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	<title>Vinhos de Corte &#187; Chile</title>
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		<title>La Fortuna Sauvignon Blanc 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 11:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vinícola La Fortuna fica na região de Curicó, a 200km ao sul de Santiago e faz vinhos de ótima qualidade. O destaque da linha pra mim é o Sauvignon Blanc, que é um vinho fresco, com muitos aromas e qualidade impecável. Esse que eu provei, depois de algum tempo em taça, apresentou ainda mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vinícola La Fortuna fica na região de Curicó, a 200km ao sul de Santiago e faz vinhos de ótima qualidade. O destaque da linha pra mim é o Sauvignon Blanc, que é um vinho fresco, com muitos aromas e qualidade impecável.</p>
<p>Esse que eu provei, depois de algum tempo em taça, apresentou ainda mais aromas de frutas. Vale abrir e deixar ele descansar um pouco.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xrvHpEy-wXM&amp;hl=pt&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/xrvHpEy-wXM&amp;hl=pt&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Aliwen Reserva Pinot Noir 2008</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 11:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mais legal do mundo dos vinhos é que quanto mais você sabe e conhece, mais você percebe que não sabe e não conhece nada. Eu nunca tinha ouvido falar nem visto nada da vinícola Undurraga, que é a produtora desse vinho. Comprei em uma ida a um evento tipo “outlet” por pura curiosidade. Aí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mais legal do mundo dos vinhos é que quanto mais você sabe e conhece, mais você percebe que não sabe e não conhece nada.</p>
<p>Eu nunca tinha ouvido falar nem visto nada da vinícola Undurraga, que é a produtora desse vinho. Comprei em uma ida a um evento tipo “outlet” por pura curiosidade. Aí comentei com algumas pessoas e praticamente todas com quem falei, conheciam a vinícola. Recentemente estive no Grand Tasting da Grand Cru e conversei com o enólogo que era proprietário da vinícola, por acaso. Fiquei bastante contente de saber que a Undurraga é uma bela vinícola e que tem ótimos vinhos, pois todos elogiaram.</p>
<p>E esse Pinot Noir não foge à regra. Gostei bastante do que eu encontrei, principalmente considerando o seu preço.</p>
<p>Produzido no Vale do Maipo, é um vinho com uma coloração rubi clara, levemente translúcida e praticamente sem halo de evolução. No nariz aparecem as notas de frutas vermelhas bastante maduras e um toque adocicado no final. Esse passa por barrica durante 6 meses.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/aliwen_pinot_noir_reserva_2008.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2108" title="aliwen_pinot_noir_reserva_2008" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/08/aliwen_pinot_noir_reserva_2008.jpg" alt="" width="80" height="220" /></a>Em boca a sua acidez é alta e seu final não tem amargor. Todos os requisitos que eu esperava em um vinho como esse. É um bom Pinot Noir que custa na faixa de 30 reais. Não é fácil encontrar vinhos dessa casta por esse valor.</p>
<p>Esse é encontrado no Carrefour e vale a pena ser provado. Deve ir muito bem com carnes leves e brancas. Dá pra arriscar com queijos também. Eu provei com um queijo com geléia de damasco. Não foi o casamento perfeito, pois deu um toque de amargor no final, mas também não foi a pior combinação. Pode ser melhorado com alguma geléia que tenha menos açúcar.</p>
<p>É tentar para saber, não é mesmo?</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Primus 2007</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 11:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de provar o Primus 2006, provei o mesmo vinho da safra seguinte. Esse é produzido com as uvas Cabernet Sauvignon, Syrah, Merlot e Carmenere. Uma beleza de vinho, que vale a pena comprar pra conhecer (e também para guardar, se conseguir).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/B8sgWhR0bOs?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/B8sgWhR0bOs?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Entrevista com Felipe Marin</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 22:20:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Conversamos com Felipe Marin, enólogo da<strong> Casa Marin</strong>, que veio ao Brasil apresentar seus vinhos, que são importados pela Vinea.</p>
<p>Veja a entrevista no vídeo abaixo. <a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/vinhos-casa-marin/" target="_blank">Veja também os meus comentários sobre os vinhos degustados.</a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/L3Fi63rARUY?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/L3Fi63rARUY?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>A força de uma marca</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 11:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava de passagem em um shopping de São Paulo e resolvi entrar em uma loja de vinhos. Entrei só para olhar (pelo menos dessa vez eu me controlei) e nesse curto período que eu fiquei por lá, tive a oportunidade de presenciar um fato interessante. Entrou um senhor de terno, daqueles que realmente parecem bem de vida e foi logo procurando a vendedora. Não hesitou e pediu: Você tem aí o Almaviva?</p>
<p>Aqui abro um parêntese antes de continuar a história. Almaviva é um vinho ícone produzido no Chile, que chega para nós aqui por aproximadamente 600 reais. E realmente é um vinho espetacular. Parêntese fechado.</p>
<p>Voltando então à história, a vendedora gentilmente falou que não tinha mais nenhuma garrafa, mas que tinha outros vinhos que poderia apresentar ao senhor. Ele então aceitou, um pouco resignado, e respondeu: OK, o que você tem então que seja um vinho bom como o Almaviva? É pra presente.</p>
<p>Nessa hora percebi a força da marca. O homem estava em busca de um “vinho de qualidade”, representado ali, pra ele, pelo Almaviva. A loja obviamente tinha outros rótulos de ótima qualidade, tanto do Chile quanto de outros países. Em minha opinião, ele poderia inclusive levar vinhos de até melhor qualidade e talvez até de menor preço, pelo que conheço do portfólio da loja.</p>
<p>Mas sabem o que aconteceu? Ele foi embora sem comprar. Ele queria mesmo era o Almaviva!</p>
<p>Quantas vezes não vemos as pessoas ostentando “BMW” e não “carro novo”, ou “Prada” e não “bolsa nova”? É, meus amigos, é assim também no mundo do vinho. E sorte do produtor que conseguiu fazer com que sua marca tenha sido reconhecida assim pelos seus consumidores.</p>
<p>Se você estiver procurando por um presente desse nível, seja para você ou para outra pessoa, saiba que um Almaviva fará o papel de forma impecável. É um vinho memorável e que desperta paixões (inclusive a minha). Mas saiba também que existem outros que estão à altura.</p>
<p>Viva a qualidade das marcas. E viva o Almaviva!</p>
<p>Um brinde</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Vinhos Casa Marin</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 11:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais um dos almoços para recepcionar os jornalistas e imprensa, o pessoal da Vinea nos recebeu junto com o Felipe Marín, que veio apresentar os seus vinhos, da sua tão famosa Casa Marin. Esses vinhos são famosos e cultuados aqui no Brasil e eu ainda não tinha tido a chance de conhecê-los. Provei e aprovei. São realmente muito bons e dignos de todos os comentários que fazem por aí.</p>
<p>Abaixo conto um pouco sobre os que eu provei:</p>
<p><strong>Casa Marin Sauvignon Gris 2008<br />
</strong>Eu só tinha provado um vinho até hoje feito com essa casta. Fiquei espantado com a sua qualidade. Com uma coloração praticamente translúcida, é um vinho muito fresco, com toques minerais e florais, acompanhando frutas brancas frescas. Tem até um leve frizante, de tanta acidez. Mas não se engane pensando que isso pode ser um defeito, pois o vinho é muito correto em boca, equilibrado e com um belo final. Acompanha perfeitamente um dia de calor, com uns petiscos como anéis de lula, por exemplo.</p>
<p><strong>Casa Marin Laurel Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Com uma coloração palha um pouco mais escura que o Sauvignon Gris (mas ainda assim bastante claro), mostrou aromas típicos dessa casta, lembrando frutas brancas e um toque floral. Bastante fresco. Alta acidez e final médio a longo.</p>
<p><strong>Casa Marin Cipreses Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Produzido com uvas de outro bloco de vinhedos, esse se mostrou ainda um pouco mais escuro que o anterior, mas com a mesma qualidade. Frutas bastante presentes e uma ótima acidez. Vinho para se beber tranquilamente sem se preocupar com comida (só com a companhia).</p>
<p><strong>Casa Marin Riesling Miramar 2007<br />
</strong>Acredito que se colocar esse riesling ao lado de outros da mesma casta, vindos do Velho Mundo, ele será facilmente confundido. Toque petroláceo bem presente, pedra de isqueiro, leve floral e frutas em abundância. Um belíssimo riesling, que me lembrou que eu preciso beber mais vinhos dessa casta.</p>
<p><strong>Casa Marin Gewurztraminer Casona 2008<br />
</strong>Como os anteriores, esse também apresentou as notas típicas dessa casta, destacando-se o floral bastante aberto (como pétalas de rosas) e frutas brancas, com destaque claro para a lichia.</p>
<p><strong>Casa Marin Pinot Noir Três Viñedos 2009<br />
</strong>Esse Pinot Noir mostrou-se jovem e leve, como deve ser. Destacaram-se as frutas vermelhas mais adocicadas. Seu final é um pouco quente, mas totalmente correto. Bom vinho. Ótimo para acompanhar carnes leves.</p>
<p><strong>Cartagena Carmenere 2009<br />
</strong>Frutas tropicais vermelhas deram o toque adocicado para o vinho, que me pareceu um bom representante dessa que é a casta emblemática do Chile. Sinceramente, não me chamou muito a atenção, talvez por ter provado outros tão expressivos, mas é um vinho bastante correto e para quem gosta dessa uva, é uma boa opção, com ótima qualidade.</p>
<p><strong>Cartagena Cabernet Sauvignon 2008<br />
</strong>Mais um que não me fez muito a cabeça. Apesar de ter conversado com o Felipe e perguntado pra ele sobre a acidez desses vinhos (que nos tintos me pareceu que faltou um pouco) e ele ter me dito que tem é acidez demais, me pareceu um vinho um pouco leve para o que eu gostaria de ter em um Cabernet Sauvignon. Mas foi muito bem com a carne servida no dia.</p>
<p><strong>Casa Marin Lo Abarca Pinot Noir 2006<br />
</strong>Agora a “brincadeira começou a ficar séria”. Esse é um Pinot Noir de respeito. Frutas muito presentes, acidez corretíssima e final longo. Um vinho para se beber tranquilamente, sem pressa. Belíssimo. Vale provar para conhecer bons pinots do novo mundo.</p>
<p><strong>Casa Marin Litoral Pinot Noir 2003<br />
</strong>Melhor Pinot Noir do Novo Mundo que eu já provei até hoje. Não posso deixar de falar isso. Fiquei impressionado com a sua qualidade. Um vinho com 7 anos de vida e com muitos ainda pela frente. Depois de aerado um pouco, melhorou ainda mais. Como disse o nosso amigo Ivan (da Vinea), naquela garrafa tem “uns 4 vinhos diferentes”. É só o deixar respirar um pouco e com certeza terá belas surpresas. Esse eu nem preciso comentar, porque sua qualidade fala por si.</p>
<p><strong>Casa Marin Miramar Syrah 2005<br />
</strong>Esse vinho apresentou algumas características típicas da uva Syrah, como um toque de especiarias, leve chocolate no final, mas é outro que eu achei que faltou acidez, deixando o vinho um pouco “sem graça”. Mas isso pode ter sido obra do “efeito Pinot Noir Litoral” que eu tinha acabado de provar&#8230;</p>
<p>Bem, depois de todos esses belos vinhos, ainda tivemos uma salada com camarões com o Riesling para acompanhar (que foi muito bem harmonizado) e na seqüência um tornedor de filé ao molho madeira, que aí sim, os vinhos Syrah e Cabernet combinaram bem.</p>
<p>Conseguimos uma entrevista com o Felipe Marin, que em breve estará aqui no blog também.</p>
<p>A Vinea tem nos fundos de sua loja um belíssimo restaurante que funciona às noites (sob reserva) e você pode comprar o vinho para beber, a preço de loja. Eu já estou me agendando para ir lá beber mais do Litoral&#8230;</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Max Weinlaub, enólogo da Viña Maipo, apresenta seus vinhos</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 11:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais um daqueles encontros com bastante descontração e alegria, o pessoal da Ravin trouxe o enólogo chefe (e astro dos vídeos da vinícola), Max Weinlaub, para nos apresentar os vinhos da Viña Maipo. A vinícola nasceu em 1948 e em 1968 foi adquirida pela Concha y Toro (uma das maiores do mundo). A partir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais um daqueles encontros com bastante descontração e alegria, o pessoal da Ravin trouxe o enólogo chefe (e astro dos vídeos da vinícola), Max Weinlaub, para nos apresentar os vinhos da Viña Maipo.</p>
<p>A vinícola nasceu em 1948 e em 1968 foi adquirida pela Concha y Toro (uma das maiores do mundo). A partir de 1978 focou-se no mercado internacional, principalmente no mercado escandinavo. Atualmente exporta para mais de 60 países. Dá pra imaginar o trabalho que é feito por lá, não?</p>
<p>Max veio apresentar seus vinhos e também o seu “projeto Syrah”, que tem o intuito de promover essa casta, seja em cortes, entrando como complemento para trazer complexidade ou sozinha, como é o caso do vinho top, o <em>Limited Edition</em>. Acredito que o Max saiba bem o que faz, pois são realmente muito bons. Abaixo estão os vinhos provados.</p>
<p><strong>Espumante Brut<br />
</strong>Uvas: Chardonnay (70%), Chenin Blanc (15%) e Riesling (15%)<br />
Foi servido para “abrir os trabalhos”. Coloração amarelo palha com reflexos verdeais, apresentou aromas de frutas brancas, leve tostado e adocicado no final. É feito pelo método Charmat.</p>
<p><strong>Gran Devoción Sauvignon Blanc 2008<br />
</strong>Uva: 100% Sauvignon Blanc<br />
O Chile e em específico o vale de Casablanca produz vinhos feitos com essa casta com muita qualidade. A sua alta amplitude térmica contribui bastante para isso. Esse vinho mostrou-se com bastante tipicidade, trazendo aromas de frutas brancas, maracujá, cítricos. Um belíssimo vinho. Em boca apresentou bom corpo, mas sua acidez poderia ser um pouco mais alta, o que não compromete em nada o vinho, que aliás, em minha opinião, foi um dos melhores do painel do dia. Em conversa com o Max, ele nos disse que a safra 2010 (ainda não disponível) está com bem mais acidez. Eu ficarei atento para comprar assim que chegar.</p>
<p><strong>Gran Devoción Carmenere-Syrah 2008<br />
</strong>Uvas: Carmenere (75%) e Syrah (25%)<br />
A Syrah atuou trazendo aromas de especiarias e quebrando um pouco o adocicado da Carmenere. Vinho bastante equilibrado e com ótimo final. Uma bela combinação, mostrando perfeitamente a atuação da Syrah dentro do conjunto.</p>
<p><strong>Gran Devoción Syrah- Petit Syrah 2008<br />
</strong>Uvas: Syrah (80%) e Petit Syrah (20%)<br />
Tenho que admitir que sou fã da uva Petit Syrah, então a minha avaliação “isenta” fica um pouco comprometida. Achei que foi um dos melhores do dia. Mesmo só com 20% de Petit Syrah, o vinho mostrou-se com notas típicas dessa casta, lembrando especiarias. Nariz franco, com aromas bem demarcados. Em boca achei um pouco quente, mas sem comprometer.</p>
<p><strong>Gran Devoción Cabernet-Syrah<br />
</strong>Uvas: Cabernet Sauvignon (85%) e Syrah (15%)<br />
A Cabernet Sauvignon trouxe elegância para o vinho, deixando-o mais corpulento e com aromas mais voltados para o tabaco, chocolate e madeira. É um vinho que merece um tempo de aeração ou até mesmo mais algum tempo de garrafa.</p>
<p><strong>Limited Edition Syrah 2007<br />
</strong>Uvas: Syrah (98%) e Cabernet Sauvignon (2%)<br />
Esse é o vinho top da vinícola e vejam o esmero do enólogo, colocando somente 2% de Cabernet Sauvignon na mescla. Um grande vinho, que merece aeração por algum tempo para se abrir. Talvez seja até melhor guardá-lo por algum tempo, mas quem é que consegue? Esse vinho está na faixa dos 100 reais (na importadora) e pra mim é um dos melhores nessa faixa de preço.</p>
<p>Só posso agradecer ao Max e ao pessoal da Ravin, por mais um belo almoço com ótimos vinhos.</p>
<p>E com essa apresentação, ficou pra mim a tarefa de conhecer um pouco mais sobre o mercado de vinhos da Escandinavia, mas principalmente da Suécia, afinal de contas, eu morei lá. Vou consultar algumas pessoas e depois conto aqui.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Espumante Santa Carolina Brut</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 12:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[Chardonnay]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[espumante]]></category>
		<category><![CDATA[Valle Central]]></category>

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		<description><![CDATA[É fato que os espumantes nacionais estão dando show por onde passam. E realmente, a qualidade tem sido praticamente imbatível. Mas eu gosto bastante de garimpar e encontrar novos rótulos. A gente não deve nunca fechar a nossa cabeça para os vinhos. O legal é sempre provar novos rótulos. E foi assim que eu encontrei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É fato que os espumantes nacionais estão dando show por onde passam. E realmente, a qualidade tem sido praticamente imbatível.</p>
<p>Mas eu gosto bastante de garimpar e encontrar novos rótulos. A gente não deve nunca fechar a nossa cabeça para os vinhos. O legal é sempre provar novos rótulos.</p>
<p>E foi assim que eu encontrei o Espumante Santa Carolina Brut, no Pão de Açúcar. Eu nunca tinha visto esse espumante por lá (ou pelo menos nunca tinha reparado) e resolvi arriscar.</p>
<p>Esse é feito 100% com a uva Chardonnay, produzido no Vale Central, no Chile. E como eu não agüento muito tempo com meus espumantes guardados, eu comprei e já abri. Resolvi harmonizar com um churrasco “de apartamento”, feito com espetinhos de lingüiça e de queijo coalho.</p>
<p>Mas antes vamos falar sobre o espumante. Com uma coloração amarelo palha, com reflexos dourados, tem uma espuma boa, mas seu perlage deixou um pouco a desejar. Suas bolhas, apesar de contínuas, não eram muito abundantes.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/santacarolina_brut.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1945" title="santacarolina_brut" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/santacarolina_brut.jpg" alt="" width="63" height="220" /></a>No nariz apresentou aromas de frutas secas como damasco e alguma semente, lembrando castanhas. Há também um leve adocicado no final do aroma.</p>
<p>Em boca mostrou uma boa acidez (mas nada excepcional), mas um leve amargor me incomodou um pouco.</p>
<p>A harmonização foi muito bem. Tanto o queijo quanto a lingüiça se deram bem com ele e até o amargor foi amenizado.</p>
<p>É um espumante interessante, mas que eu não beberia sem acompanhamento. O churrasco o melhorou sensivelmente.</p>
<p>Como falei, é encontrado na rede Pão de Açúcar, por um valor em torno dos 23 reais. Parece-me um valor justo pra esse espumante.</p>
<p>É, meus amigos, mais um ponto para os nossos espumantes.</p>
<p>E pra encerrar, deixo a pergunta: será que aqui é a terra do Merlot mesmo?</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Vinhos Matetic na Grand Cru</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 11:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2007]]></category>
		<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Franc]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Merlot]]></category>
		<category><![CDATA[Pinot Noir]]></category>
		<category><![CDATA[Sauvignon Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[degustação]]></category>
		<category><![CDATA[Vale de Casablanca]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa semana foram apresentados os vinhos da Matetic pela Grand Cru, em degustação realizada na loja da Bela Cintra. A degustação contou com a presença da Enóloga, a Sra. Paula Cárdenas, o seu diretor de exportação e o proprietário. Todos pessoas bastante simpáticas e agradáveis. A Matetic é uma vinícola chilena relativamente nova, que foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana foram apresentados os vinhos da Matetic pela Grand Cru, em degustação realizada na loja da Bela Cintra. A degustação contou com a presença da Enóloga, a Sra. Paula Cárdenas, o seu diretor de exportação e o proprietário. Todos pessoas bastante simpáticas e agradáveis.</p>
<p>A Matetic é uma vinícola chilena relativamente nova, que foi fundada oficialmente em 1999. Seus proprietários, de origem croata, emprestaram seu sobrenome aos vinhos. São 120 hectares de vinhedos orgânicos e certificados, localizados no Vale do Rosário, que fica a 120 km de Santiago, a capital.</p>
<p>Possuem duas linhas de vinhos. A EQ (que vem de equilíbrio) e a Corralillo (que é o nome da antiga bodega que se situava no mesmo local). São vinhos muito aromáticos e com grande caráter. Vinhos para se beber com carinho, pois demonstram realmente uma ótima qualidade e esmero na produção.</p>
<p>Foram provados 5 vinhos, que relato aqui um pouco sobre eles.</p>
<p><strong>EQ Sauvignon Blanc 2009<br />
</strong>R$ 59,00<br />
Pra mim foi um dos melhores vinhos do dia. É um Sauvignon Blanc com grande tipicidade, com aromas muito francos e intensos de frutas brancas e cítricos. Aparece também o famoso  “xixi de gato”, mas sem incomodar. Na boca, grande refrescância, excelente acidez e aquela sensação de “picar a língua”. Seu final é bem longo e saboroso. Um grande vinho por um valor excelente.</p>
<p><strong>EQ Pinot Noir 2008<br />
</strong>R$ 130,00<br />
Ao ser servido, esse vinho exalou seus aromas de longe. Possui uma coloração mais intensa do que os Pinot Noirs da Borgonha e chega até a parecer um vinho mais encorpado. Aromas de frutas vermelhas frescas com um leve toque de madeira. Em boca é um pouco mais quente do que eu esperava, mas tem taninos muito agradáveis e macios. Final de média intensidade, mas bem correto. É um Pinot Noir que acompanha os pratos já bem conhecidos como patês suaves, pratos à base de frango sem muito tempero, mas que pode-se arriscar com outros mais carregados.</p>
<p><strong>Corralillo Corte 2007<br />
</strong>R$ 85,00<br />
Como o próprio nome diz, é um corte. Tem 44% de Cabernet Franc, 30% de Merlot e 26% de Malbec. Um vinho bem aromático e de coloração bastante intensa. Toques de frutas vermelhas adocicadas e um leve aroma animal (couro), contrastando com aromas de chocolate. Bastante macio em boca e com um final de média intensidade, mas sem amargor. A enóloga recomenda guardar esse vinho por mais um ou dois anos, pois ele deve evoluir. Concordo com ela e acho que via tornar-se um vinho de ótimo custoXbenefício.</p>
<p><strong>Corralillo Syrah 2008<br />
</strong>R$ 85,00<br />
Esse vinho tem uma impressionante intensidade cromática. Intransponível. Pinta a taça ao ser agitado. Aromas ainda fechados, com toques de madeira, chocolate, groselha e especiarias. Em boca mostra um bom corpo e taninos bem tratados. Com certeza vai evoluir ainda mais com o tempo, mas também está pronto para consumo, desde que com pratos bem estruturados.</p>
<p><strong>EQ Syrah 2007<br />
</strong>R$ 140,00<br />
Uma “jóia” da vinícola, que se mostra com uma coloração ainda mais intensa. Feito a partir de vinhas antigas que produzem apenas 2kg por planta. As raízes antigas das plantas permitem que os nutrientes sejam buscados bem no fundo do solo, trazendo boas características aos vinhos. Tem um leve toque herbáceo, frutas vermelhas maduras, especiarias. Em boca, ótimo corpo, tanino de excelente qualidade e muito equilíbrio. Final longo e sem amargor. Realmente é um grande vinho.</p>
<p>Mais uma vez agradeço o pessoal da Grand Cru (e a Camila Perossi, a simpática assessora) pela excelente degustação. Foi muito bom conhecer esses belos vinhos, que chegaram recentemente à Grand Cru (estavam em outra importadora). Ainda sobre a bodega, eles estão abertos à visitação e ao turismo. Pelas imagens, trata-se de uma vinícola que vale a pena conhecer. Para saber mais sobre eles, <a href="http://www.mateticvineyards.com/" target="_blank">acesse o site da Matetic aqui</a>.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
<p><a href="http://www.mateticvineyards.com/"></a></p>
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		<title>Vinhos Altaïr apresentados na Grand Cru</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 11:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Franc]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Sauvignon]]></category>
		<category><![CDATA[Carmenere]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[Cachapoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive na semana passada na Grand Cru da Bela Cintra (São Paulo) para uma degustação / apresentação dos vinhos da chilena Altaïr. Seus vinhos são bem conhecidos dos enófilos e muito apreciados devido à sua excepcional qualidade. O Sr. Renée Vasquez apresentou os 3 vinhos (que descrevo abaixo) mostrando grande conhecimento de seu produto e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive na semana passada na Grand Cru da Bela Cintra (São Paulo) para uma degustação / apresentação dos vinhos da chilena Altaïr. Seus vinhos são bem conhecidos dos enófilos e muito apreciados devido à sua excepcional qualidade.</p>
<p>O Sr. Renée Vasquez apresentou os 3 vinhos (que descrevo abaixo) mostrando grande conhecimento de seu produto e principalmente amor por ele. Aliás, não só amor pelos vinhos, mas também pelo Chile. Ao final, nos mostrou a camisa da seleção chilena. Até então eu estava concordando em tudo com o que ele dizia, mas quando nos disse que o Chile ganharia a Copa do Mundo, tive que ser contra. Mas vamos deixá-lo feliz por enquanto, pois sonhar não custa nada, não é mesmo? <img src='http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ainda um pouco sobre a vinícola, Altaïr é o nome de uma estrela. É a estrela mais brilhante da constelação de Áquila e é a única estrela que em setembro pode ser vista pelo hemisfério sul e norte ao mesmo tempo. E realmente a vinícola Altaïr brilha. Situada no vale de Cachapoal, mais precisamente no “Alto Cachapoal”, como eles mesmos denominam, está a 800 metros acima do nível do mar e sobre grande influência da sua situação climática, tendo uma grande amplitude térmica com grande fator. No alto Cachapoal há uma grande variedade de solos também, e todos foram mapeados pela vinícola, para que se possa aproveitar o melhor possível de cada um deles. Os vinhos produzidos lá possuem uma alta graduação alcoólica natural, mas mostram-se muito bem equilibrados, talvez pela sua acidez também acentuada. São vinhos de excepcional qualidade e que valem a prova. Vamos a eles:</p>
<p><strong>Icono 2004<br />
</strong>R$ 58,00<br />
Produzido somente com Cabernet Sauvignon, o vinho apresentou-se em sua maturidade plena, com reflexos já granada em suas bordas. Aromas de frutas vermelhas, toques de baunilha, pimentão e um pouco de chocolate. Em boca mostrou-se bastante redondo e com um final médio, mas sem amargor.</p>
<p><strong>Sideral 2005<br />
</strong>R$ 139,00<br />
Esse vinho é produzido com Cabernet Sauvignon (87%) e Carmenere (13%) e fica de 12 a 15 meses em barricas para afinamento. Um vinho muito elegante, já tendendo ao estilo do velho mundo. O vinho mostrou-se bastante jovem ainda em taça, com coloração rubi intensa e pequeno halo de evolução. Seus aromas lembram frutas vermelhas em compota e um leve toque balsâmico. O corte desse vinho não é fixo a cada safra. Nesse só tivemos 2 castas, mas em outros anos produziu-se com algumas outras. O vinho evoluiu muito em taça depois de algum tempo, mostrando toques fortes de chocolate, tanto no nariz quanto na boca. Muito bom!</p>
<p><strong>Altaïr 2004<br />
</strong>R$ 290,00<br />
É o vinho mais clássico da vinícola e é produzido a partir de plantas que produzem somente 1kg de fruta por pé. Há um cuidado muito especial para a produção desse vinho. A safra desse ano foi feita com um corte de 73% de Cabernet Sauvignon, 15% de Syrah, 11% de Carmenere e 1% de Cabernet Franc. Lembra o estilo de Bordeaux pela sua classe e porte. Novamente encontramos as frutas vermelhas, mas agora mescladas com toques de chocolate, defumados, madeira molhada e bosque. Seu final é bastante longo e suave. Um vinho muito interessante e que apesar de seu alto preço, vale a pena.</p>
<p>Fica então a dica para quem está procurando bons vinhos chilenos. Esses não têm como errar.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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