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	<title>Vinhos de Corte &#187; Portugal</title>
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		<title>Borges Porto White #cbe</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 11:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vinho desse mês escolhido pela Confraria Brasileira de Enoblogs é no mínimo inusitado. Foi indicado um Porto Branco. Vejam só que interessante, pois é um vinho que é muito pouco consumido aqui no Brasil (e acredito que também não seja muito consumido em outros países, nem mesmo em Portugal). Pra mim foi uma boa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vinho desse mês escolhido pela Confraria Brasileira de Enoblogs é no mínimo inusitado. Foi indicado um Porto Branco. Vejam só que interessante, pois é um vinho que é muito pouco consumido aqui no Brasil (e acredito que também não seja muito consumido em outros países, nem mesmo em Portugal).</p>
<p>Pra mim foi uma boa experiência, pois eu nunca tinha provado um vinho do Porto branco. Recorri aos meus livros para conhecer um pouco mais sobre a produção desse vinho.</p>
<p>E para não perder o prazo da postagem (que deve ser todo dia primeiro do mês), estive em duas lojas de vinhos (não importadoras, só lojas mesmo) e nenhuma das duas tinha nenhum para eu levar. Falaram a mesma coisa: esse vinho nunca sai. Por isso não trabalhamos com Porto Branco.</p>
<p>E foi em minhas compras semanais no Wal Mart que me deparei com uma garrafa de Porto White da Borges. Não hesitei e comprei.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/porto_white_pt.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2060" title="porto_white_pt" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/09/porto_white_pt.jpg" alt="" width="57" height="220" /></a>Também não agüentei muito tempo esperando pra provar. Minha curiosidade era grande. Fiquei mais curioso ainda ao saber que as uvas que compunham o vinho eram das castas Malvasia Fina, Gouveio, Donzelinho e Viosinho. Portugal e suas uvas com nomes peculiares&#8230;</p>
<p>Bem, o vinho apresentou uma coloração âmbar, lembrando um vinho madeira ou até mesmo um moscatel de Setúbal. (eu juro que achava que ele seria mais branco.)</p>
<p>No nariz apresentou aromas de frutos secos, amêndoas e um toque forte de mel no final. Um aroma alcoólico acompanhou o vinho o tempo todo.</p>
<p>Em boca os aromas se confirmaram, junto com o álcool. Vinho quente e com um final marcante.</p>
<p>É um vinho peculiar, sem dúvida. Acompanha bem queijos azuis e também sobremesas. Os portugueses sugerem bebê-lo gelado no verão, puro ou com uma rodela de limão. Eu sinceramente não sei se seria a bebida mais refrescante, mas enfim, cada um tem seu gosto.</p>
<p>Depois dessa sugestão, vamos ver o que vem pra ser degustado na Confraria Brasileira de Enoblogs&#8230;</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Paulo Laureano Premium Tinto 2007</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 12:23:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2007]]></category>
		<category><![CDATA[Aragonez]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<description><![CDATA[O enólogo Paulo Laureano é um ícone em Portugal. Aliás, em Portugal (que é sua terra natal) e também em diversos outros países pra onde exporta seus belos vinhos. E aqui no Brasil não é diferente. Eu gosto bastante do estilo de vinhos que ele produz, pois são bem balanceados e fáceis de beber e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O enólogo Paulo Laureano é um ícone em Portugal. Aliás, em Portugal (que é sua terra natal) e também em diversos outros países pra onde exporta seus belos vinhos. E aqui no Brasil não é diferente.</p>
<p>Eu gosto bastante do estilo de vinhos que ele produz, pois são bem balanceados e fáceis de beber e harmonizar.</p>
<p>E o Premium Tinto 2007, produzido na região do Alentejo, em Portugal, é um deles. Esse é produzido com as castas Aragonez e Trincadeira, que são emblemáticas daquele país.</p>
<p>Possui uma coloração rubi intensa com reflexos granada, praticamente intransponível. No nariz apresenta aromas de frutas negras em harmonia com toques terciários de madeira, chocolate, leve toque de fumo e até alguma especiaria.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Paulo-Laureano-Premium-Tinto-2007.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1977" title="Paulo-Laureano-Premium-Tinto-2007" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Paulo-Laureano-Premium-Tinto-2007.jpg" alt="" width="66" height="220" /></a>Em boca mostra um bom corpo, com bons taninos, que me pareceram ainda um pouquinho jovens, mas que não incomodaram. Só me deixaram a pensar que esse vinho poderia ser guardado por mais um ano e estaria ainda melhor.</p>
<p>É um vinho bastante gastronômico, que pode ser harmonizado com diversos pratos. Foi testado com embutidos e deu certo. Agüenta bem pratos com mais consistência e até mais apimentados.</p>
<p>E o melhor de tudo é o seu preço. Encontra-se por aí com valores de 30 a 40 reais. Uma ótima opção de qualidade para o dia a dia. Um bom vinho para se fazer testes de harmonização sem gastar muito!</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Vinhos Encosta do Xisto</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 11:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Os vinhos da região de Vinho Verde me encantam pela sua tipicidade e pela sua diferenciação em relação aos vinhos de outros lugares. São vinhos muito frescos, bastante ácidos e aromáticos. É verdade que não agradam a todos (principalmente os tintos), mas também é verdade que são vinhos que quando bem produzidos, nos brindam com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os vinhos da região de Vinho Verde me encantam pela sua tipicidade e pela sua diferenciação em relação aos vinhos de outros lugares. São vinhos muito frescos, bastante ácidos e aromáticos. É verdade que não agradam a todos (principalmente os tintos), mas também é verdade que são vinhos que quando bem produzidos, nos brindam com excelentes sucos para serem degustados com os mais diversos pratos.</p>
<p>E foi para degustar vinhos dessa região que me encontrei com amigos blogueiros (<a href="http://falandodevinhos.wordpress.com/" target="_blank">João Filipe Clemente</a>,<a href="http://vinhoegastronomia.uol.com.br/" target="_blank"> Silvia Cintra Franco</a>, <a href="http://www.blogdojeriel.com.br/" target="_blank">Jeriel da Costa</a>) e com o Sr. Leonel, que representa os vinhos. Um senhor muito simpático e tranqüilo, que quase nem parecia português (acho que ele viveu já muito tempo nos EUA e perdeu um pouco da sua “tipicidade”&#8230;)</p>
<p>Os vinhos da Encosta do Xisto não estão à venda ainda no Brasil. Estão sem importador, então se alguém se interessar, vale a pena entrar em contato com o pessoal. Podem me mandar e-mail que eu passo o contato do Sr. Leonel.</p>
<p>Vamos aos vinhos provados:</p>
<p><strong>Encosta do Xisto Alvarinho 2009<br />
</strong>Produzido somente com a casta Alvarinho, é um vinho que mostrou-se com uma coloração amarelo dourado, mais evoluída do que os vinhos verdes tradicionais. Aromas cítricos, maracujá, toque floral. Em boca é bem ácido e tem um final bem marcante. Evoluiu em taça quando descansado por algum tempo e estava sempre convidando para o próximo gole.</p>
<p><strong>Afros Loureiro 2009<br />
</strong>A linha Afros é orgânica e mostra a casta Loureiro com ainda mais tipicidade. Coloração amarelo palha, com reflexos esverdeados muito brilhante. Seus aromas ainda estavam um pouco tímidos (principalmente em relação ao Alvarinho servido antes), mas com o tempo se abriram e mostraram toques de frutas brancas, banana e uma leve baunilha no final. Final de boca bastante adstringente e correto.</p>
<p><strong>Encosta do Xisto Vinhão 2009<br />
</strong>Como todos os vinhos verdes tintos, a coloração dele é fantástica. Um rubi intenso, que pinta a taça quando girado. Toques balsâmicos encheram o nariz. Em boca tem aquela acidez que “pica a boca”, também encontrado em alguns Sauvignon Blanc. Deve ser ótimo com sardinhas assadas na brasa. Testamos com queijo Grana padano e foi muito bem. Precisa de acompanhamentos fortes.</p>
<p><strong>Afros Vinhão 2009<br />
</strong>Da mesma casta que o Encosta do Xisto, mas retirado de parcelas diferentes da propriedade (orgânico). Seus aromas são mais complexos, com as frutas mais presentes. Também foi muito bem com os queijos e com uma pizza de pepperoni. Seus taninos estão muito marcantes. Precisa ser degustado com comida.</p>
<p>E assim deu-se mais uma degustação, que foi organizada pelo nosso amigo Jeriel da Costa, que sempre nos brinda com boas novidades.</p>
<p>Para saber mais sobre a Encosta do Xisto, você pode ver o <a href="http://www.encostadoxisto.pt/" target="_blank">site deles aqui</a>, mas só para pegar os contatos, pois ainda não tem nada por lá.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Quinta do Vallado 2007</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 11:50:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito se fala por aí sobre harmonização de comida com vinho. Eu mesmo estou sempre tentando encontrar a comida perfeita, afinal de contas aprendemos que o vinho é amigo da comida e que (na maioria dos casos) ele melhora seu sabor se acompanhado de um prato que tenha características afins. E foi assim que resolvemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala por aí sobre harmonização de comida com vinho. Eu mesmo estou sempre tentando encontrar a comida perfeita, afinal de contas aprendemos que o vinho é amigo da comida e que (na maioria dos casos) ele melhora seu sabor se acompanhado de um prato que tenha características afins.</p>
<p>E foi assim que resolvemos degustar o Quinta do Vallado, que é um vinho produzido na região do Douro, em Portugal, com as uvas Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela, Tinta Barroca e Sousão. Seis uvas combinadas para fazer um belo vinho. Aliás, interessante contar que parte das uvas que são utilizadas para produzir esse vinho são pisadas em lagares, aqueles tanques onde se entra para pisar as uvas com os pés, bem ao estilo tradicional.</p>
<p>Mas como eu falava, esse vinho foi utilizado como teste em uma harmonização com strogonoff. Sabemos que não é nada fácil harmonizar com esse prato, mas tentamos e resolvemos colocar todos os tipos de vinhos. Até o Quinta do Vallado entrou.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/06/quinta-Vallado_2007.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1826" title="quinta-Vallado_2007" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/06/quinta-Vallado_2007.jpg" alt="" width="73" height="220" /></a>Infelizmente não foi a melhor combinação, mas posso assegurar que foi um dos vinhos mais saborosos para se beber sozinho nesse dia. A comida não foi companheira, mas o vinho é bem interessante.</p>
<p>Acredito que o que não teve harmonia foi a sua grande estrutura e seus taninos bastante presentes, que se sobressaíram à comida. É um vinho que pede uma comida talvez mais salgada e mais estruturada e também sem creme de leite. Eu tentaria com uma boa costela de porco.</p>
<p>E para quem quiser comprar esse vinho, pode ir sem medo. É um vinho muito correto, com bons aromas (frutas vermelhas em compota, leve tostado e com alguma evolução) e muito saboroso em boca. O vinho merece atenção. Custa em torno de 45 reais e pode ser encontrado em casas especializadas.</p>
<p>E pra fechar a harmonização, acho que quem ganhou, na minha opinião, foi o <a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/fausto-rose-merlot-2008" target="_blank">Fausto Rosé de Merlot, da Pizzato</a>.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Bafarela Reserva 2007</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 11:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais um vinho da Brites Aguiar degustado. Já provamos o Brites Aguiar 2006 e agora vamos provar o Bafarela Reserva, do ano de 2007. Esse é feito com as uvas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Amarela. Um vinho muito bom, que me impressionou. Dessa vez vamos de &#8220;videopost&#8221; para comentar sobre ele. Um abraço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um vinho da Brites Aguiar degustado. Já provamos o Brites Aguiar 2006 e agora vamos provar o Bafarela Reserva, do ano de 2007.</p>
<p>Esse é feito com as uvas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Amarela. Um vinho muito bom, que me impressionou.</p>
<p>Dessa vez vamos de &#8220;videopost&#8221; para comentar sobre ele.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Vgnp3wtTth0&amp;hl=pt&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Vgnp3wtTth0&amp;hl=pt&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Má Partilha Merlot 2005</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 12:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como já dizia o ditado, “quem tem amigos, tem tudo”. E foi através de um grande amigo que eu conheci esse vinho, que me deu de presente, no meu aniversário em 2008. Pelo pouco que consegui ler sobre o vinho, achei melhor guardar mais um tempo, para que ele pudesse evoluir um pouco antes de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como já dizia o ditado, “quem tem amigos, tem tudo”. E foi através de um grande amigo que eu conheci esse vinho, que me deu de presente, no meu aniversário em 2008. Pelo pouco que consegui ler sobre o vinho, achei melhor guardar mais um tempo, para que ele pudesse evoluir um pouco antes de abri-lo. Sabia decisão, pois agora (em 2010), quando resolvi que seria o grande dia do Má Partilha, ele mostrou-se plenamente evoluído. Acho que se eu tivesse aberto antes, teria um vinho bom, mas muito jovem.</p>
<p>Produzido pela Bacalhoa, esse é feito 100% com a casta Merlot, proveniente das encostas do Azeitão, em Portugal. A empresa Bacalhoa produz muitos outros vinhos que são muito bons também e bem conhecidos.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/06/mapartilha_merlot.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1784" title="mapartilha_merlot" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/06/mapartilha_merlot.jpg" alt="" width="69" height="220" /></a>O Má Partilha é um excelente Merlot. Coloração rubi escura, muito intensa e brilhante e com bom halo de evolução. Seus aromas evoluem com o tempo em taça, passando de negras (com destaque para amoras) para defumados, madeira seca e estábulo.</p>
<p>Em boca, ótimo corpo, acidez no ponto e final persistente. Havia um leve toque de amargor, mas tudo bem, porque o vinho já tinha me encantando desde o começo.</p>
<p>É um vinho que pode acompanhar uma boa refeição como um ragú de carne de boi, por exemplo, mas também é possível bebê-lo sozinho, pois é um vinho agradável e não “enjoa”, deixando inclusive um gostinho de quero mais.</p>
<p>Pra quem quiser provar um bom Merlot luso, essa é uma boa indicação. E se quiser mais informações sobre os vinhos da Bacalhoa, <a href="http://www.bacalhoa.com/" target="_blank">veja o site deles aqui</a>.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Brites Aguiar 2006</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 11:27:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Tinta Roriz]]></category>
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		<category><![CDATA[Cima Corgo]]></category>
		<category><![CDATA[douro]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu já tinha ouvido falar muito sobre os vinhos da Brites Aguiar. E falar muito bem. Estava muito curioso e não via a hora de poder provar esse vinho tão desejado pelos enófilos. Queria saber o que tem de tão especial. E foi na Expovinhoff que eu tive essa oportunidade. Aliás, não só de conhecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já tinha ouvido falar muito sobre os vinhos da Brites Aguiar. E falar muito bem. Estava muito curioso e não via a hora de poder provar esse vinho tão desejado pelos enófilos. Queria saber o que tem de tão especial.</p>
<p>E foi na Expovinhoff que eu tive essa oportunidade. Aliás, não só de conhecer o vinho, mas de conhecer também a simpática Ana, que veio lá de Portugal só para a feira, para apresentar os vinhos pra gente. A Ana esbanja simpatia e bom humor e além de tudo, sabe até falar português com sotaque brasileiro. E tenho que confessar publicamente que em embate onde ela falava com sotaque brasileiro e eu tentando um sotaque português, ela foi a grande vencedora.</p>
<p>Mas voltando ao vinho, o Brites Aguiar é produzido com 60% de Touriga Franca, 35% de Touriga Nacional e 5% de Tinta Roriz. Possui uma coloração muito forte, intransponível e com um pequeníssimo halo de evolução.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/brites-aguiar-2006.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1750" title="brites-aguiar-2006" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/brites-aguiar-2006.jpg" alt="" width="49" height="220" /></a>No nariz apresenta notas de frutas negras, café e madeira. Com o tempo em taça ele vai se abrindo, revelando mais aromas muito interessantes.</p>
<p>Na boca tem ótima estrutura e excelentes taninos, revelando um vinho jovem ainda, mas que com o passar dos anos vai se tornar ainda mais saboroso.</p>
<p>É um vinho fantástico. Um vinho para momentos especiais e que merece ser aberto com certa antecedência (algo em torno de 1 hora, talvez) para que se obtenha o máximo dele.</p>
<p>A Ana trouxe também a sua outra linha, a Bafarela. Eu já havia provado um deles (<a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/bafarela-2006/" target="_blank">relembre aqui</a>) e que comprovam a qualidade de seus vinhos.</p>
<p> Ana, parabéns pelos seus vinhos, pois são espetaculares. E prepare-se, pois na sua próxima visita, temos uma nova disputa de sotaques. Eu estou treinando!</p>
<p>O Brites Aguiar é importado pela Anna Import no Brasil.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Quinta dos Currais Branco 2008</title>
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		<pubDate>Sun, 16 May 2010 11:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2008]]></category>
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		<category><![CDATA[Fonte Cal]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Síria]]></category>
		<category><![CDATA[Beira Interior]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse foi um dos meus achados na ExpoVinis. Indicado por um grande amigo brasileiro que está agora em Portugal, fui até o estande da Quinta dos Currais para conhecer não só os vinhos, mas a famosa Catarina, que é a proprietária da vinícola. Catarina é muito simpática e atenciosa, bem como sua mãe, que como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse foi um dos meus achados na ExpoVinis. Indicado por um grande amigo brasileiro que está agora em Portugal, fui até o estande da Quinta dos Currais para conhecer não só os vinhos, mas a famosa Catarina, que é a proprietária da vinícola.</p>
<p>Catarina é muito simpática e atenciosa, bem como sua mãe, que como é de se imaginar, acompanha a bela dama em suas viagens. Seja pela companhia, seja pela ajuda ou simplesmente para ficar de olho, o que importa é que as duas são ótimas divulgadoras dos vinhos.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/quinta_currais_branco.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1732" title="quinta_currais_branco" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/quinta_currais_branco.jpg" alt="" width="73" height="220" /></a>Tive a oportunidade de provar alguns dos vinhos deles, mas o que mais me chamou a atenção foi o branco. Produzido na Beira Interior, esse vinho é feito com as castas Síria, Fonte Cal e Arinto. Com uma coloração amarelo bem clara, apresenta aromas cítricos bem pronunciados, mostrando uma boa acidez e frescor.</p>
<p>Em boca o frescor é confirmado, mostrando que o vinho tem bastante potência, mas ao mesmo tempo elegância. Seu final é muito prazeroso e convidativo.</p>
<p>Bebi o vinho num dia quente, durante um almoço com um espaguete ao molho de queijo. Foi bem, mas acho que vai melhor com entradas como calamares, por exemplo, para se equilibrar com o vinho.</p>
<p>A Quinta dos Currais está ainda sem importador no Brasil, mas espero que eles consigam logo algum, pois é um vinho que pretendo beber novamente.</p>
<p>Se alguém aí quiser se candidatar a importar, o site (que está em construção, mas tem o e-mail) está aqui.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Monte da Penha Fino Reserva 2003</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 11:50:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2003]]></category>
		<category><![CDATA[Alicante Bouschet]]></category>
		<category><![CDATA[Aragonez]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Trincadeira]]></category>
		<category><![CDATA[alentejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho um gosto especial pelos vinhos do Alentejo. Aliás, Alentejo e Ribatejo. Acho que eles ficam um pouco fora do “jet-set” do Douro, Dão e Porto. Aí sempre que encontro um fico com vontade de provar. Foi assim que eu busquei esse Monte da Penha Fino Reserva 2003, um vinho produzido lá no Alentejo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho um gosto especial pelos vinhos do Alentejo. Aliás, Alentejo e Ribatejo. Acho que eles ficam um pouco fora do “jet-set” do Douro, Dão e Porto. Aí sempre que encontro um fico com vontade de provar.</p>
<p>Foi assim que eu busquei esse Monte da Penha Fino Reserva 2003, um vinho produzido lá no Alentejo com as castas Alicante Bouschet, Trincadeira e Aragonês. Três castas típicas de Portugal e da região.</p>
<p>Esse vinho foi comprado no começo de 2009 e só depois de um ano que eu resolvi abri-lo. Deveria ter aberto antes (esse é, sem dúvida, um dos maiores dilemas de um enófilo que tem estoque em casa: quando abrir?)</p>
<p>Acho que o vinho já está em declínio e perdeu bastante de seu vigor e força. Ainda é um vinho bem interessante, diga-se de passagem, mas não está mais em seu auge de maturidade.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/monte_penha_fino_2003.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1704" title="monte_penha_fino_2003" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/monte_penha_fino_2003.jpg" alt="" width="55" height="220" /></a>Em taça mostrou uma coloração rubi escura, mas com pouco brilho. Seu halo já se mostrou bastante evoluído.</p>
<p>No nariz apresentou aromas terciários bem marcados, com destaque para a madeira e para o fumo. É possível identificar frutas passadas também, mas sempre mescladas com a madeira.</p>
<p>Em boca mostrou-se com corpo leve e final de média persistência, mas com um pouco de amargor.</p>
<p>Acredito que tenha sido um vinho bastante interessante, cerca de dois anos atrás. Como me interessei pelo vinho, vou ficar de olho na próxima safra que soltarem, para que eu possa comparar. Depois eu conto por aqui.</p>
<p>Esse é importado pela Vinea e custa em torno de 100 reais.</p>
<p>Abraços</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Conde Villar Vinho Verde Tinto 2008</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 11:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[Espadeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhão]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de falar sobre o vinho vamos tirar uma dúvida que é recorrente. Na região de Vinho Verde, que é uma região demarcada em Portugal para a produção de vinhos, produz-se vinhos brancos , mas também vinhos tintos. Coincidentemente (ou não), os vinhos de lá mais conhecidos são os brancos, especialmente os feitos com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de falar sobre o vinho vamos tirar uma dúvida que é recorrente. Na região de Vinho Verde, que é uma região demarcada em Portugal para a produção de vinhos, produz-se vinhos brancos , mas também vinhos tintos. Coincidentemente (ou não), os vinhos de lá mais conhecidos são os brancos, especialmente os feitos com a casta Alvarinho.</p>
<p>E é sobre um vinho verde tinto que comentamos agora, que é produzido nessa região com as castas Vinhão (90%) e Espadeiro (10%).</p>
<p>Em taça apresenta uma coloração rubi intensa, mas sem muito brilho. No nariz, aromas de frutas maduras contrastando com um aroma terroso, lembrando realmente terra molhada. Em boca, muita acidez e aquela sensação de “picar a língua”, que encontramos também nos vinhos verdes brancos.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1678" title="conde_villar_vinho_verde" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/04/conde_villar_vinho_verde1.jpg" alt="conde_villar_vinho_verde" width="77" height="270" />Foi provado em um churrasco e diversas pessoas relataram não apreciar o vinho. Acredito que um churrasco não seja a melhor combinação para ele, e também que seja importante <em>entender</em> esse tipo de vinho, que tem características próprias e se bem compreendido, pode apresentar ótimas opções de acompanhamentos.</p>
<p>Importante ressaltar que se recomenda que esse vinho seja servido numa temperatura mais baixa do que estamos acostumados a beber os tintos, ficando em sua melhor codição entre 13 e 15 graus.</p>
<p>Vale a pena provar e conhecer mais um vinho diferente. Se não gostar, pelo menos provou!</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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