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	<title>Vinhos de Corte &#187; Austrália</title>
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		<title>Angove´s Riesling 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 11:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Riesling]]></category>
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		<description><![CDATA[A região de Clare Valley é a região mais propícia da Austrália para a produção de Riesling, devido ao seu clima mais frio. E é de lá que vem o Angove´s Riesling 2009, desse produtor que tem já fãs cativos aqui no Brasil. É um vinho que tem bastante tipicidade, mas ao mesmo tempo mostra-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A região de Clare Valley é a região mais propícia da Austrália para a produção de Riesling, devido ao seu clima mais frio.</p>
<p>E é de lá que vem o Angove´s Riesling 2009, desse produtor que tem já fãs cativos aqui no Brasil.</p>
<p>É um vinho que tem bastante tipicidade, mas ao mesmo tempo mostra-se um pouco diferente dos rieslings alemães. Com uma coloração amarelo palha claro, denota sua jovialidade. No nariz, notas bastante minerais, com toques cítricos e uma ponta final de petróleo/borracha.</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Angove_riesling.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1907" title="Angove_riesling" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Angove_riesling.jpg" alt="" width="52" height="220" /></a>Em boca, bastante mineralidade e acidez em alta. Final médio a longo, bem correto.</p>
<p>Esse vinho foi provado com um bacalhau em natas que tem em seu molho um toque de limão, que apesar de ser bem pouco, é nitidamente percebido. O Riesling conseguiu acompanhar essa acidez, fazendo um belo conjunto com o prato. Para esse mesmo prato foram provados alguns vinhos tintos, mas que não se deram tão bem como o Riesling.</p>
<p>Ponto para os australianos, que estão cada vez mais se destacando na viticultura mundial. Seus vinhos, com muito frescor e aromas são muito apreciados, principalmente pelos brasileiros.</p>
<p>Fica a dica do vinho e do prato. Agora é só aproveitar.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Rutini Apartado 2002</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 11:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2002]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Sauvignon]]></category>
		<category><![CDATA[Malbec]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[tupungato]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos de sustentabilidade, sei que o que eu vou dizer agora pode ser considerado quase um crime, mas eu tenho que confessar que eu adoro os vinhos com aquelas garrafas imponentes, super pesadas e grossas. Me dão a impressão, já de cara, que o vinho tem uma força e estrutura enormes. O último que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de sustentabilidade, sei que o que eu vou dizer agora pode ser considerado quase um crime, mas eu tenho que confessar que eu adoro os vinhos com aquelas garrafas imponentes, super pesadas e grossas. Me dão a impressão, já de cara, que o vinho tem uma força e estrutura enormes. O último que eu provei foi o <a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/farnese-edizione-cinque-autoctoni/" target="_blank">Farnese Edizione No 8 Cinque Autoctone</a>. A garrafa é do mesmo tipo e pesa quase dois quilos.</p>
<p>Mas com uma grande garrafa, vem uma grande expectativa. E foi assim que eu me preparei para beber esse vinho, que é um corte de 50% de Cabernet Sauvignon, 30% de Malbec e 20% de Syrah vindas de Tupungato e é um dos tops da Familia Rutini, que eu já comentei várias vezes aqui que é uma das minhas preferidas da Argentina.</p>
<p>Vinho aberto e lá fui eu para a prova. A coloração do vinho apresenta um rubi com toques alaranjados nas bordas, sugerindo que o vinho já atingiu o seu ápice (e afinal de contas, são 8 anos em garrafa. Pode ser muito para um vinho do novo mundo).</p>
<p><a href="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/rutini_apartado.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1790" title="rutini_apartado" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/rutini_apartado.jpg" alt="" width="70" height="220" /></a>No nariz o vinho apresentou aromas de cereja e de ameixa bem maduras, mas o que sobressaiu foi o de madeira seca, que permaneceu por mais tempo inclusive.</p>
<p>Em boca eu esperava mais corpo. O vinho tem bastante adstringência, taninos muito presentes ainda e praticamente nenhum amargor, mas achei-o um pouco “magro”. Seu final também não foi dos mais longos que eu já provei.</p>
<p>Não sei se a minha expectativa estava muito alta ou o vinho realmente não é tudo o que falam.</p>
<p>Foi provado com uma polenta com ragú e a combinação foi muito boa e o vinho ficou muito melhor. Guardei um pouco para provar depois e bebi-o sem comida e a falta de corpo se comprovou. Uma pena.</p>
<p>É um excelente vinho, corretíssimo e que merece altas notas, mas pra mim, que esperava algo mais “potente”, ficou devendo alguma coisa.</p>
<p>O Rutini Apartado é encontrado na Zahil e custa em torno de 200 reais.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Heartland Stickleback Red 2008 #cbe</title>
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		<pubDate>Sat, 01 May 2010 11:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Sauvignon]]></category>
		<category><![CDATA[Dolcetto]]></category>
		<category><![CDATA[Lagrein]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[Langhorne Creek]]></category>
		<category><![CDATA[Limestone Coast]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje comento sobre um vinho de corte, que foi a minha escolha para a Confraria Brasileira de Enoblogs, que tem como intuito publicar todo dia 01 de cada mês a escolha de um dos confrades. Esse mês a escolha foi minha e fazendo juz ao nome do meu blog, pedi que nesse mês fosse um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje comento sobre um vinho de corte, que foi a minha escolha para a Confraria Brasileira de Enoblogs, que tem como intuito publicar todo dia 01 de cada mês a escolha de um dos confrades. Esse mês a escolha foi minha e fazendo juz ao nome do meu blog, pedi que nesse mês fosse um vinho composto por pelo menos 3 uvas e que fosse tinto.</p>
<p>E foi por acaso que eu conheci esse australiano, que é produzido no sul do país, com uvas vindas de Langhorne Creek e Limestone Coast. Esse é composto de mais de 3 uvas. Temos Shiraz (61%), Cabernet Sauvignon (20%), Dolcetto (14%) e Lagrein (5%). Achei a composição muito interessante, pois tanto a Dolcetto quanto a Lagrein (duas uvas tipicamente italianas) eu nunca tinha visto em vinhos australianos.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1663" title="HeartlandSticklebackRed2008" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/05/HeartlandSticklebackRed2008.jpg" alt="HeartlandSticklebackRed2008" width="74" height="250" />Esse foi um ótimo corte, resultando num vinho muito equilibrado, aromático e com boa estrutura. No nariz apresentou aromas terrosos, mesclados com frutas negras e terciários como couro e defumado. Em boca, muita estrutura e força, mostrando-se um vinho jovem e com muita força. Taninos bastante presentes e com bom potencial de guarda. Final relativamente longo e sem amargor.</p>
<p>O vinho acompanhou muito bem uma pizza de calabresa e tenho certeza que acompanharia muito melhor carnes e molhos fortes.</p>
<p>Importado pela Gran Cru a um valor de aproximadamente 50 reais é um Best buy pra mim. Esse eu comprei lá na Rosso Bianco, em Jundiaí, mas você pode encontrar nas lojas especializadas que têm parceria com a importadora. Vale a pena provar, pois não é fácil encontrarmos bons vinhos australianos a esse preço.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Sandalford Chardonnay 2004</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 10:50:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Chardonnay]]></category>
		<category><![CDATA[vinho branco encorpado]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse é para quem gosta daqueles vinhos brancos que ficam em barricas de carvalho antes de serem engarrafados. Se você não sabe bem do que eu estou falando, é só lembrar de algum vinho branco que tenha tomado (provavelmente um feito com Chardonnay) que tem aromas tostados, untuosos, e não tão frescos quanto aqueles chardonnays [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é para quem gosta daqueles vinhos brancos que ficam em barricas de carvalho antes de serem engarrafados. Se você não sabe bem do que eu estou falando, é só lembrar de algum vinho branco que tenha tomado (provavelmente um feito com Chardonnay) que tem aromas tostados, untuosos, e não tão frescos quanto aqueles chardonnays mais novos.</p>
<p>Produzido pela grande Sandalford e importado pela KMM aqui no Brasil, esse é feito em Margareth River, na Austrália.</p>
<p>Esse vinho tem uma coloração amarelo ouro e um corpo bem pesado em taça, mas muito límpido e brilhante. Só pra se ter uma idéia, no contra-rótulo o produtor sugere que seja guardado por 10 anos. Eu não agüentei esperar e abri com 6 anos mesmo.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1524" title="Sandalford Chardonnay 2004" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Sandalford-Chardonnay-2004.gif" alt="Sandalford Chardonnay 2004" width="85" height="296" />No nariz, aromas de fruta amarela em calda com destaque para abacaxi, tostados de carvalho e aromas adocicados, com um toque de baunilha. Como disse no começo, pra quem gosta desse tipo de vinho, é um prato cheio, pois seus aromas são muitos. Deixei propositalmente um pouco de vinho ao final da degustação em uma taça, que ficou descansando por aproximadamente 6 horas. Quando voltei, os aromas estavam todos lá ainda, perfeitos.</p>
<p>Em boca, seria até desnecessário falar sobre a sua untuosidade. Muito corpo e qualidade excepcional. Só me pareceu que faltou um pouco de acidez, mas nada que comprometesse.</p>
<p>É um vinho que seguramente acompanha comidas mais pesadas do que um branco fresco (aqueles vinhos que não passam por madeira, por exemplo). Eu arriscaria dizer até que dá para harmonizar com um prato de bacalhau.</p>
<p>Essa garrafa me custou 99 reais em uma feira outlet, mas sei que o preço dele é mais alto. É um pouco caro, mas sem dúvida vale pela sua qualidade.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Watershed Shiraz 2001</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 11:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2001]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[Shiraz]]></category>

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		<description><![CDATA[Nada melhor para começar o ano do que um bom vinho. Sendo assim, escolhi publicar esse Shiraz, que tem uma qualidade espetacular. Conheci no stand da KMM (importadora), na feira Vinhos Outlet. Produzido pela bela vinícola Watershed na região de Margaret River (Austrália Ocidental), esse tinto é feito 100% com a uva Shiraz, uma casta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada melhor para começar o ano do que um bom vinho. Sendo assim, escolhi publicar esse Shiraz, que tem uma qualidade espetacular. Conheci no stand da KMM (importadora), na feira Vinhos Outlet.</p>
<p>Produzido pela bela vinícola Watershed na região de Margaret River (Austrália Ocidental), esse tinto é feito 100% com a uva Shiraz, uma casta que se dá muito bem naquele país. Os Shiraz australianos são conhecidos pela sua força, seu corpo, sua estrutura. Esse, pra se ter uma idéia, tem 14,5% de álcool. Não é nada fraco&#8230;</p>
<p>Na taça, uma coloração rubi escura quase intransponível e lágrimas lentas e muito pintadas. Parece que a taça vai ficar até manchada depois, de tanta coloração.</p>
<p>No nariz, ótimos aromas de frutas vermelhas em geléia, mas com um sobressalto de aromas de chocolate e baunilha. O aroma de carvalho também está presente.</p>
<p>Em boca, realmente muita estrutura, com um ótimo equilíbrio, taninos redondos e final longo. Acho que seria impossível não notar o seu álcool, mas nada que passe dos limites. É sem dúvida um vinho gastronômico, que pede uma comida pra acompanhar, de preferência algo que tenha a mesma estrutura dele.</p>
<p>Infelizmente, como a maioria dos bons vinhos australianos, o seu preço é um pouco salgado. Custa em torno de 120 reais. Mas se você aprecia essa uva (a Shiraz, ou Syrah), vale a pena provar para conhecer um vinho de bastante caráter, pois não é difícil encontrar vinhos feitos com essa uva com características bastante diferentes. Acho até que é por isso que eu gosto tanto dessa uva. Quem sabe um dia não preparo um “Painel de Syrahs”? Acho que vai ser interessante ver como se comporta em diferentes países e regiões.</p>
<p>Vamos amadurecendo a idéia para esse ano. Por enquanto ficamos com a dica desse australiano.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="size-full wp-image-1355  aligncenter" title="Watershed_Sh" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Watershed_Sh.gif" alt="Watershed_Sh" width="300" height="86" /></strong></p>
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		<title>Element Merlot 2003</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 11:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2003]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Merlot]]></category>
		<category><![CDATA[Swan Valley]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheci esse vinho através da importadora, a KMM, que traz ótimos rótulos da Austrália. Esse é produzido em Swan Valley e a vinícola, além de ser gigante, não só produz vinhos, mas também realiza eventos, festas, casamentos e muito mais lá dentro. Bem interessante. Comprei então esse Merlot, que apesar de sua idade já um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1323" title="Sandalford_Element_Mr" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Sandalford_Element_Mr.gif" alt="Sandalford_Element_Mr" width="76" height="300" />Conheci esse vinho através da importadora, a KMM, que traz ótimos rótulos da Austrália. Esse é produzido em Swan Valley e a vinícola, além de ser gigante, não só produz vinhos, mas também realiza eventos, festas, casamentos e muito mais lá dentro. Bem interessante.</p>
<p>Comprei então esse Merlot, que apesar de sua idade já um pouco avançada para um vinho que não tem nem a categoria de “Reserva”, eu resolvi me arriscar. E o resultado foi ótimo. Encontrei um vinho no auge de sua maturidade, mostrando todo o seu potencial.</p>
<p>Em taça uma coloração já partindo para o granada, com bordas alaranjadas. Suas lágrimas são grossas e lentas, formando uma bela coroa após agitar a taça.</p>
<p>Aromas de geléia de frutas, com predominância de jabuticaba (delicioso) e ameixa, caixa de charuto, uma leve madeira. Com o tempo os aromas foram se mostrando ainda mais vivos e por aproximadamente 2 horas de vinho aberto, eles estavam lá, sempre presentes.</p>
<p>Em boca, bom equilíbrio com os aromas apresentados. Só achei que o seu corpo estava um pouco mais leve do que o esperado e que tinha um pouco de adstringência que surgia de repente. Esperava que fosse um pouco mais macio, mas nada que prejudicasse o conjunto.</p>
<p>É um ótimo vinho que pode acompanhar um bom queijo curado, como um parmesão, que já esteja um pouco “doce”.</p>
<p>Em breve comentarei sobre outros da mesma vinícola, que também são muito bons. Por enquanto, fique com o <a href="http://www.sandalford.com/">site </a>da Sandalford e quem sabe possa programar sua próxima festa de aniversário lá.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Daniel Perches</p>
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		<title>Three Steps Shiraz 2006</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 11:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2006]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[Shiraz]]></category>

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		<description><![CDATA[A vinícola Hope State, produtora desse vinho, é relativamente nova. Foi criada em 1994 e se compararmos com as centenárias vinícolas de regiões tradicionas, essa é ainda uma criança. Mas mesmo com pouca idade, já faz vinhos com boa qualidade e estrutura, como é o caso desse, produzido 100% com a uva Shiraz. Na taça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><img class="alignleft size-full wp-image-1074" title="hopeestate_treesteps_sh" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/10/hopeestate_treesteps_sh.gif" alt="hopeestate_treesteps_sh" width="77" height="300" />A vinícola Hope State, produtora desse vinho, é relativamente nova. Foi criada em 1994 e se compararmos com as centenárias vinícolas de regiões tradicionas, essa é ainda uma criança.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Mas mesmo com pouca idade, já faz vinhos com boa qualidade e estrutura, como é o caso desse, produzido 100% com a uva Shiraz.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Na taça mostrou-se bastante encorpado e com um pequeno halo de evolução. No site do importador recomenda-se guardar por 5 anos. Não tivemos tanta paciência assim e foi aberto com 3 anos mesmo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">No nariz, aromas intensos de frutas negras, com destaque para a ameixa bem madura (que depois evoluiu para compota), madeira molhada, baunilha e depois bastante café.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Em boca, muita estrutura e realmente um tanino que poderia ser um pouco mais macio, mas que vai bem com uma carne com gordura. Concordo agora com o produtor e acredito que se guardado por mais alguns anos, o vinho vai se mostrar mais elegante.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">No entanto, apesar de taninos verdes, tinha um bom equilíbrio de acidez e um final longo e prazeroso. Pra quem gosta de vinho potente, esse é uma boa pedida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Esse custa em torno de 60 reais e é importado pela KMM no Brasil. Mais um típico Shiraz australiano.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Um abraço<br />
Daniel Perches</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Oxford Landing Viognier 2006</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 11:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2006]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Viognier]]></category>
		<category><![CDATA[Yalumba]]></category>

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		<description><![CDATA[Provei esse vinho na última feira Vinho Outlet, que aconteceu em outubro aqui em São Paulo. Provei, gostei e comprei, diga-se de passagem. A Yalumba é a maior e mais antiga vinícola familiar australiana, fundada em 1849 e fica no sul da Austrália, em Murray River. O pessoal tem já certa tradição na produção de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: center; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><img class="size-full wp-image-1051  aligncenter" title="oxford_landing_viognier" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/10/oxford_landing_viognier.jpg" alt="oxford_landing_viognier" width="398" height="131" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Provei esse vinho na última feira Vinho Outlet, que aconteceu em outubro aqui em São Paulo. Provei, gostei e comprei, diga-se de passagem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">A Yalumba é a maior e mais <span id="more-1050"></span>antiga vinícola familiar australiana, fundada em 1849 e fica no sul da Austrália, em Murray River. O pessoal tem já certa tradição na produção de vinhos, pode-se dizer assim.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Agora falando sobre o vinho, nota-se que ele tem uma coloração amarelo dourado, com uma boa untuosidade bem destacada ao girar o vinho na taça.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Aromas de flores e frutas brancas como melão e um pouco de maçã-verde. Com o tempo em taça foi evoluindo para aromas mais doces como mel e abacaxi em calda.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Em boca, bastante untuosidade e uma acidez bem controlada. Pouca adstringência e um final longo e saboroso. Um belo vinho, sem dúvida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Foi degustado com uma entrada de lula gratinada com molho branco e casou perfeitamente. Provei com alguns queijos, mas os que estavam à disposição não foram os melhores para esse vinho, com destaque “negativo” para o gouda, que só realçou o amargor do queijo. Melhor ficar com a entrada de lulas, que foi muito mais harmônica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Mais um que é importado pela KMM e custa em torno de 80-90 reais. Eu gostaria que fosse um pouco mais barato, mas tenho que confessar que acho que vale isso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Um abraço</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Daniel Perches</span></p>
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		<title>Calabria Saint Macaire 2007</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 11:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2007]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Saint Macaire]]></category>
		<category><![CDATA[calabria]]></category>
		<category><![CDATA[uva rara]]></category>

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		<description><![CDATA[  Finalmente tive a oportunidade de provar um vinho dessa uva, a tal Saint Macaire (ou san macare, como também é chamada), que é bastante difícil de ser encontrada. Segundo informações que consegui, é uma uva originária da França, mas que está extinta naquele país e hoje só é produzida na Austrália. O Calabria é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1018   alignleft" title="calabria" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/10/calabria.jpg" alt="calabria" width="450" height="130" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Finalmente tive a oportunidade de provar um vinho dessa uva, a tal Saint Macaire (ou san macare, como também é chamada), que é bastante difícil de ser encontrada. Segundo informações que consegui, <span id="more-1019"></span>é uma uva originária da França, mas que está extinta naquele país e hoje só é produzida na Austrália.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">O Calabria é um australiano produzido 100% com essa uva, feito na região de Riverina.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Possui uma coloração vermelha escura (cor de sangue), com um pequeno halo de evolução.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">No nariz, aromas florais intensos com destaque para rosas, que depois evoluíram para amora madura e depois ainda para uma madeira molhada. Realmente, sua evolução é interessante de ser notada. Depois de algumas horas aberto, ainda exalava aromas com boa intensidade, passando por baunilha e torrefação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Na boca, bastante equilíbrio e o seu floral foi intensificado. Final bastante redondo e relativamente longo. Caiu muito bem com a costela suína servida sem muita gordura.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">É um vinho muito interessante e que merece atenção. Além de provar uma uva diferente, é legal conhecer esse vinho pela sua qualidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Um dado interessante é que o produtor, Bill Calabria (daí vem o nome do vinho) tem uma rara doença que o impede de beber vinho. Mesmo assim, ele produz esse e outros excelentes exemplares. Que bom que ele não foi egoísta, não é mesmo?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">No Brasil é importado pela KMM e o preço gira em torno dos 70-80 reais. Bastante justo para esse vinho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">E quem souber mais alguma coisa sobre a uva Saint Macaire, por favor me conte.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Um abraço<br />
Daniel Perches</span></p>
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		<title>Bleasdale Bremerview Shiraz Vintage 2005</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 11:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Perches</dc:creator>
				<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Syrah]]></category>
		<category><![CDATA[Shiraz]]></category>

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		<description><![CDATA[Começo aqui uma série de posts sobre alguns vinhos australianos provados em degustação harmonizada. Abaixo colocarei uma imagem de todos os vinhos e não se assuste ao ver o Salton Intenso (sobremesa) lá no meio. Ele participou como convidado especial, para fechar o dia acompanhando uma bela torta de maçã com sorvete. O Bremerview Shiraz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1029" title="bleasdale" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/10/bleasdale-150x150.jpg" alt="bleasdale" width="150" height="150" /></span><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Começo aqui uma série de posts sobre alguns vinhos australianos provados em degustação harmonizada. Abaixo colocarei uma imagem de todos os vinhos e não se assuste ao ver <span id="more-1028"></span>o Salton Intenso (sobremesa) lá no meio. Ele participou como convidado especial, para fechar o dia acompanhando uma bela torta de maçã com sorvete.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">O Bremerview Shiraz Vintage é um vinho com todas as características típicas da Shiraz australiana e não é à toa que vem sendo muito bem pontuado pelo Parker, recebendo até os merecidos 90 pontos. É feito na região de Langhorne Creek, no sul da Austrália.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Com uma cor rubi intensa e um pequeno halo de evolução, demonstra bastante corpo e força. No nariz, aromas herbáceos no começo, intensa frutas negras (prevalecendo a amora madura) e um leve tostado. Ao permanecer aberto por mais de 1 hora, mostrou que é um vinho estruturado e que se aerado em decanter, pode mostrar mais ainda.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Em boca, boa acidez e taninos um pouco verdes ainda. Mais uma prova de que esse vinho pode ser bebido agora, mas vai melhorar nos próximos anos.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Mas mesmo assim mostrou-se bastante equilibrado e com um bom final de boca. Com um acompanhamento como uma carne mais gordurosa vai muito bem (que foi o caso no dia da degustação) e até mesmo um queijo curado amarelo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Em breve, falaremos mais sobre os outros degustados no mesmo dia. Fiquem agora com a imagem de todos eles.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Abraços</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Daniel Perches</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; margin: 0cm 0cm 10pt;"><img class="size-medium wp-image-1031  aligncenter" title="australian_taste" src="http://www.vinhosdecorte.com.br/wp-content/uploads/2009/10/australian_taste-300x225.jpg" alt="australian_taste" width="300" height="225" /></p>
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