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Saca-rolhas bigode, ora pois!

Saca-rolhas bigode, ora pois!

Gosta de vinhos portugueses? Que tal abrir suas garrafas produzidas pelos nossos parentes lusos com estilo e homenageando o que eu acredito ser praticamente um símbolo nacional, o bigode deles?

Veja esse saca-rolhas que o site Oops (França) vende por 17 euros.

Eu adoro os vinhos portugueses e tenho vários amigos de lá (nenhum com esse bigode, mas tudo bem), mas passo a vez. Quem sabe se aparecer um com um bigode como o da foto aí de cima, mais ao estilo francês, eu possa pensar a respeito.

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[Vinícolas da Argentina] Bodegas López

[Vinícolas da Argentina] Bodegas López

Se você gosta de vinhos evoluídos e daquelas degustações verticais, onde se prova várias safras de um mesmo vinho, para saber como é a evolução dele ao longo dos anos, você precisa conhecer a Bodega López, que fica em Mendoza.

Os caras são enormes e têm mais de 1.000 hectares de uvas plantadas. Mas pra mim o grande diferencial da López nem é esse, é ter safras antigas. Os donos gostam de fazer os vinhos ao estilo europeu, mais austeros e elegantes. Eles têm lá uma linha de vinhos jovens, que é amplamente comercializada na Argentina e que são bons, mas nada de espetacular. O que é bom mesmo é o tal do Montchenot, que é o vinho deles que é envelhecido pelo menos 10 anos antes de ser comercializado.

Visitar a vinícola é aprendizado certo. com mais de 100 anos de história, eles têm até um pequeno museu com os carros e instrumentos de épocas passadas, muito interessantes. Alguns vinhos (como o Montchenot) são guardados em pipas de madeira enormes, para envelhecer por muito tempo.

E se você for visitar, recomendo que almoce no restaurante deles, que tem uma comida muito boa e que harmoniza muito bem com os vinhos da casa (eles servem os mais jovens), mas também recomendo que você pesquise as safras que quer comprar. Lá tem Montchenot 1958, 62, 71, 78, etc. É um verdadeiro parque de diversões para quem quer provar vinhos mais evoluídos.

Gostei muito de provar o Montchenot 2001, que é feito com Cabernet Sauvignon, Merlot e Malbec. O pessoal de lá criou esse corte  para ser o “corte típico argentino”. é um vinho que já tem uma cor mais evoluída, tijolo. Pela sua idade, ele estava com o aroma ainda fechado, que depois foi se abrindo e ficando cada vez melhor. Toques de cereja, frutas secas, terra, poeira, também evoluídos. O mais legal é que ainda tem acidez e de sobra nesse vinho, mostrando-se ainda vivo, bem marcante.

Outro vinho que me chamou a atenção foi o Federico Lopez Jerez, que é feito pelo método de Solera com as uvas Pedro Ximenes e Palomino, as típicas do Jerez “original”, da Espanha. O legal desse vinho é que ele é muito parecido com o seu primo espanhol, mas não tem toda aquela salinidade, então pode ser que agrade a alguns paladares mais sensíveis a esse tipo de aroma e sabor.

Dessa vez eu não consegui trazer nenhuma garrafa, mas com certeza na minha próxima viagem à Mendoza, trarei uma vertical para apreciar. Vale a pena. Veja mais informações no Site da Bodega López. Infelizmente não tem importador no Brasil (ainda)

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2001, 2008, 2011, Argentina, Cabernet Sauvignon, Novidade, Palomino, Pedro Ximenes2 Comments

Chaski Petit Verdot 2008

Chaski Petit Verdot 2008

Chaski significa “mensageiro” no idioma quechua e também é o nome do “filho mais novo” da família de vinhos da Pérez Cruz, uma vinícola do Chile que já está bem conhecida entre os brasileiros pelos seus belos vinhos. Eu gosto muito dos vinhos deles e já tive inclusive a oportunidade de conversar com o enólogo (relembre aqui – Entrevista com German Lyon).

E depois de um Syrah muito intenso, de alguns vinhos de corte premiados, o pessoal de lá resolveu produzir um vinho 100% com a uva Petit Verdot. Não é muito comum (infelizmente) encontrarmos vinhos feitos só com essa casta. Eu gosto e fico contente quando encontro, mas entendo que não sejam produzidos muitos, pois a Petit Verdot não só é mais difícil de se produzir, como serve muito bem para “arredondar” os vinhos. Tudo pelo vinho, então OK.

Mas já que a Pérez Cruz resolveu produzir esse, precisamos provar. É um vinho muito intenso em todos os sentidos. Tem uma cor muito forte, daquelas que se você colocar o dedo atrás da taça, não consegue ver. No nariz tem um misto de herbáceo, floral e fruta, que de tanta intensidade precisa até de um tempo para se perceber tudo. E na boca é também muito intenso e até um pouco adocicado.

É diferente dos outros Petit Verdot que eu já provei, principalmente pela sua doçura e não sei se é o terroir do Chile, se é a forma como produziram (com baixa produção por planta) ou algum outro fator.

Se você gosta de vinhos intensos, prove o Chaski. Pode ser que o mensageiro traga algo de bom pra você.

Um abraço

Daniel Perches

Posted in 2008, Chile, Novidade, Petit Verdot0 Comments


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