Depois de provar o Espumante Gran Legado Brut Charmat, foi a vez de provar o seu “irmão”, feito pelo método Champenoise.
Posted on 15 abril 2012.
Depois de provar o Espumante Gran Legado Brut Charmat, foi a vez de provar o seu “irmão”, feito pelo método Champenoise.
Posted in Brasil, Chardonnay, Pinot Noir0 Comments
Posted on 14 abril 2012.
Como sempre digo, promessa é dívida por aqui. O Vinícius Pacheco, que lê o blog pediu para que eu provasse os espumante da Gran Legado. Pedido aceito e aqui está o resultado.
Provei o Charmat (que vou falar hoje) e também o Champenoise. A idéia era fazer um vídeo como Charmat, mas infelizmente tive um problema técnico e não deu, mas na sequência você vai poder ver o vídeo sobre o Champenoise.
Esse espumante é produzido com as uvas Chardonnay e Pinot Noir e feito pela vinícola Wine Park. O nome moderno, em inglês, condiz com a sua idade. Vinícola jovem, mas que vem com toda a força para se posicionar no mercado.
O espumante é legal, mas eu esperava um pouco mais dele. Achei que os os seus aromas estavam um pouco tímidos, sem aparecer muito. O que deu pra identificar foram algumas frutas brancas, leve toque mais adocicado, tendendo até para o mel. Na boca ele é bem correto, mas nada que me empolgou. Como dizem por aí, é um bom “espumante para beira de piscina”, daqueles mais decompromissados, sem grande complexidade e sem exigir que você fique procurando aromas e sabores.
Vale a pena conhecer, mas não espere muito. Pelo preço (abaixo dos 50 reais), me pareceu até ma boa compra, que na verdade é muito mais pela curiosidade.
Um abraço
Daniel Perches
Posted in Brasil, Chardonnay, Pinot Noir1 Comment
Posted on 09 abril 2012.
Essa você tem que ver! A Ravin, que é contra a Salvaguarda para o Vinho Brasileiro (Não sabe do que eu estou falando? Veja aqui o post sobre o assunto) criou uma ação muito boa. Vai vender 3 (excelentes) rótulos do seu portfólio com o valor que nos custaria sem os impostos. E pra termos uma idéia do dano que esse famigerado Salvaguarda vai nos causar, vejam abaixo do release o valor atual do vinho, o valor que ficaria com o Salvaguarda e por quando estão vendendo.
Eu só posso dizer uma coisa: #chupasalvaguarda
==============================
UM PROTESTO A SALVAGUARDA
Importadora fará ação inédita para venda de produto sem o custo dos impostos
O mercado de vinhos no Brasil passa por um momento de turbulência depois do pedido de salvaguarda ao vinho nacional.
O pedido foi encaminhado em conjunto pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), pela União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), pela Federação das Cooperativas do Vinho (Fecovinho), e pelo Sindicato da Indústria do Vinho do Rio Grande do Sul (Sindivinho). Neste pedido são pleiteadas várias sanções aos vinhos importados, que vão desde aumentar o imposto de importação de 27% para 55% até a imposição de cotas para cada país.
Estes órgãos alegam que o mercado nacional precisa de proteção para que se torne competitivo e possa brigar por espaço junto com os vinhos finos importados.
A Ravin se posiciona contra este pedido, uma vez que o protecionismo não alcançará o objetivo esperado. Este tipo de medida não fará com que os vinhos brasileiros sejam mais consumidos.
Como uma forma de protesto e com o objetivo de levar ao conhecimento do consumidor a possibilidade de aumento de impostos, a importadora fará uma campanha durante o mês de Abril para venda de vinhos sem repasse do valor dos impostos. Três rótulos ilustrarão esse cenário, todos italianos: Montessu IGT 2008, Le Difese IGT 2009 e Barrua IGT 2005/2006. Será informado o preço atual, o novo preço com a entrada da salvaguarda e o preço sem os impostos.
A importadora, juntamente com grandes parceiros do varejo, como Empório VIP/Rei dos Whiskys e Vinhos, Ville du Vin Alphaville e Moema, Empório Mercantil, BR Bebidas, Casa Lisboa, Supermercado Kanguru, Enoteca Cavatapp, Detetives do Vinho, Divinum entre outros, darão a oportunidade aos consumidores de conhecerem quanto realmente custa um vinho importado e mais abastecer suas adegas a preços jamais vistos.
Posted in Brasil8 Comments
Posted on 09 abril 2012.
O Encontro de Vinhos OFF vai ser no dia 23 de abril, na Bendita Hora de Perdizes (Rua Wanderley, 795). Começa as 14h e vai até as 22h.
E se você reparou, ele acontece um dia antes da ExpoVinis, que é a maior feira de vinhos da América Latina. A idéia é essa mesmo, pois queremos fazer um evento menor, voltado para os produtores e importadores que querem expor seus produtos com calma, sem grandes tumultos e para um público bem especializado.
Com o Encontro de Vinhos OFF damos oportunidades para produtores como a Gloria Reynolds, o Douro Family Estates e o Secret Spot, que vêm de Portugal direto para o nosso evento. Se você conhece os vinhos desses produtores, sabe da qualidade que estou falando. Se não conhece, recomendo fortemente que vá ao evento para provar e aproveitar para conhecer o produtor, que estará lá pronto para tirar todas as nossas dúvidas.
Além desses produtores temos muito mais novidades. Veja abaixo a nossa lista de expositores.
Não esqueça, o Encontro de Vinhos OFF é no dia 23 de abril, a partir das 14h, na Bendita Hora (Rua Wanderley, 795).
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
||
![]() |
![]() |
|
![]() |
||
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
Posted in 2012, Brasil, Encontro de Vinhos0 Comments
Posted on 04 abril 2012.
Acabei de receber esse comunicado através da Vinícola Basso e achei importante compartilhar. São informações vindas através do Ibravin. Se procederem, talvez possamos ficar mais tranquilos. Só não saberia responder quanto à imagem do vinho brasileiro, que realmente foi bem desgastada nesses últimos dias.
A VERDADE SOBRE A SALVAGURDA PARA OS VINHOS BRASILEIROS
O BRASIL ESTÁ EM UM MOMENTO HISTÓRICO: PRECISA DECIDIR SE QUER SER SOMENTE UM PAÍS IMPORTADOR DE VINHOS OU SE TAMBÉM DESEJA TER UMA PRODUÇÃO NACIONAL DE QUALIDADE.
Mentira nº 1: A salvaguarda vai aumentar a taxa de importação dos vinhos estrangeiros de 27% para 55%.
> A verdade: O setor vitivinícola brasileiro não pediu e não quer o aumento de impostos para os vinhos importados. O próprio governo federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), já se pronunciou pela imprensa que, se implantada a salvaguarda para os vinhos brasileiros, a taxa de importação não será aumentada.
Mentira nº 2: A salvaguarda vai diminuir a oferta e a variedade de vinhos estrangeiros no Brasil.
> A verdade: Se a salvaguarda for implantada pelo MDIC, as cotas de entrada de vinhos por países serão estabelecidas por uma média dos últimos três anos. Ou seja, não haverá diminuição da diversidade atual. São Paulo é a terceira capital no mundo (só perde para Londres e Nova Iorque) em termos de rótulos de vinhos à disposição dos consumidores. Quando falamos em estabelecer cotas para os vinhos estrangeiros, isso não quer dizer que queremos restringir a oferta atual. Só queremos monitorar o enorme crescimento registrado nos últimos anos. Só no primeiro bimestre deste ano, as importações de vinhos cresceram 35% no país.
Mentira nº 3: O pedido de salvaguarda foi feito pelas grandes vinícolas do país.
> A verdade: Quatro entidades representativas do setor vitivinícola brasileiro entraram com o pedido de salvaguarda no MDIC. São elas: o Instituto Brasileiro do Vinho (IBRAVIN), a União Brasileira de Vitivinicultura (UVIBRA), a Federação das Cooperativas do Vinho (FECOVINHO) e o Sindicato da Indústria do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (SINDIVINHO). Nenhuma vinícola brasileira, de forma isolada, deve ser responsabilizada pelo pedido, feito em 1º de julho de 2011. Várias empresas tiveram informações colhidas, de acordo com a legislação, para embasar tecnicamente o pedido de salvaguarda.
Mentira nº 4: A salvaguarda vai favorecer as grandes vinícolas brasileiras e prejudicar as pequenas.
> A verdade: Na prática, apenas três vinícolas faturam acima de R$ 100 milhões. Cerca de 70% do setor é formado por pequenas empresas. Independentemente do seu tamanho, todas as vinícolas brasileiros são abastecidas com uvas de pequenos produtores, com propriedades médias de 2 e 3 hectares. São mais de 20 mil famílias de produtores de uvas espalhadas por nove estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Bahia e Pernambuco). O setor vitivinícola brasileiro é muito pequeno ainda. Só uma empresa chilena vende cinco vezes mais do que toda a produção brasileira de vinhos finos. Atualmente, quem mais sofre com a concorrência desleal dos vinhos estrangeiros são as pequenas vinícolas, que tem de concorrer com estruturas comerciais, de marketing e de logística enormes.
Mentira nº 5: O vinho brasileiro não tem qualidade para competir com os rótulos estrangeiros.
> A verdade: A qualidade crescente do vinho brasileiro é atestada por críticos nacionais e internacionais. Nos últimos anos, os vinhos do Brasil conquistaram mais de 2.500 medalhas pelo mundo. A indústria nacional investiu muito nos últimos anos e, rapidamente, alcançou um nível de qualidade indiscutível. A meta, a partir de agora, é crescer em escala e possibilitar que um número ainda maior de empresas, em especial as pequenas, adotem tecnologias e sistemas de qualidade que vão dar ainda maior competitividade ao setor.
Mentira nº 6: A salvaguarda é uma medida autoritária.
> A verdade: A salvaguarda é um instrumento legítimo e democrático, previsto pela legislação brasileira e internacional, reconhecido pela OMC (Organização Mundial do Comércio), para regular e equilibrar as relações comerciais entre os países. É, portanto, uma medida legal e temporária que busca dar condições para que os setores afetados possam, a partir da implantação de um Programa de Ajustes, melhorar sua competitividade e concorrer em igualdade de condições com demais partícipes do mercado. A melhora da competitividade do vinho fino brasileiro possibilitará produtos com mais qualidade, custos menores e preços acessíveis ao consumidor. Uma prova irrefutável da transparência da salvaguarda é que todas as partes interessadas poderão manifestar seus argumentos, no prazo de 60 dias, para a decisão técnica final do MDIC.
Mentira nº 7: O setor não pede a diminuição de impostos dos rótulos brasileiros.
> A verdade: Estamos trabalhando pela redução de impostos há mais de uma década. Já conseguimos a desoneração dos vinhos espumantes, que antes tinham IPI de 30%. Agora o IPI dos espumantes – nacionais e importados – é de 20%, mas, por definição de atos específicos, o percentual cobrado sobre os espumantes é de 10%. Além disso, buscamos equalizar os impostos estaduais (ICMS), que vão de 12% a 30% sobre o vinho. Alguns Estados produtores beneficiam com a redução de ICMS apenas os produtos importados. Só em 2011 foram realizadas reuniões com secretarias da fazenda de quatro Estados para tratar desse assunto. Também requeremos a desoneração de tributos sobre os insumos – rolhas, rótulo, garrafa, caixa – todos estes produtos são tributados na importação e na industrialização. Isto não acontece da mesma forma em outros países, que têm estruturas de tributação diferenciadas, simplificadas. Queremos e pedimos a desoneração da carga tributária do vinho ontem, hoje e sempre.
Mentira 8: O preço dos vinhos importados irá aumentar, afastando o consumidor da categoria.
> A verdade: Não há motivo para aumentar os preços dos vinhos, pois a importação não diminuirá (só o crescimento é que será monitorado) e não haverá acréscimo de impostos. Com o pedido de salvaguarda, não queremos afugentar o consumidor do próprio vinho nacional e deste hábito que vem crescendo no Brasil. Pelo contrário, o objetivo é promover o consumo, criar igualdade de condições de mercado e não de aumentar o preço (como se tem sugerido, de forma maldosa e equivocada, por quem defende os produtos estrangeiros sem se preocupar com a produção nacional).
Mentira 9: O Brasil é o único país que pretende restringir a entrada de vinho importado no seu mercado.
> A verdade: Existem países que taxam o vinho em até 1.000%, como é o caso do Egito. A Inglaterra, maior importador de vinhos do mundo, tem carga total de impostos de 55% para vinhos importados. Outros restringem a entrada com barreiras sanitárias, como é o caso da União Europeia. Outros ainda dificultam ao máximo a importação, exigindo uma aprovação prévia dos rótulos antes da importação. Os Estados Unidos obrigam o exportador a ter um importador para cada um dos 50 Estados americanos, que só pode vender para um distribuidor, e este para um varejista. Só depois é que o produto poderá ser vendido ao consumidor. No Brasil, o mesmo CNPJ (estabelecimento comercial) pode fazer a importação, distribuição e venda por atacado ou varejo. A cadeia de impostos, neste caso, fica mais curta, o que implica em uma diminuição considerável da carga tributária para os estabelecimentos que importam direto. Há inúmeras formas e medidas de se controlar a importação. A salvaguarda é uma das mais claras e objetivas, além de ser permitida e regulada pela OMC.
Mentira nº 10: Os vinhos brasileiros detém 80% do mercado e as empresas estão em crescimento. Não há porque proteger a produção nacional.
> A verdade: O Brasil produz vinhos finos, de mesa, espumantes e suco de uva, além de outros produtos derivados da uva e do vinho, tais como vinagre, vermute, e, mais recente, as sangrias e coquetéis com vinho. Por determinação da lei é chamado de vinho de mesa aquele produzido com as uvas híbridas e americanas, enquanto o vinho fino é aquele produzido com variedades Vitis vinífera. Esta característica conceitual já é suficiente para diferenciar os produtos e explicar que os vinhos finos brasileiros é que concorrem com os vinhos importados. Se ainda não bastasse, o mercado de vinhos de mesa vem se mantendo estável há alguns anos, com pequenas oscilações, tendo nos produtos substitutos como a cerveja, a sangria e os coquetéis os principais concorrentes. E é este mercado que as importações estão eliminando. Queremos que a produção de vinhos finos cresça, conferindo reconhecimento à indústria vitivinícola nacional. Dos 91,9 milhões de litros de vinhos finos comercializados em 2011, apenas 21,2% eram nacionais. No ano passado, crescemos 7%, mas sobre uma base ínfima, de pouco mais de 18 milhões de litros em 2010. Desde 2005 até o ano passado, a média de comercialização do vinho fino brasileiro está estacionada em torno dos 19 milhões de litros. Em 1997, por exemplo, foi de 46,4 milhões de litros. Se esta tendência continuar, em menos de 20 anos corremos o sério risco de não termos mais vinho fino brasileiro.
Instituto Brasileiro do Vinho (IBRAVIN)
União Brasileira de Vitivinicultura (UVIBRA)
Federação das Cooperativas do Vinho (FECOVINHO)
Sindicato da Indústria do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (SINDIVINHO)
Posted in 2012, Brasil, Geral12 Comments
Posted on 02 abril 2012.
Eu falei e é exatamente o que está acontecendo. Vai chegando perto do Encontro de Vinhos OFF e a lista de expositores não pára de crescer.
Vejam quem já confirmou (até dia 30/03). E já agende-se, pois o evento será no dia 23 de abril, no Bendita Hora de Perdizes (Rus Wanderley, 795). Começa as 12h e termina só as 22h.
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
| |
![]() |
|
| |
![]() |
![]() |
![]() |
|
|
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
Posted in 2012, Brasil, Encontro de Vinhos0 Comments
Posted on 31 março 2012.
No dia 05 de abril, próxima quinta-feira, estreia o meu programa na ClicTV/TVUOL que vai se chamar Desafio ao Vinho. Vai ao ar todas as quintas-feiras, das 13h as 14h ao vivo e depois fica lá no acervo do UOL para quem quiser assistir com calma.
Quando recebi a proposta do programa, pensei bastante no formato que daria e cheguei nesse de “desafio” pois era algo que, mesmo de forma esporádica e independente, eu já vinha fazendo.
A brincadeira que começou com o Desafio da Morcilla e continuou com o Desafio da Morcilla 2 – a Revanche Argentina, passando também pelo Desafio do Risoto de Morcilla, agora tomou forma de programa.
Nessa 1 hora serão vários quadros pequenos, como o “Vinho Multimídia”, onde apresentarei sempre um blog, um filme, livro ou alguma outra mídia relacionada ao vinho. Terei também quadros falando sobre viagens e também respondendo perguntas.
Acompanhem e como sempre, mandem suas opiniões e sugestões. A partir da próxima quinta-feira, estaremos juntos das 13h as 14h.
Espero todos por lá. Pra acessar o canal ao vivo, você deve entrar em http://clictv.uol.com.br/
Em breve volto com mais notícias sobre o programa.
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2012, Brasil10 Comments
Posted on 23 março 2012.
Nota oficial do Ibravin, enviado à imprensa hoje sobre o Salvaguardas para o vinho brasileiro:
NOTA DE ESCLARECIMENTO À IMPRENSA
EM DEFESA DO VINHO BRASILEIRO
O Instituto Brasileiro do Vinho (IBRAVIN), a União Brasileira de Vitivinicultura (UVIBRA), a Federação das Cooperativas do Vinho (FECOVINHO) e o Sindicato da Indústria do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (SINDIVINHO) reafirmam que foram estas – e só estas – as entidades representativas do setor vitivinícola brasileiro que entraram com o pedido de Salvaguarda no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Entretanto, contamos com o apoio de dezenas de instituições.
Nenhuma vinícola brasileira, de forma isolada, deve ser responsabilizada pelo pedido, feito em 1º de julho de 2011. Várias empresas tiveram informações colhidas, de acordo com a legislação, para embasar tecnicamente o pedido de Salvaguarda. A petição foi apresentada pelo setor, por meio das suas entidades representativas.
A Salvaguarda é um instrumento previsto pela legislação brasileira e internacional, reconhecido pela OMC (Organização Mundial do Comércio), para regular e equilibrar as relações comerciais entre os países. É, portanto, uma medida legal e temporária que objetiva dar condições para que os setores afetados possam, a partir da implantação de um Programa de Ajustes, melhorar sua competitividade e concorrer em igualdade de condições com demais partícipes do mercado.
A melhora da competitividade do vinho fino brasileiro possibilitará produtos com mais qualidade, custos menores e preços acessíveis ao consumidor.
É importante ressaltar que não pedimos e não queremos o aumento de impostos para os vinhos importados!
O resultado esperado com a implantação da medida e do Programa de Ajustes é garantir a participação da produção brasileira de vinhos finos no mercado, que nos últimos anos cresceu apenas para os produtos importados. Dos 91,9 milhões de litros de vinhos finos comercializados em 2011, apenas 21,3% eram nacionais. Nosso objetivo é resgatar a nossa capacidade competitiva para permanecer neste mercado e, se possível, elevar nossa participação em alguns pontos percentuais. Caso contrário, o setor produtivo nacional corre o risco de desaparecer em poucos anos.
Vale ressaltar que, há poucos anos, o vinho fino brasileiro possuía uma participação muito maior no mercado nacional, e o quadro abaixo demonstra como isso se inverteu em muito pouco tempo.
Fonte: Ibravin e Sistema Alice (MDIC)
O que se espera são medidas temporárias e transitórias que permitam o reequilíbrio do mercado, tais como as cotas – que a União Europeia e muitos outros países aplicam a inúmeros produtos brasileiros. Por que eles podem aplicar estas medidas e a indústria vitivinícola brasileira não? As regras da OMC são válidas para todos os países participantes.
Com o pedido de Salvaguarda e implantação do Programa de Ajustes, acreditamos estar garantindo o futuro dos vinhos brasileiros, produto gerado em uma cadeia produtiva que emprega mais de 20 mil famílias só no campo, e que hoje já alcança nove estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Bahia e Pernambuco).
Além disso, buscamos equalizar os impostos estaduais (ICMS), que vão de 12% a 30% sobre o vinho. Alguns Estados beneficiam com a redução de ICMS as importações de vinhos e tributam os nacionais, inclusive os produzidos no próprio Estado, como é o caso de Santa Catarina e Espírito Santo. Já foram realizadas reuniões com secretarias da fazenda de quatro Estados para tratar desse assunto.
Nosso objetivo é promover o consumo, criando igualdade de condições de mercado, sem a necessidade de aumentar o preço (como se tem sugerido, maquiavelicamente, por quem defende os produtos estrangeiros sem se preocupar com a produção, os empregos e as agroindústrias nacionais).
Deve ficar claro que a Salvaguarda é uma medida temporária e pode ser facilmente compreendida, assim como quando o Brasil limita a importação de automóveis do México, regula a entrada de calçados da China, aceita cotas de comércio com a Argentina, sofre taxação na venda de suco de laranja para os EUA, é impedido de vender carne suína para a África do Sul e a Rússia, sofre barreiras sanitárias da União Europeia para produtos alimentícios, tem cotas para exportar para diversos países, precisa atender a todas as especificações da legislação para onde exporta, e outros tantos exemplos. Não somos os primeiros nem os únicos a estabelecer isso. Faz parte das regras do comércio internacional leal o estabelecimento de princípios que garantam igualdade de condições.
Estamos trabalhando pela redução de impostos há pelo menos uma década. Já conseguimos a desoneração dos vinhos espumantes, que antes tinham IPI de 30%. Agora o IPI dos espumantes – nacionais e importados – é de 20%, mas, por definição de atos específicos, o percentual cobrado sobre os espumantes é de 10%.
O Brasil possui hoje uma infinidade de vinhos importados. Quando falamos em estabelecer cotas para os vinhos estrangeiros, isso não quer dizer que queremos restringir a variedade atual. Se a Salvaguarda for implantada, as cotas de entrada de vinhos por países serão estabelecidas por uma média dos últimos três anos. O que queremos é regulação, não restrição.
Por fim, para o setor vitivinícola brasileiro, a Salvaguarda não é uma “dádiva”, pois o setor terá, neste período, que implantar medidas de ajuste, principalmente estruturantes, que o auxilie a tornar-se mais competitivo.
As ameaças e pressões comerciais, como a proposta de boicote aos vinhos verde-amarelos, que têm circulado nas redes sociais e que pretendem restringir a presença dos rótulos brasileiros no mercado, só aumentam, comprovam e justificam ainda mais a necessidade de implantação das medidas de Salvaguarda.
Independentemente das interpretações equivocadas divulgadas nos últimos dias, baseadas no desconhecimento e na falta de informações, reafirmamos nossa firme disposição em seguir com o pedido de Salvaguarda em defesa do vinho brasileiro.
Atenciosamente,
Instituto Brasileiro do Vinho (IBRAVIN)
União Brasileira de Vitivinicultura (UVIBRA)
Federação das Cooperativas do Vinho (FECOVINHO)
Sindicato da Indústria do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (SINDIVINHO)
ASSESSORIA DE IMPRENSA
Posted in 2012, Brasil2 Comments
Posted on 23 março 2012.
Estamos vivendo momentos delicados em relação ao vinho brasileiro. Estamos bem próximos de termos um salvaguardas para a proteção do vinho brasileiro em relação ao importado. Na prática, isso significa que teremos ou menos vinhos de outros países nas prateleiras ou que eles ficarão bem mais caros. Se você quer entender um pouco mais sobre o Salvaguardas, veja o post Salvaguardas para vinhos brasileiros – quem vai pagar essa conta?
Mas para não ser tendencioso, quero pedir a ajuda dos amigos que acompanham o blog para votarem na pesquisa que criei na minha fanpage do Facebook. Você pode votar nela entrando em http://www.facebook.com/vinhosdecorte
A enquete fica em destaque até o dia 27/03/2012, quando fecho os resultados. É rapidinho e com isso a gente vai conseguir entender um pouco mais sobre os hábitos de consumo e tenho certeza que teremos resultados interessantes por lá.
Conto com vocês. Obrigado.
Um abraço
Daniel Perches
Posted in 2012, Brasil0 Comments
Posted on 21 março 2012.
Está na hora de se preparar, pois no dia 23 de abril teremos mais uma edição do Encontro de Vinhos OFF, que acontece propositalmente um dia antes da ExpoVinis. A idéia é fazer sempre um evento menor, num ambiente tranquilo e de fácil circulação, para que as pessoas possam aproveitar bem a feira, conversar com os expositores, conhecer as novidades e até fazer negócios.
Já que no ano passado foi um sucesso lá na Bendita Hora, resolvemos repetir, então quem já foi, já conhece a qualidade tanto do lugar quanto das pizzas, com destaque para a de abobrinha, que é a prata da casa. Quem ainda não conhece, é uma grande oportunidade de provar centenas de vinhos diferentes, falar com produtores e importadores e comer as famosas pizzas deles.
Esperamos todos lá. Vejam quem já confirmou presença (e a lista vai aumentando a cada dia).
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
||
![]() |
![]() |
|
![]() |
||
Encontro de Vinhos OFF
Bendita Hora Perdizes – Rua Wanderley, 795
Dia 23 de abril
Das 12h as 22h
Ingressos no local a R$ 60,00
Posted in 2012, Brasil, Encontro de Vinhos2 Comments
Posted on 20 março 2012.
Acabei de receber essa carta, enviada pela assessoria de imprensa da Mistral e da Vinci, assinada pelo Ciro Lilla. Reproduzo na íntegra, pois vejo que estamos todos nos mobilizando CONTRA esse salvaguardas absurdo, fruto de uma idéia sem o menor sentido criada por produtores brasileiros e apoiada por órgãos que os representam.
Aproveito para ressaltar que não são todos os produtores brasileiros que estão apoiando essa onda (e isso é também citado pelo Ciro logo abaixo), mas se for aprovado, todos sofreremos com isso.
Gostei da carta, Ciro Lilla. Precisamos de mais manifestações de todos do setor, principalmente os enófilos. Vamos acabar logo com essa idéia absurda e descabida.
=============================================
Proteção sem limites ao vinho nacional
Caro amigo,
O mundo do vinho no Brasil vive momentos decisivos. Agora é mais do que necessário fazer um alerta a nossos clientes sobre algumas notícias muito preocupantes para os amantes de vinho.
Por incrível que pareça, surgem outra vez notícias a respeito da pressão dos grandes produtores gaúchos sobre o governo para que haja um novo aumento de impostos sobre o vinho importado, como se a gigantesca carga tributária atual não representasse proteção suficiente para o vinho nacional. Fala-se agora em “salvaguardas”, como se a indústria nacional estivesse em perigo, em risco de falência, quando na verdade as notícias enviadas à imprensa reportam um grande crescimento de vendas. Afinal, é preciso definir qual discurso é o verdadeiro: o vinho nacional vai muito bem ou vai muito mal? Os comunicados e números oficiais dizem que vai muito bem, o que invalida o argumento a favor das “salvaguardas”. Além do que, os impostos atuais já são altíssimos, e representam o verdadeiro grande inimigo do consumo de vinhos no Brasil.
Além do aumento de impostos — pediu-se um aumento de 27% para 55% no imposto de importação, o primeiro da longa cadeia de impostos pagos pelo vinho importado — desejam também limitar a importação pelo estabelecimento de cotas para a importação de cada país. Ficariam livre das cotas apenas os vinhos argentinos e uruguaios. Incrível: cotas de importação para proteger ainda mais um setor, o de vinhos finos nacionais, que cresceu cerca de 7% em 2011 — ou seja, nada menos do que quase o tripo do crescimento do PIB brasileiro! Se forem adotadas salvaguardas para um setor que cresceu o tripo do PIB em 2011, que medidas de proteção se poderia esperar então para o restante da economia? Repito porque parece incrível, mas é verdade: pedem salvaguardas para um setor que cresceu cerca de 7% em 2011! É preciso dizer mais alguma coisa?!
Além de mais impostos e das cotas, os mesmos grandes produtores pedem também ainda mais burocracia, como se a gigantesca burocracia que já envolve a importação de vinhos no Brasil também não fosse proteção suficiente para o vinho nacional. Nem bem foi implantado o malfadado selo fiscal e já se pede agora que o rótulo principal do vinho, o rótulo frontal, contenha algumas das informações que hoje já constam dos contra-rótulos obrigatórios. Essa nova medida, se for adotada, vai afetar — como sempre acontece com a burocracia no caso dos vinhos — apenas os vinhos de alta qualidade e pequenos volumes, já que os grandes produtores mundiais não terão nenhuma dificuldade em imprimir rótulos especiais apenas para o mercado brasileiro. Isso, por outro lado, obviamente não será possível para aqueles produtores que embarcam menos de 50 ou 100 garrafas de cada vinho para o nosso país.
Quem, afinal, seria responsável pelo aumento no interesse pelo vinho no Brasil? Certamente são esses pequenos produtores, de tanto charme e história, cuja vinda se tenta dificultar aumentando a burocracia, em uma medida sobretudo pouco inteligente. A importação desses vinhos deveria ser incentivada por todos, inclusive pelos grandes produtores nacionais, porque são eles os grandes veículos de propagação da cultura do vinho no mundo inteiro.
Para completar esse quadro preocupante, agora também são os vinhos orgânicos de pequenos produtores que têm sua posição ameaçada em nosso país. A partir de Janeiro deste ano, os vinhos orgânicos ou biodinâmicos — mesmo os certificados como tal em seus países de origem ou por órgãos certificadores internacionais — não poderão mais ser identificados como tal no mercado brasileiro, a menos que sejam certificados por organismo certificador brasileiro. Expressões como “orgânico”, “ biodinâmico”, “bio”, etc, são proibidas agora nos rótulos, privando o consumidor dessa informação esencial — com exceção dos vinhos certificados por organismo certificador brasileiro. Acontece que o processo de certificação brasileiro é caro e demorado, sendo na prática inacessível aos pequenos produtores do mundo todo. Acreditamos que apenas os grandes produtores mundiais conseguirão se registrar aqui como orgânicos ou biodinâmicos, privando assim o mercado do conhecimento de um número já muito grande e sempre crescente de produtores orgânicos. O vinho é um produto muito particular e específico, em que a maior parte da produção mundial de qualidade está nas mãos de produtores muito pequenos, que não terão recursos para obter a certificação brasileira. Sem dúvida acreditamos que é o caso de adiar a aplicação dessa medida para os vinhos, pelo menos até que sejam assinados acordos de reciprocidade, que permitam o reconhecimento mútuo dos processos de certificação no Brasil e no exterior. Afinal, a quem interessa dificultar a propagação dos vinhos orgânicos a não ser a quem não tenha a intenção de produzir vinhos dessa forma?
Diante desse panorama triste, a pergunta que se impõe é a seguinte: qual o limite para a proteção necessária aos grandes produtores nacionais para que possam competir no mercado? Ou tudo isso seria apenas uma busca por maiores lucros? Algumas das medidas adotadas recentemente, como o malfadado selo fiscal, atingem fortemente os pequenos produtores nacionais também. Vale repetir que os pequenos produtores brasileiros deveriam ter um papel importante no panorama vinícola nacional, uma vez que não existe país com alguma relevância no mundo do vinho onde o mercado seja dominado por apenas alguns grandes produtores. Afinal, todos nos lembramos do período anterior ao início dos anos noventa, quando o mercado pertencia a um pequeno grupo de gigantes da indústria nacional, a maioria multinacionais, e a alguns gigantes da industria vinícola internacional — situação que obrigava o consumidor brasileiro a consumir vinhos caros e medíocres, quando no país nem sequer se sabia o que significava a palavra sommelier.
Estaríamos na iminência de uma volta a esse passado triste para o vinho em nosso país? Será que serão perdidos todos os ganhos dos últimos anos, quando, à custa de tantos esforços, aumentou enormemente a cultura do vinho no Brasil, com o surgimento de muitos milhares de profissionais ligados ao vinho, de inúmeras publicações sobre essa bebida maravilhosa, de tantos novos empregos e de tantas novas possibilidades de crescimento profissional? Seriam os muitos milhares de brasileiros que trabalham nesse novo mercado criado pelo vinho importado, em particular o verdadeiro exército de sommeliers, menos brasileiros do que aqueles que trabalham nas grandes empresas produtoras de vinho nacional? E vale lembrar que de cada 5 garrafas de vinho consumidas no Brasil, entre vinhos finos, espumantes e vinhos comuns (produzidos com uvas de mesa), nada menos do que quase 4 (77.4%) já são de vinhos brasileiros! Os números de vendas e de crescimento do vinho nacional são gritantes, e tornam absurdo se buscar ainda maior proteção!
O consumidor precisa se manifestar, precisa dizer não a esses verdadeiros abusos!
É preciso ter uma agenda positiva para o vinho no Brasil, com todos lutando juntos para um aumento do consumo, para que o vinho obtenha o tratamento tributário de um complemento alimentar — como em diversos países da Europa — e não um tratamento punitivo com ocorre aqui, onde o ICMS pago pelo vinho é o mesmo pago por uma arma de fogo! É preciso também lutar para diminuir a burocracia, que tanto atrapalha os pequenos produtores de vinhos de baixo volume e alta qualidade — aqueles que criam mercado para o “produto vinho”.
É importante que se compreenda o quanto antes que o vinho não é uma commodity, onde o único fator a influenciar a compra é o preço. Vinho é cultura, é diversidade, é terroir, é arte. É como o mercado de livros: o brasileiro lê pouco, assim como bebe pouco vinho. E dificultar a venda de livros de autores estrangeiros não apenas não serviria para aumentar a venda de livros de autores brasileiros, como certamente inibiria ainda mais o hábito da leitura. O mesmo ocorre com os vinhos. É uma ilusão achar que encarecendo o vinho importado o consumidor vai substituí-lo automaticamente pelo vinho nacional. Na verdade o mais provável é que substitua por outro vinho importado mais barato, ou pela cerveja gourmet, ou pelo whisky, por exemplo. O que é preciso é popularizar o consumo do vinho pela diminuição dos preços e da burocracia, tanto para os vinhos nacionais como para os importados. Na verdade eles são aliados, e não inimigos como acreditam aqueles que defendem um protecionismo ainda maior para o vinho brasileiro.
O amante do vinho precisa reagir contra essa situação. Ou teremos todos que aceitar uma volta à situação de 20 anos atrás, com a perda de todo o esforço, todo o trabalho e toda a evolução obtida nesse período.
Cordialmente,
Ciro de Campos Lilla
Presidente das importadoras Mistral e Vinci
Posted in 2012, Brasil4 Comments
Posted on 17 março 2012.
Atenção amigos, essa é uma notícia importante e que, dependendo da decisão do Governo, afetará diretamente o nosso bolso. Foi aberta uma investigação para averiguar a possibilidade de se aplicar medidas de salvaguarda para o vinho brasileiro.
Traduzindo: O Ibravin, a UVIBRA, a FECOVINHO e o SINDIVINHO foram até o Governo para dizer que os vinhos importados estavam prejudicando o mercado de vinhos brasileiros.
E qual é a solução sugerida? Aumentar os impostos sobre os vinhos importados!
Sim, é isso mesmo que você está lendo. Esse vinho que você compra e já acha caro (se não acha, fico contente que tenha muito dinheiro. Eu acho bem caro) vai ficar ainda mais caro.
Por enquanto é só um estudo e eu sinceramente quero acreditar que isso não vai dar em nada, mas não poderia deixar de me manifestar, pois o pedido me parece ser o mais absurdo que eu já vi até hoje, conseguindo ganhar até do selo fiscal, que infelizmente foi aprovado e implantado, tendo também reflexos diretos nos preços dos vinhos para o consumidor.
Gostaria de propor uma reflexão e gostaria inclusive da opinião dos órgãos que protocolaram esse pedido.
Quais são os esforços que estão sendo feitos para DIMINUIÇÃO DE IMPOSTOS DOS VINHOS BRASILEIROS?
Quais são os esforços e investimentos para a MELHORIA DA QUALIDADE DOS VINHOS BRASILEIROS?
Quais são as iniciativas REAIS para a DIVULGAÇÃO AMPLA DOS VINHOS BRASILEIROS?
Como sabem, eu gosto muito de vinhos brasileiros. Provo semanalmente um vinho feito no Brasil, não por nacionalismo ou qualquer bandeira, mas por gostar e por ter curiosidade. E vejo que temos vários vinhos bons (e muitos ruins também, mas tudo bem), ou seja, não estou defendendo os vinhos importados, simplesmente acho um grande absurdo e uma falta de consideração com o consumidor essa medida.
SE O VINHO BRASILEIRO PRECISA GANHAR NO PREÇO, ENTÃO QUE LUTE POR BAIXAR O VALOR DOS IMPOSTOS, ASSIM O CONSUMO PER CAPITA TAMBÉM AUMENTA!
Estou triste e cansado de ver atitudes e ações politiqueiras ganharem cena e nós, consumidores, pagarmos por isso.
Um abraço
Daniel Perches
(Se alguém quiser ler o pedido de salvaguarda, eu tenho ele na íntegra. Me mande seu e-mail no comentário que eu envio)
Posted in 2012, Brasil25 Comments
