Archive | Estados Unidos

Napa Valley em poucas palavras

Napa Valley em poucas palavras

Acabei de deixar a região da California e estou chegando em New York. Passei uma semana por lá e posso dizer que foi intenso. Eu tinha uma grande expectativa, pois sei da capacidade dos americanos de trabalhar o marketing, mas confesso que fui positivamente surpreendido.

Napa Valley é muito mais do que vinho. É um estilo de vida muito legal. Pude ver vinícolas grandes, como o Chateau Montelena, o Castello di Amorosa, a Chandon, mas pude ver também pequenas lojas de cooperativas, onde algumas vinícolas muito pequenas se juntam para vender seus vinhos. São tão pequenos que não vale a pena ter uma lojinha em sua vinícola (de novo, olha o marketing aí).

Mas como eu tinha uma semana inteira para fazer minhas visitas, resolvi extrapolar um pouco o roteiro vinícola, e parti para conhecer um pouco a cultura do pessoal também. E foi aí que eu me encantei mais ainda. Visitei duas queijarias. Uma minúscula, que a venda de queijos é praticamente dentro do curral e outra enorme, que tem uma loja gigante para vender todos os seus tipos. Muito legal ver os americanos que moram nas redondezas entrando e comprando o pedacinho de queijo para o dia a dia. Ou para acompanhar o seu vinho.

Aliás, vinho é realmente o que se consome em Napa Valley. Restaurantes, cafés, bares, todos com muita gente bebendo vinho. E o mais legal é que mesmo com o frio, muita gente estava bebendo vinho branco. O pessoal é nacionalista e até bairrista sim e prefere os vinhos californianos, mas vi uma pequena oferta de vinhos de outros países também (só não vi vinho brasileiro. Aliás, muitos nem sabiam que o Brasil produz vinho).

Passear por Napa e não ir aos centros das cidades é perder uma grande e deliciosa parte. Todas as pequenas (e médias) cidades têm uma pracinha, com restaurantes em volta. O povo é muito amigável e educado, sempre querendo que a gente conheça um pouco sobre a cultura deles.

Comi e bebi muito bem em Napa Valley. Comi comida típica (que eu achei bem apimentada), comi coisas mais saudáveis e sempre acompanhei as comidas com vinho local. Gostei muito dos Chardonnays, mas os Sauvignon Blanc no estilo fumé me encantaram mais.

Pra terminar o resumo, sugiro que tire um dia e estique até San Francisco. Almoçar em um dos restaurantes da Fisherman’s Warf, com vista para a Golden Gate é simplesmente imperdível.

Eu sei que ainda falarei bastante sobre Califórnia por aqui (sim, porque ainda falta contar sobre Sonoma, que também adorei), mas como a idéia é fazer um resumo, tenho que parar. Em breve coloco aqui as vinícolas que visitei, as entrevistas que fiz (e tem coisa muito legal vindo por aí) e claro, fotos.

Califórnia está, sem dúvida, nos meus destinos favoritos para o vinho.

Best Regards

Daniel Perches

 

 

*Crédito da foto – © Brent Miller, WineCountry.com

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Marietta Cellars Old Vine Red Lot #56 – Mais um vinho diferente da Califórnia

Marietta Cellars Old Vine Red Lot #56 – Mais um vinho diferente da Califórnia

Continuando a minha peregrinação em busca de vinhos diferentes aqui na California (sim, pois estou escrevendo direto de Santa Rosa, Napa Valley) e me deparei com esse Old Vine Red Lot 56, da Marietta Cellars. E o que esse vinho tem de fora do comum é que ele não é produzido por safras, mas sim por lotes. O produtor provavelmente guarda um pouco do vinho do ano anterior (e de outros anos também) e vai fazendo blends, adicionando vinho mais jovem. Quando ele vê que o vinho está legal, engarrafa uma parte e mantém um pouco na barrica, para o próximo ano e assim vai fazendo, sempre.

Esse está no lote 56, que foi colocado no mercado em Outubro de 2011, então é possível que se tenha vinhos bem antigos dentro da composição. E as uvas? Bem, o que se sabe é que a maioria é de Zinfandel, mas deve ter mais um monte aí dentro. Talvez tenha resquícios do Lote 1 ainda. É possível!

É um vinho interessante e que vale a pena ser provado. Tem aroma e sabor adocicados, com frutas vermelhas em geléia. Tem também um leve toque de barrica e o seu final é daqueles que a gente não esquece fácil. Provei com alguns petiscos mais apimentados (que é o que não falta na região), mas o vinho não ficou legal nessa harmonização. Apesar de ser mais encorpado, achei que ele não aguentou a pimenta e a combinação não ficou bacana. Talvez seja melhor com um churrasco, com aquele molho barbecue. É provar para ver.

É um vinho barato (em torno de 15 dólares), mas que vale quanto custa. Não espere um grande vinho, mas com certeza não vai se decepcionar com a qualidade dele.

E para quem gosta de mais informações, esse é produzido em Sonoma County, Napa e no site do produtor tem bastante história pra ser lida.

Um abraço

Daniel Perches

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Titus Sauvignon Blanc 2010 – Porque Napa não é só Cabernet e Zinfandel!

Titus Sauvignon Blanc 2010 – Porque Napa não é só Cabernet e Zinfandel!

Napa Valley, na California (Estados Unidos), é a terra do Cabernet Sauvignon e do Zinfandel. Praticamente toda vinícola faz esses dois vinhos, afinal de contas o pessoal aqui ficou conhecido por eles.

Mas como acontece em outros lugares, muitas outras uvas também são cultivadas, e bem cultivadas, mas como o apelo comercial não é tão grande, acabam ficando apagadas e a gente nem conhece.

Precisei ir para os Estados Unidos para poder provar um bom Sauvignon Blanc de Napa Valley. E o Titus foi uma indicação de um cara que eu conheci que tem uma loja no centro de Santa Helena (uma das regiões de Napa, bem legal por sinal).

Eu queria um Sauvignon Blanc da região, que fugisse um pouco do estilo “Nova Zelândia”, que tem aquela explosão de aromas que até deixa a gente interessado, mas é muito intenso. Gosto disso, mas também gosto de algo mais austero de vez em quando.

E o meu amigo de Santa Helena acertou em cheio. Esse Titus Sauvignon Blanc é um vinho que tem toques de frutas brancas, com um forte aroma de pêras, mas que não é enjoativo. Também não tem aquele aroma forte de maracujá, que é tão típico nesse vinho, principalmente nos que são feitos no Hemisfério Sul.

A acidez dele não é nada exagerada, o que ajuda na harmonização. Eu provei com um queijo de cabra cremoso e ficou delicioso. O queijo e o vinho se complementaram, formando um final até levemente adocicado e bem prazeroso.

Sei que não é fácil encontrar bons vinhos americanos no Brasil, saindo do Cabernet Sauvignon e do Zinfandel. E por isso mesmo que eu busquei esse. E gostei.

Ah, e o melhor é o preço. Custa em torno de 20 dólares (nos Estados Unidos, claro). Uma boa barganha. Se quiser mais informações, veja o site do Titus aqui.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2010, Estados Unidos, Sauvignon Blanc2 Comments

Ménage à Trois – o vinho

Ménage à Trois – o vinho

Sim, meus amigos. Provei o Ménage à Trois! Antes que os mais puritanos caiam de costas, essa experiência foi exclusivamente com o vinho que tem esse nome. Acredite, há um vinho que chama Ménage à Trois. É da California (fica em Napa, Yountville) e tem esse nome porque é uma brincadeira que a vinícola Folie à Deux fez, por produzir um vinho com 3 uvas.

Eu provei o tinto, que é feito com Cabernet SAuvignon, Merlot e Zinfandel, mas tem também branco e rosé. Ou seja, tem Menáge à Trois para todos os gostos!

Esse eu comprei num supermercado em Santa Helena (California) e paguei 12 dólares. Um preço relativamente bom, se comparado com os outros que tinha por lá. Não vi nada que valesse a pena por menos do que 10 dólares.

É um vinho bem intenso e com aromas e sabores bem adocicados. Talvez essa combinação de uvas tenha sido a causadora, mas é fato que me lembrou outros vinhos, como o Yellow Tail, por exemplo (que aliás, tem em todo o lugar nos Estados Unidos).

Acho que o vinho atende a proposta, que é ser um vinho descompromissado e para o dia a dia. Nesse caso, seria para o dia a dia das pessoas que gostam de vinhos adocicados, claro.

Não é o meu estilo de vinho, mas acho que faz sucesso. Talvez o sucesso seja pelas suas características organolépticas (e organoléptica sim é uma palavra que deveria ser considerada imoral, de tão difícil), mas talvez seja pelo seu nome…

Sugiro que prove o Ménage à Trois. Quem sabe você gosta?

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2010, Cabernet Sauvignon, Estados Unidos, Merlot, Zinfandel4 Comments

Napa Valley, aí vou eu!

Napa Valley, aí vou eu!

É isso aí, meus amigos. Estou a caminho de Napa Valley, na California. Uma semana intensa, com algumas visitas a vinícolas grandes e famosas como a Joseph Phelps, Kuleto e até o Chateau Montelena. Sim, aquele que foi o protagonista do grande “escândalo” do julgamento de Paris. Aliás, vou conversar com o Bo Barret, o proprietário, que na época era só um garotão e agora está à frente dos negócios da família.

Além disso estou indo também para um evento chamado Zinfandel Festival. Serão 3 dias de Zinfandel na veia. Acho que tem mais de 100 produtores inscritos para apresentar seus vinhos e eu preciso me preparar (e preparar meu fígado) para conseguir conhecer pelo menos boa parte disso.

Depois disso parto para as minhas merecidas férias, mas é claro que durante a minha estadia na zona vinícola americana mais famosa eu estarei postando por aqui as novidades. E se você tiver Instagram, melhor ainda. Aí a gente pode conversar mais rápido ainda, pois posto todas as fotos por lá. É só me seguir no @vinhosdecorte.

Tem alguma dica ou sugestão? Manda pra mim! Ainda tenho alguns dias livres, esperando por isso!

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2012, Estados Unidos8 Comments

Não é Champagne, é Martini & Rossi Asti Spumanti

Não é Champagne, é Martini & Rossi Asti Spumanti

Adoro comerciais de vinho, principalmente os antigos (aliás, adoro comerciais antigos em geral). Recebi essa dica de um amigo americano que é esquiador e que sempre que abre uma garrafa de espumante, lembra dessa peça. Vejam que interessante essa, que usa um artifício bem comum (e que achavam que funcionava perfeitamente) que é repetir o nome várias vezes.

Um abraço pra você, Travis. Espero que esteja aproveitando as montanhas.

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Alguns rótulos da Grand Cru que me chamaram a atenção – parte I

Alguns rótulos da Grand Cru que me chamaram a atenção – parte I

Estive no Grand Tasting, evento anual da importadora Grand Cru. É um evento impecável em todos os sentidos: desde a sua organização até a qualidade dos vinhos, nada deixa a desejar.

E como são muitos vinhos, fiz uma rápida seleção de alguns rótulos que me chamaram a atenção. Não vou detalhar muito os vinhos (até porque é uma boa quantidade), mas acredito que se você buscar algum desses, não vai se arrepender.

Brancos Leves
- Saint Clair Vicar’s Choice Sauvignon Blanc 2009 – Nova Zelândia – R$ 73
Um vinho com uma excelente acidez e que demonstra a vocação da Nova Zelândia para produzir vinhos com essa casta.

Brancos estruturados
- Hayes Ranch Chardonnay 2007 – Estados Unidos – R$ 45
Vinho branco californiano com um toque forte de madeira. Pra quem gosta, é um deleite e com um belo preço.

- Forgeot Chablis – França – R$ 85
Não é nada fácil encontrar bons Chablis com preço acessível. Esse supera as expectativas

- Chateauneuf-du-Pape La Nerthe Blanc 2008 – R$ 180
Pra quem pensa que Chateauneuf-du-Pape é só tinto, tem que provar esse. Um vinho com uma excelente complexidade aromática e de boca que vale a degustação com calma.

Pinot Noir
- Redtree Pinot Noir 2009 – Estados Unidos – R$ 45
Excelente custo x benefício. Vale provar.

- Saint Clair Vicar’s Choice Pinot Noir 2010 – Nova Zelândia – R$ 84
Muita fruta, excelente acidez e um ótimo equilíbrio. Mostra bem a característica da Pinot Noir da Nova Zelândia.

- Bouchard Cote de Beaune Villages 2009 – França – R$ 98
Pinot Noir francês bom, abaixo de 100 reais, é difícil de achar. Esse é um deles.

Itália
- Feudo Macari Maharis 2007 – R$ 290
O vinho topo da vinícola, que tem uma potência incrível.

No próximo post comento sobre outros vinhos que eu provei lá e gostei.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in Estados Unidos, França, Nova Zelândia0 Comments

Robert Mondavi Private Selection Cabernet Sauvignon 2008

Robert Mondavi Private Selection Cabernet Sauvignon 2008

Robert Mondavi não brincava em serviço. Criou um verdadeiro império no mundo dos vinhos e seu nome é associado sempre a produtos de qualidade.

Mesmo que eu tenha tentado não ser influenciado por todo o nome em volta do mito, eu me rendi ao Robert Mondavi Private Selection Cabernet Sauvignon 2008. Realmente é um vinho bem feito e que principalmente tem um ótimo custo x benefício. Aí eu não pude deixar de colocar alguns pesos para definir esse critério, pois não é nada fácil encontrar vinhos da Califórnia com um preço acessível aqui no Brasil.

E na verdade estamos falando de um grande blend, pois apesar de ter em seu rótulo (e dentro da legislação) somente a uva Cabernet Sauvignon, esse vinho tem 77% de Cabernet Sauvignon, 16% de Syrah, 4% de Cabernet Franc, 2% de Petite Sirah e 1% de Sangiovese, com todas as uvas vindas de Monterey e Paso Robles, na California. Ou seja, foi feito um belo de um afinamento pra chegar nesse vinho.

Confesso que não tenho o melhor nariz do mundo, mas quando senti os aromas desse vinho, já suspeitei que ele não tinha só Cabernet Sauvignon (e se você provar e se atentar a ele, com certeza irá identificar com certa facilidade). Seus aromas tem uma fruta vermelha forte, mas vem acompanhado de um toque de especiaria e um pouco de chocolate, remetendo à Syrah também.

Em boca é um pouco quente, mas nada que incomode. Seus taninos são bem finos e o seu final é muito correto. É um vinho bem gastronômico, que acompanhou uma série de bruschetas variadas feitas para harmonizar. A maioria foi bem, acredito que pela sua combinação de uvas.

Bem, como disse no começo, o Sr. Mondavi sabia bem o que fazia. Vale a pena provar.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2008, Cabernet Sauvignon, Estados Unidos1 Comment

Jantar com Pinot Noir apresentado pela Winet

Jantar com Pinot Noir apresentado pela Winet

Tive a oportunidade de participar de um jantar harmonizado realizado pela Winet, empresa do meu amigo Deco Rossi, que está dando o que falar. Deco é um blogueiro e profissional do vinho muito competente, que tem muito talento e isso está sendo justamente reconhecido.

O jantar foi na loja WinePro, que fica na Av. Cidade Jardim. Uma loja com um bom portfólio e uma ótima infra-estrutura para receber os apaixonados pelo vinho. Lá dá pra fazer esses eventos harmonizados, cursos e eventos até maiores, mas dá também pra ir para tomar uma boa taça de vinho com os amigos. Vale a pena conhecer.

O Jantar foi preparado pelo experiente chef Mario Lo Sardo e teve como tema a Pinot Noir. Tema difícil, por sinal. A Pinot Noir é uma uva delicada e que desperta paixões (e ao mesmo tempo, muitas críticas, se não é bem vinificada) por todo o mundo.

O Deco escolheu muito bem os vinhos, que foram degustados às cegas. O desafio era descobrir os países de cada uma das taças. Algo bastante difícil e que não foi alcançado por ninguém, mas o que importa mesmo é a confraternização. Nesse evento pude conhecer bons rótulos que me chamaram a atenção, como o Wild Rock Cupids Arrow 2008, da Nova Zelândia e também o De Loach 2009, da California.

Sempre digo que esses eventos são uma ótima opção pra se conhecer um pouco mais sobre os vinhos degustados e se acompanhado de uma apresentação (sempre breve, por favor), é melhor ainda. E isso foi feito com maestria pelo Deco, que fez com que o evento se desenrolasse de forma muito descontraída e aconchegante.

Nessa noite os vinhos elegidos por preferência foram:

Crédito: Deco Rossi

1 - Wild Rock Cupids Arrow 2008 – Nova Zelandia. Importadora: Decanter. Preço: 98,00.
2 - Cartagena Pinot Noir 2007 – Chile. Importadora: Vinea. Preço R$ 71,00.
3 - De Loach Pinot Noir 2009 – California. Importadora: Wine Experience. Preço: R$ 106,00.
4 – Bourgogne Patriarche Pinot Noir 2007 – França. Importadora: Paralelo 35. Preço: R$ 88,00.
5 – Viniterra Pinot Noir 2008 – Argentina. Importadora: Vinea. Preço: R$ 42,00.

Parabéns Deco e parabéns para a Winet. Tenho certeza que todos ainda vamos ouvir falar muito dessa empresa.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2007, 2008, 2009, Argentina, Chile, Estados Unidos, França, Pinot Noir0 Comments

Crane Lake Zinfandel 2006

Crane Lake Zinfandel 2006

Degustando o vinho Crane Lake Zinfandel 2006, que foi um dos top5 da degustação promovida no evento Encontro de Vinhos de Ribeirão Preto, em 2010.

Posted in 2006, Estados Unidos, Zinfandel2 Comments

Saiba se o seu vinho é realmente feito com as uvas indicadas no rótulo

Saiba se o seu vinho é realmente feito com as uvas indicadas no rótulo

Mesmo para os degustadores mais experientes, diferenciar às cegas uma uva da outra, com o vinho pronto, é bastante difícil. Conheço poucos que conseguem diferenciar um Cabernet Sauvignon de um Merlot, só pelo olfato e pelo paladar.

Em geral, com os vinhos mais evidentes, fica fácil. Mas não é nada raro alguém ser pego de “calças curtas”.

Mas agora os nossos problemas e dúvidas se acabaram! Cientistas do Texas descobriram uma forma de detectar qual é a uva varietal de um vinho, através de um sensor que identifica isso através dos taninos. Então se você tem um Pinot Noir que está, digamos, meio estranho, pode fazer o teste e tirar a prova.

Mas é claro que a máquina ainda está em fase de elaboração e somente alguns testes foram feitos e não será tão simples assim fazer a verificação, afinal de contas, isso é algo utilizado cientificamente.

Porém não custa sonhar. Quem sabe um dia a gente não vai poder comprovar a autenticidade das uvas de nossos vinhos?

Veja a matéria original em http://www.winespectator.com/webfeature/show/id/44272

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2011, Estados Unidos0 Comments

Robert Mondavi Private Selection Zinfandel 2008

Robert Mondavi Private Selection Zinfandel 2008

Um Zinfandel da California leve. É assim o Robert Mondavi Private Selection Zinfandel 2008. Se você acha que Zinfandel da California é sinônimo de vinho extremamente encorpado e alcóolico, tem que conhecer esse.

Posted in 2008, Estados Unidos, Zinfandel2 Comments

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