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Arzuaga Reserva 2005 – Um vinho muito sério

Arzuaga Reserva 2005 – Um vinho muito sério

O ambiente era o mais propício. Uma amiga avisou que recebeu um presente “inusitado”. Tinha acabado de ganhar um jamón pata negra. Para os mais desavisados, é aquela perna de porco que você vai tirando os pedaços com uma faquinha e saem lascas de um presunto curado, levemente salgado, mas dependendo do tipo do porco, com sabores até adocicados.

E com 5kg de presunto, ela não conseguiria dar conta sozinha e chamou os amigos, que prontamente se juntaram para ajudá-la nessa árdua tarefa.

Obviamente, cada um levou um vinho e eis que me aparece, no meio de todos, esse Arzuaga Reserva 2005. Eu já tinha ouvido falar dele, mas ainda não tinha provado. É um grande vinho produzido com a uva Tempranillo na região de Ribera del Duero, na Espanha. É daqueles vinhos de longa guarda, ou seja, você pode comprar ele agora e deixar na sua adega por uns 20 anos e quando for abrir, só vai ter alegria (se bem guardado, é claro). Mas como a gente não estava afim de esperar tanto tempo, tratamos de abri-lo rapidamente, pois estavam todos curiosos para provar o tão famoso Arzuaga.

E o vinho é bom mesmo! Impressionante a potência que ele tem, com aromas de frutas vermelhas e negras e um toque de barrica, de chocolate e de fumo, mas muito bem colocados, elegantes e que davam até um certo perfume para o vinho.

Na boca é uma loucura. Impressionante como ele tem taninos jovens mas ao mesmo tempo que já pareciam prontos. Ou seja, não sei qual é a mágica que foi feita, mas o vinho estava pronto para ser bebido agora, mas sabíamos que ele poderia durar mais umas 2 décadas na garrafa.

Confesso que eu acabei não harmonizando com nada, pois como era bastante gente e eu só tinha uma taça do vinho, preferi ficar bebendo ele sozinho, sem comida para interferir. Dessa vez, o vinho harmonizou só com o vinho mesmo, mas pela sua potência, sem dúvida que precisa de comida, e das mais estruturadas, pois ele com certeza aguenta.

Se você puder comprar um para conhecer, eu recomendo fortemente. Na Europa custa em torno de 50 euros e aqui no Brasil é importado pela Decanter. Não sei o preço. E se preferir ir até a vinícola para comprar, eles têm um Hotel e Spa. Já aproveita e descansa um pouco bebendo bons vinhos. Veja o site da Arzuaga aqui.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2005, Espanha, Tempranillo0 Comments

Almad’Or Cabernet Sauvignon é um excelente vinho espanhol para o dia a dia

Almad’Or Cabernet Sauvignon é um excelente vinho espanhol para o dia a dia

Esse é mais um daqueles vinhos que estavam à disposição para provar no Encontro de Vinhos (dessa vez no evento de Ribeirão Preto, no final de 2011), mas que eu não consegui dar atenção a ele. Lembro-me de ter ido à mesa da Chaves Oliveira, que é o importador desse vinho e ter provado vários, mas com a correria do dia, acabei não conseguindo anotar nada e passou o tempo.

Por uma dessas boa coincidências da vida, um amigo esteve em minha casa e trouxe esse vinho para bebermos em um churrasco. Aí sim pude apreciar com calma e tranquilidade e vi que o vinho é bom mesmo.

Esse é um vinho espanhol, da região de Castilla e eu diria que é um Cabernet Sauvignon que tem “algo a mais”, que tira ele daquele patamar de mediano, subindo um degrau e diferenciando ele dos vinhos que bebemos no dia a dia.

Tem bons aromas e taninos macios, conferindo a ele uma facilidade grande para ser degustado. É daqueles vinhos “sem muita frescura”.

Não acho que precisa decantar e nem é pra você ficar meia hora com a taça no nariz tentando identificar dezenas de aromas. É pra abrir e apreciar.

No churrasco ele foi muito bem com as carnes com menos gordura. Tentei com aquele queijo coalho que se faz na grelha, mas não ficou muito legal. Costumo fazer também uma cebola, que deixo embrulhada no papel alumínio por um tempão e só tiro quando está completamente macia. Fica adocicada e fácil de comer. Essa cebola também foi bem com o vinho (não foi a melhor harmonização, mas deu certo).

Fica a dica para um bom (e barato) vinho da Espanha. Esse custa em torno de 40 reais na importadora.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2010, Cabernet Sauvignon, Espanha0 Comments

Valtravieso VT 2006

Valtravieso VT 2006

Sabe aqueles vinhos que você já imagina que vão ser “porrada” logo de cara? Aconteceu isso comigo quando eu vi o Valtravieso VT. Garrafa pesadona, rótulo preto, imponente. Aí vi que era um vinho da região de Ribera de Duero, na Espanha e feito 100% com a uva Tempranillo. Não que isso seja uma regra (e alías, longe disso), mas algo me dizia que vinha algo bem potente por alí.

Dito e feito. Quando abri a garrafa e coloquei na taça já senti que ele não estava para brincadeira. 5 anos de vida e o vinho parecia que tinha sido feito ontem. Sabe aqueles vinhos com aquela cor densa, que você não vê do outro lado da taça? É ele!

No nariz tem aqueles aromas de frutas negras, um pouco de pimenta e um toque de barrica, lembrando baunilha. Na boca é super potente, mostrando que os seus 14,5% de álcool estão ali, firmes e fortes.

Eu bebi esse vinho com um risoto de funghi com um medalhão de filé bem temperado. Foi muito bem. É bem verdade que eu acho que o vinho ainda passou um pouco por cima da comida, mas tudo bem. Como era um dia especial (aniversário da minha esposa),  tinha muito mais em jogo do que o vinho e a comida. E assim ficou tudo perfeito.

É um vinho que eu recomendo para quem gosta daqueles bem fortes, estrututurados. Ah, se quiser deixar ele na adega por mais alguns anos, acho que não vai ter problema nenhum. E se quiser saber mais sobre o vinho, veja o site da Valtravieso. A importadora é a Wine Society.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2006, Espanha, Tempranillo0 Comments

Gazur 2006

Gazur 2006

Gosto de vinhos evoluídos. Infelizmente bebo menos deles do que eu gostaria (por questão de oportunidades e também por conta dos valores. Custam caro). Vinhos antigos são paixões que muitos têm e quem já procou um vinho com mais idade deve ter sentido aquele sabor diferenciado, aquela sensação de estar “bebendo história”.

E em uma de minhas garimpagens, caí na Mistral, uma das melhores importadoras do Brasil. Eles têm uma ponta de estoque que fica bem escondidinha. Não contam pra ninguém, mas os vinhos estão lá, pra quem quiser pegar. Como eu já sei dessa história, sempre vou lá. E foi assim que eu encontrei o Gazur 2006, um vinho produzido por Telmo Rodriguez em Ribera de Duero. Só pra ter uma idéia, em 2011 a Mistral está com a safra 2009 sendo vendida.

Não é exatamente um vinho “antigo”, mas com certeza já tem alguma evolução. Resolvi arriscar e trouxe ele pra casa. Ao pesquisar sobre o vinho, vi que esse é feito com a uva Tempranillo e o mais interessante é que o produtor resolveu usar um método de plantação chamado “Bush vine”, ou seja, “vinha arbusto”. Ao contrário do que se pratica em geral, essa forma de plantação deixa a vinha parecendo um pequeno arbusto mesmo, com um monte de galhos.

Vinho aberto e parti com ansiedade para ver o que tinha, mas para a minha (infeliz) surpresa, o vinho já estava em total declínio. Ele soltou um último suspiro de aromas logo que foi aberto, mas um minuto depois já tinha ido tudo embora. Mais nada! Interessante que na boca estava até legal , mas só isso.

É, meus amigos. Nem sempre a gente acerta. Pensei que teria um vinho que estaria no ponto, mas não foi bem isso. Nem sempre a gente acerta e isso faz parte desse belo mundo do vinho. Então se você encontrar um Gazur de safra mais antiga, pense duas vezes. Talvez não encontre um vinho tão esplendoroso como imaginava.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2006, Espanha, Tempranillo0 Comments

Tops 2011 Vinhos de Corte – 3o Lugar

Tops 2011 Vinhos de Corte – 3o Lugar

Hora de conhecer o terceiro vinho (que ficou em 3o lugar). Vamos com um vinho que representa um país que pra mim foi uma grande revelação.

Amanhã tem mais, com o segundo lugar.
Um abraço
Daniel Perches

Posted in 2005, Cabernet Sauvignon, Espanha, Grenache, Videopost9 Comments

Sela 2008

Sela 2008

Esse foi o vinho campeão do Encontro de Vinhos de São Paulo, realizado em Agosto de 2011. O Sela 2008 competiu com aproximadamente 20 vinhos e foi eleito como o melhor do painel pelos jurados que estavam lá presentes. Eram jornalistas, blogueiros e sommeliers.

Durante o evento eu não consegui provar. Como sempre acontece, quando sai o resultado, todo mundo corre lá para conhecer o ganhador e eu acabo não conseguindo experimentar. Mas estive em outro evento e encontrei o pessoal da Expand, que é a importadora, e eles estavam com o Sela por lá. Não tive dúvidas e provei novamente. Aí pude realmente comprovar a sua qualidade.

Não é pra menos que ele ficou em primeiro. Esse vinho espanhol produzido na região de Rioja é do famoso produtor Bodegas Roda. Eles têm vinhos famosos, como o Roda I, que é também muito aclamado pela crítica.

O Sela 2008 é um corte de 96% de Tempranillo e 4% de Graciano. É daqueles vinhos que encanta muito tanto no nariz quanto na boca. No nariz tem aromas de frutas vermelhas como cereja, groselha e toques de frutas negras contrastando com um toque de madeira, mas nada que se sobressai muito, deixando o vinho bem elegante.

Na boca é muito potente e com taninos muito presentes, mas ao mesmo tempo a gente sente que ele é até macio, com um final muito gostoso, deixando um traço de notas minerais bem legal.

Se você gosta dos vinhos espanhóis, esse é um que tem qualidade e preço até relativamente acessível. Custa em torno de 100 reais na importadora (e pode variar de acordo com a cidade e frete) e acho que é um que pode entrar para a minha lista dos melhores do ano de 2011.

Os jurados do Encontro de Vinhos tinham razão. Ele realmente merece!

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2008, Espanha, Graciano, Tempranillo2 Comments

Ferrer Bobet 2007

Ferrer Bobet 2007

Conheço pessoas que seguem quase religiosamente as pontuações dos grandes críticos. Mas conheço também aquelas que têm verdadeira aversão e acham que isso é só uma jogada comercial ou que eles têm um gosto tendencioso, etc, etc.

Pra falar a verdade, eu não sou grande seguidor de notas, mas tenho que admitir que nunca me deparei com um vinho que recebeu nota alta dos grandes críticos e que era ruim.

Falo isso porque provei o Ferrer Bobet 2007, um vinho que recebeu 94 pontos do Robert Parker. E o nosso amigo Parker pode ser qualquer coisa, menos bobo. O vinho é realmente muito bom!

Produzido na região do Priorato com as uvas Cariñena (65%), Garnacha Negra (34%) e Cabernet Sauvignon (1%), esse é um vinho que impressiona. Quando eu provei ele estava no decanter já por uma meia hora mais ou menos, mas ainda estava com aromas um pouco fechados. Deixei um pouco na taça e vi que o vinho estava evoluindo, mas mesmo assim ainda tinha muito para mostrar.

É daqueles vinhos que têm um toque forte de frutas negras contrastando com os aromas vindos da barrica, mas o que mais me agradou foi o aroma que é típico da Carignan, que é o balsâmico. Tenho que confessar que sou apaixonado pela Carignan por seu toque balsâmico que me deixa quase que hipnotizado. E esse não fugiu à regra e mostrou toda a sua força com esses aromas.

Como eu disse, o vinho estava no decanter e é o que eu recomendo que se faça, caso você queira bebê-lo logo, pois é um vinho que com certeza pode evoluir muito ainda se guardado (coisa que eu não sei se aguento fazer por muito tempo).

E se for beber, acho que seria legal você ter também uma boa comida por perto, para acompanhar, pois ele merece. Tenho certeza que não vai se arrepender.

Esse é da Wine Society.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2007, Cabernet Sauvignon, Carignan, Espanha, Grenache0 Comments

PF (Pie Franco) 2009

PF (Pie Franco) 2009

Quando fui provar os vinhos novos da Wine Society, confesso que estava sem grandes expectativas. Não por não acreditar na importadora (aliás, muito pelo contrário, pois tenho provado vinhos excelentes deles), mas porque eu não tinha muitas informações.

Mas quando cheguei lá, para a minha felicidade, conheci excelentes vinhos que tinham acabado de chegar no catálogo e que me parece que valem muito a pena serem conhecidos.

Provei primeiro o Tocado 2009, um vinho jovem e muito fácil de beber e me encantei, o que já me deixou bem animado.

Aí, pra ajudar, provei depois o PF 2009. PF significa Pie Franco. E “pé franco” é um termo muito utilizado na enologia e significa que o pé é “original”, ou seja, nunca recebeu nenhum enxerto. E enxerto, pra quem também não sabe, é uma forma de se mudar o tipo de uva sem ter que arrancar o pé de vinha da terra. Eles cortam no talo e enxertam a nova muda, entã se você tinha originalmente um Merlot, por exemplo, e colocou um enxerto de Cabernet Sauvignon, aquela planta vira uma Cabernet Sauvignon, com todas as suas características. Praticamente um passe de mágica.

Mas no caso do PF, o pé é franco, ou seja, nunca foi enxertado. E aqui estamos falando da uva Bobal, que é um das uvas mais utilizadas na região de Manchuelo, na Espanha. Essa uva tinta é bem interessante e dá vinhos muito legais. Já provei alguns e gostei bastante, mas gostei em especial desse PF.

É um vinho muito intenso e com bom potencial de guarda (isso se você tiver paciência).  Tem aromas de frutas vermelhas, com um toque de chocolate, mas contrastando com um verde que parece banana verde. Uma coisa muito louca e que deixa a gente ao mesmo confuso mas também interessado no vinho.

Sua acidez muito presente e taninos marcantes também não passam despercebidos e pedem comida. É daqueles vinhos que você pode levar para uma degustação com amigos e falar: “Olha aqui esse vinho que eu trouxe, que é diferente de todos os que já provamos” e o risco de estar enganado é muito pequeno.

Gostei também do custo dele, que gira em torno dos 115 reais na importadora.

Ah, pra quem gosta das pontuações, esse ganhou 92 pontos do Robert Parker. Tá convencido agora? J

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2009, Bobal, Espanha0 Comments

Tocado 2009 (um excelente vinho bom e barato)

Tocado 2009 (um excelente vinho bom e barato)

A idéia era ir para uma degustação na Wine Society e conhecer alguns rótulos novos. Confesso que, pela correria, não prestei muita atenção às informações sobre os vinhos que degustaríamos. Mas como sabia que lá teria todas as informações, não me preocupei muito.

Cheguei lá na importadora (que aliás, tem um espaço para eventos muito legal. Já participei de alguns e foram muito bons) e fui muito bem recebido pelo Ari. O Ari é daqueles que tem um papo bom e que dá pra ficar conversando com ele sobre vinhos por horas. Mas papo vai, papo vem, chegou a hora de provar os vinhos. E eis que me surge o Tocado 2009, o primeiro da lista que iríamos degustar naquele dia. Já tomei uma “porrada”.

Sabem aqueles vinhos fáceis de beber? O Tocado é assim. Com taninos bem macios, aromas de frutas vermelhas maduras, corpo médio na boca e final bem gostoso, ou seja, é o que a gente espera de um bom vinho.

Gostei do vinho e acho que é uma excelente opção para aquelas pessoas que buscam os vinhos mais leves, mais frutados e que “não amarram muito a boca”.

Mas como o Ari é esperto, ele guardou a melhor surpresa para o final. Quando ele me falou o preço, quase comprei uma caixa. O vinho custa R$ 25. Isso mesmo, meus amigos, o vinho custa 25 reais. Não é fácil encontrar um bom vinho por esse preço, nem nos nacionais, imagina nos importados. Esse é espanhol, da região de Campo de Borja e é feito com 85% de Garnacha, 10% de Cabernet Sauvignon e 5% de Tempranillo.

É claro que não estamos falando de um vinho de guarda, daqueles super complexos que você encontra dezenas de aromas e fica com ele na taça por horas, só contemplando. Esse é daqueles pra comprar, abrir, beber e ser feliz.

Eu acho que já sei onde farei meu estoque de final de ano. E vou falar com o Ari. Esse sabe das coisas.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2009, Cabernet Sauvignon, Espanha, Grenache, Tempranillo6 Comments

Cava Freixenet Cordón Negro #cbe

Cava Freixenet Cordón Negro #cbe

Imagine-se em uma confraria com aproximadamente 30 membros, onde cada mês um dos confrades dá a sugestão do vinho que todos os outros vão provar naquele mês. Agora imagine que cada um é de uma região do país e todos farão isso remotamente. Pois é assim a Confraria Brasileira de Enoblogs, ou CBE (por isso que tem aquela #cbe na frente do post). Essa Confraria reune os blogueiros do Brasil e todo mês, no primeiro dia, nós postamos um vinho que foi sugerido por um dos participantes. Dessa vez eu que fui o responsável pela escolha e acabei optando por um espumante espanhol, o Cava. A minha escolha teve dois critérios: gosto muito de espumantes e não tinha visto ainda ninguém pedir Cava.

Os espumantes Cava são produzidos na região do Penedés, na Espanha. Em geral têm as uvas Macabeo, Parellada e Xarello, que são as uvas utilizadas na produção da Freixenet Cordón Negro. A Freixenet é uma vinícola conhecida mundialmente e que tem belos espumantes. A garrafa do Cordón Negro sempre me chamou a atenção por ser negra (sem dúvida uma alusão ao seu nome) e opaca, bem diferente do que estamos acostumados a encontrar.

É um espumante fresco, com notas cítricas e herbáceas. Tem uma certa complexidade e uma acidez bem correta (nada sobrando e nada faltando). Era o que eu esperava de uma marca tão famosa e não poderia deixar de ser diferente.

Esse vai entrar para a minha lista de bons espumantes. Não custa muito caro (em torno de 40 reais no freeshop, mas deve ser um pouco mais caro nas lojas), mas vale a pena provar. Eles fazem outros mais tops, que eu acabei ficando curioso.

Aproveitem e vejam a mais nova campanha da Freixenet, que retrata bem o espírito jovem e descolado que querem colocar na marca (e sinceramente, acho que está dando certo, pois eu sempre achei a marca muito cool).

Um abraço

Daniel Perches

Posted in Espanha, Macabeo, Parellada, Xarello1 Comment

Sabor Real Tempranillo 2008 – 90 pontos do Parker e custa menos de 50 reais

Sabor Real Tempranillo 2008 – 90 pontos do Parker e custa menos de 50 reais

Sabor Real é um vinho de uma vinícola relativamente nova, a Bodega Campiña, mas que pelo jeito veio para arrebentar. O vinho da safra 2008, feito com a uva Tempranillo, ganhou nada menos do que 90 pontos do Robert Parker.

Não resisti e comprei no supermercado e provei.

Posted in 2008, Espanha, Tempranillo6 Comments

Uma oportunidade para conhecer grandes vinhos pagando (relativamente) pouco

Uma oportunidade para conhecer grandes vinhos pagando (relativamente) pouco

Olha aí uma boa oportunidade para provar o famoso Pingus, um vinho espanhol de Ribera del Duero que é extremamente cultuado pelos enófilos e pela crítica. A Grand Cru da Bela Cintra (São Paulo) vai promover no dia 07 de julho uma degustação com os vinhos do famoso vinhateiro Peter Sisseck. Serão 5 vinhos (conforme lista abaixo) e claro que a estrela será o Pingus 2008, que recebeu 99 pontos do famoso crítico Robert Parker. Se considerarmos que a garrafa desse vinho custa quase 4 mil reais, vale a pena pagar a degustação para conhecer esse ícone. Mas não se prenda só ao Pingus, pois todos são altamente pontuados.

Se você pensa em comprar um desses vinhos, talvez essa seja uma boa chance de conhecer antes. Esses eu não conheço, mas não faltam (boas) credenciais. Se alguém aí for, depois me conte.

Wine list:
- Quinta Sardonia 2005 l RP 95
- Quinta Sardonia 2006 l RP 93
- Flor de Pingus 2007 l RP 95
- Flor de Pingus 2008 l RP 96
- Pingus 2008 l RP 99

Serviço:

Peter Sisseck – O gênio da Ribera Del Duero
Local: Grand Cru Bela Cintra – Rua Bela Cintra, 1799 – Jardins

Data: 7 de julho de 2011 (quinta-feira)

Horário: 20h

Investimento: R$ 380 por pessoa

RSVP: patricia_marketing@grandcru.com.br
Tel: 55 11 3062-6388

www.grandcru.com.br

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