos mais evoluídos, esse é um deleite.</p>
<p>Em 2011 pude provar vários vinhos de Brunello di Montalcino e dos que eu conheci, o Casanova di Neri é um que se destaca pela sua qualidade, regularidade e elegância. É aquela aposta certa. Pode comprar sem erro.</p>
<p>Um abraço<br />
Daniel Perches</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Taittinger Brut Millésime 2004</title>
		<link>http://www.vinhosdecorte.com.br/taittinger-brut-millesime-2004/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 11:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Taittinger é um dos produtores de Champagne mais conhecidos do Brasil. Não sei dizer se foi o primeiro a chegar por aqui (por importação oficial, claro), mas sem dúvida foi um dos primeiros. Desde o começo até hoje é importada pela Expand. E Taittinger é sinônimo de qualidade. Eu tive a oportunidade de visitar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Taittinger é um dos produtores de Champagne mais conhecidos do Brasil. Não sei dizer se foi o primeiro a chegar por aqui (por importação oficial, claro), mas sem dúvida foi um dos primeiros. Desde o começo até hoje é importada pela <a href="http://www.expand.com.br" target="_blank">Expand</a>.</p>
<p>E <a href="http://www.taittinger.fr/" target="_blank">Taittinger</a> é sinônimo de qualidade. Eu tive a oportunidade de visitar a (enorme) vinícola em <em>Reims</em> e fiquei impressionado com o tamanho deles. E se você pensar que ser grande significa fazer champagnes com &#8220;menos qualidade&#8221; ou com &#8220;menos atenção&#8221;, estará enganado. Como disse o presidente da casa, Pierre-Emmanuel Taittinger, eles gostam de fazer champagnes delicados e que expressem o cuidado que têm com o que fazem. Aliás, não foi só isso que Pierre-Emmanuel nos disse, em sua vinda ao Brasil. Com seu jeito de falar direto (e com aquele sotaque típico de um francês falando inglês), em 5 minutos de conversa deu uma aula sobre champagne e sobre beber vinho. Mas isso é papo para outro post, porque merece.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/11/taittinger_Millesime_2004_.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3598" title="taittinger_Millesime_2004_" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/11/taittinger_Millesime_2004_.jpg" alt="" width="330" height="330" /></a></p>
<p>Provei (quase de joelhos) a <strong>Taittinger Brut Millésime 2004</strong>. É um blend de 50% Chardonnay e 50% composto pelas outras duas uvas clássicas de Champagne: Pinot Noir e Pinot Meunier. Tudo vinificado em branco, dando um caldo dourado e brilhante.</p>
<p>Não é preciso falar sobre perlage (as bolhinhas). São super finas e elegantes, formando aqueles cordões tão atraentes que ficamos até hipnotizados olhando para a taça.</p>
<p>A Taittinger Brut Millésime 2004 é daqueles champagnes que mostra que aqueles aromas clássicos no nariz: brioche, fermento, etc, mas uma coisa me chamou a atenção. Logo de primeira, quando levei a taça ao nariz, me veio um toque de baunilha que deu todo um ar especial. Fui verificar e isso provavelmente veio da fermentação, que foi feita em barrica de carvalho. E na boca outra surpresa: pensei que ia encontrar um Champagne mais evoluído, mas não. Encontrei frescor e muita fruta.</p>
<p>É, depois de 7 anos, a Taittinger Millésime 2004 parece que resolveu brincar com a gente. E que brincadeira gostosa.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Castello del Terriccio IGT 2004</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 11:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2004]]></category>
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		<description><![CDATA[Estive em uma degustação com o pessoal da Mistral e pude conhecer os vinhos da Castello del Terriccio, uma vinícola da Toscana &#8211; Itália. Tive também a oportunidade de conhecer as gerentes de exportação, com quem conversamos e gravamos uma entrevista, que pode ser vista aqui &#8211; Os vinhos da Castello del Terriccio. No vídeo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive em uma degustação com o pessoal da Mistral e pude conhecer os vinhos da Castello del Terriccio, uma vinícola da Toscana &#8211; Itália.</p>
<p>Tive também a oportunidade de conhecer as gerentes de exportação, com quem conversamos e gravamos uma entrevista, que pode ser vista aqui &#8211; <a title="Os vinhos da Castello del Terriccio" href="http://www.vinhosdecorte.com.br/os-vinhos-da-castello-del-terriccio/" target="_blank">Os vinhos da Castello del Terriccio</a>. No vídeo podem ver que a gente perguntou sobre algumas questões que foram faladas lá, como a proibição de se usar Mouvedre (ou algumas outras variedades) dentro da denominação de origem que eles estão inseridos. Na prática, significa que se eles usarem essa uva para produzir algum vinho, ele não vem com a indicação de procedência e &#8211; teoricamente &#8211; não teriam tanta qualidade.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/07/castello_del_terriccio_2004.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3079" title="castello_del_terriccio_2004" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/07/castello_del_terriccio_2004.jpg" alt="" width="92" height="220" /></a>Só teoricamente, porque como eu pude comprovar nesse vinho, eles têm coisas fantásticas por lá. Fiquei impressionado com a qualidade desse vinho, que tem Syrah e Petit Verdot em sua composição.</p>
<p>O vinho é muito elegante. Apresentou aromas de frutas negras e vermelhas, contrastando com um toque verde, de um herbáceo muito agradável. Aromas de madeira estavam muito bem integrados ao vinho.</p>
<p>Na boca foi ainda melhor. É daqueles vinhos que você bebe e fica lembrando dele, só esperando o próximo gole. Apesar de ser 2004, mostrou que ainda tem muito tempo pela frente. Se quiser comprar para guardar, pode fazer isso tranquilamente que não vai ter problemas.</p>
<p>Não é um vinho barato (custa mais de R$ 300,00) mas sem dúvida é um grande vinho. É daqueles &#8211; pelo menos pra mim &#8211; pra se beber lentamente, acompanhando uma boa comida e apreciando cada gole. Vale a pena.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Grifalco Aglianico del Vulture 2004</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 11:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fazia tempo que eu não provava um vinho feito com a uva Aglianico. Esse Grifalco habitava a minha adega já há alguns anos e resolvi ver como estava.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazia tempo que eu não provava um vinho feito com a uva Aglianico. Esse Grifalco habitava a minha adega já há alguns anos e resolvi ver como estava.<br />
<br />
<object width="560" height="349"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/y6OcNp1T6kg?fs=1&amp;hl=en_US"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/y6OcNp1T6kg?fs=1&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Valmarino Reserva da Família 2004</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 11:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Degustei o vinho Valmarino Reserva da Família 2004, produzido em Pinto Bandeira com as uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot e Tannat. Parece que esse foi um excelente vinho, mas perdi o tempo dele e quando abri a garrafa, já estava em declínio. Veja o vídeo abaixo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Degustei o vinho Valmarino Reserva da Família 2004, produzido em Pinto Bandeira com as uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot e Tannat. Parece que esse foi um excelente vinho, mas perdi o tempo dele e quando abri a garrafa, já estava em declínio.<br />
Veja o vídeo abaixo.<br />
<object width="560" height="349"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xGRtsZO6r7Y?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/xGRtsZO6r7Y?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="349"></embed></object></p>
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		<title>Preludio Barrel Select 2004</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 11:50:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Uruguai é um país pequeno e tem uma produção de vinhos que podemos dizer que é bem proporcional ao seu tamanho. E essa é uma das razões para não encontrarmos tão facilmente vinhos daquele país por aqui. Mesmo estando próximos geograficamente, muitos não tem nem quantidade para exportar. Mas não é o caso da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Uruguai é um país pequeno e tem uma produção de vinhos que podemos dizer que é bem proporcional ao seu tamanho. E essa é uma das razões para não encontrarmos tão facilmente vinhos daquele país por aqui. Mesmo estando próximos geograficamente, muitos não tem nem quantidade para exportar.</p>
<p>Mas não é o caso da Família Deicas, que faz parte do Estabelecimento Juanicó. Seus vinhos são enviados ao Brasil e com freqüência encontramos até em supermercados.</p>
<p>Esse em específico eu nunca vi, até por tratar-se de um vinho mais top. Aliás, foi comprado no Uruguai mesmo, então não sei nem dar o valor que estaria por aqui, mas os da linha mais básica são mais comuns em terras brasileiras.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/02/preludio_barrel_select_2004.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2661" title="preludio_barrel_select_2004" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/02/preludio_barrel_select_2004.jpg" alt="" width="59" height="220" /></a>O Preludio é um vinho que é formado da mescla de Cabernet Sauvignon (40%), Cabernet Franc (24%), Merlot (20%), Petit Verdot (12%) e Malbec (2%), proveniente de centenas de tanques que vão sendo provados e escolhidos durante o tempo de fermentação para que a melhor combinação seja feita. Os tanques vão sendo “excluídos” e vão ficando os melhores para a produção do vinho.</p>
<p>E realmente a sua qualidade é alta e parece que tiveram bastante cuidado ao fazer. Com uma coloração rubi muito intensa, o vinho apresentou-se com aromas de frutas negras com um bom toque defumado.</p>
<p>Em boca mostrou-se ainda jovem, com taninos bem presentes, ressecando a boca e pedindo ao mesmo tempo uma boa comida, de preferência gordurosa (não é à toa que dizem que os vinhos uruguaios vão bem com um bom churrasco). Em seu final eu senti uma pontinha de amargor, mas nada comprometedor, ou pelo menos que não saísse na companhia da comida.</p>
<p>Se você gosta de vinhos encorpados e bastante tânicos, esse vai satisfazer suas vontades. Mas não deixe de ter algo para comer junto&#8230;</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Vinhos Mendel ao longo dos anos</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Mar 2011 11:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Mendel é uma vinícola situada em Perdriel, Mendoza. Estive lá quando fomos gravar para o especial “Na Estrada do Vinho”, mas como o tempo era curto e as bodegas eram muitas, tivemos que selecionar algumas e infelizmente a Mendel ficou de fora. Infelizmente mesmo, pois eu já tinha provado um de seus vinhos anteriormente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Mendel é uma vinícola situada em Perdriel, Mendoza. Estive lá quando fomos gravar para o especial “Na Estrada do Vinho”, mas como o tempo era curto e as bodegas eram muitas, tivemos que selecionar algumas e infelizmente a Mendel ficou de fora. Infelizmente mesmo, pois eu já tinha provado um de seus vinhos anteriormente e sabia da sua qualidade. Na próxima viagem pra lá, com certeza a Mendel entrará no roteiro.</p>
<p>Mas enquanto a viagem não chega, tive o prazer de participar de uma confraria pra lá de alegre que juntos alguns dos melhores blogueiros de vinho do Brasil no Bar des Arts, no Itaim. Lá, na sala de degustações da loja da Expand, pude encontrar com o <a href="http://www.diariodebaco.com.br" target="_blank">Alexandre Frias</a>, <a href="http://www.r7.com/enodeco" target="_blank">Deco Rossi</a>, <a href="http://vivendovinhos.blogspot.com" target="_blank">Cristiano Orlandi</a>, <a href="http://papodevinho.blogspot.com" target="_blank">Beto Duarte</a>, <a href="http://bomdivinho.blogspot.com/" target="_blank">Marcelo di Morais</a>, <a href="http://falandodevinhos.wordpress.com/" target="_blank">João Filipe Clemente</a>, <a href="http://divinoguia.blogspot.com/" target="_blank">Álvaro Galvão</a>, <a href="http://www.enoleigos.com.br/" target="_blank">Gustavo Kauffmann</a> e <a href="http://www.blogdojeriel.com.br" target="_blank">Jeriel da Costa</a>. Sob a batuta da Sommeliere Ana Rita, que sabe tudo de vinho, pudemos degustar às cegas (e fora de ordem cronológica) as safras 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008. Tudo isso foi obra do nosso amigo Cristiano Orlandi, que pacientemente guardou as garrafas em sua adega e nos ofereceu esse brinde pra lá de especial.</p>
<p>São vinhos de grande caráter e com uma expressão de fruta típicos da Malbec. O famoso enólogo Roberto de La Mota é famoso e cultuado pelo seu conhecimento e claro, pelas suas criações. E dá pra ver que não é pra menos. O cara sabe mesmo fazer bons vinhos.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/03/mendel_vertical.jpg"><img class="size-full wp-image-2700 aligncenter" title="mendel_vertical" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2011/03/mendel_vertical.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a></p>
<p>Dentre as safras selecionadas, eu gostei mais da 2005, que foi inclusive a que eu já havia provado antes (veja o post do <a title="Mendel Malbec 2005" href="http://www.vinhosdecorte.com.br/mendel-malbec-2005/" target="_blank">Mendel Malbec 2005</a>), mas essa escolha foi feita só porque realmente tínhamos que definir esse critério, pois todas as safras degustadas eram muito consistentes e bem trabalhadas.</p>
<p>Os vinhos da Mendel estão disponíveis no Brasil através da Expand. Se quiser provar um típico malbec mendocino, procure esse, que não vai se arrepender.</p>
<p>Mais uma vez agradeço aos amigos e à Expand pela oportunidade e principalmente ao Cristiano. O Cris nos brindou com pérolas de sua adega particular. Espero que venham outras em breve.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Os vinhos Top da Miolo estavam reunidos na Vino &amp; Sapore</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 10:50:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Havia já algum tempo que eu estava querendo participar de uma degustação dos vinhos tops da Miolo, para conhecer um pouco mais (e com mais calma) o que eles oferecem. É fato que a Miolo é uma das maiores vinícolas do Brasil, com uma produção monstruosa e de ótima qualidade. Então, a convite do meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Havia já algum tempo que eu estava querendo participar de uma degustação dos vinhos tops da Miolo, para conhecer um pouco mais (e com mais calma) o que eles oferecem. É fato que a Miolo é uma das maiores vinícolas do Brasil, com uma produção monstruosa e de ótima qualidade.</p>
<p>Então, a convite do meu amigo João Filipe Clemente, que está com a sua loja Vino &amp; Sapore a todo vapor lá na Granja Viana, pude provar os vinhos, em companhia do Marcio Marson, do enólogo William e dos amigos blogueiros Jeriel da Costa, Beto Duarte, Marcelo di Morais e também outros jornalistas, chefs de cozinha e muito mais. Foi uma noite muito agradável e descontraída, regada a ótimos vinhos.</p>
<p>Vamos a breves comentários sobre cada um:</p>
<p><strong>Bueno Cuvée Prestige</strong><br />
É o espumante do Galvão Bueno, que foi recentemente lançado. O Galvão “arrendou” parte de alguns vinhedos da Miolo (uma excelente parte, por sinal) e fez seus próprios vinhos dentro da Miolo e em conjunto com o Adriano Miolo.</p>
<p>Um espumante bastante interessante, feito com Chardonnay e Pinot Noir. Bom perlage, frutas frescas e cítricas no nariz e final prazeroso. Esse fica 18 meses em descanso antes de ir para o consumo. Custa em torno de 60 reais.</p>
<p><strong>Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay 2009<br />
</strong>Temos poucos vinhos tops feitos com Chardonnay no Brasil. Esse tem um belo toque de baunilha (trazido da barrica) em boca. No nariz tem bons aromas típicos da casta, como abacaxi e frutas brancas. É fato que com o tempo em barrica, ele perdeu um pouco da sua acidez, mas me pareceu mais gaastronômico. Custa em torno de 60 reais.</p>
<p><strong>RAR Pinot Noir 2009</strong><br />
Se você está esperando um Pinot Noir com aquela cor cereja clara, esqueça. O RAR Pinot Noir tem uma coloração mais escura. Os aromas também estão um pouco diferentes dos tradicionais, mas encontra-se uma fruta vermelha, mas mesclada com um toque de barrica.Custa em torno de 60 reais.</p>
<p><strong>Lovara Gran Reserva 2006</strong><br />
Esse é feito com  Merlot, Cabernet Sauvignon e Tannat e mostrou-se bem forte e potente, tanto no nariz quanto na boca. Coloração forte, fruta bem aberta na taça, mas também com um leve toque a mais de álcool. Talvez seja interessante beber um pouquinho mais gelado (talvez a 16 graus) pra se tirar esse álcool e manter a fruta, mas é um belo vinho. Custa em torno de 50 reais.</p>
<p><strong>Merlot Terroir 2008</strong><br />
Eu já tinha provado esse vinho e tinha gostado. A sua garrafa já mostra a imponência do vinho. Feito com aas melhores uvas Merlot da Miolo, é um vinho que ainda está jovem e precisa de envelhecimento para mostrar a que veio, mas se você não conseguir esperar, não terá um vinho completamente jovem pra beber agora. Tem boa acidez em boca e deve acompanhar bem um prato até mais condimentado. Custa em torno de 50 reais (e se você achar nesse preço, pode comprar porque vai ter um bom vinho em mãos)</p>
<p><strong>Lote 43 2004</strong><br />
Talvez tenhamos provado um dos últimos Lote 43 2004 disponíveis no mercado, pois a safra comercializada agora é a 2005. Mas foi muito bom para vermos o grau de evolução do vinho, que estava muito equilibrado, mostrando bastante elegância e força para continuar evoluindo ainda por algum tempo. Elaborado com merlot e cabernet sauvignon de um lote específico dentro do vinhedo (o lote 43), tem uma coloração fortíssima, com notas terciárias de cereja em compota, ameixa preta e um leve toque de baunilha e madeira no final. Em boca mostrou boa acidez e tanino ainda vivo e até com um leve verde. Custa aproximadamente 110 reais.</p>
<p><strong>Sesmarias 2008</strong><br />
Esse é o “top top” da Miolo e que eu já comentei aqui.</p>
<p>Assim pude conhecer os vinhos top da Miolo e de uma forma geral, me agradaram bastante.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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