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Encontro de Vinhos OFF – amanhã (23 de abril) é o dia!

Encontro de Vinhos OFF – amanhã (23 de abril) é o dia!

Amanhã é dia de Encontro de Vinhos OFF. O evento está em seu quarto ano e em 2012 vem com força total.

Se você ainda não conhece o formato, é muito simples: é só chegar, pegar uma taça e passar pelas mesas de mais de 30 expositores, dentre produtores brasileiros, importadores e produtores internacionais.

Em 2012 você poderá provar os vinhos portugueses da Douro Family Estates, da Gloria Reynolds e da Secret Spot. Poderá também provar vinhos de diversos países, inclusive alguns diferentes como Líbano, por exemplo.

Mas melhor do que eu ficar falando sobre todos eles é você dar uma olhada na página de expositores – http://www.encontrodevinhos.com.br/expositores/

Além disso você poderá também comer as belas pizzas da Bendita Hora e também provar os queijos da Tirolez, que estará lá apresentando produtos nacionais e de importação exclusiva.

E se você acha que o ambiente já está agradável, espere, porque ainda tem mais: a partir das 18h teremos música ao vivo, para embalar os enófilos com músicas animadas e alegres, como o vinho deve ser.

Venha, não perca. Os ingressos são vendidos na hora e a feira vai até as 22h, para que todo mundo tenha tempo de sair do trabalho e aproveitar.

 

Encontro de Vinhos OFF 2012
Local: Rua Wanderley, 795 – Perdizes
Horário: das 14h as 22h
Ingressos: R$ 60,00 (vendidos na hora)
Vallet no local – R$ 20,00 por todo o período.

Posted in 2012, Brasil, Encontro de Vinhos2 Comments

Domaine de Boischampt 2010

Domaine de Boischampt 2010

Esse é um vinho feito com a uva Gamay, que é a uva “oficial” da região de Beajoulais, na França. Se você der uma pequena pesquisada na internet vai encontrar bastante coisa falando sobre a Gamay e sobre a região. Vale a pena conhecer um pouco sobre esses vinhos, que encantam muitos, mas por conta do preconceito de alguns, já passou por boas dificuldades. É legal conhecer também a festa do “Beajoulais Noveau”, quando se lança a safra nova. Vão todos para as ruas comemorar.

Mas agora o que interessa aqui é que a Gamay é uma uva delicada, que até se parece um pouco com a Pinot Noir. Em geral resulta em vinhos leves, de coloração clara e aromas bem frutados.

O Domaine de Boischampt 2010 é mais ou menos assim. No quesito aromas é bem típico, com toques de morango e cereja, mas na cor eu me confundi um pouco com ele. Esperava um tom mais leve e ele veio com uma cor bem forte, potente. Importante dizer que isso não tem problema algum e provavelmente é só uma questão de extração na hora de produzir o vinho.

Na boca tem uma excelente acidez (na medida) e é um vinho bem gastronômico, que aceita vários tipos de comida. Eu iria com algo leve e pensei até numa salada de camarões. Sinceramente não sei se funciona, mas foi algo que me passou pela cabeça na hora que bebi esse vinho.

Já pensou em beber mais vinhos feitos com Gamay? Eu estou pensando seriamente em me dedicar mais a isso. Fiquei animado com esse vinho, que é bem interessante.

O Domaine de Boischampt 2010 é importado pela Chez France no Brasil.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2010, Desafio ao Vinho, França, Gammay0 Comments

Hoje tem Desafio ao Vinho ao Vivo com Brigadeiro Gourmet

Hoje tem Desafio ao Vinho ao Vivo com Brigadeiro Gourmet

Gosta de brigadeiro? Eu também! Por isso convidei a Vanessa Jace, do Senhor Brigadeiro para vir hoje ao Desafio ao Vinho. Vamos provar os ótimos brigadeiros dela com alguns vinhos secos, licorosos e fortificados.

Não Perca. Hoje, ao vivo pela http://clictv.uol.com.br as 13h.

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Desafio Winesave – 2 semanas com o vinho aberto

Desafio Winesave – 2 semanas com o vinho aberto

Recebi esse winesave e resolvi testar para ver se é bom mesmo. Abri um vinho há duas semanas (veja em Desafio Winesave -será que funciona mesmo?) e agora voltei para provar.

Vejam o resultado e daqui 2 semanas tem novo desafio. Vamos ver se esse negócio segura o vinho por 1 mês mesmo.

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Boas Vinhas DOC 2009 – Dão de qualidade

Boas Vinhas DOC 2009 – Dão de qualidade

Esse foi um dos vinhos que participou do primeiro programa Desafio ao Vinho (Veja como foi o primeiro programa aqui) e a idéia era harmonizar vinho e bacalhau. Eram dois pratos: risoto e lombo de bacalhau.

Como o tema é sempre polêmico, resolvi colocar 2 vinhos brancos e 2 vinhos tintos. Nesse dia, com esses pratos, os vinhos brancos ganharam, mas como falamos no programa, é importante pensarmos que harmonização é algo muito subjetivo e depende também muito da forma e dos ingredientes do prato. Talvez um outro lombo de bacalhau preparado de uma outra forma ou até com algum outro acompanhamento, vá melhor.

Mas estou falando tudo isso porque o Boas Vinhas é um ótimo vinho. Aliás, tão bom que acabou o programa e quando provamos de novo os vinhos sem a comida, todo mundo ficou encantado com esse.

Se você gosta de vinhos portugueses, vale a pena provar o Boas Vinhas DOC Tinto (tem o branco também e os dois são importados pela Ravin).

É daqueles vinhos que tem um bom corpo, boa estrutura, mas não são pesadões, sabe? E eu tenho que confessar que prefiro esses que são mais “elegantes”.

Tem bastante fruta no nariz e até um toque leve de chocolate, que achei interessante, pois pelo que vi, não passa por barrica. Deve ser simplesmente do terroir e das uvas.

Acho que o Boas Vinhas, além dessas características, tem algo que me chamou a atenção: é um bom coringa. Por 43 reais você compra um belo vinho português, que pode ser consumido como vinho do dia-a-dia (e com certeza seu dia ficará melhor) mas também pode ser colocado com uma comida, que pelo que vi, ele até aguenta algo mais potente, talvez até bem temperado com pimentas e especiarias.

Pretendo provar em breve o Boas Vinhas Branco, pois fiquei curioso.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2009, Alfrocheiro, Desafio ao Vinho, Portugal, Tinta Roriz, Touriga Nacional0 Comments

Encontro de Vinhos OFF – Produtores estão de malas prontas para vir

Encontro de Vinhos OFF – Produtores estão de malas prontas para vir

O Encontro de Vinhos OFF vai ser no dia 23 de abril, na Bendita Hora de Perdizes (Rua Wanderley, 795). Começa as 14h e vai até as 22h.

E se você reparou, ele acontece um dia antes da ExpoVinis, que é a maior feira de vinhos da América Latina. A idéia é essa mesmo, pois queremos fazer um evento menor, voltado para os produtores e importadores que querem expor seus produtos com calma, sem grandes tumultos e para um público bem especializado.

Com o Encontro de Vinhos OFF damos oportunidades para produtores como a Gloria Reynolds, o Douro Family Estates e o Secret Spot, que vêm de Portugal direto para o nosso evento. Se você conhece os vinhos desses produtores, sabe da qualidade que estou falando. Se não conhece, recomendo fortemente que vá ao evento para provar e aproveitar para conhecer o produtor, que estará lá pronto para tirar todas as nossas dúvidas.

Além desses produtores temos muito mais novidades. Veja abaixo a nossa lista de expositores.

Não esqueça, o Encontro de Vinhos OFF é no dia 23 de abril, a partir das 14h, na Bendita Hora (Rua Wanderley, 795).

 

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Desafio ao Vinho – Veja como foi o primeiro programa

Desafio ao Vinho – Veja como foi o primeiro programa

Se você perdeu o primeiro programa, aí está o vídeo na íntegra. Confira o que harmoniza com lombo ou risoto de bacalhau, com a participação do Emerson Donadon, da Voilà Gourmet, que levou pratos que valem a pena experimentar.

 

Confira o quadro “Vinho Multimídia” que dessa vez apresentou o Atlas do Vinho.

 

E veja a primeira pergunta da semana: Carne vai bem com vinho branco?

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Estréia hoje o programa Desafio ao Vinho

Estréia hoje o programa Desafio ao Vinho

Hoje começa o meu programa na ClicTV, o Desafio ao Vinho.

Voltado aos consumidores, principalmente aqueles que como eu, são curiosos para saber se é possível harmonizar vinho com diversas comidas, a idéia é ter sempre um ambiente descontraído, leve e com boas comidas e vinhos.

Pra começar teremos um tema que está rondando a gente essa semana: bacalhau. Vou levar o Emerson Donadon, da Voilà Gourmet, pra provarmos dois pratos – lombo de bacalhau assado e risoto de bacalhau. E para desafiar, teremos um vinho verde, um chardonnay e um vinho tinto português. Qual vai se sair bem? Será que algum não vai harmonizar?

Saiba tudo isso e muito mais no Desafio ao Vinho, todas as quintas, ao vivo as 13h na ClicTV – http://clictv.uol.com.br/

E como o programa tem o intuito de ser colaborativo, teremos a Pergunta da Semana, que terá sempre a participação do público mandando as suas dúvidas. É só escrever para desafioaovinho@clictv.com.br que a selecionada da semana vai ao ar.

Espero contar com você hoje. E se não conseguir ver ao vivo, poderá assistir depois, via ClicTV ou TVUOL. Lá no Facebook a gente vai falar sobre todas as matérias, colocar também os vídeos e conversar sobre os programas. É só curtir e acompanhar. http://www.facebook.com/desafioaovinho

Um abraço

Daniel Perches

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Verdades e mentiras sobre a Salvaguarda, segundo o Ibravin

Verdades e mentiras sobre a Salvaguarda, segundo o Ibravin

Acabei de receber esse comunicado através da Vinícola Basso e achei importante compartilhar. São informações vindas através do Ibravin. Se procederem, talvez possamos ficar mais tranquilos. Só não saberia responder quanto à imagem do vinho brasileiro, que realmente foi bem desgastada nesses últimos dias.

 

A VERDADE SOBRE A SALVAGURDA PARA OS VINHOS BRASILEIROS

O BRASIL ESTÁ EM UM MOMENTO HISTÓRICO: PRECISA DECIDIR SE QUER SER SOMENTE UM PAÍS IMPORTADOR DE VINHOS OU SE TAMBÉM DESEJA TER UMA PRODUÇÃO NACIONAL DE QUALIDADE.

Mentira nº 1: A salvaguarda vai aumentar a taxa de importação dos vinhos estrangeiros de 27% para 55%.
> A verdade: O setor vitivinícola brasileiro não pediu e não quer o aumento de impostos para os vinhos importados. O próprio governo federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), já se pronunciou pela imprensa que, se implantada a salvaguarda para os vinhos brasileiros, a taxa de importação não será aumentada.

Mentira nº  2: A salvaguarda vai diminuir a oferta e a variedade de vinhos estrangeiros no Brasil.
> A verdade: Se a salvaguarda for implantada pelo MDIC, as cotas de entrada de vinhos por países serão estabelecidas por uma média dos últimos três anos. Ou seja, não haverá diminuição da diversidade atual. São Paulo é a terceira capital no mundo (só perde para Londres e Nova Iorque) em termos de rótulos de vinhos à disposição dos consumidores. Quando falamos em estabelecer cotas para os vinhos estrangeiros, isso não quer dizer que queremos restringir a oferta atual. Só queremos monitorar o enorme crescimento registrado nos últimos anos. Só no primeiro bimestre deste ano, as importações de vinhos cresceram 35% no país.

Mentira nº 3: O pedido de salvaguarda foi feito pelas grandes vinícolas do país.
> A verdade: Quatro entidades representativas do setor vitivinícola brasileiro entraram com o pedido de salvaguarda no MDIC. São elas: o Instituto Brasileiro do Vinho (IBRAVIN), a União Brasileira de Vitivinicultura (UVIBRA), a Federação das Cooperativas do Vinho (FECOVINHO) e o Sindicato da Indústria do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (SINDIVINHO). Nenhuma vinícola brasileira, de forma isolada, deve ser responsabilizada pelo pedido, feito em 1º de julho de 2011. Várias empresas tiveram informações colhidas, de acordo com a legislação, para embasar tecnicamente o pedido de salvaguarda.

Mentira nº 4: A salvaguarda vai favorecer as grandes vinícolas brasileiras e prejudicar as pequenas.
> A verdade: Na prática, apenas três vinícolas faturam acima de R$ 100 milhões. Cerca de 70% do setor é formado por pequenas empresas. Independentemente do seu tamanho, todas as vinícolas brasileiros são abastecidas com uvas de pequenos produtores, com propriedades médias de 2 e 3 hectares. São mais de 20 mil famílias de produtores de uvas espalhadas por nove estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Bahia e Pernambuco). O setor vitivinícola brasileiro é muito pequeno ainda. Só uma empresa chilena vende cinco vezes mais do que toda a produção brasileira de vinhos finos. Atualmente, quem mais sofre com a concorrência desleal dos vinhos estrangeiros são as pequenas vinícolas, que tem de concorrer com estruturas comerciais, de marketing e de logística enormes.

Mentira nº 5: O vinho brasileiro não tem qualidade para competir com os rótulos estrangeiros.
> A verdade: A qualidade crescente do vinho brasileiro é atestada por críticos nacionais e internacionais. Nos últimos anos, os vinhos do Brasil conquistaram mais de 2.500 medalhas pelo mundo. A indústria nacional investiu muito nos últimos anos e, rapidamente, alcançou um nível de qualidade indiscutível. A meta, a partir de agora, é crescer em escala e possibilitar que um número ainda maior de empresas, em especial as pequenas, adotem tecnologias e sistemas de qualidade que vão dar ainda maior competitividade ao setor.

Mentira nº 6: A salvaguarda é uma medida autoritária.
> A verdade: A salvaguarda é um instrumento legítimo e democrático, previsto pela legislação brasileira e internacional, reconhecido pela OMC (Organização Mundial do Comércio), para regular e equilibrar as relações comerciais entre os países. É, portanto, uma medida legal e temporária que busca dar condições para que os setores afetados possam, a partir da implantação de um Programa de Ajustes, melhorar sua competitividade e concorrer em igualdade de condições com demais partícipes do mercado. A melhora da competitividade do vinho fino brasileiro possibilitará produtos com mais qualidade, custos menores e preços acessíveis ao consumidor. Uma prova irrefutável da transparência da salvaguarda é que todas as partes interessadas poderão manifestar seus argumentos, no prazo de 60 dias, para a decisão técnica final do MDIC.

Mentira nº 7: O setor não pede a diminuição de impostos dos rótulos brasileiros.
> A verdade: Estamos trabalhando pela redução de impostos há mais de uma década. Já conseguimos a desoneração dos vinhos espumantes, que antes tinham IPI de 30%. Agora o IPI dos espumantes – nacionais e importados – é de 20%, mas, por definição de atos específicos, o percentual cobrado sobre os espumantes é de 10%. Além disso, buscamos equalizar os impostos estaduais (ICMS), que vão de 12% a 30% sobre o vinho. Alguns Estados produtores beneficiam com a redução de ICMS apenas os produtos importados. Só em 2011 foram realizadas reuniões com secretarias da fazenda de quatro Estados para tratar desse assunto. Também requeremos a desoneração de tributos sobre os insumos – rolhas, rótulo, garrafa, caixa – todos estes produtos são tributados na importação e na industrialização. Isto não acontece da mesma forma em outros países, que têm estruturas de tributação diferenciadas, simplificadas. Queremos e pedimos a desoneração da carga tributária do vinho ontem, hoje e sempre.

Mentira 8: O preço dos vinhos importados irá aumentar, afastando o consumidor da categoria.
> A verdade: Não há motivo para aumentar os preços dos vinhos, pois a importação não diminuirá (só o crescimento é que será monitorado) e não haverá acréscimo de impostos. Com o pedido de salvaguarda, não queremos afugentar o consumidor do próprio vinho nacional e deste hábito que vem crescendo no Brasil. Pelo contrário, o objetivo é promover o consumo, criar igualdade de condições de mercado e não de aumentar o preço (como se tem sugerido, de forma maldosa e equivocada, por quem defende os produtos estrangeiros sem se preocupar com a produção nacional).

Mentira 9: O Brasil é o único país que pretende restringir a entrada de vinho importado no seu mercado.
> A verdade: Existem países que taxam o vinho em até 1.000%, como é o caso do Egito. A Inglaterra, maior importador de vinhos do mundo, tem carga total de impostos de 55% para vinhos importados. Outros restringem a entrada com barreiras sanitárias, como é o caso da União Europeia. Outros ainda dificultam ao máximo a importação, exigindo uma aprovação prévia dos rótulos antes da importação. Os Estados Unidos obrigam o exportador a ter um importador para cada um dos 50 Estados americanos, que só pode vender para um distribuidor, e este para um varejista. Só depois é que o produto poderá ser vendido ao consumidor. No Brasil, o mesmo CNPJ (estabelecimento comercial) pode fazer a importação, distribuição e venda por atacado ou varejo. A cadeia de impostos, neste caso, fica mais curta, o que implica em uma diminuição considerável da carga tributária para os estabelecimentos que importam direto. Há inúmeras formas e medidas de se controlar a importação. A salvaguarda é uma das mais claras e objetivas, além de ser permitida e regulada pela OMC.

Mentira nº 10: Os vinhos brasileiros detém 80% do mercado e as empresas estão em crescimento. Não há porque proteger a produção nacional.
> A verdade: O Brasil produz vinhos finos, de mesa, espumantes e suco de uva, além de outros produtos derivados da uva e do vinho, tais como vinagre, vermute, e, mais recente, as sangrias e coquetéis com vinho. Por determinação da lei é chamado de vinho de mesa aquele produzido com as uvas híbridas e americanas, enquanto o vinho fino é aquele produzido com variedades Vitis vinífera. Esta característica conceitual já é suficiente para diferenciar os produtos e explicar que os vinhos finos brasileiros é que concorrem com os vinhos importados. Se ainda não bastasse, o mercado de vinhos de mesa vem se mantendo estável há alguns anos, com pequenas oscilações, tendo nos produtos substitutos como a cerveja, a sangria e os coquetéis os principais concorrentes. E é este mercado que as importações estão eliminando. Queremos que a produção de vinhos finos cresça, conferindo reconhecimento à indústria vitivinícola nacional. Dos 91,9 milhões de litros de vinhos finos comercializados em 2011, apenas 21,2% eram nacionais. No ano passado, crescemos 7%, mas sobre uma base ínfima, de pouco mais de 18 milhões de litros em 2010. Desde 2005 até o ano passado, a média de comercialização do vinho fino brasileiro está estacionada em torno dos 19 milhões de litros. Em 1997, por exemplo, foi de 46,4 milhões de litros. Se esta tendência continuar, em menos de 20 anos corremos o sério risco de não termos mais vinho fino brasileiro.

Instituto Brasileiro do Vinho (IBRAVIN)
União Brasileira de Vitivinicultura  (UVIBRA)
Federação das Cooperativas do Vinho (FECOVINHO)
Sindicato da Indústria do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (SINDIVINHO)

Posted in 2012, Brasil, Geral12 Comments

Finalmente um clube de vinhos que teve a brilhante idéia de diversificar as garrafas

Finalmente um clube de vinhos que teve a brilhante idéia de diversificar as garrafas

Já falei várias vezes sobre clubes de vinhos por aqui e inclusive já me associei a diversos. Entro, testo e saio. E sempre pelo mesmo motivo. Os caras me mandam uma seleção que até têm bons vinhos, mas eu tenho que comprar 2 ou 4 garrafas iguais. Aí acontece o óbvio: já provei o vinho e as outras garrafas ficam lá na adega, esperando uma oportunidade para serem “desovadas”. É até legal você ter um estoque de vinhos que já conhece, mas experimente ser sócio de um clube de vinhos por 6 meses. Você tem que se preparar para construir um puxadinho na sua adega rapidamente.

E agora foi a vez de experimentar o clube Winelands. É novo e é lá do Sul. Como eles colocaram um banner no blog e vão participar do Encontro de Vinhos, eu quis conhecer melhor o produto, afinal de contas preciso saber se o que estão anunciando aí é bom mesmo ou não. Aí chegou hoje a minha caixa e qual não foi a minha surpresa ao me deparar com 4 garrafas DIFERENTES? Pois é, meus amigos, agora eu posso provar um vinho de cada e acredito que eu possa comprar mais se eu gostar, depois.

Será que é tão difícil de fazer isso? Será mesmo que todos os associados dos clubes de vinhos querem encher as suas adegas com o mesmo vinho? Eu acho que não.

Bom, eu ainda não provei os vinhos da Winelands, mas farei em breve. Se são bons, é outra história. Por enquanto, estou curtindo a idéia de ter só uma garrafa de cada. E o banner pode continuar lá, porque eu aprovo de verdade.

Em breve conto sobre os vinhos para vocês (afinal de contas, talvez seja o mais importante, pois sem vinho bom, pode mandar a maior diversidade do mundo que não vai adiantar).

 

Um abraço

Daniel Perches

Posted in Geral, Itália14 Comments

A lista de expositores do Encontro de Vinhos OFF está crescendo

A lista de expositores do Encontro de Vinhos OFF está crescendo

Eu falei e é exatamente o que está acontecendo. Vai chegando perto do Encontro de Vinhos OFF e a lista de expositores não pára de crescer.

Vejam quem já confirmou (até dia 30/03). E já agende-se, pois o evento será no dia 23 de abril, no Bendita Hora de Perdizes (Rus Wanderley, 795). Começa as 12h e termina só as 22h.

 

Posted in 2012, Brasil, Encontro de Vinhos0 Comments

Desafio Winesave – será que funciona mesmo?

Desafio Winesave – será que funciona mesmo?

Recebi uma amostra do Winesave, que é um produto para conservar vinhos abertos. A idéia é legal, mas eu quero ver se funciona mesmo. Esse é o primeiro vídeo. Volto em 15 dias e em 1 mês.

Posted in Acessórios, Austrália24 Comments

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