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Vem aí o Storia 2006 – Reserve já o seu

Vem aí o Storia 2006 – Reserve já o seu

Essa vale a pena, pois o Storia é o Merlot Premium da Casa Valduga e seu sucesso na primeira edição (safra 2005) foi tão grande que acabaram as garrafas. Quem tem, está vendendo a um preço altíssimo.

Pra quem se interessar, a segunda edição (safra 2006) está começando a ser “pré-vendida”. Não sei o preço, mas sugiro aos apreciadores que se adiantem. Quando estive lá na Valduga na semana no final de fevereiro eu vi as garrafas “descansando” e confesso que fiquei morrendo de vontade de provar.

Seguem informações sobre o produto:

Com garrafas numeradas e edição limitada de 9.983 garrafas, a Casa Valduga inicia as reservas da safra 2006, com certificado oficial, a partir de março.

Faça parte desta “Storia” e deguste o Merlot mais desejado deste século!

Para reservar o seu, clique aqui.

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Boscato

Boscato

A Vinícola Boscato é uma empresa familiar, relativamente pequena, situada em Nova Pádua, uma cidade muito pequena próxima à Flores da Cunha.

Comandada pelo Sr. Clovis (que é um gênio) e pela sua filha Roberta – engenheira agrônoma de grande respeito, que vem fazendo um trabalho fantástico na vinícola – a Boscato tem como padrão fazer vinhos de ótima qualidade. E conseguem.

É bastante conhecida no sul do Brasil, mas a distribuição em São Paulo e outras capitais ainda não é tão grande (simplesmente porque eles não tem produção para isso). Quem estiver próximo à vinícola pode comprar por lá ou em restaurantes e varejos do RS, ou então tentar comprar pela internet, mandando e-mail para eles.

Desde os mais básicos até os tops, os vinhos da Boscato são muito bons. Um destaque especial vai para o Gran Reserva Merlot 2005, que eu vou comentar no post seguinte.

Para esse ano está sendo esperado o lançamento do vinho top da vinícola, o Anima Vitis, que é um corte de várias uvas (e algumas bem interessantes). Tive a oportunidade de provar esse vinho lá na vinícola e posso afirmar que está fantástico. Espero sinceramente que o Sr. Clovis leve-o para a ExpoVinis (acontece em Abril/2010. Veja post aqui) e quem for não pode deixar de provar. Vai se encantar.

Para saber mais sobre a Boscato, veja o site aqui.

Um abraço

Daniel Perches

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Entendendo e respeitando o terroir brasileiro

Entendendo e respeitando o terroir brasileiro

Antes de qualquer coisa, vamos definir o que é Terroir. Essa palavra francesa, que não tem tradução, tenta exprimir o ambiente onde o vinho – ou melhor, as uvas – são produzidas.

Entende-se por terroir o conjunto de fatores ambientais (tipo de solo, altitude, inclinação do terreno, exposição à luz, proximidade da água, etc), climáticos (quantidade de sol recebida, quantidade de chuva por ano, etc) e humanos.

Simplificando, é o conjunto de fatores que incide em uma determinada região.

E como esse não é um blog técnico, não vamos entrar em detalhes sobre os tipos de solo que o Brasil possui, quantidade de chuvas ou qualquer outro aspecto.

O que quero deixar claro aqui é que o Brasil tem o seu próprio Terroir. Ou melhor, cada região produtora de vinho no Brasil tem a sua própria identidade. Seja bem lá no Sul, na Cordilheira de Santana, seja em Flores da Cunha, no Vale dos Vinhedos ou lá no norte do Brasil (Vale do São Francisco) onde se produz vinho várias vezes ao ano.

Respeitar o terroir de cada lugar é imprescindível para entendermos o vinho, entendermos o que ele pode nos oferecer e aí sim dizermos se o vinho foi bem feito ou não.

Os produtores nacionais (a sua maioria, pelo menos), já entenderam o seu terroir e têm trabalhado muito seriamente no sentido de explorar da melhor forma as suas potencialidades.

Pra exemplificar: não importa quão boa seja a plantação e o cuidado com as uvas Tannat que o produtor tenha, pois ele não vai fazer um Tannat igual ao que é feito no Uruguai. Essa uva desenvolve-se muito melhor lá do que aqui. No entanto, podemos dizer o inverso para a Merlot. Temos excelentes produtores (e produtos) de Merlot aqui no Brasil, onde essa uva desenvolve-se de forma excepcional.

É claro que esse assunto é amplo e podemos discutir muito mais sobre ele. Quem quiser mais informações (até técnicas) pode me escrever que discutiremos com todo prazer.

O que importa mesmo é entender que os vinhos nacionais têm a sua identidade própria. Entende-la é começar a entender a qualidade que temos por aqui.

Um abraço

Daniel Perches

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Vinícolas e Vinhos Nacionais

Vinícolas e Vinhos Nacionais

Aqui você encontrará um índice do que já foi falado aqui sobre vinícolas e vinhos Nacionais. Esse post será atualizado sempre que um novo vinho entrar, então fique de olho. A ordem de exibição é alfabética.
E se você tiver alguma sugestão de vinho para ser degustado, pode mandar.

ANGHEBEN
- Teroldego 2005
- Barbera 2007

AURORA
- Late Harvest 2009

BASSANESI
- Roncoferraro Cabernet Sauvignon 2006

BOSCATO
-
Vinícola

CASA PERINI
- Espumante Brut

CASA VALDUGA
- Gran Reserva Chardonnay 2008
- Espumante 130

CAVE ANTIGA
- Prosecco
- Reserva Marselan 2006

CAVE GEISSE
- Vinícola

COOPERNATURAL
- Hex Von Wein Cabernet Sauvignon Reserva Especial2007

CORDILHEIRA DE SANTANA
- Reserva Especial Merlot 2004

LÍDIO CARRARO
- Quorum 2004
- Elos 2007
- Dádivas 2008

MIOLO
- Lovara Merlot 2008
- Miolo Cuvée Tradition Brut
- Seleção Tinto 2008
- Seleção branco 2009
- Chardonnay Reserva 2009
- Cuvée Giuseppe 2004

PIZZATO
- Alicante Bouschet Reserva 2004
- Egiodola Reserva 2004
- Merlot Reserva 2003

PERUZZO
- Espumante Brut
- Espumante Extra Brut

QUINTA DA NEVE
- Cabernet Sauvignon 2007

SALTON
- Espumante Evidénce Brut
- Virtude 2008
- Volpi Cabernet Sauvignon 2007

TERRAGNOLO
- Vinícola

VALMARINO
- Cabernet Franc X 2005

VILLA BARI
- Granrosso 2006

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Dia da Mulher

Dia da Mulher

Hoje, dia 08 de março, comemoramos o Dia da Mulher. É sem dúvida uma data importante, pois devemos lembrar tudo o que foi passado (e todas que lutaram) para que as mulheres tivessem seus direitos reconhecidos.

Hoje, felizmente, não temos mais problemas de preconceitos (ou pelo menos esperamos que não), mas devemos sim render homenagens às mulheres. E essas homenagens não devem ser simplesmente por conta de suas conquistas, mas por serem MULHERES! Elas que nos geraram e nos criaram. Elas são, na mais ampla forma de compreensão, a razão da nossa vida.

Se você puder/quiser, quando encontrar com a sua mulher hoje (pode ser sua esposa, filha, mãe, tia…) não dê só presentes, mas agradeça. Agradeça por existirem, por fazerem parte da sua vida. Não tenho dúvidas de que sem elas, nossas vidas seriam muito mais tristes.

Um brinde e obrigado!

Daniel Perches

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Cuvee Tuffeaux Bourgueil 2006

Cuvee Tuffeaux Bourgueil 2006

Mais um vinho da Cave Jado provado e aprovado, atestando a qualidade e cuidado com os produtos que o pessoal tem por lá.

A Cave Jado, para quem não sabe, é uma importadora de vinhos franceses e foca em “boas compras”, ou seja, vinhos que têm um bom custo X benefício. Quem puder visitar o show-room deles (fica na Vila Mariana) vai encontrar ótimos rótulos como esse que falamos hoje, por valores entre 55 e 90 reais. Boa pedida!

Mas falando especificamente desse vinho, esse é produzido no Loire (noroeste da França), uma região famosa pelos seus vinhos brancos.

Feito 100% com a casta Cabernet Franc (uma uva que me agrada muito), é muito macio e persistente na boca.

Em taça mostrou-se com um rubi intenso, mas já com um leve halo de evolução (suas bordas já se mostram mais alaranjadas. Sinal do tempo de envelhecimento). Lágrimas lentas e numerosas.

No nariz, aromas francos de frutas vermelhas com um toque adocicado, leve toque de madeira molhada e um pouco de especiaria.

Em boca, acidez bastante controlada, taninos macios e redondos e retrogosto confirmando as frutas. Final de média persistência, mas muito saboroso.

tuffeauxÉ um vinho bastante interessante e que merece ser harmonizado com cuidado. Se compararmos com os Cabernet Franc produzidos aqui no Brasil ou no Chile por exemplo, vamos notar uma grande diferença. Esse francês é muito mais delicado, envolvendo a boca de forma leve.

Acompanha bem um queijo também não muito curado (mas que seja amarelo), carnes grelhadas e até um prato com molho vermelho. Eu provei com o meu prato preferido lá no Emporio Vila Buarque, que é o nhoque recheado com polpetone. O molho vermelho me pareceu sobressair-se ao vinho, talvez por conta da acidez. Sugiro algo mais leve.

Resumindo, mais um ótimo vinho da Cave Jado que eu recomendo. Esse custa R$ 56. Nem precisava falar que é um ótimo preço.

Um abraço

Daniel Perches

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Continuando a falar sobre os aromas do vinho

Continuando a falar sobre os aromas do vinho

Mais uma coluna publicada no jornal Bleh!

Para ler, clique aqui ou veja abaixo.

Continuando a falar sobre os aromas do vinho

Por Daniel Perches*

Já falamos anteriormente sobre os aromas dos vinhos. Só para relembrar, nada é adicionado durante a vinificação. Todos os aromas são naturais s vêm do contato da parreira com o solo e com o ar, além do contato do vinho com o barril.

Vamos então nos aprofundar um pouco nesse assunto, que deixa todo mundo intrigado. Propus na matéria passada que tentássemos identificar aromas primários no vinho degustado. A tarefa deve ter sido relativamente fácil e acredito que todos tenham conseguido encontrar pelo menos o aroma de frutas, por exemplo. Não precisa nem ser uma específica.

Agora vamos à segunda etapa. Vamos detalhar um pouco mais os aromas. Se você puder, imprima esse pequeno guia e use-o quando estiver com um vinho. Isso vai ajudar a lembrar dos aromas.

Algumas dicas de onde estão os aromas para começar a treinar

 Nos brancos: flores brancas e amarelas ou frutas brancas e amarelas: maçã, pêra, abacaxi, pêssego, maracujá, lírio, jasmim etc.

 Nos tintos: flores ou frutas vermelhas. Rosa violeta, morango, cereja, framboesa, amora, groselha, cassis.

 Vinhos jovens: flores e frutas frescas ou vegetais que evoluem com o envelhecimento para os aromas de frutas maduras, secas ou geléia.

 Vinhos mais envelhecidos: aromas animais ou de decomposição. 

 

 O envelhecimento em barricas de carvalho também agrega aromas ao vinho. São eles:

 Barrica Européia (francesa) – coco, nozes, cravo, pimenta preta.

 Barrica Americana – baunilha, noz-moscada, castanha, coco, cedro, frutas secas.

  

 Tipo de tostagem

 Leve – mel, chocolate branco, serragem.

 Média – amêndoas tostadas, caramelo, chocolate. Tabaco, café expresso e tostado.

Forte – fumo, pão tostado, grafite, chocolate preto, fumo.

 

No site www.vinhosdecorte.com.br tem uma lista com os principais aromas encontrados em cada tipo de uva. Acesse e veja a lista completa.

Um brinde

*Daniel Perches é publicitário, sommelier internacional e escreve o site www.vinhosdecorte.com.br.

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Mais uma turma de Sommelier Internacional formada pela FISAR

Mais uma turma de Sommelier Internacional formada pela FISAR

Formou-se ontem a 14ª turma brasileira de Sommelier Internacional pela FISAR (Federazione Italiana Sommelier Albergatori Ristoranti), em Flores da Cunha, na sede da UCS/ICIF.

Foram 14 alunos que participaram de um curso intenso com o famoso professor Roberto Rabachino, uma figura bastante conhecida no mundo e principalmente aqui no Brasil.

Dentre os formandos estou eu, esse blogueiro que vos fala. Formar-me Sommelier era um sonho antigo que consegui concretizar agora. Foi um curso muito intenso e trabalhoso, mas com boa recompensa.

Como disse em meu discurso de formatura, um sommelier não se forma em uma semana, 6 meses, 1 ano ou até mesmo 10 anos. Um Sommelier se forma a cada dia, a cada garrafa de vinho aberta, a cada vinho degustado. Uma estrada longae bastante sinuosa, mas com certeza, muito prazerosa.

Parabéns aos novos Sommeliers. Que todos façam um bom trabalho e promovam a nossa bebida tão querida.

Um abraço

Daniel Perches

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La Cave Jado – a casa dos vinhos franceses

La Cave Jado – a casa dos vinhos franceses

Finalmente consegui conhecer a Cave Jado, depois várias tentativas. Só não tinha dado certo até então por conta de agenda, pois se dependesse da simpatia da Dorothée (uma das sócias), eu viveria lá.

Situada na Vila Mariana, é uma casa pequena e charmosa que foi concebida com muito bom gosto. Lá a Dorothée, junto com a Jeanne (e daí vem o nome da empresa, das iniciais das duas) comandam um negócio que já é próspero, mas que tenho certeza que vai ser muito mais ainda. A fórmula é simples: vinhos franceses bons com preços acessíveis. Tudo o que um bom enófilo sonha, não é verdade?

E a promessa é cumprida em todo o seu portfólio. Lá é possível encontrar vinhos fantásticos como o La Vigne Blanche por 58 reais, que será comentado aqui no blog em breve. Estão também no portfólio vinhos brancos, rosés e espumantes. Todos os que eu provei até hoje são muito bons. Estou particularmente de olho em um Cotes Du Rhone que eles tem lá por 69 reais. Na minha próxima visita eu levo, sem dúvida.

A Cave Jado é um paraíso não só para os que conhecem bem o vinho, mas principalmente para os que estão iniciando sua incursão nas bebidas desse que é o país do vinho e nossa inspiração. Vale a visita com calma. Só cuidado para não querer levar todo o portfólio.

A Cave Jado fica na Rua Doutor Amâncio de Carvalho, 212 e o site você acessa aqui.

Santé

Daniel Perches

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Rancho do Vinho – Dica pra quem ficar em Sampa durante o Carnaval

Rancho do Vinho – Dica pra quem ficar em Sampa durante o Carnaval

Estive nessa semana no Rancho do Vinho, que é brilhantemente coordenado pelo Chef Celso Frizon e que tem, na minha opinião, a melhor costela de São Paulo (e olha que nesse dia eu fui em outro restaurante durante o almoço e tirei a prova).

Se você estiver em São Paulo durante o carnaval e quiser provar carnes de primeiríssima qualidade, sugiro que vá até lá. E se for, não deixe de provar os vinhos “Nono Frizon”, que são produzidos lá no sul e rotulados especialmente para o chef, com destaque para o Teroldego.

Em breve contarei mais sobre os vinhos e inclusive sobre a surpresa da noite, trazida pelo meu amigo Álvaro Galvão.

Se passar pelo Rancho do Vinho, procure o Celso. É alegria e diversão garantida.

Um abraço

Daniel Perches

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